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Fórum do mês de agosto – Os 5 maiores arrependimentos no fim da vida

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Caros alunos e alunas,

Neste mês de agosto iremos falar sobre a vida e o final desta.

Os 5 maiores arrependimentos no fim da vida, por Ana Claudia Quintana, médica geriatra

Ana Claudia Quintana Arantes é uma médica especializada em ajudar pacientes terminais a “aprender” a morrer. Nesta entrevista, ela fala sobre o desafio de se lidar com algo tão natural, porém, perturbador, como a própria morte.

A especialista relembra os cinco maiores arrependimentos das pessoas antes de morrer. A lista faz parte do livro ‘Antes de partir: uma vida transformada pelo convívio com pessoas diante da morte’, da enfermeira australiana Brownie Ware. “Um deles é não ter demonstrado afeto.

Passamos a vida construindo muros ao redor do coração da gente pra ninguém perceber o que a gente está sentindo”, diz Ana. “A outra coisa é (se arrepender) de ter trabalhado tanto. O último que é colocado é: ‘Eu devia ter me feito mais feliz’, que pra mim resume todos os outros”.

Os outros arrependimentos citados pela enfermeira australiana são ter vivido a vida que se desejava e ter estado mais perto dos amigos.

A pedido do Hospital Albert Einstein, a médica Ana Cláudia Arantes, geriatra e também especialista em cuidados paliativos, analisou a publicação e falou sobre cada um dos arrependimentos levantados pela enfermeira australiana.

  1. Eu gostaria de ter tido a coragem de viver a vida que eu queria, não a vida que os outros esperavam que eu vivesse.

“Esse foi o arrependimento mais comum. Quando as pessoas percebem que a vida delas está quase no fim e olham para trás, é fácil ver quantos sonhos não foram realizados. A maioria das pessoas não realizou nem metade dos seus sonhos, e muita gente tem de morrer sabendo que isso aconteceu por causa de decisões que tomou, ou não tomou. A saúde traz uma liberdade que poucos conseguem perceber, até que eles não a têm mais.”

  1. Eu gostaria de não ter trabalhado tanto.

“Eu ouvi isso de todos os pacientes homens com quem trabalhei. Eles sentiam falta de ter aproveitado mais a juventude dos filhos e a companhia de suas parceiras. As mulheres também falaram desse arrependimento, mas como a maioria era de uma geração mais antiga, muitas não tiveram uma carreira. Todos os homens com quem eu conversei se arrependeram de passar tanto tempo de suas vidas no ambiente de trabalho.”

  1. Eu queria ter tido a coragem de expressar meus sentimentos.

“Muitas pessoas suprimiram seus sentimentos para ficar em paz com os outros. Como resultado, acomodaram-se em uma existência medíocre e nunca se tornaram quem realmente eram capazes de ser. Muitas desenvolveram doenças relacionadas à amargura e ao ressentimento que carregavam.”

  1. Eu gostaria de ter ficado em contato com os meus amigos.

“Frequentemente, os pacientes não percebiam as vantagens de ter velhos amigos até chegarem em suas últimas semanas de vida, e nem sempre era possível rastrear essas pessoas. Muitos ficaram tão envolvidos em suas próprias vidas que deixaram amizades de ouro se perderem ao longo dos anos e tiveram muitos arrependimentos profundos por não ter dedicado tempo e esforço às amizades. Todo mundo sente falta dos amigos quando está morrendo.”

  1. Eu gostaria de ter me permitido ser mais feliz.

“Esse é um arrependimento surpreendentemente comum. Muitos só percebem isso no fim da vida – que a felicidade é uma escolha. As pessoas ficam presas em antigos hábitos e padrões. O famoso ‘conforto’ das coisas familiares e o medo da mudança fizeram com que eles fingissem para os outros e para si mesmos que estavam contentes quando, no fundo, ansiavam por rir de verdade e aproveitar as coisas bobas em suas vidas de novo.”

In bemmaismulher.com

Reflita sobre o assunto e se desejar recorra a exemplos de situações concretas para ilustrar a sua opinião.

Esta atividade de Fórum permite debater e abordar novas ideias e visa o desenvolvimento e a discussão de temas atuais.

Participe e desenvolva, no seu ponto de vista, o tema exposto a debate. Se desejar, apresente exemplos representativos do que pretende ilustrar. Pode ainda comentar as participações dos colegas.

O post de cada formando não deve exceder a pág. A4 e deve ser submetido até ao final da semana. A sua participação conta  20% para a avaliação da Unidade.

Para participar basta clicar em INSERIR COMENTÁRIO, não esquecendo de indicar o seu nome e curso para que o seu contributo seja avaliado. Os vossos comentários serão primeiro sujeitos à aprovação do professor pelo que podem não ficar imediatamente disponíveis.

Aguardo as vossas participações com expectativa, o vosso contributo é muito importante para o sucesso deste fórum!

Fórum do mês de agosto – Sono e aprendizagem

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“O sono desempenha um papel importante em todas as fases da nossa vida, desde o período em que estivémos aconchegados no útero da nossa mãe, passando pelas fase de crescimento e desenvolvimento intensos da infância ou de turbulência da adolescência até à vida agitada da idade adulta e às rugas e cabelos brancos da 3ª idade.

Esta importância deve-se à multiplicidade das suas funções, entre as quais se salientam a conservação de energia, o restabelecimento dos vários sistemas orgânicos, a regulação da temperatura corporal e da imunidade, e sobretudo a promoção de funções cognitivas. Cada uma das funções tem a sua base, essencialmente, numa das fases do sono. Este distribui-se ao longo da noite em vários ciclos, cada um destes constituído por um período de sono NREM e outro de sono REM (Rapid Eye Movements).

O sono NREM ajuda-nos a recuperar as energias e é nesta fase que se produz a hormona de crescimento. Durante o   sono REM, para além de sonharmos, arrumamos as ideias, sedimentamos os conhecimentos adquiridos e ficamos com “espaço”para pensar e nos abstrairmos de forma mais fluida no dia seguinte.

Durante a infância, período de intenso crescimento e maturação do sistema nervoso central, a sequência adequada e a duração das fases do sono desempenham um papel essencial na aquisição das funções cognitivas. Recentemente, numerosos estudos se têm debruçado sobre a relação entre o sono e a capacidade de aprender, demonstrando que a capacidade de memorização e de abstracção, a criatividade e fluência verbais são prejudicadas pela redução e qualidade do tempo de sono. A investigação também sugere que o compromisso infligido pelo défice de sono é tanto maior e mais prolongado quanto mais jovem fôr a criança.

As razões para que a criança ou adolescente não tenha um sono na quantidade e/ou com a qualidade necessárias à sua idade são várias e habitualmente vão-se somando à medida que aumenta a idade da criança, indo desde a sobrecarga de trabalho escolar ou actividades extracurriculares, excesso de tempo dedicado aos equipamentos eletrónicos até à pouca organização dos horários familiares. Na adolescência, a estes factores acresce a tendência natural para o atraso do período de sono, isto é, da hora de ir para a cama (mais tarde) e de acordar (mais tarde). Como as obrigações escolares obrigam a que o adolescente não se possa levantar mais tarde durante a semana e a compensação do tempo de sono efectuada ao fim de semana nem sempre é suficiente, o jovem fica em privação crónica de sono.

Este défice de sono pode traduzir-se por dificuldades de concentração e aprendizagem, problemas de comportamento, cansaço e instabilidade emocional; nas crianças mais novas o comportamento hiperactivo e nas velhas, a sonolência, a agressividade e tendência para o risco são frequentes. Se estes sinais não são reconhecidos e valorizados pelos pais como secundários ao sono em falta e não fôr tomada alguma medida, o problema poderá tornar-se persistente.

Este problema tem sido objecto de múltiplos trabalhos e como exemplo refere-se um estudo efectuado, nos Estados Unidos em 2014, a mais de um milhar de crianças e jovens dos 6 aos 17 anos. Neste estudo verificou-se que:

56% dos adolescentes dos 15 aos17 anos dormia 7 ou menos horas por noite,

23% das crianças dos 6 aos 11 anos dormia apenas 8 horas por noite,

 72% das crianças tinha, pelo menos, 1 equipamento electrónico no quarto e 27% tinham de 3 a 5,

e que algumas das consequências eram:

as crianças que têm equipamento electrónico no quarto dormem cerca de 0,8 horas a menos por noite,

a manutenção de equipamento ligado após a hora de deitar diminui a duração do sono,

as crianças que têm regras quanto à hora de deitar dormem em média cerca de 1,1 horas a mais do que as que não têm,

81% das crianças têm muito ou algum impacto da insuficiência de sono no desempenho escolar.

Consulte, no esquema da National Sleep Foundation de 2015, o tempo de sono mais adequado.”

Idade Tempo Recomendado
0-3 meses 14 a 17 horas
4-11 meses 12 a 15 horas
1-2 anos 11 a 14 horas
3-5 anos 10 a 13 horas
6-13 anos 9 a 11 horas
14-17 anos 8 a 10 horas
18-25 anos 7 a 9 horas

Maria Helena Estêvão, Pediatra com Competência em Medicina do Sono

Artigo retirado da página da Associação Portuguesa de Sono

 

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Fórum do mês de julho – Álcool e prevenção rodoviária

É do conhecimento geral as alterações que o consumo excessivo de álcool provoca no comportamento humano e da consequente legislação vigente que visa a proibição do seu consumo pelos automobilistas.

Apesar de a situação em Portugal ter melhorado significativamente desde os anos 80 (altura em que começaram a surgir as primeiras campanhas na televisão sobre prevenção rodoviária) ainda continuamos a assistir a um número significativo de condutores alcoolizados que por incúria insistem em assumir o comando do seu automóvel. A sinistralidade nos jovens continua a ser significativa, sobretudo nas noites de sexta e sábado onde se associa a diversão noturna e o abuso de álcool.

Nos adultos de meia-idade e nos idosos ainda prevalece  a cultura da tolerância para com o vinho fruto de um contexto histórico de forte tradição do sector vinícola em Portugal. É frequente assistir-se ao hábito de beber vinho às refeições e tal facto não ser inibitório para alguns de conduzir o seu automóvel.

De seguida disponibiliza-se um vídeo onde constam as primeiras campanhas transmitidas na televisão portuguesa nos anos 80. As campanhas mais recentes têm-se mostrado mais “agressivas” de modo a alertar consciências e a sensibilizar o maior número de pessoas para esta problemática, nomeadamente recorrendo a testemunhos reais de pessoas sinistradas.

Neste Fórum propomos que se partilhem opiniões sobre esta realidade: se não é falta de informação uma vez que todos estão elucidados sobre a proibição, porque continuam a persistir situações de risco que juntam a condução ao álcool?

Nota:

Salvaguardamos que o consumo moderado de álcool não é uma conduta condenada não só pela forte tradição que o vinho tem na nossa cultura mas porque alguns clínicos defendem que um copo de vinho tinto à refeição pode ter benefícios em termos de saúde. Apenas se defende o seu consumo responsável.

É neste sentido que para finalizar em jeito de brincadeira, propomos um brinde à cultura portuguesa unindo o fado e o vinho na voz única de Mariza em “Oiça lá Ó Senhor Vinho”… Desfrute deste momento!

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Fórum do mês de julho – Como aprendemos?

O nosso cérebro tem uma capacidade infinita de aprendizagem. É possível e é desejável aprender coisas novas todos os dias. O nosso cérebro agradece.

O que distingue então umas pessoas das outras? O que faz uns alunos terem excelentes notas e outros não? São as estratégias de aprendizagem utilizadas.

Como aprendemos?

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Está provado que as pessoas memorizam mais facilmente o que conhecem.

Ou seja, uma pessoa com experiência numa determinada área vai memorizar mais facilmente informação relacionada com essa área.

Atribuem um significado. É mais fácil memorizar quando atribuímos um significado à informação.

É por isso que temos que praticar!

É importante, como técnica de estudo, praticar os conhecimentos adquiridos ao longo de vários dias, quer seja lendo, fazendo apontamentos e esquemas que facilitam a aprendizagem.

Também relaxar e fazer exercício físico são importantes para a aprendizagem.

Como estratégia para aprender, devemos fazer uma pausa quando aprendemos algo novo.

É como uma parede de tijolo e cimento se não a deixarmos secar e continuarmos a construir por cima ela, se não cair, vai ficar toda torta.

O nosso cérebro também precisa cimentar os conhecimentos. Por isso, convém fazer uma pausa e não amontoar conhecimentos.

Também dormir é importante no processo de aprendizagem.

Durante o sono, o cérebro faz uma limpeza e retira o que não é importante e que está a bloquear a capacidade de aprender.

Mas atenção, é nestas alturas que pode surgir a procrastinação.

Procrastinar é adiar uma ação.

Conclusão:

Todos temos a capacidade de aprender.

Existem estratégias certas e estratégias erradas.

Tem que se praticar o que se aprende, não se aprende tudo no mesmo dia.

Quanto mais se praticar, mais sólida fica a informação no nosso cérebro.

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Fórum do mês de julho – A importância da música no desenvolvimento infantil

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A música está a ser introduzida na educação de crianças em idade pré-escolar devido à importância que representa no seu desenvolvimento intelectual, sensorial, no desenvolvimento da linguagem e desenvolvimento motor.

A música é um elemento fundamental nesta primeira etapa do sistema de ensino. A música ajuda a criança a alcançar a autonomia nas suas atividades diárias, a cuidar de si mesmo e do ambiente, e a expandir seu mundo de relações. A criança começa a ser capaz de integrar-se ativamente na sociedade.

Benefícios da música no desenvolvimento das crianças:

1. Segurança: dá segurança emocional, confiança, porque as crianças aprendem a ouvir música imersos numa uma atmosfera de apoio, cooperação e respeito mútuo.

2. Aprender: a fase de alfabetização das crianças é mais estimulada com a música. Através de canções infantis, nas quais as sílabas são rimados e repetitivas, e acompanhadas por gestos que são feitos para cantar, a criança melhora a sua fala e entende o significado de cada palavra. Assim, há uma alfabetização mais rápida.

Quem estuda música tem melhor desempenho a matemática

Uma investigação da Universidade de Aveiro concluiu que as crianças que estudam música apresentam melhores desempenhos a Matemática comparativamente às que não têm. O estudo concluiu que quanto maior for o número de anos de aprendizagem musical melhor é o desempenho matemático, nomeadamente na área da Geometria.

A investigação desenvolvida por Carlos dos Santos Luiz, no âmbito da tese de Doutoramento realizada no Departamento de Educação da UA, destaca o facto de a associação entre aprendizagem musical e performance matemática permanecer evidente, mesmo após a remoção das diferenças entre alunos ao nível da inteligência e do nível socioeconómico.

Demonstra-se, assim, a aptidão preditiva das lições de música no desempenho matemático sem a interferência destas duas variáveis potenciadoras do desempenho académico”, assinala.”

Carlos dos Santos Luiz diz que “no âmbito da neurociência da música, as tecnologias imagiológicas e eletrofisiológicas permitem verificar diferenças anatómicas e fisiológicas entre músicos e não músicos ao nível do encéfalo”, sendo a aprendizagem musical precoce “o principal fator para a maioria das diferenças verificadas”.

Outro estudo levado a cabo estudo levado a cabo pela Northwestern University (NU), nos Estados Unidos, refere que as aulas de música na infância podem ser benéficas no desenvolvimento do cérebro na vida adulta, particularmente em funções de audição e processamento complexo de sons.

3. Concentração: a música também é benéfica para a criança aumentar a sua capacidade de concentração, e melhorar a sua capacidade de aprendizagem da matemática. A música é matemática pura. Além disso, facilita às crianças a aprendizagem de outras línguas, aumentando a sua memória.

4. A linguagem corporal: com a música, a linguagem corporal da criança é mais estimulada. Elas usam novos recursos para adaptar o seu movimento do corpo aos ritmos de diferentes, contribuindo assim para o reforço do controle rítmico de seu corpo. Através da música, as crianças podem melhorar a sua coordenação e combinar uma série de comportamentos.

A música tem o dom de unir as pessoas. A criança em contacto com a música aprende a conviver melhor com as outras crianças, a estabelecer uma comunicação mais harmoniosa.

Reflita sobre o assunto e se desejar recorra a exemplos de situações concretas para ilustrar a sua opinião.

Esta atividade de Fórum permite debater e abordar novas ideias, visa o desenvolvimento e a discussão de temas atuais, relacionados com os temas propostos nas Unidades, no âmbito da formação.

Participe e desenvolva, no seu ponto de vista, o tema exposto a debate. Se desejar, apresente exemplos representativos do que pretende ilustrar. Pode ainda comentar as participações dos colegas.

O post de cada formando não deve exceder a pág. A4 e deve ser submetido até ao final da semana. A sua participação conta  20% para a avaliação da Unidade.

Para participar basta clicar em INSERIR COMENTÁRIO, não esquecendo de indicar o seu nome e curso para que o seu contributo seja avaliado. Os vossos comentários serão primeiro sujeitos à aprovação do professor pelo que podem não ficar imediatamente disponíveis.

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Fórum do mês de junho – Mindfulness ou Atenção Plena

 

A prática de Mindfulness tem vindo a acolher cada vez mais seguidores em diversos contextos. Mindfulness significa meditação de atenção plena e caracteriza-se por uma consciência centrada no presente na qual, cada pensamento, sentimento ou sensação que surge são reconhecidos e aceites tal como são, sem crítica ou julgamento.

 

 

 

A prática de mindfulness desenvolve recursos internos de auto-observação e auto-regulação que permitem desactivar o modo de funcionamento em piloto automático da mente. A prática do Mindfulness permite também à pessoa sentir com maior plenitude e de uma forma mais agradável a sua vida presente. Várias investigações já desenvolvidas provam que a prática do Mindfulness desenvolve nas pessoas qualidades como a paciência (assumindo que as coisas acontecem ao seu próprio ritmo), a confiança (segurança nas capacidades pessoais para contactar a experiência íntima), a não reactividade (serenidade), a sabedoria (auto-conhecimento) e a compaixão (empatia por si mesmo e pelos outros).

Segundo a organização mundial de saúde, “qualidade de vida é o conjunto das percepções individuais de vida no contexto dos sistemas de cultura e de valores em que os indivíduos vivem e em relação às suas metas, expectativas, padrões e preocupações”. Estamos cada vez mais conscientes de que a qualidade de vida e a saúde são factores essenciais que englobam não só a dimensão física mas também a emocional. Podemos ainda afirmar que a qualidade de vida é entendida em diferentes níveis indissociáveis entre si: pessoal, profissional e familiar.

“O envelhecimento é um processo natural e multidimensional que desencadeia várias mudanças em diferentes dimensões da vida: física, neurológica, cognitiva, social, psicologica e até espiritual (no sentido mais existencial da palavra). Estas mudanças colocam várias desafios que interagem mutuamente influenciando a experiência de cada indivíduo perante as mudanças nesta fase da vida. Muitos experienciam stress, ansiedade e depressão, assim como doenças e dor crónica durante esta fase da vida. Estudos sugerem que o mindfulness pode funcionar como uma intervenção complementar para fomentar e manter o equilíbrio e bem-estar entre a população sénior.

 Vários estudos disponíveis revelam que o programa MBSR -Programa de Redução de Stress e Desenvolvimento Emocional baseado em técnicas de Mindfulness, assim como outros programas adaptados para população sénior institucionalizada tem resultados extraordinários em indivíduos a partir dos 65 anos, incluindo bem-estar físico e emocional.

 Num estudo desenvolvido pela Dra. Carla Martins em 2012 (livro em publicação) onde foram avaliados os efeitos do MBSR na população sénior Portuguesa (não institucionalizada) verificou-se que o programa de mindfulness foi significativamente benéfico em termos de:

Bem-estar físico com redução de sintomas físicos experienciados no dia-a-dia & melhoria na qualidade de sono e energia física

Aumento do bem-estar psicológico com uma melhoria no humor como por exemplo, tristeza, ansiedade, depressão, irritabilidade, etc.

Aumento da qualidade de vida

Aumento da função cognitiva: atenção, concentração e memória de trabalho

Aumento na capacidade de estar com atenção plena (mindfulness) no dia-a-dia e de reconhecimento da experiência interna (sensações físicas, emoções e pensamentos)

Melhoria nas relações interpessoais

Aumento do bem-estar espiritual: revelado por uma maior capacidade de identificar o significado, propósito e valores importantes na vida

Aumento na criativadade

Aumento da capacidade de lidar e aceitar a perda e a morte

 O mindfulness parece igualmente ter um efeito neuroprotetor já que a prática regular de mindfulness está associada à redução da perda do volume da massa cinzenta no cérebro, particularmente nas áreas associadas ao processamento da atenção. Nesta linha, é sugerido que o mindfulness pode ter efeitos benéficos no envelhecimento cerebral e consequentemente poderá reduzir as mudanças a nível cognitivo (ex. perda de memória) associadas ao processo de envelhecimento.” Centro Português de Mindfulness

As pesquisas sobre intervenções baseadas no mindfulness dirigidas a idosos ainda são escassas. No entanto, este tipo de prática tem vindo a consolidar-se como uma abordagem que por si só ou aliada à terapia cognitivo-comportamental, por exemplo, para prevenir a recaída da depressão, os distúrbios de ansiedade e a dor física crónica.

Vivemos num mundo onde parece que corremos constantemente para o amanhã, sem realmente pararmos para experienciar cada momento presente da nossa vida – e se pensarmos bem, a vida decorre unicamente no momento presente!

Participe e desenvolva, no seu ponto de vista, o tema exposto a debate. Se desejar, apresente exemplos representativos do que pretende ilustrar. Pode ainda comentar as participações dos colegas.

O post de cada formando deve ser submetido até ao final da semana. A sua participação conta 20% para a avaliação da Unidade.

Para participar basta clicar em INSERIR COMENTÁRIO, não esquecendo de indicar o seu nome e curso para que o seu contributo seja avaliado. Os vossos comentários serão primeiro sujeitos à aprovação do professor pelo que podem não ficar imediatamente disponíveis.

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Fórum do mês de junho – Mindfulness ou atenção plena

 

 

A prática de Mindfulness tem vindo a acolher cada vez mais seguidores em diversos contextos. Mindfulness significa meditação de atenção plena e caracteriza-se por uma consciência centrada no presente na qual, cada pensamento, sentimento ou sensação que surge são reconhecidos e aceites tal como são, sem crítica ou julgamento.

 

 

A prática de mindfulness desenvolve recursos internos de auto-observação e auto-regulação que permitem desactivar o modo de funcionamento em piloto automático da mente. A prática do Mindfulness permite também à pessoa sentir com maior plenitude e de uma forma mais agradável a sua vida presente. Várias investigações já desenvolvidas provam que a prática do Mindfulness desenvolve nas pessoas qualidades como a paciência (assumindo que as coisas acontecem ao seu próprio ritmo), a confiança (segurança nas capacidades pessoais para contactar a experiência íntima), a não reactividade (serenidade), a sabedoria (auto-conhecimento) e a compaixão (empatia por si mesmo e pelos outros).

Segundo a organização mundial de saúde, “qualidade de vida é o conjunto das percepções individuais de vida no contexto dos sistemas de cultura e de valores em que os indivíduos vivem e em relação às suas metas, expectativas, padrões e preocupações”. Estamos cada vez mais conscientes de que a qualidade de vida e a saúde são factores essenciais que englobam não só a dimensão física mas também a emocional. Podemos ainda afirmar que a qualidade de vida é entendida em diferentes níveis indissociáveis entre si: pessoal, profissional e familiar.

“O envelhecimento é um processo natural e multidimensional que desencadeia várias mudanças em diferentes dimensões da vida: física, neurológica, cognitiva, social, psicologica e até espiritual (no sentido mais existencial da palavra). Estas mudanças colocam várias desafios que interagem mutuamente influenciando a experiência de cada indivíduo perante as mudanças nesta fase da vida. Muitos experienciam stress, ansiedade e depressão, assim como doenças e dor crónica durante esta fase da vida. Estudos sugerem que o mindfulness pode funcionar como uma intervenção complementar para fomentar e manter o equilíbrio e bem-estar entre a população sénior.

 Vários estudos disponíveis revelam que o programa MBSR -Programa de Redução de Stress e Desenvolvimento Emocional baseado em técnicas de Mindfulness, assim como outros programas adaptados para população sénior institucionalizada tem resultados extraordinários em indivíduos a partir dos 65 anos, incluindo bem-estar físico e emocional.

 Num estudo desenvolvido pela Dra. Carla Martins em 2012 (livro em publicação) onde foram avaliados os efeitos do MBSR na população sénior Portuguesa (não institucionalizada) verificou-se que o programa de mindfulness foi significativamente benéfico em termos de:

Bem-estar físico com redução de sintomas físicos experienciados no dia-a-dia & melhoria na qualidade de sono e energia física

Aumento do bem-estar psicológico com uma melhoria no humor como por exemplo, tristeza, ansiedade, depressão, irritabilidade, etc.

Aumento da qualidade de vida

Aumento da função cognitiva: atenção, concentração e memória de trabalho

Aumento na capacidade de estar com atenção plena (mindfulness) no dia-a-dia e de reconhecimento da experiência interna (sensações físicas, emoções e pensamentos)

Melhoria nas relações interpessoais

Aumento do bem-estar espiritual: revelado por uma maior capacidade de identificar o significado, propósito e valores importantes na vida

Aumento na criativadade

Aumento da capacidade de lidar e aceitar a perda e a morte

 O mindfulness parece igualmente ter um efeito neuroprotetor já que a prática regular de mindfulness está associada à redução da perda do volume da massa cinzenta no cérebro, particularmente nas áreas associadas ao processamento da atenção. Nesta linha, é sugerido que o mindfulness pode ter efeitos benéficos no envelhecimento cerebral e consequentemente poderá reduzir as mudanças a nível cognitivo (ex. perda de memória) associadas ao processo de envelhecimento.” Centro Português de Mindfulness

As pesquisas sobre intervenções baseadas no mindfulness dirigidas a idosos ainda são escassas. No entanto, este tipo de prática tem vindo a consolidar-se como uma abordagem que por si só ou aliada à terapia cognitivo-comportamental, por exemplo, para prevenir a recaída da depressão, os distúrbios de ansiedade e a dor física crónica.

Vivemos num mundo onde parece que corremos constantemente para o amanhã, sem realmente pararmos para experienciar cada momento presente da nossa vida – e se pensarmos bem, a vida decorre unicamente no momento presente!

Participe e desenvolva, no seu ponto de vista, o tema exposto a debate. Se desejar, apresente exemplos representativos do que pretende ilustrar. Pode ainda comentar as participações dos colegas.

O post de cada formando deve ser submetido até ao final da semana. A sua participação conta 20% para a avaliação da Unidade.

Para participar basta clicar em INSERIR COMENTÁRIO, não esquecendo de indicar o seu nome e curso para que o seu contributo seja avaliado. Os vossos comentários serão primeiro sujeitos à aprovação do professor pelo que podem não ficar imediatamente disponíveis.

Aguardo as vossas participações com expectativa, o vosso contributo é muito importante para o sucesso deste fórum! E não se esqueçam, caso queiram ver algum tema em debate e/ou gostassem de escrever um artigo para ser publicado, podem enviar por email e será publicado no mês seguinte!

 

Fórum do mês de junho – Obesidade Infantil

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A obesidade infantil é considerada pelo Organização Mundial de Saúde como um dos desafios mais graves de saúde pública do século XXI. O problema é mundial e  tem aumentado a um ritmo alarmante. Globalmente, em 2013, o número estimado de crianças com excesso de peso com menos de cinco anos de idade era mais de 42 milhões. Cerca de 31 milhões delas vivem em países em desenvolvimento.

Excesso de peso e obesidade são definidos como ” acumulação anormal ou excessiva de gordura que apresenta um risco para a saúde ” .

É difícil desenvolver um índice simples para  medir o excesso de peso e obesidade nas crianças e adolescentes porque os seus corpos passam por uma série de alterações fisiológicas à medida que crescem . Dependendo da idade, existem métodos diferentes para medir o peso de um corpo saudável.

A obesidade infantil está associada a uma maior probabilidade de morte prematura e incapacidade na vida adulta. As crianças com excesso de peso e obesas são mais propensas a ficar obesos na idade adulta e a desenvolver doenças não transmissíveis (DNT) como diabetes e doenças cardiovasculares numa idade mais jovem. Para a maioria das DNT resultantes da obesidade, os riscos dependem parcialmente da idade de início e da duração da obesidade.

As consequências para a saúde mais significativas relacionadas com excesso de peso e obesidade infantil, que muitas vezes não se manifestam até à idade adulta, incluem:

  • as doenças cardiovasculares (principalmente a doença cardíaca e derrame);
  • diabetes;
  • distúrbios músculo-esqueléticos;
  • certos tipos de cancro (do endométrio, mama e cólon).

Pelo menos 2,6 milhões de pessoas morrem por ano devido ao excesso de peso ou obesidade.

Razões para as crianças e adolescentes se tornarem obesos

A principal causa de excesso de peso e obesidade infantil é um desequilíbrio energético entre as calorias consumidas e as calorias gastas. O aumento global do excesso de peso e obesidade infantil são atribuíveis a uma série de fatores, incluindo:

  • A mudança global na dieta para o aumento da ingestão de alimentos altamente energéticos que são ricos em gorduras e açúcares, mas pobre em vitaminas, minerais e outros micronutrientes saudáveis;
  • A tendência para a diminuição dos níveis de atividade física devido à natureza cada vez mais sedentária de muitas formas de brincar.

A Organização Mundial de Saúde reconhece que o aumento da prevalência da obesidade infantil é resultado de mudanças na sociedade. A obesidade infantil está associada principalmente com uma alimentação pouco saudável e baixos níveis de atividade física.

Mas o problema está ligado não só ao comportamento das crianças, mas está também, cada vez mais, ligado ao desenvolvimento de políticas sociais e económicas nas áreas de agricultura, transportes, planeamento urbano, meio ambiente , processamento de alimentos, distribuição e comercialização, bem como a educação.

O problema é social e, portanto, exige uma abordagem  multidisciplinar.

Ao contrário da maioria dos adultos, as crianças e adolescentes não podem escolher o ambiente em que vivem ou a comida que comem. Eles também têm uma capacidade limitada de compreender as consequências a longo prazo do seu comportamento. Eles, portanto, requerem uma atenção especial no que diz respeito ao combate da epidemia da obesidade.

O papel dos pais

A promoção de dietas saudáveis ​​e atividade física regular adequada são fatores importantes na luta contra a epidemia da obesidade infantil. Por isso cabe aos pais:

  • Ter alimentos saudáveis ​​e  bebidas saudáveis disponíveis em casa
  • apoiar e incentivar a atividade física
  • limitar a exposição a práticas de marketing (por exemplo, limite de visualização de televisão);
  • ensinar as crianças a resistir à tentação e estratégias de marketing;
  • fornecer informações e competências para fazer escolhas alimentares saudáveis.
  • reduzir o tempo de não-ativo (por exemplo, ver televisão, computador);

Simultaneamente os pais são aconselhados a viver e promover um estilo de vida saudável, porque o comportamento das crianças é muitas vezes moldada pela observação e adaptação ao estilo de vida dos pais.

O papel da escola

A promoção de dietas saudáveis ​​e actividade física na escola é essencial para combater a epidemia de obesidade infantil. As crianças e adolescentes passam um tempo significativo das suas vidas jovens na escola, o ambiente escolar é o cenário ideal para adquirir conhecimentos e competências sobre escolhas saudáveis ​​e para aumentar os níveis de atividade física.

Resumindo, o excesso de peso e a obesidade, bem como as doenças não transmissíveis relacionadas com estes fatores, são em grande parte evitáveis. Assim, a prevenção é a opção mais viável para conter a epidemia de obesidade infantil.

O objetivo na luta contra a epidemia da obesidade infantil é alcançar um equilíbrio de energia que pode ser mantido ao longo do tempo de vida do indivíduo.

Reflita sobre o assunto e se desejar recorra a exemplos de situações concretas para ilustrar a sua opinião.

Esta atividade de Fórum permite debater e abordar novas ideias, visa o desenvolvimento e a discussão de temas atuais, relacionados com os temas propostos nas Unidades, no âmbito da formação.

Participe e desenvolva, no seu ponto de vista, o tema exposto a debate. Se desejar, apresente exemplos representativos do que pretende ilustrar. Pode ainda comentar as participações dos colegas.

O post de cada formando não deve exceder a pág. A4 e deve ser submetido até ao final da semana. A sua participação conta  20% para a avaliação da Unidade.

Para participar basta clicar em INSERIR COMENTÁRIO, não esquecendo de indicar o seu nome e curso para que o seu contributo seja avaliado. Os vossos comentários serão primeiro sujeitos à aprovação do professor pelo que podem não ficar imediatamente disponíveis.

Aguardo as vossas participações com expectativa, o vosso contributo é muito importante para o sucesso deste fórum!

Fórum do mês de maio – Resiliência

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“Como se fosse uma ombreira de espuma que nos auxilia a diminuir as dores do peso dos eventos de vida nos nossos ombros.”

A palavra resiliência refere-se ao processo que se desenvolve na presença de uma situação de risco e que através dele são produzidos resultados tão positivos, ou ainda melhores do que os obtidos na ausência da situação de risco. Alguns indivíduos em determinados momentos da vida podem ser resilientes. A resiliência desenvolve-se ao longo da vida, desde a infância até à terceira idade, através de processos complexos intra-psíquicos e de fatores de proteção internos e externos.

A resiliência diz respeito às respostas que damos aos desafios da vida, à adversidade, a algum trauma, na presença de ameaças ou riscos. É a nossa capacidade de resistir aos problemas que temos que resolver ao longo da vida. A resiliência muda ao longo da vida consoante as circunstâncias e os desafios específicos que temos que enfrentar.

O envelhecimento, além de ser um processo demográfico, é tão um processo que mistura vários aspetos biológicos, psicológicos e sociais que muitas vezes não são tidos em consideração numa análise mais detalhada. Portanto entender este processo é compreender os aspetos individuais e sociais da vida, na multiplicidade dos aspetos biopsicossociais. Portanto o envelhecimento poderia ser considerado como um fator de risco para a perda da resiliência, no entanto, cada idoso reage de forma muito distinta às adversidades.

Ao longo do processo de envelhecimento torna-se necessário o aumento da capacidade de resiliência para manter o comportamento adaptativo. Com a idade aumenta também a probabilidade de ocorrer mais eventos inesperados relacionados com a saúde física e o bem-estar e relacionados também com a vida de ente queridos. Numa idade avançada as probabilidades de experenciar vários eventos problemáticos ao mesmo tempo aumentam.

No âmbito da gerontologia a resiliência será utilizada como uma capacidade de o idoso adaptar-se às mudanças que ocorrem na velhice, pensar, repensar e autoavaliar as atitudes, valores, conhecimentos e mudanças provenientes desta fase da vida. Esta autoavaliação é essencial durante o desenvolvimento humano, principalmente para as pessoas idosas. O papel do profissional de saúde será o de promover o desenvolvimento de competências do idoso para atravessar esta etapa da vida, a velhice, de forma ativa e com qualidade de vida.

Participe e desenvolva, no seu ponto de vista, o tema exposto a debate. Se desejar, apresente exemplos representativos do que pretende ilustrar. Pode ainda comentar as participações dos colegas.

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Fórum do mês de maio – Autismo

Algumas pistas podem ajudar os pais e educadores a antecipar a descoberta do problema em bebés e aumentar o progresso do tratamento.

A doença costuma ser identificada pelos médicos entre 1 ano e meio e os 3 anos, mas os especialistas referem que os próprios pais e educadores  são capazes de detectar os primeiros sinais a partir dos 8 meses e, assim, procurar ajuda especializada quanto antes.

As Perturbações do Espectro do Autismo (PEA) tornam-se mais óbvias a partir dos 18 meses de idade. Permanecem toda a vida, mas podem conhecer melhorias quando tratadas adequadamente.

Segundo a Associação Americana de Psiquiatria, as Perturbações do Espetro do Autismo (PEA)“são um síndroma neuro-comportamental com origem em perturbações do sistema nervoso central que afeta o normal desenvolvimento da criança. Os sintomas ocorrem nos primeiros três anos de vida e incluem três grandes domínios de perturbação:social, comportamental e comunicacional”

Alguns sinais:

Olhares perdidos. O olhar é extremamente importante para demonstrar o vínculo materno, a criança autista pode não fitar a figura da mãe e ter um olhar perdido.

O choro quase ininterrupto, uma inquietação constante ou, ao contrário, uma apatia exacerbada também merecem atenção.

Incomodo com o toque, com alguns sons e com certas texturas de alimentos.

ausência de fala, uma aparente surdez e  movimentos pendulares estereotipados de tronco, mãos e cabeça.

autismo

https://www.youtube.com/watch?v=mv4p-yApL2U

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