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CEAC Fórum Fevereiro – Censura na Internet – Clique aqui para aceder

CEAC Fórum – Censura na Internet

CEAC Fórum: Este mês vamos abordar o tema da Censura na Internet e de que forma a mesma pode afectar as profissões.

Donald Trump e a solução “fechar a internet”

Ainda antes de ser eleito, o presidente dos Estados Unidos da América há já um ano, Donald Trump deduzia formas e fórmulas instantâneas sobre a forma mais imediata de resolver problemas mundiais, como o crescimento do radicalismo e terrorismo internacional; numa dessas soluções propôs o seguinte:

“a solução para o radicalismo islâmico é “fechar a internet” e assegura que vai falar com quem sabe: o fundador da Microsoft. Estamos a perder muitas pessoas por causa da internet. Temos de falar com Bill Gates e com muita gente que realmente percebe o que está a acontecer”,

O magnata indicou então querer falar com o líder histórico da Microsoft para arranjar alguma maneira de “fechar a internet”. O objetivo é que as crianças dos Estados Unidos não tenham acesso à internet para não se tornarem ‘pequenos rebeldes’. “As crianças estão na internet e querem ser génios”, justificou.

 Ainda em defesa da estratégia de deitar abaixo a rede que liga computadores e telemóveis em todo o mundo, o republicano argumentou:
“Há pessoas que vão dizer ‘então e a liberdade de expressão, e a liberdade de expressão’. Essas pessoas são malucas”.

Já depois de ser eleito, Donald Trump classifica a Internet de insegura e desaconselha as pessoas de a utilizarem, indicando como alternativa o tradicional correio.

Num mundo onde o conhecimento, a circulação de informação e a aproximação entre pessoas proliferam graças à liberdade de utilização da Internet, os Estados Unidos ameaçam juntar-se ao mapa dos países que mais censuram a internet.

Não deixando de ser uma contradição absoluta, este presidente acumula 47 295 720 de seguidores e conta com inúmeras publicações onde mistura declarações pessoais e presidenciais (veja aqui, em inglês todos os posts de 2017 de Donald Trump). Por outro lado e repetidamente o Presidente censura a comunicação social classificando tudo o que são comentários e/ou notícias com as quais não concorda classificando-as de “Fake News” como este artigo do Jornal  o Público o demonstra

Analisemos entretanto abaixo um mapa dos países onde a censura é maior:

internet-censorship-world-map

Depois de ler este artigo queremos conhecer a sua opinião, considerando uma reflexão que enquadre e procure dar resposta às seguintes questões:

  1. Iria esta medida impedir a radicalização de jovens e adultos ou o terrorismo à escala global?
  2. Que implicações na sua vida pessoal iria ter esta medida (pense aqui que informações /jornais consulta, pessoas contacta ou eventos que participa graças à internet).
  3. Na sua área e vida profissional como isto o afectaria? Como afectaria a empresa onde trabalha (ou trabalhou); iria funcionar melhor ou pior? Especifique eventuais vantagens e desvantagens da ausência de internet.
  4. Considerando a posição da China relativamente à vigilância e propriedade dos dados pessoais (https://pt.euronews.com/2017/05/29/china-implementa-nova-lei-de-protecao-de-dados) onde acha que estão os verdadeiros riscos?

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Fico a aguardar as vossas participações com expectativa, o vosso contributo é muito importante para o sucesso deste fórum.

Bom trabalho e um bom Fórum para todos!

 

 

Os dez países com maior censura na internet do planeta

Qual a sua opinião do tema discutido este mês no Fórum?

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 https://www.publico.pt/2018/12/15/politica/noticia/tratamento-dados-pessoais-china-faz-chumbar-acordo-seguranca-portugal-1854774#gs.ORNBWVjn


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CEAC Fórum Janeiro – Igualdade de Género: Clique aqui para aceder

CEAC Fórum Janeiro – Igualdade de Género


CEAC Fórum: Este mês iremos abordar o tema da igualdade do género no sector da manutenção e reparação e nas áreas tecnológicas em geral.

Recorrentemente constatamos que nas áreas técnicas da manutenção e reparação, em particular no sector da electricidade e construção praticamente não existe população do sexo feminino; é possível ver mulheres nas empresas deste sector apenas em trabalhos não especializados como recepcionistas, caixa ou na contabilidade, raramente trabalhando no terreno.

Considera esta uma situação justa? A que se deve na sua opinião, esta situação?

Considera que existem tarefas demasiado duras para serem executadas pelas mulheres que as impedem de aceder a este sector profissional, vê algum tipo de limitação na execução de tarefas pela mulher no contexto desta profissão ou considera que existem vantagens?

Veja e leia as notícias abaixo, reflicta e dê-nos a conhecer a sua opinião.

A cientista que ganhou 25 milhões de euros

Mulheres electricistas

3 mulheres mecânicas

http://expresso.sapo.pt/sociedade/2018-01-06-Governo-estuda-certificado-de-igualdade-de-genero-para-empresas

https://sol.sapo.pt/artigo/594879/isl-ndia-lei-obriga-empresas-a-pagar-salarios-iguais-a-homens-e-mulheres-

 

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Manuel Bernardo


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CEAC Fórum Janeiro: Igualdade de Género: Clique aqui para aceder

CEAC Fórum: Igualdade de Género

CEAC Fórum: Este mês iremos abordar o tema da igualdade do género no sector da reparação e manutenção automóvel.

Recorrentemente constatamos que nas áreas técnicas da manutenção e reparação, em particular na área de mecânica em oficina, praticamente não existe população do sexo feminino; é possível ver mulheres nas oficinas contudo apenas como recepcionistas, caixa ou na contabilidade, raramente trabalhando nas peças ou sequer no apoio comercial.

Considera esta uma situação justa? A que se deve na sua opinião, esta situação?

Vê algum tipo de limitação na execução de tarefas pela mulher na troca de caixa de velocidades, embraiagens ou óleos?

Existem tarefas demasiado duras na oficina para serem executadas pelas mulheres que as impedem de aceder a este sector profissional?

Leia também as notícias abaixo, reflicta e dê-nos a conhecer a sua opinião.

Leia também as notícias abaixo, reflicta e dê-nos a conhecer a sua opinião.

Clique aqui para aceder a uma noticia na qual poderá observar o caso de três mulheres “mecânicas”

Clique aqui para conhecer o caso de uma outra mulher mecânica 

Lei obriga a Igualdade salarial na Islândia

http://expresso.sapo.pt/sociedade/2018-01-06-Governo-estuda-certificado-de-igualdade-de-genero-para-empresas

 

 

igualdadegenero

 

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Manuel Bernardo

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CEAC Fórum Dezembro – Energia Alternativas – Clique aqui para abrir

CEAC Fórum  – Energia Alternativas

energia_solar_fotovoltaica

CEAC FÓRUM: A Energia Fotovoltaica tem registado um crescimento notável nos últimos anos. Apesar do interesse que ela desperta, apenas 1,5% da energia usada na Europa provém do sol. Várias razões explicam esta percentagem reduzida. A energia solar é descontínua, é difícil armazená-la e há, ainda, o custo elevado dos painéis solares.

No centro de Eletrónica e Microtécnica (CSEM) em Neuchatel, na Suíça, os investigadores testam novas tecnologias para melhorar a eficência da energia solar e torná-la mais atrativa para o mercado.

Quanto mais barata e eficiente for a energia solar, mais pessoas estarão dispostas a comprar painéis solares.

A longo prazo, esses fatores poderão permitir uma redução de custos devido às economias de escala.

Menor uso de metal, redução de custos e aumento do nível de absorção da luz do sol são algumas das melhorias em estudo.

“Há duas grandes diferenças entre os antigos e os novos painéis. Uma é visível, a outra é invisível. Nesta célula podemos ver três bandas de cobre que permitem a extração da corrente, estão cheios de linhas de prata. Neste caso, temos trinta linhas de cobre e menos prata, há um ganho de cinco por cento em termos de custo de produção. É a primeira diferença. A segunda diferença é invisível. Aqui acrescentámos uma camada nanométrica de uma outra forma de silício que permite um aumento da tensão de quinze por cento, ou seja, um aumento do rendimento de 15 por cento”, explica Christophe Ballif, director do Centro Fotovoltaico do CSEM.

“Outra vantagem: quando colocamos esta geração de painéis solares ao sol, verificamos que eles aquecem mas o rendimento diminiu muito menos em relação a este tipo de painéis, que são duas vezes menos rápidos. Em consequência, fazemos mais quilowatts por hora”.

Uma das etapas importantes do processo, é testar a resistência do painel solar. Para tal, são utilizadas bolas de gelo de quatro centímetros produzidas por um frigorífico especial. As bolas são lançadas contra o painel a uma velocidade de 27 metros por segundo. Trata-se de uma forma de verificar a resistência da estrutura, em particular da camada fina de silício. Para passar o teste, as capacidades elétricas devem manter-se inalteradas.

É também fundamental testar a capacidade dos painéis solares para suportar pesos.

Os tijolos de metal são colocados no painel até se atingir um peso total de mil quilos por metro quadrado. O teste do peso serve para simular ventos fortes e nevões.

Os testes são uma base para selecionar os melhores materiais para a construção dos painéis.

“Além dos testes de fiabilidade, há também testes de desempenho elétrico. São muito importantes porque vão permitir quantificar a eletricidade que é produzida pelo módulo, que é de facto a informação importante que queremos possuir. Para tal, utilizamos mesas de luz, como vemos aqui atrás que estimulam o espetro do sol e que permitem quantificar a eficácia da eletricidade. Este tipo de medida permite também saber se há defeitos na fabricação do módulo, nomeadamente ao nível das interconexões elétricas”, acrescenta o investigador.

Os painéis solares são muitas vezes criticados por razões estéticas. Por isso, os investigadores suíços criaram este painel chamado ‘terracota’ com uma cor que combina com grande parte dos telhados das casas europeias.

O projeto do Centro Suíço de Eletrónica e Microtécnica é desenvolvido com parceiros industriais.

Para os investigadores, a diminuição do custos das tecnologias e a melhoria da eficiência energética dos módulos fotovoltaicos é essencial para expandir o uso dos painéis solares.

Como é do conhecimento geral, Portugal é um dos País da Europa que mais Sol tem durante todo o ano. Neste contexto, seria de considerar que o nosso país integrasse a utilização massiva destes painéis solares que nos poderíamos tornando-nos assim progressivamente independentes na produção de energia elétrica, diminuindo assim as importações, que tanto pesam na nossa economia.

Fonte: Euronews


Como todos sabemos Portugal é um país muito soalheiro; de facto, na Europa, Lisboa é a terceira cidade com mais horas de sol, à frente de Madrid ou Atenas:

The 10 sunniest cities in Europe (hours sunshine per year)
1. Valletta, Malta – 2,957
2. Marseilles, France – 2,858
3. Lisbon, Portugal – 2,799
4. Madrid, Spain – 2,769
5. Athens, Greece – 2,771
6. Nice, France – 2,724
7. Monaco, Monaco – 2,724
8. Tirana, Albania – 2,544
9. Barcelona, Spain – 2,524
10. Podgorica, Montenegro – 2,480

fonte: Telegraph

Portugal, apesar de todo o sol que recebe, tem uma produção de Energia eléctrica a partir do sol (Fotovoltaica) continua a ser muito baixa; ocupamos a 30ª posição mundial abaixo de vizinhos nossos como a Espanha (10ª posição) ou Grécia (14º lugar):

Posição
País
1
 China
2
 Japan
3
 Germany
4
 United States
5
 Italy
6
 United Kingdom
7
 India
8
 France
9
 Australia
10
 Spain
11
 South Korea
12
 Belgium
13
 Canada
14
 Greece
15
 Thailand
16
 Czech Republic
17
 Netherlands
18
 Switzerland
19
 Chile
20
 South Africa
21
 Taiwan
22
 Romania
23
 Austria
24
 Bulgaria
25
 Pakistan*
26
 Israel
27
 Philippines
28
 Denmark
29
 Turkey
30
 Portugal
31
 Honduras*
32
 Algeria
33
 Mexico
34
 Malaysia
35
 Sweden
36
 Norway
37
 Finland

fonte: wikipedia

Considerando a exposição solar de portugal, poderíamos tornar-nos independentes na produção de energia eléctrica a partir da energia Fotovoltaica. Neste contexto levanta-se uma questão: porque razão a produção eléctrica a partir da energia solar é ainda tão baixa?

Comente a anterior pergunta incluindo ainda na sua resposta alguma pesquisa relativa aos dados seguintes:

  1. Na sua zona de residência (2 km raio) quantos edifícios/residências com energia fotovoltaica consegue identificar?
  2. Consideraria mudar para este sistema na sua residência?

Sites de pesquisa:

http://www.ecoplug.pt/simulador-autoconsumo7

http://www.jornaldenegocios.pt/empresas/energia/detalhe/energia_solar_vai_crescer_20_vezes_nos_proximos_anos_em_portugal

https://pt.wikipedia.org/wiki/Energia_solar_fotovoltaica

 

 

 

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CEAC Fórum Dezembro: Carros GPL: Clique aqui para abrir

Fórum Dezembro: Carros GPL

CEAC Fórum: Este mês iremos analisar a temática da penetração dos carros com sistema LPG ou GPL no mercado automóvel; Para já o utilizador final sabemos que os custos têm um retorno imediato, afinal o custo por quilómetro é largamente inferior ao custo de gasolina ou gasóleo. Contudo subsistem muitas incertezas e mitos e o facto é que são ainda muito poucas as marcas que comercializam estes sistemas.

Desde os anos setenta que existe GPL à venda em Portugal. O gás de petróleo liquefeito é destilado do petróleo, tal como a gasolina ou o gasóleo, sendo o último combustível a ser extraído do crude. Na verdade, trata-se de uma mistura de dois gases, propano e butano, que são sujeitos a uma pressão de 7 bar, para passarem à forma líquida, na qual o GPL é armazenado nos postos de abastecimento e também nos depósitos dos automóveis. É um combustível com 100 octanas, menor percentagem de enxofre do que a gasolina, sem chumbo e que não necessita de aditivos para aumentar a sua performance. Tem apenas um aditivo, o etil mercaptano, que lhe dá um odor para ser mais facilmente detetado, em caso de fugas.

É um combustível adaptado para substituição da gasolina, em motores deste tipo, e, como tem uma combustão mais completa, é menos poluente do que a gasolina e o gasóleo. A sua queima emite essencialmente dióxido de carbono, monóxido de carbono e vapor de água, em valores muito mais reduzidos do que a combustão da gasolina, como se pode ver por estes números: redução de 75 por cento no monóxido de carbono, de 10% no dióxido de carbono, de 85% nos hidrocarbonetos não queimados, de 40% nos óxidos de azoto e de 85% nos gases que atacam a camada de ozono. Face aos motores a gasóleo, tem ainda a vantagem de emitir menos 90% de partículas de fuligem.

Além desta vantagem ambiental, que será apreciada sobretudo por um utilizador com maior consciência ecológica, a grande vantagem do GPL é o seu menor preço: face à gasolina, custa praticamente metade. Um motor a gasolina, quando passa a consumir GPL, aumenta os consumos entre 20 e 30% (o GPL tem um menor poder calorífico por unidade de volume), mas o custo de combustível, por quilómetro, continua sempre a ser mais baixo (é cerca de 40% inferior à gasolina). É por isso que o GPL volta sempre a ser tema de debate, quando chega uma época de crise económica ou energética.

 

Porém, se, até há pouco tempo, quando se falava de automóveis movidos a GPL estava a falar-se obrigatoriamente de um modelo a gasolina convertido posteriormente para consumir GPL, nesta altura já existem no mercado algumas (poucas) marcas que oferecem modelos novos capazes de consumir gasolina ou GPL (KIA, Chevrolet, Dacia), contudo estes estão presentes nos carros de gama mais baixa. Por outro lado os veículos eléctricos, mais caros e com vidas úteis (baterias) mais curtas apresentam-se cada vez mais nos veículos de Gama alta (Tesla, BMW)

Se antes o estacionamento de veículos a GPL estava limitado a espaços abertos os novos, que cumpram os requisitos da Lei 13/2013, Portaria nº 207A/2013, podem estacionar em parques fechados, inclusive os que se localizam abaixo do nível do solo. Estas viaturas já não necessitam de dístico, bastando exibir uma pequena vinheta verde no pára-brisas.

mecanico

Considerando artigo anterior queremos que reflicta porque razão os carros Bi-Fuel  apresentam vendas tão baixas face aos veículos que utilizam gasóleo e gasolina e mesmo o eléctrico? Serão este vítima de preconceitos como ser um “combustível dos pobres” ou “pouco seguro”? Existem razões para pensar assim?

Veja ainda:

http://www.galpenergia.com/PT/QuestoesFrequentes/Paginas/Ainda-necessario-usar-distico-viaturas-GPL.aspx

http://turbo.sapo.pt/ensaios/artigo/ensaio-dacia-sandero-12-75-cv–10193.html

https://sigarra.up.pt/flup/pt/pub_geral.show_file?pi_gdoc_id=386657

http://www.galpenergia.com/QuartzFrontend/simuladorgpl.qz

https://www.deco.proteste.pt/auto/automoveis

http://forum.autohoje.com/forum-geral/81909-veiculos-electricos-ou-gpl.html

 

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Converter um motor a gasóleo para gastar GPL é demasiado caro e não traz benefícios suficientes, em termos de economia de combustível, pelo que não é feito. A conversão de um motor a gasolina para poder consumir GPL é cada vez mais popular, e estima-se que existam 45 mil automóveis a circular em Portugal a GPL. A conversão é sempre feita de modo a que o automóvel possa continuar a consumir gasolina. Aliás, o arranque do motor é sempre feito a gasolina, passando automaticamente a GPL, pouco depois. É montado um botão no interior, que o condutor pode comutar entre as posições gasolina e GPL. Isto permite um imediato aumento da autonomia máxima, somando a autonomia do depósito a gasolina com a do depósito GPL.

A conversão de um automóvel para consumo de GPL só pode ser feita numa oficina autorizada para este trabalho específico. A lista completa dos instaladores oficiais de GPL pode ser consultada no site do IMTT (http://www.imtt.pt), onde é continuamente atualizada. A operação inclui a montagem do depósito de GPL, de novos tubos de combustível, injetores específicos, cablagem elétrica, um comutador, um indicador de nível de GPL no depósito e válvulas de segurança, além de uma “centralina” própria.

É um processo complexo mas que os instaladores oficiais dominam há vários anos, sendo possível efetuá-lo num prazo de dois dias. O custo varia consoante o tipo de motor (quanto mais cilindros, mais caro, e não existem kits para motores com mais de oito cilindros), mas, para a esmagadora maioria dos casos (motor de quatro cilindros com injeção multiponto), custa cerca de 1500 euros, incluindo neste valor todos os componentes, mão-de-obra, a obrigatória inspeção extraordinária a que o veículo tem de ser submetido e a documentação.

O primeiro ponto contra é que se perde a garantia do fabricante do automóvel, pelo que só se aconselha a conversão para GPL em veículos que já tenham expirado o prazo de garantia.

Existem também kits de conversão para automóveis mais antigos, equipados ainda com injeção monoponto ou mesmo com carburador. São mais baratos, custam entre 800 e 1000 euros, mas não se deve ceder à tentação de poupar alguns euros e montar estes kits nos motores com injeção sequencial, pois iriam causar irregularidade de funcionamento e danos a médio prazo. No pólo oposto, existem também kits de conversão para motores modernos de injeção direta, mas os ganhos em consumo não são tão grandes, pois o motor precisa sempre de fazer ciclos de funcionamento a gasolina, para preservar os injetores. De qualquer modo, é preciso ter em atenção que qualquer tipo de kit de conversão para GPL pode necessitar de afinação, algumas centenas de quilómetros após a instalação.

Se a conversão a GPL for feita em automóveis com muitos quilómetros percorridos, é aconselhável verificar previamente o bom estado do sistema de ignição e arrefecimento, fazer um teste de compressão dos cilindros e mesmo mandar efetuar uma descarbonização do motor. Isto porque o GPL tende a “limpar” os cilindros de eventuais depósitos de carvão que lá tenham sido criados pela combustão da gasolina e que podem estar a esconder fugas. Se o carvão for limpo, voltam as fugas.

Para os modelos novos que já são vendidos pela Chevrolet e pela Fiat com sistema GPL integrado, os chamados “bi-fuel”, obviamente não é necessária qualquer conversão. Todas as alterações foram feitas de origem, na fábrica. A diferença de preço entre uma versão a gasolina e um “bi-fuel” não é tão óbvia de calcular porque entra em conta também o nível de equipamento, que, por razões de marketing, pode não ser o mesmo. Dois exemplos: na Fiat, um Panda 1.2 My Life GPL custa 12.800 euros, enquanto um Panda 1.2 Active custa 10.004 euros, mas o segundo tem bastante menos equipamento de série. Na Chevrolet, um Spark 1.0 L “bi-fuel” custa 10.980 euros enquanto o Spark 1.0 L custa 9990 euros, mas aqui a comparação é mais realista, pois ambos têm o mesmo equipamento de série.

O GPL promove uma combustão tendencialmente mais silenciosa do que a gasolina, tornando a utilização do motor ligeiramente mais suave. Por ser uma combustão mais completa, também evita a criação de depósitos de carvão nos cilindros, prolongando a vida útil do motor e diminuindo quer a contaminação quer a diluição do óleo, que passa a poder fazer mais quilómetros entre cada mudança.

Porém, a grande vantagem é mesmo a economia em combustível. Para ilustrar a vantagem do GPL face à gasolina, tomemos como exemplo um Fiat Punto 1.4 GPL com 77 cv. Quando funciona a gasolina, gasta 5,7 litros por cem quilómetros; quando funciona a GPL, gasta 7,0 l/100 km. Mas, como o litro de gasolina custa 1,60 euros e o de GPL custa metade, 0,80 euros, fazendo as contas, conclui-se o seguinte: cada 100 km feitos a gasolina custam 9,12 euros, enquanto a mesma distância feita a GPL custa 5,60 euros. Isto equivale a um custo de menos 40% a favor do GPL, que se aproxima do custo que se obtém numa versão com motor diesel.

Quanto à autonomia, como o Fiat Punto mantém o seu depósito de gasolina de 45 litros, adicionando um de GPL de 38 litros, se o condutor atestar os dois fica com uma autonomia total de 1332 km (789 mais 543 km).

No caso de um carro a gasolina usado, convertido com um kit GPL, cujo preço rondará os 1500 euros, considerando uma vantagem de gasto em GPL semelhante, podemos calcular a quilometragem a partir da qual o investimento no kit GPL começa a compensar. As contas dizem que, assim que se percorrerem 43.000 km com o automóvel convertido para GPL, o custo do kit fica “pago”. Ou seja, a partir dessa quilometragem, está efetivamente a poupar 40% em consumo, comparando com o motor a gasolina. Continuando a fazer contas, se o condutor percorrer 15.000 km por ano, atingirá os 43.000 km em menos de três anos. Ou seja, a partir dessa altura, começa, de facto, a poupar 40% com os custos de combustível.

A conversão para GPL tem mais desvantagens no caso de um automóvel usado a que foi aplicado o kit, do que nos automóveis que já são vendidos novos com a possibilidade de consumir GPL ou gasolina. A primeira é a necessidade de investir na instalação do kit, como é óbvio. A perda de potência só acontece em motores a gasolina convertidos para GPL e só se nota a alto regime, com perdas a rondar os 5 cv. No caso de motores turbocomprimidos, pode até fazer-se subir a potência reprogramando o turbocompressor, aproveitando o facto de o GPL ter 100 octanas.

Depois, há a questão do depósito. Optando por um depósito cilíndrico de 100 litros, vai perder-se espaço na mala e também se prejudica a versatilidade do rebatimento do banco traseiro, caso exista. Nos automóveis vendidos de série com sistema “bi-fuel”, os depósitos usados são mais pequenos (entre 30 e 40 litros) e têm a forma toroidal (de um “donut”) para encaixarem no espaço habitualmente utilizado pela roda sobressalente. Não se perde nada em termos de espaço para bagagem, mas um furo só pode ser tratado com um kitanti-furo (sabendo-se que esta solução não remenda todos os furos) e a autonomia a GPL é menor.

Em termos de utilização, outra desvantagem é, para os sistemas antigos, ser proibido estacionar em parques públicos fechados.

A rede de abastecimento GPL ainda não cobre o território todo, o que é um problema, sobretudo longe dos grandes centros. Finalmente, a obrigatoriedade de afixar um autocolante azul com as letras GPL na traseira do veículo é uma desvantagem, para quem não goste desta “decoração”.

Sempre que há uma mudança de combustível, na indústria automóvel, levantam-se questões de segurança, na maioria dos casos sem grande justificação. Quando, no início do século XX, se passou do vapor para a gasolina, o público considerava um perigo um veículo circular com um depósito cheio de líquido altamente inflamável. Mais recentemente, quando se começou a falar de veículos elétricos, não faltaram as vozes que interrogavam sobre a possibilidade de os ocupantes serem eletrocutados, em caso de acidente.

Também o GPL levanta dúvidas, neste caso por ser um produto armazenado num depósito sob pressão. A verdade é que o depósito é feito em aço e é sujeito a testes de colisão, de incêndio e de pressão antes de ser homologado. Além disso, tem várias válvulas de segurança, que impedem as fugas de GPL. O depósito tem ainda um sistema que o impede de ser abastecido em mais do que 80% do seu volume, para existir sempre 20% de volume disponível, que funciona como câmara de expansão em caso de aumento de temperatura, quando o combustível passa de líquido a gasoso.

Em conclusão, pode dizer-se que a opção pelo gás de petróleo liquefeito deixou de ser uma curiosidade, de contornos um pouco artesanais, que solucionava o problema de consumos elevados em automóveis a gasolina com muitos anos de utilização. Hoje, é mais uma das alternativas disponíveis no mercado dos combustíveis, e terá um crescimento mais acelerado à medida que mais marcas proponham versões GPL ou “bi-fuel” nos seus catálogos de carros novos

CEAC Fórum Dezembro: Automação na Aviação – Clique aqui

Automação na Aviação – Pilotos que não pilotam

010180131206-seguranca-vooCEAC Fórum: A capacidade dos pilotos para fazer os aviões voarem por controlo manual está num limite negativo crítico porque muitas vezes confiam demais nos sistemas automatizados de voo.

A conclusão estarrecedora é de um relatório sobre segurança aérea, encomendado pela Administração Federal de Aviação dos EUA (FAA) e que recentemente divulgado pela imprensa.

Os sistemas automatizados de voo em questão abrangem toda a gama de auxílios computorizados de voo, incluindo o piloto automático e o controle automático de velocidade e de aterragem.

Numa entrevista um Ex-piloto da Lufthansa diz que os pilotos não são devidamente treinados para os novos desafios e cita: “Há excesso de automatização na aviação moderna

Abaixo deixamos um excerto de uma entrevista (Fonte: oGlobo):

BERLIM — A tragédia com o avião da Germanwings é vista pelos especialistas como um enigma. Segundo Jörg Handwerg, especialista em segurança de voo da Associação dos Pilotos Alemães “Cockpit”, há indícios que o excesso de automatização da aviação moderna poderia ter contribuído.

Na sua opinião, o que causou a queda do avião da Germanwings?

Ainda é cedo para a definição da causa do acidente. Eu diria que para um avião cair nunca há uma causa definida mas uma série de causas que contribuem para o desastre. No caso do Airbus, avião que já pilotei e conheço bem, há uma determinada filosofia de dar o comando do voo ao computador e não ao piloto. Isso eu considero um ponto fraco. Normalmente não há problema, pois o Airbus é um dos aviões mais seguros, um dos mais usados no tráfego aéreo. Mas quando acontece um problema, o piloto tem mais dificuldade em corrigir o erro. A filosofia do Airbus parte do pressuposto de que a máquina precisa controlar o fator de risco, que seria o homem.

Como piloto da Lufthansa, já teve problema com o computador de bordo?

Eu nunca tive problema porque conheço bem a filosofia da Airbus. Muitas vezes, porém, os pilotos não são devidamente treinados para os novos desafios.

Como piloto da Lufthansa, já teve problema com o computador de bordo?

Eu nunca tive problema porque conheço bem a filosofia da Airbus. Muitas vezes, porém, os pilotos não são devidamente treinados para os novos desafios.

O senhor vê paralelo entre o desastre da Germanwings e o caso do Airbus da Lufthansa, que perdeu rapidamente altitude entre Bilbao e Munique?

A perda de altitude foi causada pelo congelamento dos sensores que transmitiram ao computador uma informação errada. O resultado foi uma redução drástica da altitude, sem que os pilotos conseguissem corrigir o erro. Mas o comandante de voo era muito experiente e conseguiu desligar o sistema, corrigir a altitude e aterrissar em Munique.

Por que os pilotos da Germanwings não tentaram um pouso de emergência no aeroporto de uma cidade próxima?

As investigações realizadas até agora indicam que os pilotos podem ter desmaiado em consequência da despressurização da cabine. Depois da pane de novembro último, a empresa Airbus distribuiu uma informação para os seus clientes do mundo inteiro, orientando como reagir em um caso semelhante. Mas não sabemos ainda o que aconteceu a bordo do Airbus da Germanwings. Pode ter sido um incêndio ou que gases venenosos impediram os pilotos de reagir.

Como vê a declaração da Germanwings, que descarta defeito técnico como causa da queda?

Não podemos descartar nenhuma causa, as investigações apenas começaram. Por isso, não descarto uma causa técnica.

Escreva um texto sobre as eventuais consequências deste excesso de confiança de alguns pilotos ao confiarem na totalidade nos equipamentos computorizados de voo. Que cenários/situações poderão prejudicar e/ou interferir sobre estes computadores?

Cotação: 20% da média da Unidade em estudo.

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Manuel Bernardo


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CEAC Fórum Dezembro – Energia Elétrica Fotovoltaica – Clique aqui para aceder

CEAC Fórum: Dezembro – Energia Elétrica Fotovoltaica – Clique aqui para aceder

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CEAC Fórum: A Energia Fotovoltaica tem registado um crescimento notável nos últimos anos. Apesar do interesse que ela desperta, apenas 1,5% da energia usada na Europa provém do sol. Várias razões explicam esta percentagem reduzida. A energia solar é descontínua, é difícil armazená-la e há, ainda, o custo elevado dos painéis solares.
No centro de Eletrónica e Microtécnica (CSEM) em Neuchatel, na Suíça, os investigadores testam novas tecnologias para melhorar a eficência da energia solar e torná-la mais atrativa para o mercado.

Quanto mais barata e eficiente for a energia solar, mais pessoas estarão dispostas a comprar painéis solares.

A longo prazo, esses fatores poderão permitir uma redução de custos devido às economias de escala.

Menor uso de metal, redução de custos e aumento do nível de absorção da luz do sol são algumas das melhorias em estudo.

“Há duas grandes diferenças entre os antigos e os novos painéis. Uma é visível, a outra é invisível. Nesta célula podemos ver três bandas de cobre que permitem a extração da corrente, estão cheios de linhas de prata. Neste caso, temos trinta linhas de cobre e menos prata, há um ganho de cinco por cento em termos de custo de produção. É a primeira diferença. A segunda diferença é invisível. Aqui acrescentámos uma camada nanométrica de uma outra forma de silício que permite um aumento da tensão de quinze por cento, ou seja, um aumento do rendimento de 15 por cento”, explica Christophe Ballif, director do Centro Fotovoltaico do CSEM.

“Outra vantagem: quando colocamos esta geração de painéis solares ao sol, verificamos que eles aquecem mas o rendimento diminiu muito menos em relação a este tipo de painéis, que são duas vezes menos rápidos. Em consequência, fazemos mais quilowatts por hora”.

Uma das etapas importantes do processo, é testar a resistência do painel solar. Para tal, são utilizadas bolas de gelo de quatro centímetros produzidas por um frigorífico especial. As bolas são lançadas contra o painel a uma velocidade de 27 metros por segundo. Trata-se de uma forma de verificar a resistência da estrutura, em particular da camada fina de silício. Para passar o teste, as capacidades elétricas devem manter-se inalteradas.

É também fundamental testar a capacidade dos painéis solares para suportar pesos.

Os tijolos de metal são colocados no painel até se atingir um peso total de mil quilos por metro quadrado. O teste do peso serve para simular ventos fortes e nevões.

Os testes são uma base para selecionar os melhores materiais para a construção dos painéis.

“Além dos testes de fiabilidade, há também testes de desempenho elétrico. São muito importantes porque vão permitir quantificar a eletricidade que é produzida pelo módulo, que é de facto a informação importante que queremos possuir. Para tal, utilizamos mesas de luz, como vemos aqui atrás que estimulam o espetro do sol e que permitem quantificar a eficácia da eletricidade. Este tipo de medida permite também saber se há defeitos na fabricação do módulo, nomeadamente ao nível das interconexões elétricas”, acrescenta o investigador.

Os painéis solares são muitas vezes criticados por razões estéticas. Por isso, os investigadores suíços criaram este painel chamado ‘terracota’ com uma cor que combina com grande parte dos telhados das casas europeias.

O projeto do Centro Suíço de Eletrónica e Microtécnica é desenvolvido com parceiros industriais.

Para os investigadores, a diminuição do custos das tecnologias e a melhoria da eficiência energética dos módulos fotovoltaicos é essencial para expandir o uso dos painéis solares.

Como é do conhecimento geral, Portugal é um dos País da Europa que mais Sol tem durante todo o ano. Neste contexto, seria de considerar que o nosso país integrasse a utilização massiva destes painéis solares que nos poderíamos tornando-nos assim progressivamente independentes na produção de energia elétrica, diminuindo assim as importações, que tanto pesam na nossa economia.

Fonte: Euronews


Como todos sabemos Portugal é um país muito soalheiro; de facto, na Europa, Lisboa é a terceira cidade com mais horas de sol, à frente de Madrid ou Atenas:

The 10 sunniest cities in Europe (hours sunshine per year)
1. Valletta, Malta – 2,957
2. Marseilles, France – 2,858
3. Lisbon, Portugal – 2,799
4. Madrid, Spain – 2,769
5. Athens, Greece – 2,771
6. Nice, France – 2,724
7. Monaco, Monaco – 2,724
8. Tirana, Albania – 2,544
9. Barcelona, Spain – 2,524
10. Podgorica, Montenegro – 2,480

fonte: Telegraph

Portugal, apesar de todo o sol que recebe, tem uma produção de Energia eléctrica a partir do sol (Fotovoltaica) continua a ser muito baixa; ocupamos a 30ª posição mundial abaixo de vizinhos nossos como a Espanha (10ª posição) ou Grécia (14º lugar):

Posição
País
1
 China
2
 Japan
3
 Germany
4
 United States
5
 Italy
6
 United Kingdom
7
 India
8
 France
9
 Australia
10
 Spain
11
 South Korea
12
 Belgium
13
 Canada
14
 Greece
15
 Thailand
16
 Czech Republic
17
 Netherlands
18
 Switzerland
19
 Chile
20
 South Africa
21
 Taiwan
22
 Romania
23
 Austria
24
 Bulgaria
25
 Pakistan*
26
 Israel
27
 Philippines
28
 Denmark
29
 Turkey
30
 Portugal
31
 Honduras*
32
 Algeria
33
 Mexico
34
 Malaysia
35
 Sweden
36
 Norway
37
 Finland

fonte: wikipedia

Considerando a exposição solar de portugal, poderíamos tornar-nos independentes na produção de energia eléctrica a partir da energia Fotovoltaica. Neste contexto levanta-se uma questão: porque razão a produção eléctrica a partir da energia solar é ainda tão baixa?

Comente a anterior pergunta incluindo ainda na sua resposta alguma pesquisa relativa aos dados seguintes:

  1. Na sua zona de residência (2 km raio) quantos edifícios/residências com energia fotovoltaica consegue identificar?
  2. Consideraria mudar para este sistema na sua residência?

Sites de pesquisa:

Simulador Autoconsumo

http://www.jornaldenegocios.pt/empresas/energia/detalhe/energia_solar_vai_crescer_20_vezes_nos_proximos_anos_em_portugal

https://pt.wikipedia.org/wiki/Energia_solar_fotovoltaica

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CEAC Fórum Novembro – Inteligência Artificial – Clique aqui para abrir

CEAC Fórum  Inteligência Artificial

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CEAC FÓRUM: Já se imaginou a viver e sobretudo a trabalhar sem internet? Já imaginou um futuro em que muitas das empresas não são físicas mas apenas pessoas? Pessoas que trabalham a partir de casa ou de uma esplanada ou até mesmo de um parque enquanto acompanham as brincadeiras dos seus filhos? Onde não são necessários arquivos ou armários cheios até cima de pastas? Onde as pessoas trabalham de forma colaborativa numa mesma plataforma online, a partir de qualquer lugar e a qualquer hora? Onde as reuniões são feitas à distância?

Este cenário é a nova tendência incontornável à qual todos nós, em mais ou menos tempo nos teremos de adaptar, de forma direta ou indireta.

A influência da internet no nosso quotidiano fez emergir novas formas de relacionamento interpessoal, de reorganização de ordem social, novos mecanismos de distribuição de conteúdos e novos modelos de negócio. Paralelamente impulsionou a reflexão sobre os limites da liberdade individual, a salvaguarda dos direitos de autor e o risco da perda de produtividade laboral.

A Internet conferiu poder ao indivíduo, deu-lhe voz numa dimensão planetária. As empresas dão-lhe agora mais importância do que nunca, procuram marcar a sua presença reconhecendo que os seus públicos estão sempre ligados à web. Paradoxalmente insurge um sentimento de temor pela perda de uma imagem construída ao longo de anos que poderá desmoronar-se ao ritmo a que se desenrola a comunicação no ciberespaço.

O equilíbrio destas forças impõe-se. O espaço e o tempo comprimiram-se. Em duas décadas, o mundo definitivamente diminuiu! Nos últimos anos algumas áreas e determinados sectores de atividade têm vindo a passar por diversas mudanças, quer no seu quotidiano quer no seu modelo de negócio.

A revolução digital é um facto consumado. É impossível negá-lo ou ignorá-lo.

Para o fórum mensal deste mês proponho-vos uma pesquisa/debate sobre a influência das novas tecnologias na vossa vida profissional e na atividade das empresas.

Como sugestão, podem refletir sobre algum dos seguintes assuntos:

– De que modo o vosso trabalho foi afetado/melhorado por influência das novas tecnologias?

– A relação com clientes e fornecedores alterou-se?

– Qual o impacto da inteligência artificial no seu contexto de trabalho e na sua visa pessoal?

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CEAC Fórum Novembro: Novas tecnologias e desafios para os mecânicos – Clique aqui para abrir

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CEAC Fórum: Já se imaginou a viver e sobretudo a trabalhar sem internet? Já imaginou um futuro em que muitas das empresas não são físicas mas apenas pessoas? Pessoas que trabalham a partir de casa ou de uma esplanada ou até mesmo de um parque enquanto acompanham as brincadeiras dos seus filhos? Onde não são necessários arquivos ou armários cheios até cima de pastas? Onde as pessoas trabalham de forma colaborativa numa mesma plataforma online, a partir de qualquer lugar e a qualquer hora? Onde as reuniões são feitas à distância? Onde “a pessoa” de um call center que fala consigo ao telefone é na realidade um software com inteligência artificial?

Este cenário é a nova tendência incontornável à qual todos nós, em mais ou menos tempo nos teremos de adaptar, de forma direta ou indireta.

A influência da internet no nosso quotidiano fez emergir novas formas de relacionamento interpessoal, de reorganização de ordem social, novos mecanismos de distribuição de conteúdos e novos modelos de negócio. Paralelamente impulsionou a reflexão sobre os limites da liberdade individual, a salvaguarda dos direitos de autor e o risco da perda de produtividade laboral.

A Internet conferiu poder ao indivíduo, deu-lhe voz numa dimensão planetária. As empresas dão-lhe agora mais importância do que nunca, procuram marcar a sua presença reconhecendo que os seus públicos estão sempre ligados à web. Paradoxalmente insurge um sentimento de temor pela perda de uma imagem construída ao longo de anos que poderá desmoronar-se ao ritmo a que se desenrola a comunicação no ciberespaço.

O equilíbrio destas forças impõe-se. O espaço e o tempo comprimiram-se. Em duas décadas, o mundo definitivamente diminuiu! Nos últimos anos algumas áreas e determinados sectores de atividade têm vindo a passar por diversas mudanças, quer no seu quotidiano quer no seu modelo de negócio.

A revolução digital é um facto consumado. É impossível negá-lo ou ignorá-lo.

Para o fórum mensal deste mês proponho-vos uma pesquisa/debate sobre a influência das novas tecnologias na vossa vida profissional e na atividade das empresas do sector automóvel.

Como sugestão, podem refletir sobre algum dos seguintes assuntos:

– De que modo o vosso trabalho foi afetado/melhorado por influência das novas tecnologias?

– A relação com clientes, fornecedores, Estado e outros alterou-se?

– Qual o impacto da inteligência artificial no nosso meio profissional e pessoal?

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CEAC Fórum: Já se imaginou a viver e sobretudo a trabalhar sem internet? Já imaginou um futuro em que muitas das empresas não são físicas mas apenas pessoas? Pessoas que trabalham a partir de casa ou de uma esplanada ou até mesmo de um parque enquanto acompanham as brincadeiras dos seus filhos? Onde não são necessários arquivos ou armários cheios até cima de pastas? Onde as pessoas trabalham de forma colaborativa numa mesma plataforma online, a partir de qualquer lugar e a qualquer hora? Onde as reuniões são feitas à distância?

Este cenário é a nova tendência incontornável à qual todos nós, em mais ou menos tempo nos teremos de adaptar, de forma direta ou indireta.

A influência da internet no nosso quotidiano fez emergir novas formas de relacionamento interpessoal, de reorganização de ordem social, novos mecanismos de distribuição de conteúdos e novos modelos de negócio. Paralelamente impulsionou a reflexão sobre os limites da liberdade individual, a salvaguarda dos direitos de autor e o risco da perda de produtividade laboral.

A Internet conferiu poder ao indivíduo, deu-lhe voz numa dimensão planetária. As empresas dão-lhe agora mais importância do que nunca, procuram marcar a sua presença reconhecendo que os seus públicos estão sempre ligados à web. Paradoxalmente insurge um sentimento de temor pela perda de uma imagem construída ao longo de anos que poderá desmoronar-se ao ritmo a que se desenrola a comunicação no ciberespaço.

O equilíbrio destas forças impõe-se. O espaço e o tempo comprimiram-se. Em duas décadas, o mundo definitivamente diminuiu! Nos últimos anos algumas áreas e determinados sectores de atividade têm vindo a passar por diversas mudanças, quer no seu quotidiano quer no seu modelo de negócio.

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 Para o fórum mensal deste mês proponho-vos uma pesquisa/debate sobre a influência das novas tecnologias na vossa vida profissional e na atividade das empresas.

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  • De que modo o vosso trabalho foi afetado/melhorado por influência das novas tecnologias?
  • A relação com clientes, fornecedores, Estado e outros alterou-se?
  • Qual o impacto das novas tecnologias no trabalho de rotina?

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