CEAC Fórum Mecânica: T-Roc da Volkswagen, made in Portugal

CEAC FÓRUM – O Volkswagen T-Roc é a continuação da aposta da marca germânica no segmento SUV, agora em termos de compactos, apostando num visual semelhante ao do futuro Polo, estando a sua produção afecta à fábrica da Autoeuropa, em Palmela. Assim se percebe que este é um modelo também com muita relevância para o nosso país.

Concebido sobre a plataforma mais usada da Volkswagen, que serve para praticamente tudo, do Golf ao Passat, passando pelo Tiguan – entre outros modelos das restantes marcas do grupo –, o T-Roc é exactamente o que se esperava. Um veículo com as dimensões próxima do Audi Q2, ou seja ligeiramente mais pequeno do que o Tiguan, mas muito mais feliz sob o ponto de vista estético. Estreia a nova face do construtor, com uma grelha mais rasgada, grupos ópticos mais finos e a assinatura luminosa em LED, proporcionada pelas Daytime Running Lights, a abandonar os faróis e a descer para envolver as entradas de ar na frente do pára-choques.

SUV “português” já mexe. Eis o Volkswagen T-Roc, fabricado na Autoeuropa

Novo modelo da VW valeu 24% das exportações da Autoeuropa em 2017

O T-Roc deu novo fôlego à fábrica de Setúbal e às exportações nacionais, com uma produção superior a 110.000 unidades em 2017, mas produção aos sábados provocou um conflito laboral com greve e contornos inéditos na Autoeuropa.

 

Um ano depois o conflito foi sanado e o T-ROC entra em produção contínua com os trabalhadores a trabalhar aos domingos, num novo horário de laboração contínua com 19 turnos, de forma a aumentar a produção do novo modelo da Volkswagen, o T-Roc. O novo modelo inclui três turnos aos dias da semana — manhã, tarde e noite — assim como dois horários, sem trabalho noturno, ao sábado e domingo.

Arranca hoje a laboração contínua na Autoeuropa. O que muda na fábrica do T-Roc?


A produção do novo modelo conta agora com um ano e, contrariamente ao que se pensava não só não foi retirada a produção da fábrica em Portugal como ainda se prepara agora para aumentar ainda mais com produção ininterrupta; com produção ao domingo.

Uma das reivindicações do ano passado era justamente a obrigatoriedade do trabalho ao Sábado contudo, como vimos no artigo anterior, neste momento o Domingo é já um dado adquirido. Como vê esta reviravolta? Será tudo afinal uma questão compensar devidamente os trabalhadores (remuneração, condições sociais) ou o considera que o descanso ao domingo será alto efectivamente “sagrado”?

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Manuel Bernardo

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https://www.publico.pt/2017/09/05/politica/noticia/a-greve-na-autoeuropa-e-assim-tao-chocante-1784306

https://www.publico.pt/2017/08/27/economia/noticia/novo-modelo-da-vw-vale-24-das-exportacoes-da-autoeuropa-este-ano-1783482