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Fórum Outubro 2017: Qual o seu primeiro computador? Clique aqui para aceder

Primeiro computador pessoal foi lançado há 35 anos

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No dia 12 de agosto de 1981 a IBM começou a comercializar o  IBM PC 5150, um computador cuja arquitetura esteve na base de todos os actuais computadores pessoais.

No dia de aniversário do IBM PC 5150, o ‘PCWorld’ frisa que, apesar de atualmente serem os smartphones a dominar o modo como comunicamos uns com os outros, sem computadores a realidade que hoje vivemos não existiria.

Recorde-se que o PC, como é conhecido o computador pessoal, esteve na origem de uma revolução na forma de vermos o Mundo.

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Considerando a notícia anterior queremos que a comente; acha que os computadores pessoais (PC’s) iram desaparecer do mercado nos próximos anos, sendo substituídos por tablets ou smartphones?  Como imagina o futuro dos computadores? Pesquise também qual o primeiro computador da história.

Bom trabalho!

 

Fórum Setembro 2017 – Drones na Inspeção de Infraestruturas- Clique aqui para aceder

Drones na Construção Civil e Inspeção de Infraestruturas

O recurso a drones na construção e gestão de activos de infraestrutura para recolha de vídeos e imagens aéreas para obtenção de dados para suas decisões estratégicas é já uma realidade.

Ao contrário do que já acontece há algum tempo na Agricultura de Precisão, onde as aeronaves tripuladas e orientadas por satélite já são realidade e estão facilmente disponíveis aos produtores. Na construção  civil e nas inspeções profissionais historicamente haviam poucas opções.

Até recentemente o processo de planeamento de construção e documentação era 100% manual. Contratar helicópteros ou aviões para tirar imagens aéreas era demasiado caro ou logisticamente inviável devido às restrições de espaço aéreo. Então chegaram os pequenos drones, ou multirrotores particulares, que apareceram aos montes e quando bem operados e devidamente legalizados podem voar com segurança em altitudes mais baixas e bem mais próximos dos objetos, bem diferente de antigamente.

No mundo da inspeção os drones proporcionam um custo muito mais baixo para o serviço. A grande vantagem é que o trabalho é realizado com 100% de segurança, evitando o uso de profissionais qualificados em rapel, utilizando cordas, escadas, andaimes.

Uma inspeção tradicional (com cordas) para aceder a um parque eólico pode envolver dois ou três trabalhadores, que precisam de pelo menos metade de um dia para começar o trabalho e conseguir produzir uma série de fotos para um relatório que deve ser feita a cada 12 ou 18 meses. Já com os drones é bem diferente.

Existem muitos outros exemplos dos benefícios que os drones podem oferecer comparados às abordagens tradicionais; uma inspeção padrão de uma ponte custa leva de oito a dez horas, utiliza uma equipe de quatro pessoas e equipamentos pesados. A mesma inspeção com um drone precisa de apenas duas pessoas e é realizada em apenas duas horas a um custo significativamente mais baixo.

 

Considerando a notícia apresentada, gostaríamos de saber que no seu contexto pessoal ou profissional já observou um Drone em acção? Que inconvenientes ou ameaças encontra para a utilização destes equipamentos?

Fórum Setembro 2017: Inteligência artificial; Acidente fatal? Clique aqui para aceder

Inteligência artificial; Acidente fatal?

Sistema de identificação de obstáculos do Tesla Model S não distinguiu um camião branco de um céu brilhante. A colisão matou o condutor do veículo eléctrico.

Era um acidente à espera de acontecer – a indústria automóvel, a imprensa e o público apenas se questionavam sobre o ‘quando’. Foi a 7 de Maio, no estado norte-americano da Florida, que uma colisão envolvendo um carro autónomo (ou seja, que se conduz sozinho) resultou pela primeira vez numa morte. A vítima foi Joshua Brown, de 40 anos, o proprietário de um Tesla Model S que confiou ao automóvel a condução durante uma viagem. Agora, na quinta-feira, as autoridades norte-americanas anunciaram a abertura de uma investigação formal ao caso.

A notícia do acidente arrisca abalar a confiança dos consumidores na tecnologia de condução autónoma e penalizou já as acções da norte-americana Tesla, a mais entusiástica promotora deste sistema, que chegou a registar uma desvalorização de 3% no Nasdaq antes de inverter a tendência de queda. Outros gigantes tecnológicos ou da indústria automóvel, como a Google ou a General Motors, estão a investir na condução autónoma e o ano de 2020 tem sido apontado como data provável para o início da massificação da tecnologia.

A colisão que vem agora pôr em dúvida a percepção de que um computador guia de forma mais segura do que um ser humano aconteceu num cruzamento em Williston, perto de Orlando. O Tesla não activou o sistema automático de travagem e embateu num camião. De acordo com a fabricante do automóvel, o software do veículo falhou o reconhecimento do obstáculo ao não ter conseguido distinguir entre a cor branca do atrelado e um céu particularmente brilhante no momento do acidente.

Brown, que teve morte imediata, era um entusiasta da inovação no campo automóvel, tendo publicado ao longo dos últimos meses vários vídeos a elogiar o sistema de condução automática do seu veículo eléctrico. No vídeo mais recente, datado de Abril, o veterano da marinha norte-americana mostrava precisamente como o seu Tesla tinha evitado uma colisão potencialmente fatal numa auto-estrada ao identificar uma manobra perigosa de um camião.

“O Tessy (nome que Brown deu ao seu Tesla) portou-se muito bem. Tenho feito muitos testes com os sensores do carro e com as capacidades dosoftware. O carro sempre me impressionou, mas ainda não tinha testado o sistema contra colisões laterais”, escrevia o proprietário do automóvel posteriormente envolvido no acidente fatal na Florida.

Num comunicado oficial, a Tesla lamentou a morte de Brown, mas defendeu a tecnologia, sublinhando que este foi o primeiro acidente fatal em mais de 200 milhões de quilómetros feitos por carros em piloto automático, e que o valor relativo a automóveis convencionais é duas vezes mais grave.

A capacidade opcional de condução automática está disponível no Tesla Model S desde 2014, mas existe ainda um vazio legal sobre esta tecnologia naquele que é o maior mercado automóvel mundial – os Estados Unidos. A investigação da Administração Nacional para a Segurança do Tráfego em Auto-Estradas (NHTSA, na sigla inglesa) surge a poucas semanas da aguardada publicação por aquela agência de um conjunto de recomendações para o ensaio de automóveis em piloto automático em vias públicas. As conclusões do inquérito podem ainda ter um impacto importante num debate que se encontra no início no que ao campo legislativo diz respeito, mas que já se desenrola há vários anos no meio académico.


  1. Considerando a notícia anterior e tendo em conta que a falha detectada será prontamente resolvida, gostaríamos de saber, se ainda assim, se sentiria confortável ao volante de um veículo com automatismos semelhantes?
  2. Puxando um pouco pela imaginação, como pensa que poderíamos tornar estes veículos mais seguros?
  3. Como imagina a inteligência artificial na condução de veículos dentro de 15 anos?

Cotação: 20% da média da Unidade em estudo

Aguardo as vossas participações com expectativa, o vosso contributo é muito importante para o sucesso deste fórum!

Manuel Bernardo

Fórum Setembro 2017: Inteligência artificial; Acidente fatal?

 

 Inteligência artificial; Acidente fatal?

Sistema de identificação de obstáculos do Tesla Model S não distinguiu um camião branco de um céu brilhante. A colisão matou o condutor do veículo eléctrico.

Era um acidente à espera de acontecer – a indústria automóvel, a imprensa e o público apenas se questionavam sobre o ‘quando’. Foi a 7 de Maio, no estado norte-americano da Florida, que uma colisão envolvendo um carro autónomo (ou seja, que se conduz sozinho) resultou pela primeira vez numa morte. A vítima foi Joshua Brown, de 40 anos, o proprietário de um Tesla Model S que confiou ao automóvel a condução durante uma viagem. Agora, na quinta-feira, as autoridades norte-americanas anunciaram a abertura de uma investigação formal ao caso.

A notícia do acidente arrisca abalar a confiança dos consumidores na tecnologia de condução autónoma e penalizou já as acções da norte-americana Tesla, a mais entusiástica promotora deste sistema, que chegou a registar uma desvalorização de 3% no Nasdaq antes de inverter a tendência de queda. Outros gigantes tecnológicos ou da indústria automóvel, como a Google ou a General Motors, estão a investir na condução autónoma e o ano de 2020 tem sido apontado como data provável para o início da massificação da tecnologia.

A colisão que vem agora pôr em dúvida a percepção de que um computador guia de forma mais segura do que um ser humano aconteceu num cruzamento em Williston, perto de Orlando. O Tesla não activou o sistema automático de travagem e embateu num camião. De acordo com a fabricante do automóvel, o software do veículo falhou o reconhecimento do obstáculo ao não ter conseguido distinguir entre a cor branca do atrelado e um céu particularmente brilhante no momento do acidente.

Brown, que teve morte imediata, era um entusiasta da inovação no campo automóvel, tendo publicado ao longo dos últimos meses vários vídeos a elogiar o sistema de condução automática do seu veículo eléctrico. No vídeo mais recente, datado de Abril, o veterano da marinha norte-americana mostrava precisamente como o seu Tesla tinha evitado uma colisão potencialmente fatal numa auto-estrada ao identificar uma manobra perigosa de um camião.

“O Tessy (nome que Brown deu ao seu Tesla) portou-se muito bem. Tenho feito muitos testes com os sensores do carro e com as capacidades dosoftware. O carro sempre me impressionou, mas ainda não tinha testado o sistema contra colisões laterais”, escrevia o proprietário do automóvel posteriormente envolvido no acidente fatal na Florida.

Num comunicado oficial, a Tesla lamentou a morte de Brown, mas defendeu a tecnologia, sublinhando que este foi o primeiro acidente fatal em mais de 200 milhões de quilómetros feitos por carros em piloto automático, e que o valor relativo a automóveis convencionais é duas vezes mais grave.

A capacidade opcional de condução automática está disponível no Tesla Model S desde 2014, mas existe ainda um vazio legal sobre esta tecnologia naquele que é o maior mercado automóvel mundial – os Estados Unidos. A investigação da Administração Nacional para a Segurança do Tráfego em Auto-Estradas (NHTSA, na sigla inglesa) surge a poucas semanas da aguardada publicação por aquela agência de um conjunto de recomendações para o ensaio de automóveis em piloto automático em vias públicas. As conclusões do inquérito podem ainda ter um impacto importante num debate que se encontra no início no que ao campo legislativo diz respeito, mas que já se desenrola há vários anos no meio académico.


  1. Considerando a notícia anterior e tendo em conta que a falha detectada será prontamente resolvida, gostaríamos de saber, se ainda assim, se sentiria confortável ao volante de um veículo com automatismos semelhantes?
  2. Puxando um pouco pela imaginação, como pensa que poderíamos tornar estes veículos mais seguros?
  3. Como imagina a inteligência artificial na condução de veículos dentro de 15 anos?

Cotação: 20% da média da Unidade em estudo

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Manuel Bernardo

Fórum Setembro 2017 T-Roc; novo modelo da VW: Clique aqui para aceder

O novo T-Roc da Volkswagen, made in Portugal

O Volkswagen T-Roc é a continuação da aposta da marca germânica no segmento SUV, agora em termos de compactos, apostando num visual semelhante ao do futuro Polo, estando a sua produção afecta à fábrica da Autoeuropa, em Palmela. Assim se percebe que este é um modelo também com muita relevância para o nosso país.

Concebido sobre a plataforma mais usada da Volkswagen, que serve para praticamente tudo, do Golf ao Passat, passando pelo Tiguan – entre outros modelos das restantes marcas do grupo –, o T-Roc é exactamente o que se esperava. Um veículo com as dimensões próxima do Audi Q2, ou seja ligeiramente mais pequeno do que o Tiguan, mas muito mais feliz sob o ponto de vista estético. Estreia a nova face do construtor, com uma grelha mais rasgada, grupos ópticos mais finos e a assinatura luminosa em LED, proporcionada pelas Daytime Running Lights, a abandonar os faróis e a descer para envolver as entradas de ar na frente do pára-choques.

SUV “português” já mexe. Eis o Volkswagen T-Roc, fabricado na Autoeuropa

Novo modelo da VW vale 24% das exportações da Autoeuropa este ano

O T-Roc promete dar um novo fôlego à fábrica de Setúbal e às exportações nacionais, principalmente em 2018, mas produção aos sábados está a provocar conflito laboral e conta já com uma greve, com contornos inéditos na Autoeuropa.

Os trabalhadores da Autoeuropa cumpriram um dia de greve contra os novos horários de três turnos e trabalho aos sábados.

 

As compensações financeiras prometidas pela administração da Autoeuropa, um adicional de 175 euros por mês e mais um dia de férias para além das regalias previstas na legislação para o trabalho por turnos, não foram suficientes para demover os trabalhadores da Autoeuropa, que não aceitam a obrigatoriedade do trabalho ao sábado.

Manipulação Sindical?

O antigo líder da Comissão de Trabalhadores (CT) da Autoeuropa, António Chora, mostra-se “espantado” com a greve de 24 horas — a primeira paralisação na história da empresa — agendada para esta quarta-feira pelos trabalhadores da fábrica de Palmela. Numa entrevista ao Jornal de Negócios, António Chora lamenta que a Comissão de Trabalhadores esteja a ser tomada pelo SITE Sul, um sindicato afeto à CGTP, que chegou à empresa pela mão de “quatro ou cinco populistas”.

 

Greve na Autoeuropa. António Chora lamenta “populismos” na Comissão de Trabalhadores

 


A produção do novo modelo acaba de se iniciar em Portugal mas é agora assombrada com divergências entre a administração da empresa e a comissão de trabalhadores; os trabalhadores recusam as condições de trabalho aos sábados e a administração questiona os aumentos dos custos de produção.

Sabendo que o impacto da permanência da Autoeuropa em Portugal representa cerca de 1% do Produto Interno Bruto Português, acha que este impasse é benéfico, que soluções se poderiam propor? E quando ao trabalho aos sábados, qual a sua posição, acha-o mesmo necessário no ramo automóvel?

 

Para participar basta clicar em INSERIR COMENTÁRIO, não esquecendo de indicar o seu nome e turma para que o seu contributo seja avaliado. Os vossos comentários serão primeiro sujeitos à aprovação do professor pelo que podem não ficar imediatamente disponíveis.

Cotação: 20% da média da Unidade em estudo.

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Manuel Bernardo

Veja mais aqui:

Leia mais aqui:

https://www.publico.pt/2017/09/05/politica/noticia/a-greve-na-autoeuropa-e-assim-tao-chocante-1784306

https://www.publico.pt/2017/08/27/economia/noticia/novo-modelo-da-vw-vale-24-das-exportacoes-da-autoeuropa-este-ano-1783482

 

Fórum Agosto 2017 – Domótica por voz – Clique aqui para aceder

Xiaomi lança Mi AI Speaker para combater Echo e Google Home

A ofensiva pelo controlo das casas vai-se intensificando, e agora é a Xiaomi a lançar a sua coluna com assistente inteligente, a Mi Air Speaker, para fazer frente a propostas como o Amazon Echo, Google Home, e o HomePod da Apple.

Os utilizadores podem usar o aparelho para dar comandos de voz e controlar toda uma panóplia de dispositivos inteligentes – aqui com o factor positivo de, ao contrário dos seus concorrentes, a Xiomi também fabricar e vender todo um conjunto de módulos para casas inteligentes, como tomadas, lâmpadas, sensores, e muito mais – para além de outros produtos de parceiros que se vão juntado à sua plataforma.

Outra grande vantagem destes Mi AI Speaker é o preço que, na boa tradição da Xiaomi, arrasa a concorrência, pois na China esta “coluna inteligente” custará apenas 38 euros; com os primeiros compradores a poderem até apanhá-lo por menos de 1 euro, servindo o papel de beta testers que ajudarão a afinar o sistema de inteligência artificial.


Os novos Assistentes domésticos de Inteligência artificial de controlo por voz começam a dar largos passos na utilização doméstica; respondem-nos a perguntas, esclarecem dúvidas e controlam aparelhos e electrodomésticos e, brevemente, estarão interligados e controlarão os sistemas de domótica nas casas; das janelas, às luzes e aos alarmes.

  1. Estando estes sistemas baseados na internet, como encara este desenvolvimento tecnológico
  2. Assinale as vantagens e desvantagens relativamente aos sistemas de domótica convencionais.

Cotação: 20% da média da Unidade em estudo.11

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Manuel Bernardo

Abaixo deixamos algumas das já possíveis utilizações para estes aparelhos; embora estejam em chinês, as imagens falam por si!

 

Fórum Agosto 2017 – Pirataria Informática em Portugal : Clique aqui para aceder

Estudo diz que Memorando de Entendimento Antipirataria em Portugal é exemplo de referência mundial

Nos últimos anos, o bloqueio de sites que disponibilizam conteúdo ilegal (como cópias de filmes e livros publicados, gratuitamente, sem autorização do autor) tem-se tornado numa prática reconhecida em diferentes países. Em Portugal, o acordo levou a que fossem bloqueados 65 endereços online pelos fornecedores de serviços de internet (ISP, na sigla inglesa) depois de serem avaliados pela IGAC (Inspecção Geral das Actividades Culturais).

Segundo o INCOPRO, o grupo de especialistas na protecção de conteúdos online responsável pelo estudo português, este bloqueio levou a uma diminuição de 56,6% de acessos a estes sites específicos a partir de Portugal. Porém, segundo o documento o acesso a estes mesmos sites “aumentaram 3,9% globalmente”, demonstrando que o sistema de bloqueio implementado em Portugal está a funcionar.
fonte: abertoatedemadrugada e publico.pt


Este mês queremos saber qual a sua opinião relativamente ao acesso a conteúdos (sem os pagar) na internet:

  1. Em que medida considera que a decisão anterior é importante para salvaguardar o usufruto indevido de conteúdos protegidos por direitos de autor? Acha que continua a ser fácil o acesso a conteúdos que deveriam ser pagos?
  2. Considera os dowloads ilegais prejudiciais e injustos para os artistas e produtoras ou acredita que estes são uma forma de democratizar o acesso às artes e ao entretenimento?

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Manuel Bernardo

Fórum Agosto 2017 – Sistemas de Segurança: Clique aqui para aceder

Cinto de segurança de três pontos celebra 55 anos

Além de celebrar em 2017 o seu 90º aniversário, a Volvo assinala ainda outra importante efeméride relacionada com um dos seus valores de sempre: a segurança.

Em Julho de 1962, o engenheiro sueco Nils Bohlin recebeu do United States Patent Office (o departamento de patentes dos EUA) a patente nº 3043625 pelo design do seu cinto de segurança de 3 pontos, hoje considerado como o mais relevante sistema de proteção da indústria automóvel.

A aprovação desta patente surgiu precisamente 3 anos após a sua introdução, depois de, em 1959, a Volvo se ter tornado no primeiro construtor do mundo a colocar, de série, o cinto de segurança de 3 pontos nos seus automóveis (Amazon e PV544). Nessa mesma altura, Nils Bohlin solicitou a atribuição da patente.

O design desta inovação tinha tanto de simples como de eficiente: A combinação de um cinto diagonal e de outro horizontal, que formavam um “V” e que estavam presos a um ponto de fixação baixo, colocado de forma lateral ao assento, capaz de assegurar que os cintos se mantinham na sua posição mesmo após um acidente.

 

Alguns anos mais tarde, a Volvo demonstrou todo o seu compromisso com a segurança automóvel e viria a oferecer esta patente a todos os construtores para que estes a pudessem utilizar nos seus automóveis. Isto significa que todos os condutores podem beneficiar de um pouco da tecnologia de segurança da Volvo, independentemente da marca que estejam a conduzir. O princípio que os fundadores Assar Gabrielsson e Gustav Larson sempre defenderam, como exemplifica a citação seguinte:

“Os automóveis são conduzidos por pessoas. Por isso, tudo o que fizermos na Volvo deve contribuir, antes de mais, para a sua segurança.”

fonte: motor24.pt

Desde o cinto de 3 pontos muita coisa evoluiu na segurança passiva e activa; Airbaig, ESP, ABS, EDS, MSR são já termos de segurança relativamente comuns  para cada profissional do ramo automóvel. Ainda assim existem outros sistemas apenas comercializados em carros de topo de gama que tardam a ser alargados à generalidade dos veículos, seja por razões de patente ou por estratégias de marketing e vendas.

1. Este mês queremos que investigue e identifique outros sistemas que considere essenciais para melhorar a segurança automóvel.

2. Acha que os mesmos já teriam ajudado a evitar sinistros que tenha presenciado? Justifique.

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Veja mais aqui:

http://www.e-konomista.pt/artigo/sistemas-de-seguranca-para-carros/

http://www.e-konomista.pt/artigo/carros-mais-seguros/

Fórum Julho 2017 – (des)Incentivos Carros Eléctricos: Clique aqui para aceder

O início do pagamento nos postos de carregamento rápido de viaturas elétricas inicia-se em 31 de julho, segundo informação enviada aos utilizadores pela gestora da rede de mobilidade (MOBI.E), que divulgará as tarifas a partir de dia 17.

“No dia 31 de julho de 2017 a Rede de Mobilidade Elétrica entra numa nova fase, com o início do pagamento nos Postos de Carregamento Rápido (PCR)”, lê-se na informação, que acrescenta que a partir do dia 17 de julho será “disponibilizada a informação sobre as tarifas de operação” dos PCR.

Também a partir do próximo dia 17 serão conhecidas as propostas dos comercializadores, no ‘site’ da MOBI.E, para que os utilizadores solicitem a adesão ao serviço que pretendem.

Para efetuar carregamentos nos PCR, os utilizadores dos veículos devem ter um acordo comercial com um operador detentor de registo de Comercialização de Eletricidade para a Mobilidade Elétrica (CEME), o que “lhes permitirá continuar a carregar os seus veículos em qualquer posto de carregamento de acesso público, independentemente do Operador do Posto de Carregamento (OPC)”.

A MOBI.E garantiu que com esta alteração criam-se “condições para a melhoria da qualidade do serviço prestado aos utilizadores e expansão da rede de carregamento”.

“Esta alteração decorre em paralelo à atualização tecnológica dos postos de carregamento normal que se encontra em curso, com o aumento da potência dos 100 postos de carregamento mais utilizados, que se iniciará em agosto, e com a expansão da rede a todos os concelhos de Portugal Continental, que se iniciará após o verão”, conclui a informação.


Da diminuição aos incentivos fiscais ao final das “borlas” no abastecimento de veículos eléctricos cada vez são menos os incentivos directos à compra dos automóveis eléctricos. Contudo, e ainda assim, o preço por quilómetro é muito mais baixo que o km a gasóleo GPL ou Gasolina.

No seu caso particular, para a gama de carro que possui (ou  de um seu familiar) queremos que faça um estudo:

Em quanto tempo conseguiria recuperar o investimento num automóvel eléctrico?

Considere o seguinte nos seus cálculos:

A. Carro actual

  1. Total de quilómetros por ano
  2. Preço actual do combustível que utiliza
  3. Custo anual em combustível

B. Carro eléctrico

  1. Investimento inicial (escolha um carro eléctrico entre os vários disponíveis no mercado)
  2. Total de quilómetros por ano
  3. Custo anual em combustível (c0nsidere um custo de 3 € para cada 200km)

Para terminar os cálculos veja a poupança no gasto em combustível por ano faça (A3 – B3) depois divida o valor do custo do carro (B1) pela poupança em combustível e veja em quantos anos recuperaria o investimento.

Acha que compensa? Isto bastaria para mudar de carro? Que outros custos deveríamos contemplar neste cálculo?


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Manuel Bernardo

 

Veja mais aqui:

https://energia.edp.pt/particulares/servicos/mobilidade-eletrica/

https://pplware.sapo.pt/informacao/custara-ate-3-euros-carregar-rapido-carro-electrico-nas-cidades/

Vantagens e desvantagens do Carro Eléctrico VS Gasolina

 

Carros elétricos: O que deve saber antes de comprar?

 

Carros Elétricos

 

Fórum Julho 2017 – Baterias na Tecnologia: Clique aqui para aceder

Tesla vai construir a maior bateria do mundo

A Tesla vai construir a maior bateria do mundo. Vai ser construída na Austrália e vai servir toda a população de um estado que tem quase um milhão de quilómetros quadrados (Portugal tem 92 mil). Esta bateria é baseada na tecnologia que a empresa de Elon Musk tem usado nas suas Powerwalls, garantindo o funcionamento normal dos aparelhos elétricos domésticos em caso de quebra de energia por parte do fornecedor.

 O estado australiano da Austrália do Sul foi alvo de uma série de tempestades o ano passado, que deixaram os quase 1,7 milhões de habitantes desta região sem eletricidade durante vários dias, em três ocasiões, nos últimos 10 meses. A mais recente foi uma onde de calor, que forçou o governo estatal a criar uma medida de preservação de energia para a população. Embora esteja concentrada em redor da capital Adelaide, muitas pessoas vivem isoladas em quintas.

A resposta foi dada pela Tesla, que ganhou o concurso público para o fornecimento de energia. A resposta é uma Powerpack gigante, que vai ser a maior bateria de iões de lítio do mundo. Vai ter uma capacidade de 100 MW e gerar um máximo de 129 MWh, suficiente para fornecer energia a 30 mil casas, a partir de fontes renováveis, em caso de emergência. A bateria vai ser construída na cidade de Jamestown, a norte de Adelaide, mais próxima das regiões rurais. A Powerpack vai ficar pronta em dezembro, de acordo com a promessa de Elon Musk.


Este mês e a propósito da notícia anterior gostaríamos de abordar o tema das baterias; desde a invenção no século 19 as baterias sofreram uma evolução significativa quer a nível de duração quer a nível de formato. Neste momento Elon Munk, o CEO da Tesla além de nos preparar as viagens comerciais para Marte (clique aqui para ver) prepara-se para construir o maior armazém energético das energias de fontes de energias renováveis.

 


Como mudaria as nossas vidas se esta invenção não fosse tão apurada? Na sua vida pessoal e profissional, quantos aparelhos utilizam uma bateria? Faça um levantamento (o mais certo possível e indique todos os aparelhos que o têm).

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Manuel Bernardo

 

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