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CONCLUSÕES:

Crescer é uma tarefa complexa. Para filhos e para pais. Há birras que não se conseguem controlar, as fraldas que nunca mais passam, mais tarde a preocupação com as más notas e o mau comportamento e vêm os recados na caderneta.

Há fases de grande agressividade com os colegas, desrespeito, alguns isolam-se demasiado e parecem não gostar de si próprios.

Há problemas com a mentira e o querer viver no limite. Os pais por vezes ficam preocupados sem saber o que fazer. Os filhos não vêm com manual de instruções, mas é o seu papel ajudar os filhos a resolver os problemas e a crescer feliz. Para que possam finalmente dormir descansados… Os filhos e os pais.

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A psicologia infantil trata de estudar o comportamento da criança, desde o seu nascimento até à sua adolescência. Desta forma, este ramo da psicologia centra-se no desenvolvimento físico, motor, cognitivo, perceptivo, afectivo e social. É nesta linha de raciocínio que os psicólogos infantis levam a cabo os métodos para prever e resolver os problemas na saúde mental das crianças.

A psicologia infantil atende a duas variáveis que podem incidir no desenvolvimento da criança: o fator ambiental, como a influência dos seus pais ou dos seus amigos, e o fator biológico, determinado pela genética.

No que diz respeito às suas principais teorias, a psicologia infantil baseia-se na descrição da personalidade e na perceção desenvolvida pelo Austríaco Sigmund Freud, e nos conceitos do saber cognitivo propostos pelo Suíço Jean Piaget.

Para a teoria freudiana, o desenvolvimento de uma personalidade sã é imprescindível para satisfazer as necessidades instintivas da criança. Freud afirma que as três etapas estruturais da personalidade são o “id” (a fonte de todos os instintos), o superego (representa as regras sociais e morais) e o ego (a fase intermédia entre o “id” e o superego).

Piaget, por sua vez, concentra-se no conhecimento inato da criança, que aparece desde o nascimento e que permite a aprendizagem sem necessidade de recorrer a estímulos externos.

Os transtornos psicológicos mais comuns nas crianças são aqueles que estão relacionados com o sono, os temores noturnos, os medos em geral, a alimentação, a atividade (agitação excessiva, tiques) e a linguagem (gaguejo, afasia e outros).

Leia mais: Conceito de psicologia infantil – O que é, Definição e Significadohttp://conceito.de/psicologia-infantil#ixzz33sYmmZOi

Ana Rita