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Fórum do mês de novembro – A Gripe

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Chegou o tempo frio e com ele a famosa gripe que não deixa ninguém indiferente. Este mês vamos falar sobre a gripe, sintomas, tratamento e formas de sobreviver quando chegar a nossa vez.

A gripe é uma infeção respiratória aguda de curta duração. É causada pelo vírus Influenza, que ao entrar no nosso organismo pelo nariz, multiplica-se, disseminando-se para a garganta e restantes vias respiratórias, incluindo os pulmões. Os primeiros sintomas da doença surgem entre 1 a 4 dias após a infeção pelo vírus– é o chamado período de incubação – e a sua severidade varia de acordo com a pessoa infetada.

Sintomas

Nem toda a gente infetada com o vírus da Gripe fica doente mas aqueles em que isso acontece, os sintomas mais comuns incluem:

febre,

dores de cabeça,

tosse seca,

gaganta irritada,

congestão nasal, e

dores musculares.

As crianças podem ter também náuseas, vómitos e diarreia, sintomas estes que são raros em adultos.

Determinadas complicações podem surgir aliadas a sintomas mais graves, como o desenvolvimento de bronquite e pneumonia.

Para determinar se uma pessoa está de facto infetada com o vírus Influenza é necessário proceder a uma análise laboratorial capaz de detetar o vírus, o que implica imensos recursos e uma logística altamente elaborada. Assim, a gripe é normalmente diagnosticada com base em sintomas. Quando a doença é detetada por um diagnóstico baseado nos sintomas falamos de síndroma gripal.

Tratamento

Para a maior parte das pessoas, a gripe dura apenas alguns dias e requer somente terapêutica sintomática – para a febre, dor e congestão nasal. O doente deverá repousar, procurar alimentar-se bem e tomar bastantes líquidos. Em poucos dias, o organismo de uma pessoa saudável consegue dominar a infeção e eliminar o vírus.

Os antibióticos, como a penicilina, não atacam os vírus apenas as bactérias. Estes não devem portanto ser administrados a não ser que surjam complicações como super-infeções bacterianas.

A vacinação anual é a principal forma de prevenção contra a gripe sazonal. É também a melhor forma de reduzir o impacto de uma epidemia. As vacinas contra a gripe estão disponíveis e já são usadas há mais de 60 anos. São vacinas seguras e eficazes, reduzindo não só a incidência como também a gravidade e a mortalidade entre os idosos e doentes crónicos.

De acordo com algumas diretivas da Organização Mundial de Saúde (OMS), devem ser vacinados, preferencialmente em Outubro:

indivíduos com idade igual e superior a 65 anos;

grupos de pessoas com um risco acrescido de complicações (nomeadamente, pessoas com doenças crónicas ou com o sistema imunitário enfraquecido);

e, grupos de pessoas que podem transmitir o vírus a outras pessoas consideradas de risco (por exemplo, médicos e enfermeiros).

Existe, no entanto, um grupo de pessoas que não se deve vacinar porque já teve, por exemplo, uma reação alérgica à vacina. É, por isso, essencial que a vacina seja sempre aconselhada pelo seu médico.

O que fazer se tivermos sintomas de gripe:

Muito importante: ir ao médico

Se acha que tem sintomas de gripe, o melhor mesmo é dirigir-se a uma uma unidade de urgência hospital para ser feito um diagnóstico correto. Embora o serviço nacional de saúde esteja a pedir para os utentes não se dirigirem às urgências do hospital, devem, no entanto, dirigir-se ao seu médico de família e não se auto-medicarem.

Lave as mãos

A gripe, já dissemos, é contagiosa e propaga-se pelo ar, através das mãos, da tosse e dos espirros, por isso lembre-se de lavar sempre as mãos. Nem imagina até que ponto isso pode ajudar.

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Verdades e mitos

Se sair com o cabelo molhado quando está frio, o mais certo é apanhar uma gripe?

Ao contrário do que provavelmente ouviu durante toda a sua vida, sair com o cabelo molhado ou sem chapéu não aumenta o risco de gripe. Esta tem origem viral e não na temperatura.

Tomar vitamina C previne a infeção?

A ingestão regular de vitamina C não reduz a frequência da gripe, nem acelera a cura. A administração de doses elevadas de vitamina C no início dos sintomas já foi testada em vários estudos, que demonstraram não haver um efeito consistente sobre duração ou gravidade do mal-estar.

O stresse aumenta a probabilidade de apanhar o vírus?

Sim. Quando estamos ansiosos ou stressados, libertamos cortisol, uma hormona que afeta o sistema imunitário, reduzindo a resposta natural do organismo a vírus e bactérias.

A canja de galinha ajuda a aliviar os sintomas?

Sim, as avós têm razão. O calor, o líquido e o sal podem ajudar a combater a infeção: inibem o movimento das células responsáveis pela inflamação (neutrófilos) e aceleram, ainda que temporariamente, o movimento do muco. Neste último caso, é possível que ajudem a aliviar a congestão e limitem o tempo em que os vírus estão em contacto com a mucosa nasal.

Quando o muco nasal é verde tenho gripe?

Nem sempre. O muco produzido no decorrer da constipação muda várias vezes de cor. No início, é claro e, depois, fica esbranquiçado ou amarelado. O verde significa que as bactérias normais do nariz estão a crescer.

As gripes são mais comuns no inverno?

Sim. No inverno, passamos mais tempo no interior, em contacto com outras pessoas. Se alguém estiver com gripe, transmite o vírus aos restantes. Esta é também a estação do ano com ar mais seco, propício ao desenvolvimento dos vírus responsáveis pela gripe.

Esta atividade de Fórum permite debater e abordar novas ideias, visa o desenvolvimento e a discussão de temas atuais, relacionados com os temas propostos nas Unidades, no âmbito da formação. O conhecimento e a adoção de medidas preventivas é muito importante quando falamos de pessoas com o estado de saúde fragelizado e em situação de risco.

Participe e desenvolva, no seu ponto de vista, o tema exposto a debate. Se desejar, apresente exemplos representativos do que pretende ilustrar. Pode ainda comentar as participações dos colegas.

A sua participação conta 20% para a avaliação da Unidade.

Para participar basta clicar em INSERIR COMENTÁRIO, não esquecendo de indicar o seu nome e o curso que está a frequentar para que o seu contributo seja avaliado. Os vossos comentários serão primeiro sujeitos à aprovação do professor pelo que podem não ficar imediatamente disponíveis.

Aguardo as vossas participações com expectativa, o vosso contributo é muito importante para o sucesso deste fórum!

Fórum do mês de novembro – A prevenção e tratamento da gripe em crianças

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Chegou o tempo frio e com ele a famosa gripe que não deixa ninguém indiferente. Este mês vamos falar sobre a gripe nas crianças, sintomas e tratamento .

A gripe é uma infeção respiratória aguda de curta duração. É causada pelo vírus Influenza, que ao entrar no nosso organismo pelo nariz, multiplica-se, disseminando-se para a garganta e restantes vias respiratórias, incluindo os pulmões. Os primeiros sintomas da doença surgem entre 1 a 4 dias após a infeção pelo vírus– é o chamado período de incubação – e a sua severidade varia de acordo com a pessoa infetada.

Sintomas

Nas crianças, os sintomas dependem da idade. Nos bebés, a febre e prostração são as manifestações mais comuns. Os sintomas gastrintestinais (náuseas, vómitos, diarreias) e respiratórios (laringite, bronquiolite) são frequentes. A otite média pode ser uma complicação no grupo etário até aos 3 anos. Na criança maior os sintomas são semelhantes aos dos adultos.

Determinadas complicações podem surgir aliadas a sintomas mais graves, como o desenvolvimento de bronquite e pneumonia.

Tratamento da gripe em crianças e bebés

Para a febre, não é necessário o uso de antibióticos. Os antibióticos só serão receitados pelo médico no caso em que a febre se prolongue por mais de 3 dias.

O tratamento da gripe consiste na redução dos sintomas com o uso de nebulizadores para a desobstrução das vias respiratórias altas (quando o médico achar  necessário), o repouso do paciente, e a contínua ingestão de líquidos.

Aqui fica um video útil  sobre as medidas a tomar.

https://www.youtube.com/watch?v=MaGA-i4ZM1g

Esta atividade de Fórum permite debater e abordar novas ideias, visa o desenvolvimento e a discussão de temas atuais, relacionados com os temas propostos nas Unidades, no âmbito da formação. O conhecimento e a adoção de medidas preventivas é muito importante quando falamos de gripe e de crianças, onde o contágio se dá muitas vezes na escolinha ou então através de um elemneto da família.

Participe e desenvolva, no seu ponto de vista, o tema exposto a debate. Se desejar, apresente exemplos representativos do que pretende ilustrar. Pode ainda comentar as participações dos colegas.

A sua participação conta 20% para a avaliação da Unidade.

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Fórum do mês de Novembro – O Luto

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Perder alguém ou algo que se ama ou com quem se preocupa profundamente com é muito doloroso. Pode sentir-se todos os tipos de emoções difíceis, sentir inclusive que a dor e a tristeza nunca mais irão desaparecer. Estas são reações normais para uma perda significativa. Não existe nenhuma maneira certa ou errada para expressar a dor, existem sim maneiras saudáveis de lidar com a dor.

O que é a dor?

O luto é uma resposta natural à perda. É o sofrimento emocional que se sente quando algo ou alguém que você ama desaparece. Quanto mais significativa a perda, mais intensa a dor será. Associa-se muitas vezes a tristeza com a morte de um ente querido, que é muitas vezes a causa do tipo mais intenso de tristeza, mas qualquer perda pode causar dor, incluindo:

  • O divórcio ou o fim de um relacionamento
  • Perda de saúde
  • Perder um emprego
  • Perda de estabilidade financeira
  • Um aborto
  • Reforma
  • Morte de um animal de estimação
  • Perda de um sonho
  • Doença grave de um ente querido
  • A perda de uma amizade
  • Perda de segurança após um trauma

Cada pessoa sofre de forma diferente

A angústia é uma experiência pessoal . A forma como cada um sente a dor depende de muitos fatores, incluindo sua personalidade e o estilo de coping (a forma de lidar com os problemas), a sua experiência de vida, a sua fé, bem como a natureza da perda. O processo de luto leva tempo. A cura ocorre gradualmente; ele não pode ser forçado ou apressado e não há nenhum calendário “normal” para fazer o luto. Algumas pessoas começam a sentir-se melhor ao fim de algumas semanas ou meses. Para outros, o processo de luto dura anos.

Mitos e factos sobre a tristeza

MITO: A dor desaparece mais rápido a pessoa a ignorar.

Facto: Tentar ignorar a dor só vai piorar a situação a longo prazo. Para a cura verdadeira é necessário para enfrentar a dor e lidar com ela ativamente.

MITO: É importante “ser forte” face à perda.

Facto: Sentir-se triste, assustado, ou solitário é uma reação normal à perda. Chorar não significa que alguém é fraco. Não é preciso  “proteger” a  família ou amigos, fingindo-se corajoso. Mostrar os  verdadeiros sentimentos pode ajudar todos.

MITO: Se não chorar, isso significa que não lamenta a perda.

Facto: O choro é uma resposta normal à tristeza, mas não é o único. Aqueles que não choram podem sentir a dor tão profundamente quanto os outros. Eles podem simplesmente ter outras maneiras de mostrá-lo.

MITO: O luto deve durar cerca de um ano.

Facto: Não há tempo certo ou errado para luto. Quanto tempo demora pode variar de pessoa para pessoa.

Fases da tristeza

Em 1969, a psiquiatra Elisabeth Kübler-Ross introduziu o que ficou conhecido como as “cinco fases do luto.” Estes estágios de sofrimento foram baseados nos seus estudos sobre os sentimentos dos pacientes que lidavam com uma doença terminal, mas muitas pessoas têm generalizado-los a outros tipos de acontecimentos negativos e perdas, como a morte de um ente querido ou uma separação.

As cinco fases do luto:

Negação: “Isto não pode estar a acontecer comigo.”

Raiva: “Por que isso está a acontecer? Quem tem a culpa?”

Negociação: “Faça isso não acontecer, e em troca eu vou ____.”

Depressão: “Estou muito triste para fazer qualquer coisa.”

Aceitação: “Estou em paz com o que aconteceu.”

Em vez de uma série de etapas, podemos também pensar no processo de luto como uma montanha russa, cheia de altos e baixos, altos e baixos. Como muitas montanhas-russas, o passeio tende a ser mais complicado no início. Os períodos difíceis devem tornar-se menos intensos e mais curtos à medida que o tempo passa, mas é preciso tempo para trabalhar a perda. Mesmo anos depois de uma perda, especialmente em eventos especiais, como um casamento de família ou o nascimento de uma criança, ainda se pode enfrentar um forte sentimento de tristeza.

Os sintomas mais comuns de dor

Embora a perda afete as pessoas de maneiras diferentes, existem alguns sintomas comuns ao luto. È importante relembrar que na fase inicial do luto é normal vivenciar emoçoes muito fortes  incluindo sentir-se como se estivesse a enlouquecer, sentir-se como se estivesse a ter um pesadelo, ou questionar as suas crenças religiosas.

Choque e descrença – Logo após uma perda, pode ser difícil aceitar o que aconteceu. Pode sentir-se insensível, ter dificuldade em acreditar que a perda realmente aconteceu, ou mesmo negar a verdade.

Tristeza – profunda tristeza é provavelmente o sintoma mais universalmente experimentado de sofrimento. Pode ter sentimentos de vazio, desespero ou solidão profunda. Pode também pode chorar muito ou sentir-se emocionalmente instável.

Culpa – Pode se arrepender ou se sentir culpado por coisas que fez ou que deixou de dizer ou de fazer. Pode também  sentir-se culpado por certos sentimentos (por exemplo sensação de alívio quando a pessoa morreu após uma longa doença difícil). Depois de uma morte, pode até se sentir culpado por não ter feito algo para evitar a morte, mesmo sabendo que não havia nada a fazer.

Raiva – Mesmo se a perda foi natural, pode sentir raiva e ressentimento. Se  perdeu um ente querido, pode ficar com raiva de si mesmo, de Deus, dos médicos, ou mesmo da pessoa que morreu por o ter abandonado. Pode sentir a necessidade de culpar alguém pela injustiça que aconteceu.

Medo – Uma perda significativa pode desencadear uma série de preocupações e medos. Pode se sentir ansioso, desamparado, ou inseguro. Pode até ter ataques de pânico. A morte de um ente querido pode desencadear medos sobre a  sua própria mortalidade, de enfrentar a vida sem aquela pessoa, ou as responsabilidades que agora enfrenta sozinho.

Os sintomas físicos – Muitas vezes pensamos em luto como um processo estritamente emocional, mas a dor muitas vezes envolve problemas físicos, incluindo fadiga, náuseas, diminuição da imunidade, perda de peso ou ganho de peso, dores  e insónia.

Quando alguém está de luto, é mais importante do que nunca cuidar de si mesmo. O stress de uma grande perda pode rapidamente esgotar a energia e reservas emocionais. Cuidar das suas necessidades físicas e emocionais irá ajudar a ultrapassar este momento difícil.

É normal a pessoa sentir-se triste, entorpecido, ou com raiva após uma perda. Mas com o passar do tempo, essas emoções devem tornar-se menos intensas e a pessoa começa a aceitar a perda e retoma a sua vida.

É importante neste processo o apoio dos amigos e familiares, o estar rodeado de pessoas que facilitem o processo.

 

Reflita sobre o assunto e se desejar recorra a exemplos de situações concretas para ilustrar a sua opinião.
Esta atividade de Fórum permite debater e abordar novas ideias, visa o desenvolvimento e a discussão de temas atuais, relacionados com os temas propostos nas Unidades, no âmbito da formação.

Participe e desenvolva, no seu ponto de vista o tema exposto a debate. Se desejar, apresente exemplos representativos do que pretende ilustrar. Pode ainda, comentar as participações dos colegas.
A sua participação conta em 20% para a avaliação da Unidade.
Bom Fórum para todos!

Fórum do mês de outubro- Provérbios Populares

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Caros alunos e alunas,

Neste mês de Outubro apresentamos o tema “Os provérbios populares aplicados à saúde”.

Os provérbios e expressões populares fazem parte do património cultural e podem inclusive ser usados no âmbito da educação e da promoção da saúde, nomeadamente aqueles que estão relacionados com factores de risco e factores protectores da saúde.

Cada aluno/a deve escolher um provérbio/expressão popular dos que estão apresentados abaixo e comentá-lo.

De alguma forma, relacione o provérbio que escolheu com os temas da saúde, por exemplo, questões relacionadas com a importância da alimentação, exercícios físico e da promoção da saúde de uma forma geral.

Dê exemplos de situações ocorridas num ambiente social, ou baseado em experiências pessoais e vivências do dia-a-dia.

Aqui estão apresentados alguns provérbios, sintam-se à vontade para acrescentar novos.

“Quem tem Saúde e Liberdade é rico e não sabe”

“Tenhamos saúde e paz e teremos assaz”

“Saúde e paz, todo o resto vem atrás”

“Saúde e paz, dinheiro traz”

“A saúde não tem preço”

“Água fervida é meia vida”

“Velhos são os trapos”

“O corpo na cama se não dorme descansa”

“Para longa vida, regra e medida no beber e na comida”

“A gota é mal de rico, cura-se fechando o bico”

“Das grandes ceias estão as sepulturas cheias”

”Se bebes demais tropeças e cais”

“De que servem os bens se saúde não tens”

“A saúde vale mais do que o dinheiro”

“ A saúde é maior riqueza”

“A saúde é um bem precioso”

“Mais vale a saúde que o dinheiro”

“Do prato à boca perde-se a sopa”

“Haja saúde e dinheiro para vinho”

“Deitar cedo e cedo erguer, dá saúde e faz crescer”

“Para ter saúde, pouca cama, pouco prato e muito sapato”

“Quem come salgado, bebe dobrado”

Participe no Fórum enviando o seu comentário.

Para participar basta clicar em INSERIR COMENTÁRIO, não esquecendo de indicar o seu nome e curso para que o seu contributo seja avaliado. Os vossos comentários serão primeiro sujeitos à aprovação do professor pelo que podem não ficar imediatamente disponíveis.

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Fórum do mês de outubro – Ansiedade

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“Todas as pessoas já se sentiram ansiosas. A ansiedade é um sentimento que experimentamos de vez em quando, perante situações em que nos sentimos ameaçados ou stressados. Por exemplo, perante o pensamento de ir fazer um exame, ir ao hospital ou a uma entrevista de emprego, é comum sentirmo-nos tensos, preocupados, nervosos, termos medo de fazer “figura de parvos” ou duvidarmos da nossa capacidade para sermos bem sucedidos. Estas preocupações podem afectar o nosso sono, apetite e capacidade de concentração. Mas, se tudo correr bem, a ansiedade desaparece. Este tipo de ansiedade até pode ser positiva e útil.
No entanto, se os sentimentos de ansiedade nos sobrecarregarem, se o nível de ansiedade for elevado durante longos períodos de tempo, o nosso desempenho pode ser afectado e torna-se mais difícil lidar com a nossa vida quotidiana. Podemos sentir que estamos a ficar sem controlo, que vamos morrer ou enlouquecer.
A ansiedade tem efeitos no nosso corpo e na nossa mente. Do ponto de vista físico, podemos experienciar tensão muscular, dor de cabeça, batimento cardíaco acelerado, náuseas e vómitos, vontade de ir à casa de banho, dificuldade em dormir ou sensação de “borboletas no estômago”. Do ponto de vista psicológico, a ansiedade pode tornar-nos mais receosos, alerta, nervosos, irritáveis, incapazes de relaxar e de nos concentrarmos.
A ansiedade pode afectar o nosso pensamento e as nossas relações com os outros. Se temos medo que aconteça o pior, podemos ficar muito pessimistas. Por exemplo, se um amigo se atrasa para um jantar, podemos começar a ficar preocupados se ele terá tido um acidente ou se não quer a nossa companhia, quando afinal esse amigo pode apenas ter perdido o comboio.
As pessoas respondem à ansiedade de forma diferente, por isso, quando a ansiedade invade as suas vidas, podem experienciar ataques de pânico sem razão aparente, desenvolver uma fobia de sair de casa, isolar-se da sua família e amigos e ter pensamentos obsessivos ou comportamentos compulsivos, como estar constantemente a lavar as mãos.
Enfrentar a ansiedade é o primeiro passo para quebrar o ciclo de medo e insegurança.”

Artigo retirado do site da Ordem dos Psicólogos.

Reflita sobre o assunto e se desejar recorra a exemplos de situações concretas para ilustrar a sua opinião.
Esta atividade de Fórum permite debater e abordar novas ideias, visa o desenvolvimento e a discussão de temas atuais, relacionados com os temas propostos nas Unidades, no âmbito da formação.

Sabia que a ansiedade em doses moderadas pode ser benéfica e até necessária?

Participe e desenvolva, no seu ponto de vista o tema exposto a debate. Se desejar, apresente exemplos representativos do que pretende ilustrar. Pode ainda, comentar as participações dos colegas.
O post de cada formando, não deve exceder a pág. A4 e deve ser enviado até ao final da semana. A sua participação conta em 20% para a avaliação da Unidade.
Bom Fórum para todos!

Fórum do mês de outubro – Os jovens e as Novas Tecnologias

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No Fórum deste mês vamos falar dos jovens e da sua forma de utilização da Internet, e de como as tecnologias digitais, como as Redes Sociais, podem trazer consequências graves, a nível social e do indivíduo.

Proponho que ponderem sobre este tema, leiam o seguinte artigo, vejam o vídeo e dêem a vossa opinião. Podem também comentar as opiniões dos colegas.

Refira ainda, no seu entender como se poderia abordar este problema, e que soluções fariam sentido num panorama futuro, relativamente à utilização da Internet pelos jovens?

Se desejar, apresente casos práticos representativos do que pretende ilustrar.

Mais de 70% dos jovens portugueses apresenta sinais de dependência da Internet. Estudo do ISPA mostra também que 13% dos casos são graves, podendo implicar isolamento e comportamentos violentos.

Vejam este video:

http://www.tvi24.iol.pt/videos/psiquiatra-explica-os-perigos-da-dependencia-da-internet/55dcfd510cf2f02c40ad132f

Este é o retrato de uma geração que vive quase permanentemente ligada. Através dos computadores ou dos dispositivos móveis, os jovens e adolescentes nacionais passam muito do seu tempo na Internet. Um tempo excessivo em muitos casos. Um estudo do ISPA mostra que quase três quartos da população até aos 25 anos apresenta sinais de dependência do mundo digital. Em casos mais extremos, o vício do online pode implicar isolamento, comportamentos violentos e obrigar a tratamento.

 “Percebemos que a dependência da Internet é generalizada”, sintetiza a investigadora da Unidade de Intervenção em Psicologia do ISPA – Instituto Universitário, Ivone Patrão, coordenadora deste estudo. Nos últimos dois anos, este trabalho passou por três fases de aplicação de questionários junto de jovens e adolescentes dos 14 aos 25 anos, envolvendo quase 900 inquiridos. Esta é, portanto, uma imagem com grande angular do que está a acontecer em muitas casas.

Os exemplos recolhidos pelo PÚBLICO corroboram os resultados da investigação. Quase todos os casos partilham também o pedido para que seja mantida a reserva da identidade dos jovens envolvidos. As histórias repetem-se, porém, e soam familiares aos pais. Alguns adolescentes deixam para trás um percurso académico de bom nível para se fecharem no quarto a jogar computador dia e noite. Há amizades de infância que são postas de lado em detrimento do contacto online. O isolamento em relação à família, as mudanças de comportamento, os casos de violência inexplicável face ao insucesso num jogo digital ou à proibição de continuar ligado são outros comportamentos comuns.

Os investigadores do ISPA também enumeram alguns componentes-chave para identificar os casos de dependência da Internet numa espécie de retrato-tipo do jovem viciado no mundo online: grau elevado de importância conferido ao computador ou aos dispositivos móveis; sintomas de tolerância face ao uso; sintomas de abstinência face ao não uso (como irritabilidade, dores de cabeça, agitação e por vezes agressividade) e, em casos mais extremos, recaída face às tentativas sucessivas para parar.

Os números a que chegou a equipa de Ivone Patrão no ISPA dão uma outra camada de leitura desta realidade. Há quase três quartos (73,3%) dos jovens que apresentam sintomas de viciação na Internet.

Destes, 13% exibem níveis severos de dependência, que se manifestam através dos comportamentos mais extremos descritos pelos pais e referidos pelos investigadores. Os próprios jovens parecem ter noção disto, uma vez que mais de metade (52,1%) dos inquiridos se perceciona como “dependentes da Internet”.

 Maioria frequenta o secundário.

Os investigadores do ISPA chegaram também a outro retrato-tipo: os jovens dependentes são sobretudo do sexo masculino, não têm relacionamento amoroso e frequentam o ensino secundário. Este foi um dos primeiros resultados a que a equipa da Unidade de Intervenção em Psicologia chegou, em 2012, quando aplicou um primeiro questionário – desenvolvido pela Nottingham Trent University, que é parceira deste trabalho, e à qual estão ligados os outros dois autores deste trabalho, Halley Pontes e Mark Griffiths – de modo a validá-lo para a realidade portuguesa. As conclusões iniciais motivaram a continuação da investigação nas duas fases seguintes, que agora são divulgadas publicamente.

Outros estudos recentes confirmam os sinais de uma geração cada vez mais dependente da tecnologia, levando mesmo a situações-limite em que “é posto em causa o bem-estar físico” dos jovens e adolescentes, conta a investigadora da Faculdade de Ciências Sociais da Universidade Nova de Lisboa Cristina Ponte, que liderou os projectos EU Kids Online e, mais recentemente, Net Children Go Mobile.

Neste último trabalho, cujos resultados nacionais serão discutidos numa conferência no final do mês, 6% dos jovens admitem ter ficado “sem comer ou sem dormir por causa da Internet”, por exemplo. “Há uma pressão para estarem sempre ligados”, avalia esta especialista. Na sua investigação recolheu exemplos que atestam esta situação, como a de um menino de 12 anos que contava, por entre risos, que no smartphone e no tabletnunca se fica offline, por causa dos sinais sonoros com os alertas para as actualizações no email ou nas redes sociais. O rapaz dava também conta da forma como os amigos ficavam zangados se ele não respondesse rapidamente a alguma mensagem, por exemplo, mesmo no horário em que devia estar a dormir.

“Os jovens estão a usar demasiado as tecnologias. Quase minuto a minuto”, confirma Rosário Carmona, psicóloga, que tem tratado casos de dependência da Internet no Centro de Apoio ao Desenvolvimento Infantil (Cadin), em Cascais. “Quando lhes pergunto se já foram ao email hoje, eles riem-se. Não foram ao email, porque não saíram do email”, descreve.

Fonte: http://www.publico.pt

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Reflita sobre o assunto e se desejar recorra a exemplos de situações concretas para ilustrar a sua opinião. Como técnico de saúde dê a sua opinião sobre o uso destes equipamentos por crianças e jovens.

Esta atividade de Fórum permite debater e abordar novas ideias, visa o desenvolvimento e a discussão de temas atuais, relacionados com os temas propostos nas Unidades, no âmbito da formação.

Participe e desenvolva, no seu ponto de vista, o tema exposto a debate. Se desejar, apresente exemplos representativos do que pretende ilustrar. Pode ainda comentar as participações dos colegas.

O post de cada formando não deve exceder a pág. A4 e deve ser submetido até ao final da semana. A sua participação conta  20% para a avaliação da Unidade.

Fórum do mês de setembro – promoção da saúde

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Caros alunos, este mês propomos uma reflexão sobre a promoção da saúde. Apresentamos uma carta sobre as metas a atingir no ano 2000…e já estamos em 2017.

“A promoção da Saúde é o processo que permite capacitar as pessoas a melhorar e a aumentar o controle sobre a sua saúde (e seus determinantes – sobretudo, comportamentais, psicossociais e ambientais)” (Carta de Otawa, 1986). A Carta de Bangkok para a promoção da saúde num mundo globalizado (2005) parte dos valores, princípios e estratégias de intervenção estabelecidas na Carta de Otawa, complementando-a. Com a promoção da saúde, surge a noção da “saúde como um recurso” e de esta ser um “empreendimento colectivo”.

 CARTA DE OTTAWA PARA A PROMOÇÃO DA SAÚDE 1ª Conferência Internacional sobre Promoção da Saúde Ottawa, Canadá, 17-21 Novembro de 1986

Promoção da Saúde A Promoção da Saúde é o processo que visa aumentar a capacidade dos indivíduos e das comunidades para controlarem a sua saúde, no sentido de a melhorar. Para atingir um estado de completo bem-estar fisico, mental e social, o indivíduo ou o grupo devem estar aptos a identificar e realizar as suas aspirações, a satisfazer as suas necessidades e a modificar ou adaptar-se ao meio. Assim, a saúde é entendida como um recurso para a vida e não como uma finalidade de vida;

A saúde é um conceito positivo, que acentua os recursos sociais e pessoais, bem como as capacidades físicas. Em consequência, a Promoção da Saúde não é uma responsabilidade exclusiva do sector da saúde, pois exige estilos de vida saudáveis para atingir o bem-estar.

Pré-requisitos para a Saúde As condições e recursos fundamentais para a saúde são:

???? paz,

???? abrigo,

???? educação,

???? alimentação,

???? recursos económicos,

???? ecossistema estável,

???? recursos sustentáveis,

???? justiça social e

???? equidade.

A melhoria da saúde decorre da garantia destas condições básicas.

Advogar A saúde é um recurso da maior importância para o desenvolvimento social, económico e pessoal e uma dimensão importante da qualidade de vida. No seu conjunto, os factores políticos, económicos, sociais, culturais, ambientais, comportamentais e biológicos podem ser favoráveis ou nocivos à saúde. A promoção da saúde visa tornar estes factores favoráveis à saúde, por meio da advocacia da saúde.

Capacitar A promoção da saúde centra-se na procura da equidade em saúde.

A promoção da saúde pretende reduzir as desigualdades existentes nos níveis de saúde das populações e assegurar a igualdade de oportunidades e recursos, com vista a capacitá-las para a completa realização do seu potencial de saúde. Para atingir este objectivo, torna-se necessária uma sólida implantação num meio favorável, acesso à informação, estilos de vida e oportunidades que permitam opções saudáveis. As populações não podem realizar totalmente o seu potencial de saúde sem que sejam capazes de controlar os factores que a determinam. Este princípio deve aplicar-se igualmente às mulheres e aos homens.

Mediar As condições básicas e as expectativas face à saúde não podem ser asseguradas unicamente pelo Sector da Saúde. Acima de tudo, a promoção da saúde exige uma acção coordenada de todos os intervenientes: governos, sectores da saúde, social e económico, organizações não governamentais e de voluntários, autarquias, empresas, comunicação social. As populações de todos os meios devem ser envolvidas enquanto indivíduos, famílias e comunidades.

Aos grupos profissionais e sociais e aos profissionais da saúde incumbe a maior responsabilidade na mediação dos diferentes interesses da sociedade na prossecução da saúde.

As estratégias e programas de promoção da saúde deverão ser adaptados às necessidades locais e às possibilidades de cada país e região, considerados os diferentes sistemas sociais, culturais e económicos.

Intervir em Promoção da Saúde significa: Construir Políticas Saudáveis A promoção da saúde está para além da prestação de cuidados de saúde. Inscreve a saúde na agenda dos decisores políticos, em todos os sectores e a

todos os níveis, consciencializando-os das consequências para a saúde das suas decisões e levando-os a assumir as responsabilidades neste campo.

Uma política de promoção da saúde combina diversas abordagens complementares, incluindo a legislação, as medidas fiscais, os impostos e as mudanças organizacionais.

A acção coordenada que leva à saúde, ao rendimento e às políticas sociais, cria maior equidade. A acção conjunta contribui para garantir bens e serviços mais seguros e saudáveis, instituições públicas mais saudáveis, ambientes limpos e mais aprazíveis.

Uma política de promoção da saúde exige a identificação de obstáculos para a adopção de políticas públicas em sectores não estritamente de saúde, e propostas para os ultrapassar. O objectivo é que as opções saudáveis se tornem as mais fáceis para os responsáveis políticos.

Criar Ambientes Favoráveis As nossas sociedades são complexas e inter-relacionadas. Não se pode isolar a saúde de outros interesses. Os elos indissolúveis entre a população e o seu meio constituem a base para uma abordagem socio-ecológica da saúde.

O princípio orientador a nível mundial, das nações, das regiões e das comunidades é a necessidade de encorajar os cuidados mútuos – cuidar uns dos outros, das comunidades e do ambiente natural. É preciso assegurar a conservação dos recursos naturais do planeta, numa perspectiva de responsabilidade global.

A alteração dos padrões de vida, do trabalho e dos tempos livres tem tido um impacte significativo na saúde. O trabalho e os tempos livres deveriam ser uma fonte de saúde para as populações. A maneira como a sociedade organiza o trabalho deveria ajudar a criar uma sociedade saudável. A promoção da saúde gera condições de vida e de trabalho seguras, estimulantes, satisfatórias e agradáveis.

É essencial avaliar sistematicamente o impacte que o ambiente, em rápida evolução, tem na saúde – particularmente nas áreas da tecnologia, do trabalho, da produção de energia e da urbanização. Desta avaliação deverão decorrer acções que assegurem benefícios positivos para a saúde pública. A protecção dos ambientes naturais ou criados pelo Homem e a conservação dos recursos naturais devem ser tidos em conta em qualquer estratégia de promoção da saúde.

Reforçar a Acção Comunitária A promoção da saúde desenvolve-se através da intervenção concreta e efectiva na comunidade, estabelecendo prioridades, tomando decisões, planeando estratégias e implementando-as com vista a atingir melhor saúde.

No centro deste processo encontra-se o reforço do poder (empowerment) das comunidades, para que assumam o controlo dos seus próprios esforços e destinos.

O desenvolvimento das comunidades cria-se a partir dos seus recursos materiais e humanos, com base na auto-ajuda e no suporte social, no desenvolvimento de sistemas flexíveis que reforcem a participação pública e orientem para a resolução dos problemas de saúde. Tudo isto exige um acesso pleno e contínuo à informação, oportunidades de aprendizagem sobre saúde, para além de suporte financeiro.

Desenvolver Competências Pessoais A promoção da saúde pressupõe o desenvolvimento pessoal e social, através da melhoria da informação, educação para a saúde e reforço das competências que habilitem para uma vida saudável. Deste modo, as populações ficam mais habilitadas para controlar a sua saúde e o ambiente e fazer opções conducentes à saúde.

É fundamental capacitar as pessoas para aprenderem durante toda a vida, preparando-as para as suas diferentes etapas e para enfrentarem as doenças crónicas e as incapacidades. Estas intervenções devem ter lugar na escola, em casa, no trabalho e nas organizações comunitárias e ser realizadas por organismos educacionais, empresariais e de voluntariado, e dentro das próprias instituições.

Reorientar os Serviços de Saúde No que se refere ao sector da saúde, a responsabilidade da promoção da saúde deve ser partilhada com os indivíduos, grupos comunitários, profissionais e instituições de saúde e com os governos. Todos devem trabalhar em conjunto pela criação de um sistema de cuidados de saúde que contribua para a prossecução da saúde.

Para além das suas responsabilidades na prestação de cuidados clínicos e curativos, os serviços de saúde devem orientar-se cada vez mais para a promoção da saúde. Estes serviços têm de adoptar um amplo mandato que seja sensível e que respeite as especificidades culturais. Devem apoiar os indivíduos e as comunidades na satisfação das suas necessidades para uma vida saudável e abrir canais de comunicação entre o sector da saúde e os sectores social, político, económico e ambiental.

Reorientar os serviços de saúde exige também que se dedique uma atenção especial à investigação em saúde e às alterações a introduzir na educação e formação dos profissionais. Tal perspectiva deve conduzir a uma mudança de atitudes e de organização dos serviços de saúde, focalizando-os nas necessidades totais do indivíduo, enquanto pessoa, compreendido na sua globalidade.

Em direção ao Futuro A saúde é criada e vivida pelas populações em todos os contextos da vida quotidiana: nos locais onde se aprende, se trabalha, se brinca e se ama. A saúde resulta dos cuidados que cada pessoa dispensa a si própria e aos outros; do ser capaz de tomar decisões e de assumir o controlo sobre as circunstâncias da própria vida; do assegurar que a sociedade em que se vive cria condições para que todos os seus membros possam gozar de boa saúde.

Solidariedade, prestação de cuidados, holismo e ecologia são temas essenciais no desenvolvimento de estratégias para a promoção da saúde. Em consequência, quem está envolvido neste processo deve considerar como princípio orientador que as mulheres e os homens têm de ser tratados como parceiros iguais em todas as fases de planeamento, implementação e avaliação das actividades de promoção da saúde.

Compromisso para a Promoção da Saúde Os participantes nesta Conferência comprometem-se a:

???? Intervir no domínio das políticas públicas saudáveis e advogar, em todos os sectores, um claro compromisso político para a saúde e a equidade;

???? Contrariar as pressões a favor dos produtos nocivos e da deplecção de recursos, das más condições de vida, dos meios insalubres e da má nutrição; e centrar a atenção em temas de saúde pública, tais como a poluição, os riscos ocupacionais, as condições de habitação e os aglomerados populacionais;

???? Combater as desigualdades em saúde, dentro e entre diferentes grupos sociais e comunidades;

???? Reconhecer as pessoas e as populações como o principal recurso de saúde; apoiá-las e capacitá-las para se manterem saudáveis, através de meios financeiros ou outros, e aceitar a comunidade como a voz essencial em matéria de saúde, condições de vida e bem estar;

???? Reorientar os serviços de saúde e o modo como se organizam no sentido da promoção da saúde; partilhar o poder com outros sectores, outras disciplinas e, acima de tudo, com as próprias populações.

???? Reconhecer a saúde e a sua manutenção como o maior investimento e desafio social e considerar os diferentes modos de vida numa perspectiva ecológica global.

A Conferência apela a todos os interessados para que se aliem ao seu compromisso, com vista à criação de uma forte aliança em favor da saúde pública.

Apelo à Intervenção Internacional A Conferência apela à Organização Mundial de Saúde e às outras organizações internacionais que advoguem a promoção da saúde em todos os fóruns apropriados e apoiem os países no desenvolvimento e implementação de estratégias e programas de promoção da saúde.

Os participantes na Conferência estão firmemente convictos que, se as pessoas de todos os meios – as organizações não governamentais e de voluntariado, os governos, a Organização Mundial de Saúde e todas as outras instâncias a quem tal diz respeito — se unissem e apresentassem estratégias para a promoção da saúde, em conformidade com os valores morais e sociais que enformam a presente Carta, a Saúde Para Todos no Ano 2000 tornar-se-ia uma realidade.

 

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Fórum mês setembro

No tema do mês de setembro, proponho uma reflexão sobre a educação…

 

“Antes que uma criança perca sua cor ou se notarmos que ela a está perdendo, os adultos têm a responsabilidade de iluminar a vida dela e de dar cor ao seu olhar.”

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Blog mês setembro – Perturbações alimentares

eating_disorder_1_z8jvbg-e1490151486488“Todos temos diferentes hábitos alimentares e é normal que a forma como comemos seja afectada quando nos sentimos sob pressão, em sofrimento ou em stresse. Podemos desejar um alimento em particular (como o chocolate), perder o apetite, comermos mais ou nem sermos capazes de comer. Quando essas situações difíceis passam, voltamos a comer normalmente.

No entanto, se durante um período de tempo mais longo comemos muito pouco ou em demasia, podemos desenvolver uma perturbação alimentar. A comida pode tornar-se cada vez mais importante na nossa vida e, nalguns casos, torna-se a coisa mais importante e à volta da qual a vida gira. Podemos negar comida a nós próprios mesmo quando temos fome, ou comer constantemente ou comer compulsivamente. Podemos pensar constantemente em comida ou no nosso peso.

Desta forma, a alimentação pode afectar negativamente a nossa vida. Mas não se trata apenas de “comida” e “comer”. As perturbações alimentares também dizem respeito a problemas complexos e a sentimentos dolorosos – difíceis de expressar, confrontar e resolver. Às vezes, focando-nos na comida estamos a desviar a (nossa) atenção de outros problemas.

Existem várias perturbações alimentares, como a anorexia, a bulimia ou as compulsões alimentares. Todas elas implicam uma preocupação exagerada com a alimentação, o exercício físico, o peso ou a forma do corpo.

Podemos estar a comer compulsivamente quando utilizamos a comida em situações em que nos sentimos “em baixo” e precisamos de apoio emocional, quando nos sentimos infelizes e comemos como forma de conforto. Podemos passar o dia a comer sem conseguirmos parar ou dar por nós a comer uma quantidade exagerada de doces enquanto vemos televisão. Como consequência, é provável que tenhamos peso a mais e que possamos desenvolver problemas de saúde física por causa disso.

Ter um problema com a comida não é raro nem deve ser motivo de vergonha. Qualquer pessoa, de qualquer idade pode ter uma perturbação alimentar. É muito difícil resolver esses problemas sozinho/a e receber ajuda o mais cedo possível é muito importante. “

OPP – Encontre uma saída

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Fórum do mês de agosto – Os 5 maiores arrependimentos no fim da vida

 

Resultado de imagem para fim do caminhoCaros alunos e alunas,

Neste mês de agosto iremos falar sobre a vida e o final desta.

Os 5 maiores arrependimentos no fim da vida, por Ana Claudia Quintana, médica geriatra

Ana Claudia Quintana Arantes é uma médica especializada em ajudar pacientes terminais a “aprender” a morrer. Nesta entrevista, ela fala sobre o desafio de se lidar com algo tão natural, porém, perturbador, como a própria morte.

A especialista relembra os cinco maiores arrependimentos das pessoas antes de morrer. A lista faz parte do livro ‘Antes de partir: uma vida transformada pelo convívio com pessoas diante da morte’, da enfermeira australiana Brownie Ware. “Um deles é não ter demonstrado afeto.

Passamos a vida construindo muros ao redor do coração da gente pra ninguém perceber o que a gente está sentindo”, diz Ana. “A outra coisa é (se arrepender) de ter trabalhado tanto. O último que é colocado é: ‘Eu devia ter me feito mais feliz’, que pra mim resume todos os outros”.

Os outros arrependimentos citados pela enfermeira australiana são ter vivido a vida que se desejava e ter estado mais perto dos amigos.

A pedido do Hospital Albert Einstein, a médica Ana Cláudia Arantes, geriatra e também especialista em cuidados paliativos, analisou a publicação e falou sobre cada um dos arrependimentos levantados pela enfermeira australiana.

  1. Eu gostaria de ter tido a coragem de viver a vida que eu queria, não a vida que os outros esperavam que eu vivesse.

“Esse foi o arrependimento mais comum. Quando as pessoas percebem que a vida delas está quase no fim e olham para trás, é fácil ver quantos sonhos não foram realizados. A maioria das pessoas não realizou nem metade dos seus sonhos, e muita gente tem de morrer sabendo que isso aconteceu por causa de decisões que tomou, ou não tomou. A saúde traz uma liberdade que poucos conseguem perceber, até que eles não a têm mais.”

  1. Eu gostaria de não ter trabalhado tanto.

“Eu ouvi isso de todos os pacientes homens com quem trabalhei. Eles sentiam falta de ter aproveitado mais a juventude dos filhos e a companhia de suas parceiras. As mulheres também falaram desse arrependimento, mas como a maioria era de uma geração mais antiga, muitas não tiveram uma carreira. Todos os homens com quem eu conversei se arrependeram de passar tanto tempo de suas vidas no ambiente de trabalho.”

  1. Eu queria ter tido a coragem de expressar meus sentimentos.

“Muitas pessoas suprimiram seus sentimentos para ficar em paz com os outros. Como resultado, acomodaram-se em uma existência medíocre e nunca se tornaram quem realmente eram capazes de ser. Muitas desenvolveram doenças relacionadas à amargura e ao ressentimento que carregavam.”

  1. Eu gostaria de ter ficado em contato com os meus amigos.

“Frequentemente, os pacientes não percebiam as vantagens de ter velhos amigos até chegarem em suas últimas semanas de vida, e nem sempre era possível rastrear essas pessoas. Muitos ficaram tão envolvidos em suas próprias vidas que deixaram amizades de ouro se perderem ao longo dos anos e tiveram muitos arrependimentos profundos por não ter dedicado tempo e esforço às amizades. Todo mundo sente falta dos amigos quando está morrendo.”

  1. Eu gostaria de ter me permitido ser mais feliz.

“Esse é um arrependimento surpreendentemente comum. Muitos só percebem isso no fim da vida – que a felicidade é uma escolha. As pessoas ficam presas em antigos hábitos e padrões. O famoso ‘conforto’ das coisas familiares e o medo da mudança fizeram com que eles fingissem para os outros e para si mesmos que estavam contentes quando, no fundo, ansiavam por rir de verdade e aproveitar as coisas bobas em suas vidas de novo.”

In bemmaismulher.com

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