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CEAC FORUM de AGOSTO 2018 – SEGURANÇA NO EMAIL – Clique aqui para aceder

CEAC FÓRUM AGOSTO 2018 – SEGURANÇA NO EMAIL


Vai de férias?
Então mantenha o seu email sempre seguro com alguns truques fáceis


A possibilidade de as pessoas resolverem situações de trabalho em período de férias, verificando e respondendo a mensagens enviadas por e-mail poderão estar sujeitas a contrair malware e outros problemas relacionados com a utilização de ligações à internet públicas ou não seguras. Desta forma, a Cisco deixa alguns conselhos que deve ter em conta durante as suas férias de verão para que mantenha a sua conta segura.

Em primeiro lugar nunca deverá confiar em redes Wi-Fi públicas, porque poderá indiretamente ser infetado por outro dispositivo igualmente ligado ao sistema, e depois contaminar a sua própria rede de trabalho. Desta forma, caso necessite enviar um e-mail de trabalho certifique-se de que utiliza uma ligação VPN ou mesmo os seus dados móveis.

A VPN (rede privada virtual) permite ao computador agir tal como se estivesse ligado na empresa. Para obter uma VPN terá de contactar o administrador de redes da empresa para fazer uma configuração prévia. Em alternativa pode utilizar uma SIG (Secure Internet Gateway) para proteger os dispositivos em qualquer lugar sem a necessidade da VPN.

Obviamente que a dica mais “antiga” do mundo informático é fazer uma cópia de segurança dos seus dados. Verifique que as informações que necessita para trabalhar estão guardadas em lugar seguro, de preferência num local de armazenamento corporativo. Se for um colaborador externo ou trabalhador independente deverá manter uma cópia dos dados num disco externo que fique em casa.

A Cisco refere ainda que embora as páginas assinaladas com HTTP (e um ícone de cadeado) ofereçam conteúdos encriptados, estes nem sempre são seguros. Estes melhoram a privacidade, mas os cibercriminosos poderão utilizar o protocolo para ocultar malware. Sempre que possível, utilize páginas que conheça como seguras.

Outro problema recorrente é procurar um computador ou outro dispositivo público, em cibercafés ou serviços de internet, para trabalhar ou enviar e-mails. Mais uma vez nunca o deverá fazer. Evite igualmente utilizar contas que não sejam corporativas, pois o e-mail pode ser uma porta de entrada para um ataque cibernético. Existem diversas ferramentas de comunicação com colegas de trabalho que utilizam encriptações de proteção.

Por fim, uma medida que parece de senso comum, mas que nunca deve ser esquecida é não enviar dados confidenciais a ninguém. Caso receba uma mensagem de uma entidade que não esteja confortável com a sua legitimidade, nunca compartilhe os dados.

Para além dos conselhos aos colaboradores e empregados, a Cisco deixa ainda algumas dicas para as empresas. Estas devem instalar sistemas como o Secure Internet Gateway que protege a rede contra dispositivos que não liguem através de uma VPN. As ferramentas de gestão de identidades ou proteção de terminais podem ser utilizados para controlar quem, quando e onde se ligam os utilizadores. Estes devem estar configurados para bloquear automaticamente software malicioso.

No seu âmbito profissional, como funcionam a segurança relativamente a este tema?
Quando vai de férias, vai mesmo de férias e desliga ou a sempre uma parte em alerta profissional?
Se tiver sempre uma parte em alerta profissional, porque será? Será mesmo necessário? Como poderiam ser organizados as coisas para que não acontece?

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Para participar neste Fórum CEAC basta clicar em INSERIR COMENTÁRIO, não esquecendo de indicar o seu nome e turma para que o seu contributo seja bonificado.

Os vossos comentários serão primeiro sujeitos à aprovação do professor pelo que podem não ficar imediatamente disponíveis.

Esta atividade de Fórum permite debater e abordar novas ideias, visa o desenvolvimento e a discussão de temas atuais, no âmbito da formação. Aguardo as vossas participações com expectativa, o vosso contributo é muito importante para o sucesso deste fórum!

Sylvie Moreira
Tutora Apoio Pedagógico

 

CEAC FORUM de AGOSTO 2018 – Un « malus » pour lutter contre les maladies professionnelles (Cliquer ici pour rentrer dans le Forum)

CEAC FORUM – Un «malus» pour lutter contre les maladies professionnelles

CEAC FORUM – Les conclusions de la commission d’enquête sont rendues publiques mercredi. Le thème de la santé au travail figure à l’agenda social qu’Emmanuel Macron veut traiter à partir de la rentrée.

Pour réduire les maladies causées par le travail, il faut frapper au portefeuille des chefs d’entreprise en leur appliquant un « malus » s’ils restent passifs face au problème. C’est l’une des préconisations les plus marquantes de la commission d’enquête pilotée par le député (LRM) Julien Borowczyk et son collègue communiste Pierre Dharréville – le premier en tant que président, le second rapporteur. Rendues publiques mercredi 25 juillet, leurs conclusions sont centrées sur les « pathologies professionnelles dans l’industrie » et sur les « moyens à déployer pour leur élimination ». De ce « panorama » ressort la conviction que « le nombre de victimes » peut être diminué, à condition de provoquer « une prise de conscience massive » et de faire émerger « une culture de la prévention ».

Les maladies professionnelles s’avèrent tenaces dans le secteur industriel. Premier point à avoir en tête : les ouvriers sont davantage concernés « que les autres salariés » par des « contraintes physiques intenses » (activité en position debout, manutention manuelle de charges, gestes répétitifs…). Les statistiques de l’Assurance-maladie montrent également que, parmi les cancers ayant pu être associés à un domaine d’activité, près d’un quart « sont rattachables » à la métallurgie, sur la période 2011-2015. Une « spécificité » liée au fait que la part des « travailleurs de l’industrie » en contact avec « au moins un produit chimique cancérogène » est plus élevée que la moyenne : 18 % pour les premiers contre 10 % pour l’ensemble des salariés, en 2010 – le pourcentage atteignant un peu plus de 31 % dans la mécanique et le travail des métaux.

Même chose, s’agissant de l’exposition « longue ou importante à au moins un risque chimique » : la moitié des ouvriers qualifiés des secteurs du métal, du bois et de l’ameublement sont dans cette situation (contre 8 %, si on raisonne sur tous les salariés). Enfin, d’autres problématiques émergent, avec la diffusion « d’agents nouveaux » comme les nanomatériaux ou les perturbateurs endocriniens.

Dès la fin du XIXe siècle, des lois ont été adoptées pour combattre le phénomène. Elles ont débouché sur la mise en place d’un système d’indemnisation dont l’objectif est double : réparer les préjudices et inciter les employeurs à agir avant que le mal soit fait. Ainsi, le travailleur peut être dédommagé sans avoir à prouver le lien entre son problème de santé et l’activité qu’il occupe, dès l’instant où la maladie « entre dans les critères définis par des tableaux ». Un dispositif complémentaire a été créé afin d’assurer la prise en charge des affections non inscrites dans ces tableaux.

Mais cet édifice demeure imparfait, les maladies professionnelles étant sous-évaluées. De très nombreux facteurs jouent : « pressions » de la hiérarchie sur les salariés « pour qu’ils ne procèdent pas aux déclarations », méconnaissance des droits, procédures longues et complexes, non-respect des obligations de prévention dans certaines sociétés, etc. S’y ajoutent les faiblesses du monde la santé, pris dans la globalité : les médecins généralistes sont très peu formés à ces sujets, tandis que la médecine du travail, elle, est en crise, avec un « manque d’effectifs » criant.

  1. Dharréville formule quarante-trois recommandations très concrètes qui visent à renouvelerla politique de prévention des risques professionnels dans l’industrie. Leur but est d’améliorer « la traçabilité des expositions », par le biais – entre autres – d’un « dossier médical personnel de santé au travail » qui suivrait le salarié tout au long de sa carrière. Les entreprises qui recourent à des sous-traitants et à des intérimaires auraient des devoirs accrus à l’égard de cette main-d’œuvre ponctuelle. Et sitôt qu’une maladie professionnelle serait reconnue, le patron aurait l’obligation de prendre des mesures sur « le poste de travail en cause ». Autant de propositions susceptibles de retenir l’attention de l’exécutif, le thème de la santé au travail figurant dans l’agenda social qu’Emmanuel Macron veut traiter à partir de la rentrée.

LE MONDE | 25.07.2018 à 13h00 |Par Bertrand Bissuel

Pour ce forum CEAC du mois d’Août, je vous demande un résumé de ce que vous avez compris de cet article et que vous nous disez ce que vous pensez de ces mesures.

Merci de votre collaboration pour ce forum.

Sylvie Moreira
Professora de Francês

Fórum CEAC Agosto: Berufe und Karriere – Clique aqui para aceder

CEAC FÓRUM – Berufe und Karriere

CEAC FÓRUM – Welche Berufe hörst du in diesem Video? Schreibe Sie bitte auf!

Welchen Beruf findest du am interessantesten? Und was bist du von Beruf?

 

Quais as profissões que ouves neste vídeo? Consegues escrever algumas?

Qual a profissão que achas mais interessante? E qual a tua profissão?

 

Vielen Dank und viel Spass!

CEAC FORUM JUILLET 2018 – Origine des Réseaux Sociaux et de l’e-réputation (Cliquer ici pour rentrer dans le Forum)

CEAC FÓRUM – Origine des Réseaux Sociaux et de l’e-réputation

Dans cet article, nous allons revoir l’origine des réseaux sociaux pour mieux comprendre  la question d’e-réputation qui soulève des polémiques suite aux incidences qu’elle a pu avoir sur des entreprises et des individus.

Origine des Réseaux Sociaux

Les réseaux sociaux sur internet ont été découverts aux États-Unis en 1995, mais n’ont été connus par tous les continents qu’en 2004.

Ils ont émergés suite à des révolutions technologiques et techniques.

Notamment grâce à l’apparition de la technologie AJAX (JavaScript + XML) qui a permis d’accélérer les interactions avec les pages Internet. Le web, également, est devenu beaucoup plus simple d’utilisation. Les internautes pouvaient alors surfer dessus sans connaissances techniques et informatiques particulières. Il évolua aussi vers plus d’interactivité qui leur permis également de communiquer, partager, échanger  de différentes formes avec le contenu et la structure des pages donnant naissance au web 2.0 et aux réseaux sociaux. De plus en plus de personnes sont devenues membre de ces plateformes sociales, prenant conscience de leur nouveau et fort pouvoir d’expression sur le web.

Ils pouvaient retrouver leurs réseaux d’amis et de professionnels dans le virtuel et partager rapidement à un plus grand nombre leurs contenus (textes, musiques, images, vidéos…) ou leurs émotions du moment.

Très vite, une connexion s’est alors créée  entre une multitude d’acteurs et l’information a circulée entre eux sans que l’on puisse vraiment la contrôler.

Importance de l’E-réputation

C’est pourquoi aujourd’hui l’e-réputation, c’est-à-dire la réputation d’une personne, d’une marque, d’un produit, d’une entreprise sur internet prend toute son importance puisqu’il devient indispensable pour chaque acteur ayant une présence sur internet de veiller à ce que ces flux d’informations ne nuisent pas à sa propre réputationD’autant plus que la plupart des réseaux sociaux comme Facebook, gardent en mémoire toutes les informations diffusées. Même si elles sont supprimées par la suite par les internautes. Ces flux d’informations sur le web peuvent ainsi avoir un fort impact dans votre vie réelle. Une photo relevant de votre passé que vous pensiez enfouie peut être consulté par un futur recruteur et le dissuader de vous embaucher si elle nuit à votre image. Une critique, un mensonge diffamatoire pourrait causer l’humiliation d’une personne ou l’échec d’une entreprise, du lancement d’un produit.

Heureusement il existe des lois actuellement pour freiner les dérives de ce système.

C’est pourquoi toute personne ou entreprise à tout intérêt dès lors qu’elle affiche sa présence sur le web ou que l’on y parle d’elle, de connaître les moyens de veiller à son e-réputationAfin de la protéger en cas d’attaque.

Il est alors possible de faire appel à des experts dans le domaine comme l’agence SOS-e-réputation pour avoir un diagnostic sur son e-réputation et trouver des solutions adaptées à sa situation.

Source : http://www.sos-e-reputation.com/reseaux-sociaux-et-e-reputation/

Pour ce forum de Juillet, je vous demande de partager votre expérience avec les réseaux sociaux et nous faire part de comment vivez-vous  « e-réputation ».

Pour vous aider dans votre commentaire, je vous suggère de répondre également aux questions suivantes :

  • Quels sont les réseaux sociaux que vous utilisez ?
  • Que pensez-vous de ces réseaux sociaux ?
  • Avez-vous des problèmes dus aux réseaux sociaux?
  • Avez-vous vu des choses que vous n’avez pas aimées ?

Merci de votre collaboration pour ce forum CEAC.

Sylvie Moreira
Professora de Francês

CEAC Fórum do mês de Julho – A importância da lavagem das mãos

CEAC Fórum do mês de julho – A importância da lavagem das mãos

CEAC FÓRUM – Lavar as mãos é uma das medidas mais importantes para impedir a propagação de doenças. A higienização adequada das mãos pode impedir que uma pessoa fique doente e também é capaz de interromper a transmissão de infeções virais, bacterianas e parasitárias para outras pessoas.

Grande parte das infeções comuns, tais como constipações, gripes, intoxicação alimentar, hepatite A, parasitoses intestinais e muitas outras, são transmitidos habitualmente por mãos contaminadas. Mesmo as infeções respiratórias, que podem ser transmitidas através da tosse ou do espirro, são, na verdade, transmitidas com mais frequência pelas mãos do que pelo ar.

Não é exagero, portanto, dizer que o simples hábito de lavar as mãos com frequência pode salvar vidas. Isto é especialmente importante se a pessoa for profissional de saúde, trabalhar com atendimento ao público ou tiver contacto próximo com bebes, idosos ou pessoas debilitadas.

Para que uma pessoa consiga eliminar de forma relevante os germes presentes nas suas mãos, o processo de higienização deve seguir alguns passos. Não basta lavar as mãos apenas com água, é preciso usar sabão. O sabão em barra é aceitável, mas a forma líquida é a melhor.

O processo de lavagem das mãos deverá durar pelo menos 30 a 40 segundos.

Em cima, mostramos a forma mais adequada de lavar as mãos e eliminar qualquer germe.

Participe e desenvolva, no seu ponto de vista, o tema exposto a debate neste Fórum CEAC. Se desejar, apresente exemplos representativos do que pretende ilustrar. Pode ainda comentar as participações dos colegas.

O post de cada formando deve ser submetido até ao final da semana. A sua participação conta 20% para a avaliação da Unidade.

Para participar basta clicar em INSERIR COMENTÁRIO, não esquecendo de indicar o seu nome e curso para que o seu contributo seja avaliado. Os vossos comentários serão primeiro sujeitos à aprovação do professor pelo que podem não ficar imediatamente disponíveis.

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CEAC Fórum do mês de Julho – Trabalho em equipa

CEAC Fórum do mês de Julho – Trabalho em equipa

CEAC FÓRUM – O desafio é refletir sobre o que é o trabalho em equipa e as vantagens de trabalhar desta forma.

Trabalho em equipa é um esforço coletivo para resolver um problema.

“Define-se como um grupo de pessoas que têm um objetivo comum que seja motivador e válido e que necessite da energia que todos os membros disponibilizam”.

Todas as atividades profissionais feitas com trabalho humano necessitam que sejam feitas com dedicação. O trabalho em equipa é fundamental para que qualquer tarefa seja realizada com determinação e dedicação.

O trabalho em equipa significa agrupar um conjunto de pessoas e desenvolver determinadas ações que visam um só propósito, um só objetivo.

Todos dentro da equipa são responsáveis pelas atividades exercidas. Portanto cada membro é responsável pelo sucesso de uma tarefa bem feita, ou pelo fracasso de uma tarefa mal sucedida.

Equipa é um grupo específico que…

Tem uma determinada orientação para uma tarefa concreta;

Partilha linguagem e objetivos comuns;

Possuiu capacidade de motivação;

Tem uma divisão de papéis, mas integra em cada profissional as competências de outros;

Assume a cooperação entre os vários elementos no sentido de operacionalizar, rentabilizar e utilizar de forma efetiva as competências individuais;

Possuiu uma determinada liderança;

Possuiu coesão entre os vários elementos.

É a partir das interações e da comunicação que cada equipa constrói que se estabelecem os limites e a entidade da mesma.

Na vida temos que enfrentar muitas adversidades, mas quando nos juntamos ao outro a coragem aumenta, o nosso potencial duplica e os nossos objetivos  são mais facilmente atingidos

 

Fatores de sucesso de uma equipa

Estabeleçam e identifiquem, de modo claro, objetivos coletivos;

Definam compromissos e negoceiem regras de modo a estabelecerem-se os limites da ação individual e coletiva;

Facilitem, a cada um dos técnicos, o ajustamento entre os papéis e as funções dos diversos técnicos;

Facilitem a partilha de informação, entre serviços e entre as equipas de intervenção;

Monitorizem a dinâmica de grupo identificando forças e fraquezas e tendo presente os resultados obtidos no desenvolvimento da tarefa;

Supervisionem as equipas procedendo aos necessários feed-backs individuais e coletivos;

Fomentem a valorização e o apoio da equipa por parte de todos os agentes da comunidade;

Promovam a formação dos profissionais das equipas sempre que possível conjuntamente com técnicos de outros serviços;

Facilitem o desenvolvimento de competências que permitam promover o trabalho em equipa e a auto-formação;

Facilitem e promovam a comunicação tanto na sua perspetiva lateral como vertical;

DICA = Estamos todos no mesmo barco!

Experimente acolher em vez de julgar, perdoar em vez de acusar e compreender as atitudes dos outros em vez de se vingar!

É difícil, sem dúvida! Mas é possível e extremamente gratificante.

A vida fica mais leve, o caminho fica mais fácil e a recompensa muito mais valiosa.

A EQUIPA FAZ A FORÇA!

Participe e desenvolva, no seu ponto de vista, o tema exposto a debate. Se desejar, apresente exemplos representativos do que pretende ilustrar. Pode ainda comentar as participações dos colegas.

 

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CEAC Fórum do mês de Julho – Resiliência

CEAC Fórum do mês de Julho – Resiliência

“COMO SE FOSSE UMA OMBREIRA DE ESPUMA QUE NOS AUXILIA A DIMINUIR AS DORES DO PESO DOS EVENTOS DE VIDA NOS NOSSOS OMBROS.”

CEAC FÓRUM – A palavra resiliência refere-se ao processo que se desenvolve na presença de uma situação de risco e que através dele são produzidos resultados tão positivos, ou ainda melhores do que os obtidos na ausência da situação de risco. Alguns indivíduos em determinados momentos da vida podem ser resilientes. A resiliência desenvolve-se ao longo da vida, desde a infância até à terceira idade, através de processos complexos intra-psíquicos e de fatores de proteção internos e externos.

A resiliência diz respeito às respostas que damos aos desafios da vida, à adversidade, a algum trauma, na presença de ameaças ou riscos. É a nossa capacidade de resistir aos problemas que temos que resolver ao longo da vida. A resiliência muda ao longo da vida consoante as circunstâncias e os desafios específicos que temos que enfrentar.

Falar de resiliência significa, portanto, falar de promoção de saúde em contextos adversos.

No campo da saúde os profissionais lidam com desafios crescentes e adversidades quotidianas e há necessidade de conhecer e desenvolver habilidades para conseguir lidar com as situações com que se deparam.

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CEAC Fórum do mês de Julho – Higiene e Segurança no Trabalho

CEAC Fórum do mês de Julho – Higiene e Segurança no Trabalho

CEAC FÓRUM – Qualquer empresa de hoje em dia conhece bem as implicações e requisitos legais quando se fala em HSST- Higiene, Segurança e Saúde no trabalho, tendo consciência de que uma falha neste âmbito dentro da empresa, pode gerar automaticamente o pagamento de uma multa por incumprimento legal.

A Higiene, Segurança e Saúde no trabalho é um conjunto de ações que nasceu das preocupações dos trabalhadores da indústria em meados do século 20, pois as condições de trabalho nunca eram levadas em conta, mesmo que tal implicasse riscos de doença ou mesmo de morte dos trabalhadores. Numa época em que a indústria era a principal atividade económica em Portugal, os trabalhadores morriam ou tinham acidentes onde ficavam impossibilitados para toda a vida, simplesmente porque a mentalidade corrente era a de que o valor da vida humana era para apenas útil para trabalhar e porque não existia qualquer legislação que protegesse o trabalhador.

O cenário demorou tempo a mudar e apenas a partir da década de 50/60, surgiram as primeiras tentativas sérias de integrar os trabalhadores em atividades devidamente adequadas às suas capacidades, e dar-lhes conhecimento dos riscos a que estariam expostos aquando do seu desempenhar de funções.

Atualmente a dimensão que encontramos neste âmbito é muito diferente, sobretudo porque a Lei-Quadro de Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho faz depender sobre as entidades empregadoras a obrigatoriedade de organizarem os serviços de Segurança e Saúde no Trabalho.

Desta forma, para além de análises minuciosas aos postos de trabalho a empresa tem que garantir também as condições de saúde dos trabalhadores (como a existência de um posto médico dentro de cada empresa), e ainda garantir que são objeto de estudo as investigações de quaisquer tipo de incidentes ocorridos, sendo sempre analisada a utilização ou não de equipamentos de proteção individual (vulgo EPI).

Em resumo, todas as atividades de HSST se constituem como as atividades cujo objetivo é o de garantir condições de trabalho em qualquer empresa “num estado de bem-estar físico, mental e social e não somente a ausência de doença e enfermidade” (de acordo com a Organização Mundial de Saúde.)

Analisando parcelarmente este tipo de atividades temos que:

  • A higiene e saúde no trabalho procura combater de um ponto de vista não médico, as doenças profissionais, identificando os fatores que podem afetar o ambiente do trabalho e o trabalhador, procurando eliminar ou reduzir os riscos profissionais.
  • A segurança do trabalho por outro lado, propõe-se combater, também dum ponto de vista não médico, os acidentes de trabalho, eliminando para isso não só as condições inseguras do ambiente, como sensibilizando também os trabalhadores a utilizarem medidas preventivas

Dadas as características específicas de algumas atividades profissionais, nomeadamente as que acarretam algum índice de perigosidade, é necessário estabelecer procedimentos de segurança, para que estas sejam desempenhadas dentro de parâmetros de segurança para o trabalhador. Nesse sentido, é necessário fazer desde logo um levantamento dos fatores que podem contribuir para ocorrências de acidentes, como sejam:

  • Acidentes devido a ações perigosas;
  • Falta de cumprimento de ordens (não usar E.P.I.)
  • Ligado à natureza do trabalho (erros na armazenagem)
  • Nos métodos de trabalho (trabalhar a ritmo anormal, manobrar empilhadores inadequadamente, distrações).

Acidentes devido a Condições perigosas:

  • Máquinas e ferramentas
  • Condições de ambiente físico, (iluminação, calor, frio, poeiras, ruído).
  • Condições de organização (Layout mal feito, armazenamento perigoso, falta de Equipamento de Proteção Individual – E.P.I.)

Após o processo de identificação deste tipo de condições é importante desenvolver uma análise de riscos, sendo para isso necessária a sua identificação e mapeamento, a fim de que posteriormente se possa estudar a possibilidade de aplicação de medidas que visam incrementar um maior nível de segurança no local de trabalho, e que concretizam na eliminação do risco de acidente, tornando-o inexistente ou neutralizando-o.

Por fim, importa ter ainda em conta que para além da matriz de identificação de riscos no trabalho é imprescindível considerar o risco ergonómico que surge da não adaptação dos postos de trabalho às características do operador, quer quanto à posição da máquina com que trabalha, quer no espaço disponível ou na posição das ferramentas e materiais que utiliza nas suas funções.

Desta feita torna-se mais do que evidente de que o sucesso de um sistema produtivo passa inevitavelmente pela qualidade das condições de trabalho que este proporciona aos seus colaboradores. Nesta perspetiva, a melhoria da produtividade e da competitividade das empresas portuguesas passa, necessariamente, por uma intervenção no sentido da melhoria das condições de trabalho, ainda que este conjunto de atividades seja visto atualmente, pela gestão das empresas, mais como um gasto, do que propriamente um incentivo à produtividade.

Ao tornar evidentes junto dos colaboradores os riscos a que estão expostos durante o seu período de trabalho, a Higiene, Segurança e Saúde no Trabalho permite relembrar todos os colaboradores de que para um trabalho feito em condições é preciso que as condições permitam que o trabalho se faça.

Texto de Daniela Ferreira / Engª. do Ambiente

 

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CEAC Fórum de Julho: Welche ist eure Lieblingsjahreszeit und warum? – Clique aqui para aceder

CEAC FÓRUM – Welche ist eure Lieblingsjahreszeit und warum?

estacoesalemao

CEAC FÓRUM – Hallo liebe Deutschschüler!

Diesmal würde ich gerne von euch hören welche Jahreszeit euch am besten gefällt und warum?

Was sagt ihr zu der unten stehenden Studie der “Lieblingsjahreszeit der Deutschen”? Seit ihr auch der gleichen Meinung?


Qual a estação do ano que mais gostam e porquê?

Caros alunos de Alemão!

Desta vez gostaria que comentassem qual a estação do ano que mais vos agrada e porquê?

O que acham deste estudo apresentado abaixo relativamente á estação do ano preferida dos alemães? Também são da mesma opinião?

 

Viel Spass ????

CEAC FORUM de JULHO 2018 – FENÓMENO FACEBOOK – Clique aqui para aceder

CEAC FÓRUM JULHO 2018 – FENÓMENO FACEBOOK


COMO É VIVER LONGE DE GOSTOS, PARTILHAS E COMENTÁRIOS?


CEAC FÓRUm – Clicar na app, fazer login, andar a passear pelo feed e distribuir gostos e comentários pelas fotografias dos amigos é algo que, de certa forma, já se tornou numa rotina para quem tem uma conta (e vida) ativa nas redes sociais. Mas nos dias que correm ainda há quem, pura e simplesmente, prefira não expor a sua vida particular no Facebook ou em qualquer outra plataforma digital.

Catarina Gonçalves* é a única pessoa do seu grupo de amigos que não tem redes sociais. Apesar de ter feito parte do hi5 – lançada em 2004 e que, provavelmente, foi a primeira rede social de muitos jovens portugueses -, a verdade é que a moda passou e consigo se dissipou o desejo de aderir às diferentes plataformas digitais que foram aparecendo ao longo dos últimos anos e passaram a ocupar um lugar central na vida dos amigos.

“Sinto que as redes sociais acabam por ser uma forma fácil e ilusória de alimentar o ego às pessoas, quer seja pelas fotografias que partilham, quer seja pelos textos que escrevem”, afirma a jovem de 28 anos em entrevista ao SAPO Lifestyle sobre a escolha que fez para a sua vida. “Vejo-as como uma forma de ostentação e prova disso é estar com amigos nalgum sítio e grande parte deles estar preocupado em fazer diretos ou em tirar uma fotografias para pôr no Facebook.”

Se por um lado as redes sociais são ferramentas extremamente viciantes – há quem defenda que acabam por reduzir as interações cara a cara e promover o isolamento social – a verdade é que o Facebook, o Twitter e o Instagram também possuem algumas características capazes de impactar, de forma positiva, a vida dos seus utilizadores.

“As redes sociais instituem-se como plataformas onde as pessoas podem dar voz às suas opiniões, interagir com os seus pares (família, amigos, conhecidos e desconhecidos) e ídolos, promover e descobrir interesses pessoais e aceder a notícias a qualquer hora do dia. Estas plataformas permitem também conhecer novas pessoas, (re)encontrar amigos com quem já não falam há muito tempo e saber que atividades as outras pessoas fazem e que interesses têm”, explica a psicóloga clínica da Psinove, Ana Sousa, a propósito deste tipo de plataformas que têm crescido a olhos vistos nos últimos anos.

Mas, numa primeira instância, o que faz com que alguém queira aderir às redes sociais?
Já imaginou a sua vida sem redes sociais? Como seria?


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Sylvie Moreira
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