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Fórum Maio – Profissionais para as Alterações Climáticas – Clique aqui para aceder

técnico de gestao ambiental

No ano passado o ministro do Ambiente apontou várias disciplinas do conhecimento como fundamentais para conter as alterações climáticas, que ameaçam Portugal quer pelo aumento das temperaturas quer pela subida do nível médio das águas do mar.

Da parte do poder político, João Pedro Matos Fernandes afirmou que está a ser feita despesa: “70 milhões de euros para proteger o território das cheias” e “150 milhões no litoral para o tornar mais resiliente” e resistir ao avanço das águas, provocado quer pelo aumento do nível médio das águas quer pelos fenómenos meteorológicos.

Por exemplo, no setor da construção, há muito a fazer:

“Em Portugal e no mundo é o de pior eficiência material, em que são precisos mais quilos de matéria prima para produzir um euro de valor”.

Para cumprir as metas do acordo de Paris, em que se decidiu conter o aumento da temperatura global a um máximo de dois graus centígrados no fim do século, a tecnologia também terá que evoluir em áreas como o armazenamento de energia proveniente de fontes renováveis.

A engenharia dos materiais, destacou, é “nuclear para a possibilidade de remanufaturar e reparar aparelhos”, outro aspeto da economia circular para a qual Matos Fernandes considera essencial que se caminhe.

Para quê, interrogou-se, ter um berbequim em casa “que trabalha doze minutos durante uma vida inteira?”. Em vez de proprietários, podemos ser “utilizadores” desse tipo de tecnologia, sem deixar de a ter disponível quando é precisa.

“Deixar de utilizar matéria prima virgem é fundamental. Portugal tem um parque de construção que pode, todo ele, ser usado na construção e reabilitação de edifícios. Não precisamos de ir buscar mais areia aos rios ou pedra às pedreiras, ela já está cá fora”, declarou o governante.

Fonte: Observador.pt

 


No contexto da notícia e vídeos anteriormente apresentados queremos que nos dê a sua visão de, como profissional, poderá contribuir no presente e futuro para garantir um ambiente mais estável. Que tipo de materiais ou iniciativas pensa que poderão levar a infraestruturas (construções, instalações, etc) mais eficientes e amigas do ambiente? Acha que a nossa atitude enquanto profissionais pode fazer a diferença ou a responsabilidade é apenas dos organismos reguladores?

No espaço de um ano qual a evolução considera que foi feita, face ao então enunciado?


 

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CEAC Fórum Maio: Presente e Futuro do Diesel: Clique aqui para aceder

CEAC Fórum: Presente e Futuro do Diesel: Clique aqui para aceder

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Este mês recuperamos o tema dos Motores a Diesel e a sua viabilidade no futuro; Mais económicas, do ponto de vista do consumo, e mais duradouras as motorizações diesel parecem ter uma morte anunciada; Segundo um estudo os carros a diesel vão representar no final de 2020 apenas 30% de todo o mercado automóvel a nível continental e devem depois continuar a cair.

O domínio dos diesel na Europa, onde representavam cerca de metade da quota de mercado (em Portugal é superior a 60% VEJA AQUI https://www.statista.com/statistics/425113/eu-car-sales-share-of-diesel-engines-by-country/ ), está prestes a chegar ao fim. Segundo as previsões da analista de mercado JP Morgan Chase & Co., no final deste ano vão representar apenas 30% (na Noruega é já 32%) de todo o mercado automóvel a nível continental e devem depois continuar a cair, algo que se explica pela conjugação de diversos fatores.

Esta alteração de paradigma será potenciada por três motivos diferentes, onde se destacam desde logo as dúvidas dos clientes relativamente às vantagens desta tecnologia e a transparência nos consumos e emissões que deriva do DieselGate da Volkswagen e também das suspeitas que têm recaído sobre outros fabricantes. Esta será uma situação com impacto nos lucros das marcas, com uma redução de 5% nos ganhos gerados, que assim devem redirecionar as verbas de projetos de desenvolvimento de novas soluções, como os veículos híbridos e elétricos alimentados a baterias. O motivo para a aposta nestas motorizações também se explica pela terceira “causa de morte” dos diesel na Europa, e que será precisamente a progressiva introdução de regras mais exigentes por parte das autoridades continentais, tanto através dos novos ciclos de testes como pela obrigação de cumprir limites de emissões progressivamente mais restritivos, algo que já tem vindo a ocorrer paulatinamente. Na vertente da legislação têm também impacto para muitos condutores as restrições à circulação nas cidades, com a ameaça de não ser permitida a entrada a veículos diesel nas grandes metrópoles.

Thomas Schlick, um especialista da empresa Roland Berger, explica que “a quota dos diesel tem vindo a cair progressivamente ao longo dos anos devido aos limites de emissões mais restritivos que tornam esta tecnologia mais cara”, recordando não apenas as regras comunitárias como as restrições à circulação em muitas cidades como outro motivo para o declínio das vendas. Este analista refere ainda impactos no mundo laboral, pois afirma que “as implicações da queda na procura dos modelos combustão são significativos para a indústria automóvel pois cerca de 1/3 dos postos de trabalho estão relacionados com as tecnologias de motorizações”. Também a Comissária Europeia dos Transportes, Elzbieta Bienkowska acredita que os diesel vão ser descontinuados, e afirma que apesar desta situação não ir ocorrer de um dia para o outro mas que “tenho a certeza de que vão desaparecer mais rápido do que poderemos imaginar”.

Outros artigos a consultar

https://www.sapo.pt/noticias/motores/mercados-antecipam-o-principio-do-fim-dos_5a969f4888cff5c6318e15b5

https://www.motor24.pt/cronicas/diesel-passou-bestial-besta/

Fim dos motores a Diesel e gasolina será em 2040?


Este mês queremos reflectir sobre este tema; segundo os textos anteriores o dieselgate iniciado pela Volkswagen parece ter deixado uma marca irreversível na confiança dos utilizadores e dos reguladores do mercado automóvel e, ainda segundo o artigo, as marcas ir apostar nas soluções híbridas/eléctricas (Leafs, Zoes e outros utilitários eléctricos são já visíveis um pouco por todo o lado). Por outro lado as regulações dos países começam a ser cada vez mais exigentes e a proibição de veículos com emissões poluentes é já anunciada.

Na sua experiência profissional/pessoal como tem sentido o mercado; Considera que as pessoas estão desconfiadas quanto às motorizações diesel? Denota um maior interesse pelos veículos híbridos ou eléctricos? Ou acha que o artigo anterior não faz grande sentido? Aguardo os vossos comentários !!

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Manuel Bernardo

CEAC Fórum Maio 2020 – BATERIAS DE IÕES DE LÍTIO: Clique aqui para aceder

BATERIAS DE IÕES DE LÍTIO

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As baterias de iões de lítio são um tipo de baterias recarregáveis muito utilizadas desde os agora comuns equipamentos eletrónicos portáteis quer nos mais recentes automóveis eléctricos.

Quais as vantagens destas baterias em relação às de hidreto metálico de níquel (ou NiMh)?

Que cuidados se deve  ter com uma bateria de iões de lítio? O que poderá acontecer  quando expostas por muito tempo ao sol ou quando comprimidas?

Acha que as pessoas de um modo geral estão cientes dos riscos que correm com os equipamentos actuais, como os smartphones?

Veja os links abaixo e deixe os seus comentários sobre este tema.

mitos-sobre-as-baterias clique aqui para abrir

Quem produz as baterias para os carros eléctricos?

https://www.apple.com/pt/batteries/why-lithium-ion/

 

https://pt.wikipedia.org/wiki/Bateria_de_i%C3%A3o_l%C3%ADtio

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CEAC Fórum Abril: Desafios profissionais e pessoais do Covid 19 – Clique aqui para aceder

CEAC Fórum Abril: Desafios Profissionais e Pessoais do Covid 19

CEAC Fórum: Este mês, seria inevitável falarmos desta pandemia que nos atormenta e transforma os dias, e veio transformar este ano de 2020 num ano estranho, atípico, que nos alterou as rotinas, que está a destruir famílias e que, infelizmente, tão depressa não nos deixará.

Vamos, então, comentar o CORONAVÌRUS!

Gostava muito de saber o que pensam sobre este assunto e quais as consequências diretas e indiretas que já existem e poderão existir para todos nós.

Sem dúvida que estamos perante uma calamidade de saúde pública (o mais importante), mas também outra calamidade do foro económico, e também esta irá demorar a passar. .

O que pensam?

Gostava que refletissem nos vários aspetos e que partilhassem as vossas experiências particulares, referindo de que modo tudo isto vos está a afetar (ou não) e às vossas famílias.

Acham que foram e estão a ser tomadas as medidas necessárias, do ponto de vista da contenção da propagação do vírus, que já se revelou bastante mortífero?

Qual a explicação para os nossos números (embora altos), mas substancialmente abaixo de outros países europeus, supostamente mais avançados e desenvolvidos do que nós?

Estamos preparados? Vamos estar? A situação vai melhorar ou acham que ainda vai piorar?

Estão a cumprir o isolamento social? Porquê?

Como se explica que todos os dias sejam detidas pessoas por incumprimento do confinamento?

Acham que a União Europeia está a fazer a sua parte? E as medidas de apoio do Governo? São suficientes para as empresas e famílias? O que podia ser melhorado?

Partilhem connosco as vossas opiniões sobre este assunto, de grandes implicações económicas e de saúde pública, a nível mundial!

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Manuel Bernardo

COVID-19. Teletrabalho: Que direitos e deveres?

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CEAC Fórum Abril: Desafios Profissionais e Pessoais do Covid 19

CEAC Fórum: Este mês, seria inevitável falarmos desta pandemia que nos atormenta e transforma os dias, e veio transformar este ano de 2020 num ano estranho, atípico, que nos alterou as rotinas, que está a destruir famílias e que, infelizmente, tão depressa não nos deixará.

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CEAC Fórum Março – Printoo a Electrónica flexível – Clique aqui para aceder

CEAC Fórum: Printoo a Electrónica flexível – Clique aqui para aceder

CEAC Fórum: Um projecto nacional pretende mudar a forma como as pessoas encaram os circuitos electrónicos, oferecendo uma solução modular de circuitos ultra finos e flexíveis e com potencialidade virtualmente ilimitada: o Printoo.

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Printoo é um projecto da Ynvisible (uma spin-off da nossa conhecida YDreams) que tem por base um sistema compatível com Arduino e que recorre a um microcontrolador Atmel ATmega328. Mas enquanto outros projectos nos oferecem placas de circuito impresso rígidas, o Printoo expande essa ideia com módulos flexíveis e de espessura reduzida que permite ampliar o seu leque de aplicações. Não faltam sequer baterias impressas, células fotovoltaicas flexíveis, módulos bluetooth, fitas e matrizes LED, ecrãs impressos, e até motores DC.
Como exemplos são apresentados coisas como um display LED que pode ser dobrado em redor de uma lata para nos avisar sempre que há golo da nossa equipa; um pequeno robot aquático inspirado no Ziphius e que pode ser comandado através de um smartphone; e… já deve chegar para mostrar que tipo de coisas poderão fazer com o Printoo (basicamente, tudo aquilo que imaginarem).

Considerando a notícia anterior podemos concluir que esta inovação traz-nos muitas vantagens em inúmeras aplicações. Indique e descreva algumas das possíveis aplicações indicando as suas vantagens. Qual ou quais equipamentos gostaria de ver a funcionar com esta tecnologia para o ajudar na sua vida pessoal e ou profissional?
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CEAC Fórum Março – Empregos Verdes – Clique aqui para abrir

CEAC Fórum  – O verde dá emprego

CEAC FÓRUM: Nos últimos anos, enquanto a crise deixava sem trabalho milhares de portugueses, o emprego ligado à sustentabilidade aumentou 7,3 por cento. Até 2030,  dever haver 70 mil novos postos de trabalho na área do ambiente.

Na União Europeia, o número sobe para os dois milhões de empregos. Já a Organização Internacional do Trabalho estima que, a nível mundial, haja mais mil milhões de empregos verdes daqui a 15 anos. A questão que se coloca é se temos profissionais para tanto.

Não estamos a falar só de engenheiros; o verde precisa de pessoas com as mais diversas qualificações. Quer saber quais são e quem já começou a trilhar esse caminho?

Estas são algumas das áreas profissionais associadas ao ambiente:

– advocacia ambiental
– marketing ambiental
– arquitectura ambiental (gestão de espaços verdes)
– engenharia civil ambiental
– saúde ambiental (epidemiologia)
– agricultura biológica (ou mais sustentável em termos económicos)
– cozinha/restauração (produtos macrobióticos, vegetarianos e “slow food”)
– comércio (produtos biológicos e macrobióticos, roupas e produtos ecológicos, lojas de comércio justo)
– forças de segurança (formação de sub-agrupamentos, como o Serviço de Protecção da Natureza e do Ambiente, da GNR)
– sistemas de informação e investigação (auditorias e diagnósticos ambientais, avaliação de impactos)
– ecoeficiência e ecodesign (promoção de produtos mais duráveis e recuperáveis, menor uso de substâncias perigosas e desaceleração do depauperamento dos recursos ambientais)
– planeamento energético e uso de energias renováveis
– gestão de áreas protegidas, recursos hídricos e zonas costeiras
– jardinagem e floricultura
– monitorização do ruído e isolamentos acústicos
– jornalismo (cobertura mais ampla e especialização na área do ambiente)
– psicossociologia do ambiente (avaliação das atitudes e condutas individuais e colectivas para a sensibilização e novas formas de acção)

 

O futuro está aqui. Encontramo-lo no turismo de natureza, um segmento em expansão e onde falta oferta de serviços; nas energias renováveis, que vão precisar de quase 50 mil pessoas nos próximos 15 anos; no novo caminho da construção, mais sustentável; na eficiência energética, com cada vez mais empresas preocupadas em reduzir custos.

São estas as áreas do verde destacadas por Matilde Moreira, consultora de recrutamento da Hays. “Espera-se, nos próximos anos, a criação de um número considerável de novos empregos verdes”, refere. Mais exatamente 70 mil, calcula o Governo, no Compromisso para o Crescimento Verde, onde coloca a meta de duplicar os postos de trabalho até 2030.

Na União Europeia, o número sobe para os dois milhões de empregos. Já a Organização Internacional do Trabalho estima que, a nível mundial, haja mais mil milhões de empregos verdes daqui a 15 anos. A questão que se coloca é se temos profissionais para tanto. “Se as faculdades nada fizerem para introduzirem de forma séria os temas da economia verde nos cursos de gestão, economia e finanças, iremos ser obrigados a, daqui a uns cinco anos, importar pessoas, ou pior ainda, nem sequer seremos capazes de criar esse mercado, e as empresas que surgirão serão maioritariamente estrangeiras”, alerta a economista Sofia Santos. O que seria trágico num País rico (sim, o nosso) em recursos naturais.

E na sua perspectiva? Que futuro está reservado para a Energia Verde e para os seus colaboradores? Como tal afectará a construção de infra-estruturas ou Edifícios?

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CEAC Fórum Março: Crime na Internet e risco automóvel – Clique aqui para aceder

CEAC Fórum: Crime na Internet e risco automóvel

CEAC Fórum: Nem sempre a forma como se utiliza a internet é a mais sensata e, mesmo sem saber, pode estar a cometer alguns crimes que, hoje em dia, já são considerados bastante comuns.

Quais são os “crimes” mais comuns que existem no mundo virtual?

CYBERBULLYING: Esta é uma das maiores formas de violência que tem aumentado nos últimos tempos, embora ainda existam pessoas que não a considerem um crime.

MÚSICAS E VÍDEOS: Nem todos os arquivos são ilegais, mas se partilhar músicas, vídeos ou até mesmo softwares, pode estar a cometer pirataria e também violação de direitos de autor.

IDENTIDADE FALSA: Este crime é um dos mais frequentes que existe na internet, pois ao criar um nome e perfil falsos, está a usar a identidade de outra pessoa para o seu proveito.

SITES DE FILMES OU TELEVISÃO: A maioria dos sites onde costuma ver filmes ou televisão são grátis e por isso são ilegais. Assim, se pretender ver um filme ou televisão opte pelos sites pagos para garantir que não comete nenhum crime sem saber.

YOUTUBE: O Youtube é sem dúvida o site que deve ter mais visitas pois é normal que queira estar a par das mais recentes novidades no mundo da moda e não só. Por isso se alguma vez fizer a partilha de um vídeo deve ter em consideração se este é protegido ou não, pois se não o fizer pode estar a violar os direitos de autor que nele estão inseridos.

INTERNET: É normal que por vezes no trabalho acabe por dar uma vista de olhos nas redes sociais, mas sabia que isto pode levar a que seja despedido?! Apesar de não estar relacionado com um crime, o facto de utilizar a internet para uso pessoal no seu trabalho pode fazer com que seja despedido.

Todos estas acções mais ou menos inócuas podem contudo assumir altos riscos considerando, por exemplo os:

AUTOMÓVEIS CONECTADOS À INTERNET

Seja no entretenimento ou para ajudar os motoristas, esses sistemas prometem alterar radicalmente o cotidiano nas ruas e estradas, oferecendo mais conforto, segurança e, claro, comunicação.

Por definição, o carro conectado é aquele que de alguma forma se conecta a outros dispositivos, seja com a internet pela rede móvel ou a outros carros e antenas

Basicamente, existem duas grandes categorias: o infotainment (informação e entretenimento) e os sistemas de segurança e condução assistida.

 

Neste texto juntámos alguns dos “crimes” mais comuns na internet; entre os enunciados queremos que nos conte:

  • De que modo uma utilização indevida da internet pode condicionar a sua vida pessoal ou na empresa?
  • Concretamente na indústria automóvel que riscos considera que a pirataria informática pode constituir?
  • Que boas práticas o profissional da mecânica deve adoptar no sentido de salvaguardar a integridade dos dados dos clientes bem como os sistemas dos automóveis no futuro?

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CEAC Fórum Fevereiro – Doenças Profissionais: Clique aqui para aceder

CEAC Fórum Fevereiro – Doenças Profissionais

Entende-se por doença profissional, todas as doenças que são contraídas pelos trabalhadores quando estão expostos a um ou mais fatores de risco presentes na sua atividade profissional, nas condições de trabalho e/ou nas técnicas utilizadas enquanto trabalha.

Neste sentido, o Decreto-Regulamentar n.º 76/2007, de 17 de julho, publica a “Lista das Doenças Profissionais” que integra 5 capítulos distintos: doenças provocadas por agentes químicos; doenças do aparelho respiratório; doenças cutâneas e outras; doenças provocadas por agentes físicos; doenças infeciosas e parasitárias.

  • Quais serão as doenças profissionais mais comuns no contexto da profissão para que agora se prepara?

  • De que maneira elas poderão ser evitadas/minimizadas?

Consulte também a informação oficial aqui http://www.seg-social.pt/documents/10152/156134/lista_doencas_profissionais

Carregue aqui

 

 


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