Blog Sustentabilidade Energética e Construção

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Este é um espaço de aprendizagem colaborativa com discussão de temas relevantes para promoção da reflexão e partilha de conhecimento, opiniões e experiência.

Clique abaixo para aceder ao último tema.

Fórum Maio – Profissionais para as Alterações Climáticas – Clique aqui para aceder

técnico de gestao ambiental

Em março o ministro do Ambiente apontou várias disciplinas do conhecimento como fundamentais para conter as alterações climáticas, que ameaçam Portugal quer pelo aumento das temperaturas quer pela subida do nível médio das águas do mar.

Da parte do poder político, João Pedro Matos Fernandes afirmou que está a ser feita despesa: “70 milhões de euros para proteger o território das cheias” e “150 milhões no litoral para o tornar mais resiliente” e resistir ao avanço das águas, provocado quer pelo aumento do nível médio das águas quer pelos fenómenos meteorológicos.

Por exemplo, no setor da construção, há muito a fazer:

“Em Portugal e no mundo é o de pior eficiência material, em que são precisos mais quilos de matéria prima para produzir um euro de valor”.

Para cumprir as metas do acordo de Paris, em que se decidiu conter o aumento da temperatura global a um máximo de dois graus centígrados no fim do século, a tecnologia também terá que evoluir em áreas como o armazenamento de energia proveniente de fontes renováveis.

A engenharia dos materiais, destacou, é “nuclear para a possibilidade de remanufaturar e reparar aparelhos”, outro aspeto da economia circular para a qual Matos Fernandes considera essencial que se caminhe.

Para quê, interrogou-se, ter um berbequim em casa “que trabalha doze minutos durante uma vida inteira?”. Em vez de proprietários, podemos ser “utilizadores” desse tipo de tecnologia, sem deixar de a ter disponível quando é precisa.

“Deixar de utilizar matéria prima virgem é fundamental. Portugal tem um parque de construção que pode, todo ele, ser usado na construção e reabilitação de edifícios. Não precisamos de ir buscar mais areia aos rios ou pedra às pedreiras, ela já está cá fora”, declarou o governante.

Fonte: Observador.pt

 


No contexto da notícia e vídeos anteriormente apresentados queremos que nos dê a sua visão de, como profissional, poderá contribuir no presente e futuro para garantir um ambiente mais estável. Que tipo de materiais ou iniciativas pensa que poderão levar a infraestruturas (construções, instalações, etc) mais eficientes e amigas do ambiente? Acha que a nossa atitude enquanto profissionais pode fazer a diferença ou a responsabilidade é apenas dos organismos reguladores?


 

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Fórum Fevereiro – Censura na Internet – Clique aqui para aceder

Este mês vamos abordar o tema da Censura na Internet e de que forma a mesma pode afectar os profissionais dos mais variados sectores profissionais.

Donald Trump e a solução “fechar a internet”

Ainda antes de ser eleito, o presidente dos Estados Unidos da América há já um ano, Donald Trump deduzia formas e fórmulas instantâneas sobre a forma mais imediata de resolver problemas mundiais, como o crescimento do radicalismo e terrorismo internacional; numa dessas soluções propôs o seguinte:

“a solução para o radicalismo islâmico é “fechar a internet” e assegura que vai falar com quem sabe: o fundador da Microsoft. Estamos a perder muitas pessoas por causa da internet. Temos de falar com Bill Gates e com muita gente que realmente percebe o que está a acontecer”,

O magnata indicou então querer falar com o líder histórico da Microsoft para arranjar alguma maneira de “fechar a internet”. O objetivo é que as crianças dos Estados Unidos não tenham acesso à internet para não se tornarem ‘pequenos rebeldes’. “As crianças estão na internet e querem ser génios”, justificou.

 Ainda em defesa da estratégia de deitar abaixo a rede que liga computadores e telemóveis em todo o mundo, o republicano argumentou:
“Há pessoas que vão dizer ‘então e a liberdade de expressão, e a liberdade de expressão’. Essas pessoas são malucas”.

Já depois de ser eleito, Donald Trump classifica a Internet de insegura e desaconselha as pessoas de a utilizarem, indicando como alternativa o tradicional correio.

Num mundo onde o conhecimento, a circulação de informação e a aproximação entre pessoas proliferam graças à liberdade de utilização da Internet, os Estados Unidos ameaçam juntar-se ao mapa dos países que mais censuram a internet.

Não deixando de ser uma contradição absoluta, este presidente acumula 47 295 720 de seguidores e conta com inúmeras publicações onde mistura declarações pessoais e presidenciais (veja aqui, em inglês todos os posts de 2017 de Donald Trump). Por outro lado e repetidamente o Presidente censura a comunicação social classificando tudo o que são comentários e/ou notícias com as quais não concorda classificando-as de “Fake News” como este artigo do Jornal  o Público o demonstra

Analisemos entretanto abaixo um mapa dos países onde a censura é maior:

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Depois de ler este artigo queremos conhecer a sua opinião, considerando uma reflexão que enquadre e procure dar resposta às seguintes questões:

  1. Iria esta medida impedir a radicalização de jovens e adultos ou o terrorismo à escala global?
  2. Que implicações na sua vida pessoal iria ter esta medida (pense aqui que informações /jornais consulta, pessoas contacta ou eventos que participa graças à internet).
  3. Na sua área e vida profissional como isto o afectaria? Como afectaria a empresa onde trabalha (ou trabalhou); iria funcionar melhor ou pior? Especifique eventuais vantagens e desvantagens da ausência de internet.

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Os dez países com maior censura na internet do planeta

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Fórum Janeiro 2018: Igualdade de Género – Clique aqui para aceder

Este mês iremos abordar o tema da igualdade do género nas profissões Técnicas.

Recorrentemente constatamos que nas áreas técnicas da manutenção e reparação, informática e outras não existe população do sexo feminino; é possível ver mulheres nas empresas deste sector apenas em trabalhos não especializados como recepcionistas, caixa ou na contabilidade, raramente trabalhando no terreno.

Considera esta uma situação justa? A que se deve na sua opinião, esta situação?

Considera que existem tarefas demasiado duras para serem executadas pelas mulheres que as impedem de aceder a este sector profissional, vê algum tipo de limitação na execução de tarefas pela mulher no contexto desta profissão ou considera que existem vantagens?

Veja e leia as notícias abaixo, reflicta e dê-nos a conhecer a sua opinião.

Mulheres na Costrução Civil

Outras notícias que pode considerar interessantes:

A cientista que ganhou 25 milhões de euros

Mulheres electricistas

3 mulheres mecânicas

http://expresso.sapo.pt/sociedade/2018-01-06-Governo-estuda-certificado-de-igualdade-de-genero-para-empresas

https://sol.sapo.pt/artigo/594879/isl-ndia-lei-obriga-empresas-a-pagar-salarios-iguais-a-homens-e-mulheres-

Fórum Novembro: Inteligência Artificial – Clique aqui para aceder

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Já se imaginou a viver e sobretudo a trabalhar sem internet? Já imaginou um futuro em que muitas das empresas não são físicas mas apenas pessoas? Pessoas que trabalham a partir de casa ou de uma esplanada ou até mesmo de um parque enquanto acompanham as brincadeiras dos seus filhos? Onde não são necessários arquivos ou armários cheios até cima de pastas? Onde as pessoas trabalham de forma colaborativa numa mesma plataforma online, a partir de qualquer lugar e a qualquer hora? Onde as reuniões são feitas à distância?

Este cenário é a nova tendência incontornável à qual todos nós, em mais ou menos tempo nos teremos de adaptar, de forma direta ou indireta.

A influência da internet no nosso quotidiano fez emergir novas formas de relacionamento interpessoal, de reorganização de ordem social, novos mecanismos de distribuição de conteúdos e novos modelos de negócio. Paralelamente impulsionou a reflexão sobre os limites da liberdade individual, a salvaguarda dos direitos de autor e o risco da perda de produtividade laboral.

A Internet conferiu poder ao indivíduo, deu-lhe voz numa dimensão planetária. As empresas dão-lhe agora mais importância do que nunca, procuram marcar a sua presença reconhecendo que os seus públicos estão sempre ligados à web. Paradoxalmente insurge um sentimento de temor pela perda de uma imagem construída ao longo de anos que poderá desmoronar-se ao ritmo a que se desenrola a comunicação no ciberespaço.

O equilíbrio destas forças impõe-se. O espaço e o tempo comprimiram-se. Em duas décadas, o mundo definitivamente diminuiu! Nos últimos anos algumas áreas e determinados sectores de atividade têm vindo a passar por diversas mudanças, quer no seu quotidiano quer no seu modelo de negócio.

A revolução digital é um facto consumado. É impossível negá-lo ou ignorá-lo.

 Para o fórum mensal deste mês proponho-vos uma pesquisa/debate sobre a influência das novas tecnologias na vossa vida profissional e na atividade das empresas.

Como sugestão, podem refletir sobre algum dos seguintes assuntos:

– De que modo o vosso trabalho foi afetado/melhorado por influência das novas tecnologias?

– A relação com clientes e fornecedores alterou-se?

– Qual o impacto da inteligência artificial no seu contexto de trabalho e na sua visa pessoal?

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Manuel Bernardo

Fórum Setembro 2017 – Drones na Inspeção de Infraestruturas- Clique aqui para aceder

Drones na Construção Civil e Inspeção de Infraestruturas

O recurso a drones na construção e gestão de activos de infraestrutura para recolha de vídeos e imagens aéreas para obtenção de dados para suas decisões estratégicas é já uma realidade.

Ao contrário do que já acontece há algum tempo na Agricultura de Precisão, onde as aeronaves tripuladas e orientadas por satélite já são realidade e estão facilmente disponíveis aos produtores. Na construção  civil e nas inspeções profissionais historicamente haviam poucas opções.

Até recentemente o processo de planeamento de construção e documentação era 100% manual. Contratar helicópteros ou aviões para tirar imagens aéreas era demasiado caro ou logisticamente inviável devido às restrições de espaço aéreo. Então chegaram os pequenos drones, ou multirrotores particulares, que apareceram aos montes e quando bem operados e devidamente legalizados podem voar com segurança em altitudes mais baixas e bem mais próximos dos objetos, bem diferente de antigamente.

No mundo da inspeção os drones proporcionam um custo muito mais baixo para o serviço. A grande vantagem é que o trabalho é realizado com 100% de segurança, evitando o uso de profissionais qualificados em rapel, utilizando cordas, escadas, andaimes.

Uma inspeção tradicional (com cordas) para aceder a um parque eólico pode envolver dois ou três trabalhadores, que precisam de pelo menos metade de um dia para começar o trabalho e conseguir produzir uma série de fotos para um relatório que deve ser feita a cada 12 ou 18 meses. Já com os drones é bem diferente.

Existem muitos outros exemplos dos benefícios que os drones podem oferecer comparados às abordagens tradicionais; uma inspeção padrão de uma ponte custa leva de oito a dez horas, utiliza uma equipe de quatro pessoas e equipamentos pesados. A mesma inspeção com um drone precisa de apenas duas pessoas e é realizada em apenas duas horas a um custo significativamente mais baixo.

 

Considerando a notícia apresentada, gostaríamos de saber que no seu contexto pessoal ou profissional já observou um Drone em acção? Que inconvenientes ou ameaças encontra para a utilização destes equipamentos?

Fórum Junho 2017 – Maus colegas – Clique aqui para aceder

                                        Hábitos que Incomodam os Colegas de Trabalho

Li recentemente este artigo (http://saldopositivo.cgd.pt/7-habitos-que-incomodam-os-seus-colegas-trabalho/) que me chamou a atenção porque na realidade todos nós conseguimos identificar o que mais nos incomoda na conduta das pessoas com quem trabalhamos mas, como seres únicos que somos, raramente nos apercebemos do que incomoda os outros no nosso comportamento, a menos que nos digam.

Num ambiente de trabalho os comportamentos dos colaboradores podem ter um impacto importante na produtividade e imagem da empresa.

Muitas vezes ao tomarmos conhecimento do que sentem as outras pessoas tornamo-nos mais atentos o que nos ajuda a alterar determinados hábitos pois percebemos que podem incomodar os nossos colegas, esta compreensão poderá transformar o nosso dia-a-dia numa experiência positiva.

Sendo assim proponho-vos uma reflexão sobre esta questão e que identifiquem aqueles hábitos que têm o poder de vos pôr os “nervos em franja”; por outro lado e, não menos importante, reflicta sobre aqueles que poderão ser os seus maus hábitos de trabalho que afectam os outros.

Pense nisto e participe no Fórum enviando o seu comentário, opinião pessoal ou pesquisa. Para participar basta clicar em INSERIR COMENTÁRIO, não esquecendo de indicar o seu nome e turma para que o seu contributo seja avaliado. Os vossos comentários serão primeiro sujeitos à aprovação do professor pelo que podem não ficar imediatamente disponíveis.

Veja também:

http://www.e-konomista.pt/artigo/maus-habitos-no-trabalho/

http://www.rhportal.com.br/artigos-rh/os-maus-hbitos-profissionais-que-voc-no-sabe-que-tem/

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Manuel Bernardo

Abaixo vote também naquilo que considera pior nos outros e em si!

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Fórum Maio 2017 – Economizadores de energia – Clique aqui para aceder

 Economizadores de energia são “perigosos e inúteis”

A associação de defesa do consumidor DECO testou alguns dos produtos à venda no mercado que se anunciam como economizadores de energia. São inúteis, enganosos e perigosos para o consumidor.

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A DECO testou em laboratório o Eco-Saver, Energy Saver Pro, Mister Plugins, Inteligent Power Saver, Eletricity Saving Box, ELECEQ, produtos que se anunciam como economizadores de energia, e concluiu que falham nas suas duas promessas (poupar energia e estabilizar a corrente), além de apresentarem problemas de segurança.

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Autênticas cópias uns dos outros, segundo a associação, estes aparelhos prometem poupar 30 a 75% de electricidade e custam entre 10 euros, como o ELECEQ, e quase 80 euros, no caso do Electricity Saving Box, e não cumprem a função de poupar energia.

Segundo a DECO, mesmo quando os electrodomésticos estão desligados, os aparelhos de “poupança de energia” apresentam eles próprios consumo energético – e o consumidor paga o mesmo na factura final.

Os aparelhos testados “não apresentam nenhuma tecnologia revolucionária” que sustente os resultados anunciados e, pelo contrário, apresentam risco de electrocussão nos terminais eléctricos.

Desde 2012 que a DECO testa estes produtos, com resultados semelhantes. “As conclusões mantêm-se, os modelos que já existiam continuam a poder ser vendidos e continuam a aparecer novos aparelhos no mercado”, diz a associação.

Ainda segundo a DECO, em Itália a Energy Saver Pro foi sancionada com uma multa de 30 mil euros por publicidade enganosa e práticas comerciais desleais.

A associação de defesa do consumidor apresentou entretanto nova denúncia de publicidade enganosa à Direcção-Geral do Consumidor e exigiu à Autoridade de Segurança Alimentar e Económica que retire estes produtos do mercado por não serem seguros.

Imagine que, como profissional, um cliente lhe pediria para instalar estes aparelhos de poupança energética em casa, como lhe justificaria que estes equipamentos ou quaisquer outros “filtros economizadores” simplesmente não funcionam? Que alternativas de poupança poderia recomendar ao seu cliente?

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Fórum Abril2017 – Quintas Solares – Clique aqui para aceder

A maior quinta de energia solar do mundo

Se há locais na Terra onde o Sol bate com regularidade, então esses locais não estão a ser bem aproveitados para produção de energia. Mas isso vai mudar na Austrália, com um novo projeto que vai aproveitar o extenso território do país e dar origem a uma quinta solar com mais de três milhões de painéis, no que vai ser o primeiro passo para popularizar o uso de energia solar nos Antípodas.

Oficialmente, 18 por cento do território australiano é desértico, mas no total 35 por cento do território tem pouca vegetação, pelo que há um grande potencial para o uso da energia solar. O Grupo Lyon vai construir este ano a maior quinta de energia solar do mundo, no estado da Austrália do Sul, na zona de Riverland, que tem um clima mediterrânico. Esta quinta estará pronta até ao final do ano, e vai ter 1,1 milhões de baterias e 3,4 milhões de painéis solares.

A quinta vai ter uma capacidade de produção de 330 MW de energia. Uma quinta semelhante, na vizinha Roxby Downs, também está em construção, para ficar em 2018, vai produzir 120 MW, com 1,3 milhões de painéis e 1,1 milhões de baterias. O custo total das duas quintas solares é de 950 milhões de dólares australianos (674 milhões de euros).

Considera que em Portugal, poderíamos ter um projecto de grande dimensão? Que importância e impacto teria na empregabilidade do sector da Construção e Energias Renováveis? E para o país, seria rentável ou considera que seria mais um “elefante branco” para aumentar a nossa dívida externa?

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O Fórum de Discussão permite debater e abordar novas ideias, visa o desenvolvimento e a discussão de temas atuais, no âmbito da formação, enriquecendo o conhecimento de todos com a experiência e visão de cada um! Fico a aguardar as vossas participações com expectativa, o vosso contributo é muito importante para o sucesso deste fórum.

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Fórum Março 2017 – Empregos Verdes – Clique aqui para aceder

O verde dá emprego

Nos últimos quatro anos, enquanto a crise deixava sem trabalho milhares de portugueses, o emprego ligado à sustentabilidade aumentou 7,3 por cento. Até 2030, já daqui a 15 anos, deverá haver 70 mil novos postos de trabalho na área do ambiente.

Na União Europeia, o número sobe para os dois milhões de empregos. Já a Organização Internacional do Trabalho estima que, a nível mundial, haja mais mil milhões de empregos verdes daqui a 15 anos. A questão que se coloca é se temos profissionais para tanto.

Não estamos a falar só de engenheiros; o verde precisa de pessoas com as mais diversas qualificações. Quer saber quais são e quem já começou a trilhar esse caminho?

10 profissões verdes:

Nos últimos quatro anos, enquanto a crise deixava sem trabalho milhares de portugueses, o emprego ligado à sustentabilidade aumentou 7,3 por cento. Até 2030, já daqui a 15 anos, deverá haver 70 mil novos postos de trabalho na área do ambiente.

O futuro está aqui. Encontramo-lo no turismo de natureza, um segmento em expansão e onde falta oferta de serviços; nas energias renováveis, que vão precisar de quase 50 mil pessoas nos próximos 15 anos; no novo caminho da construção, mais sustentável; na eficiência energética, com cada vez mais empresas preocupadas em reduzir custos.

São estas as áreas do verde destacadas por Matilde Moreira, consultora de recrutamento da Hays. “Espera-se, nos próximos anos, a criação de um número considerável de novos empregos verdes”, refere. Mais exatamente 70 mil, calcula o Governo, no Compromisso para o Crescimento Verde, onde coloca a meta de duplicar os postos de trabalho até 2030.

Na União Europeia, o número sobe para os dois milhões de empregos. Já a Organização Internacional do Trabalho estima que, a nível mundial, haja mais mil milhões de empregos verdes daqui a 15 anos. A questão que se coloca é se temos profissionais para tanto. “Se as faculdades nada fizerem para introduzirem de forma séria os temas da economia verde nos cursos de gestão, economia e finanças, iremos ser obrigados a, daqui a uns cinco anos, importar pessoas, ou pior ainda, nem sequer seremos capazes de criar esse mercado, e as empresas que surgirão serão maioritariamente estrangeiras”, alerta a economista Sofia Santos. O que seria trágico num País rico (sim, o nosso) em recursos naturais.

E na sua perspectiva? Que futuro está reservado para a Energia Verde e para os seus colaboradores? Como tal afectará a construção de infra-estruturas ou Edifícios?

 

Fórum Dezembro – Energia Elétrica Fotovoltaica mais Eficiente

energia_solar_fotovoltaicaEnergia Fotovoltaica – Novos Painéis mais Eficientes e mais Estéticos 

A Energia Fotovoltaica tem registado um crescimento notável nos últimos anos. Apesar do interesse que ela desperta, apenas 1,5% da energia usada na Europa provém do sol. Várias razões explicam esta percentagem reduzida. A energia solar é descontínua, é difícil armazená-la e há, ainda, o custo elevado dos painéis solares.

No centro de Eletrónica e Microtécnica (CSEM) em Neuchatel, na Suíça, os investigadores testam novas tecnologias para melhorar a eficência da energia solar e torná-la mais atrativa para o mercado.

Quanto mais barata e eficiente for a energia solar, mais pessoas estarão dispostas a comprar painéis solares.

A longo prazo, esses fatores poderão permitir uma redução de custos devido às economias de escala.

Menor uso de metal, redução de custos e aumento do nível de absorção da luz do sol são algumas das melhorias em estudo.

“Há duas grandes diferenças entre os antigos e os novos painéis. Uma é visível, a outra é invisível. Nesta célula podemos ver três bandas de cobre que permitem a extração da corrente, estão cheios de linhas de prata. Neste caso, temos trinta linhas de cobre e menos prata, há um ganho de cinco por cento em termos de custo de produção. É a primeira diferença. A segunda diferença é invisível. Aqui acrescentámos uma camada nanométrica de uma outra forma de silício que permite um aumento da tensão de quinze por cento, ou seja, um aumento do rendimento de 15 por cento”, explica Christophe Ballif, director do Centro Fotovoltaico do CSEM.

“Outra vantagem: quando colocamos esta geração de painéis solares ao sol, verificamos que eles aquecem mas o rendimento diminiu muito menos em relação a este tipo de painéis, que são duas vezes menos rápidos. Em consequência, fazemos mais quilowatts por hora”.

Uma das etapas importantes do processo, é testar a resistência do painel solar. Para tal, são utilizadas bolas de gelo de quatro centímetros produzidas por um frigorífico especial. As bolas são lançadas contra o painel a uma velocidade de 27 metros por segundo. Trata-se de uma forma de verificar a resistência da estrutura, em particular da camada fina de silício. Para passar o teste, as capacidades elétricas devem manter-se inalteradas.

É também fundamental testar a capacidade dos painéis solares para suportar pesos.

Os tijolos de metal são colocados no painel até se atingir um peso total de mil quilos por metro quadrado. O teste do peso serve para simular ventos fortes e nevões.

Os testes são uma base para selecionar os melhores materiais para a construção dos painéis.

“Além dos testes de fiabilidade, há também testes de desempenho elétrico. São muito importantes porque vão permitir quantificar a eletricidade que é produzida pelo módulo, que é de facto a informação importante que queremos possuir. Para tal, utilizamos mesas de luz, como vemos aqui atrás que estimulam o espetro do sol e que permitem quantificar a eficácia da eletricidade. Este tipo de medida permite também saber se há defeitos na fabricação do módulo, nomeadamente ao nível das interconexões elétricas”, acrescenta o investigador.

Os painéis solares são muitas vezes criticados por razões estéticas. Por isso, os investigadores suíços criaram este painel chamado ‘terracota’ com uma cor que combina com grande parte dos telhados das casas europeias.

O projeto do Centro Suíço de Eletrónica e Microtécnica é desenvolvido com parceiros industriais.

Para os investigadores, a diminuição do custos das tecnologias e a melhoria da eficiência energética dos módulos fotovoltaicos é essencial para expandir o uso dos painéis solares.

Como é do conhecimento geral, Portugal é um dos País da Europa que mais Sol tem durante todo o ano. Neste contexto, seria de considerar que o nosso país integrasse a utilização massiva destes painéis solares que nos poderíamos tornando-nos assim progressivamente independentes na produção de energia elétrica, diminuindo assim as importações, que tanto pesam na nossa economia.

Fonte: Euronews

Considerando que Portugal está entre os 15 maiores na conversão da Energia Eólica (clique aqui), porque razão a produção eléctrica a partir da energia solar é ainda tão baixa?

Comente a questão anterior, explicando resumidamente a constituição e funcionamento dos paneis solares e dando, como sempre, a sua opinião sobre este tema!

Outros sites de pesquisa:

http://www.jornaldenegocios.pt/empresas/energia/detalhe/energia_solar_vai_crescer_20_vezes_nos_proximos_anos_em_portugal

https://pt.wikipedia.org/wiki/Energia_solar_fotovoltaica

Aguardamos as vossas participações!

 

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