CEAC Fórum do mês de outubro – Os jovens e as Novas Tecnologias

CEAC Fórum: No Fórum deste mês vamos falar dos jovens e da sua forma de utilização da Internet, e de como as tecnologias digitais, como as Redes Sociais, podem trazer consequências graves, a nível social e do indivíduo.
Proponho que ponderem sobre este tema, leiam o seguinte artigo, vejam o vídeo e dêem a vossa opinião. Podem também comentar as opiniões dos colegas.
Refira ainda, no seu entender como se poderia abordar este problema, e que soluções fariam sentido num panorama futuro, relativamente à utilização da Internet pelos jovens?
Se desejar, apresente casos práticos representativos do que pretende ilustrar.
Mais de 70% dos jovens portugueses apresenta sinais de dependência da Internet. Estudo do ISPA mostra também que 13% dos casos são graves, podendo implicar isolamento e comportamentos violentos.
Vejam este video:
“Este é o retrato de uma geração que vive quase permanentemente ligada. Através dos computadores ou dos dispositivos móveis, os jovens e adolescentes nacionais passam muito do seu tempo na Internet. Um tempo excessivo em muitos casos. Um estudo do ISPA mostra que quase três quartos da população até aos 25 anos apresenta sinais de dependência do mundo digital. Em casos mais extremos, o vício do online pode implicar isolamento, comportamentos violentos e obrigar a tratamento.
“Percebemos que a dependência da Internet é generalizada”, sintetiza a investigadora da Unidade de Intervenção em Psicologia do ISPA – Instituto Universitário, Ivone Patrão, coordenadora deste estudo. Nos últimos dois anos, este trabalho passou por três fases de aplicação de questionários junto de jovens e adolescentes dos 14 aos 25 anos, envolvendo quase 900 inquiridos. Esta é, portanto, uma imagem com grande angular do que está a acontecer em muitas casas.
Os exemplos recolhidos pelo PÚBLICO corroboram os resultados da investigação. Quase todos os casos partilham também o pedido para que seja mantida a reserva da identidade dos jovens envolvidos. As histórias repetem-se, porém, e soam familiares aos pais. Alguns adolescentes deixam para trás um percurso académico de bom nível para se fecharem no quarto a jogar computador dia e noite. Há amizades de infância que são postas de lado em detrimento do contacto online. O isolamento em relação à família, as mudanças de comportamento, os casos de violência inexplicável face ao insucesso num jogo digital ou à proibição de continuar ligado são outros comportamentos comuns.
Os investigadores do ISPA também enumeram alguns componentes-chave para identificar os casos de dependência da Internet numa espécie de retrato-tipo do jovem viciado no mundo online: grau elevado de importância conferido ao computador ou aos dispositivos móveis; sintomas de tolerância face ao uso; sintomas de abstinência face ao não uso (como irritabilidade, dores de cabeça, agitação e por vezes agressividade) e, em casos mais extremos, recaída face às tentativas sucessivas para parar.
Os números a que chegou a equipa de Ivone Patrão no ISPA dão uma outra camada de leitura desta realidade. Há quase três quartos (73,3%) dos jovens que apresentam sintomas de viciação na Internet.
Destes, 13% exibem níveis severos de dependência, que se manifestam através dos comportamentos mais extremos descritos pelos pais e referidos pelos investigadores. Os próprios jovens parecem ter noção disto, uma vez que mais de metade (52,1%) dos inquiridos se perceciona como “dependentes da Internet”.
Maioria frequenta o secundário.
Os investigadores do ISPA chegaram também a outro retrato-tipo: os jovens dependentes são sobretudo do sexo masculino, não têm relacionamento amoroso e frequentam o ensino secundário. Este foi um dos primeiros resultados a que a equipa da Unidade de Intervenção em Psicologia chegou, em 2012, quando aplicou um primeiro questionário – desenvolvido pela Nottingham Trent University, que é parceira deste trabalho, e à qual estão ligados os outros dois autores deste trabalho, Halley Pontes e Mark Griffiths – de modo a validá-lo para a realidade portuguesa. As conclusões iniciais motivaram a continuação da investigação nas duas fases seguintes, que agora são divulgadas publicamente.
Outros estudos recentes confirmam os sinais de uma geração cada vez mais dependente da tecnologia, levando mesmo a situações-limite em que “é posto em causa o bem-estar físico” dos jovens e adolescentes, conta a investigadora da Faculdade de Ciências Sociais da Universidade Nova de Lisboa Cristina Ponte, que liderou os projectos EU Kids Online e, mais recentemente, Net Children Go Mobile.
Neste último trabalho, cujos resultados nacionais serão discutidos numa conferência no final do mês, 6% dos jovens admitem ter ficado “sem comer ou sem dormir por causa da Internet”, por exemplo. “Há uma pressão para estarem sempre ligados”, avalia esta especialista. Na sua investigação recolheu exemplos que atestam esta situação, como a de um menino de 12 anos que contava, por entre risos, que no smartphone e no tabletnunca se fica offline, por causa dos sinais sonoros com os alertas para as actualizações no email ou nas redes sociais. O rapaz dava também conta da forma como os amigos ficavam zangados se ele não respondesse rapidamente a alguma mensagem, por exemplo, mesmo no horário em que devia estar a dormir.
“Os jovens estão a usar demasiado as tecnologias. Quase minuto a minuto”, confirma Rosário Carmona, psicóloga, que tem tratado casos de dependência da Internet no Centro de Apoio ao Desenvolvimento Infantil (Cadin), em Cascais. “Quando lhes pergunto se já foram ao email hoje, eles riem-se. Não foram ao email, porque não saíram do email”, descreve.”
Fonte: publico.pt
Reflita sobre o assunto e se desejar recorra a exemplos de situações concretas para ilustrar a sua opinião. Como técnico de saúde dê a sua opinião sobre o uso destes equipamentos por crianças e jovens.
Esta atividade de Fórum permite debater e abordar novas ideias, visa o desenvolvimento e a discussão de temas atuais, relacionados com os temas propostos nas Unidades, no âmbito da formação.
Participe e desenvolva, no seu ponto de vista, o tema exposto a debate. Se desejar, apresente exemplos representativos do que pretende ilustrar. Pode ainda comentar as participações dos colegas.
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” Eu fui criança e não tive : telemóvel, ipad, wii….., brincava ao mata, ao apanha, pulava corda, brincava na rua com os meus amigos, sem receios…. A minha mãe não me chamava pelo telemóvel …. a minha mãe gritava – está na hora , PRA CASA!!!
Na escola cantava-se, brincava-se….. que infância saudável.”
Quantas vezes já ouvimos estas palavras?
Temos que no consensualizar que as tecnologias vieram revolucionar o mundo. É irrefutável o potencial positivo que as novas tecnologias trouxeram ao desenvolvimento da nossa sociedade e cultura
As novas tecnologias vieram para ficar para todos nós, não vieram para isolar os jovens adolescentes. Sendo as novas tecnologias uma realidade com muitos benefícios, o importante é saber fazer o bom uso dela, para que se mantenha sempre com um papel positivo e não se torne numa ” má companhia” para os nossos Jovens. A chegada das novas tecnologias transformou a vida dos adolescentes. Já ninguém passa sem o seu PC, tablet ou smartfhone. É normal que os jovens se sintam mais á vontade para comunicar através dos chats….A necessidade de estar online …… reduz consideravelmente a necessidade de sair com os seus amigos, pois têm tendência a usar as novas tecnologias. Os jovens sentem-se muito mais atraídos pelas novas tecnologias e tendem a investigar mais, aprender e a conviver mais através delas.
Agora penso que para haver um bom uso deve haver uma boa formação. E de certa forma cabe a nós pais atrair os jovens para fora dos computadores. ,..com conversas convenientes sem recorrer á força. Os pais têm que saber convencer os seus filhos para bem da saúde deles e explicar-lhes que têm de movimentar e jamais ceder a chantagens dos seus filhos a como por exemplo comerem em frente ao computador. Cabe aos pais terem noção daquilo que fazem. Não podem pedir ao filho para que saia do computador, quando eles próprios estão no telemóvel ….
Sónia Beleza
Educação Infantil
Cara Sónia, obrigada pelos seus comentários! Continuação de um bom estudo.
Num mundo cada vez mais digitalizado, mais “futurista”, em que já são poucas as coisas do nosso dia a dia que fazemos sem dar uso à internet e aos nossos telemóveis, verifica-se uma forte dependência por parte dos jovens e adolescentes face a estas novas tecnologias.
Os almoços em família onde predominavam as conversas entre os diferentes familiares (avós, netos, primos, sobrinhos, etc.), foram substituídos pelos almoços em família, em que os avós e pais conversam entre si, mas os jovens (netos, primos, sobrinhos) já não fazem parte dessas conversas para estarem nas redes sociais. Mas, ao falarmos de dependência face à internet, podemos também referir que apesar da grande fatia ser jovens e adolescentes, há também hoje em dia uma grande percentagem de pessoas (adultos 30-40 anos) que passam grande parte do seu tempo aos telemóveis, tabletts, computadores.
Se olharmos com atenção á nossa volta quando vamos ás compras, ao café, ao restaurante, ao parque, são poucas as pessoas que não têm o telemóvel na mão, que não estão a enviar mensagens, a fazer uma chamada, a enviar um email de urgência, a tratar das coisas dos filhos, a jogar e a ver as suas redes sociais. Apesar de a grande maioria ser jovem, os adultos também aderiram em massa a esta tendência, na minha opinião só não se nota tanto porque estes têm uma vida mais ocupada e não podem estar na internet o dia todo.
Já todos vimos casos de pais que têm uma criança e estão sentados no telemóvel e a criança a chorar, a pedir atenção, ou tem fome, ou simplesmente estão todos na internet e não há brincadeiras, não há dialogo, somente, aquele mundo digital.
MAS, a internet não trouxe só a facilidade em conversar com alguém, fazer um trabalho, pesquisar, fazer coisas que habitualmente antes teríamos de nos deslocarmos para o fazer. A internet trouxe uma séria dependência, principalmente, nos jovens e adolescentes, que já não vêm a sua vida sem as novas tecnologias. E isto pode trazer graves consequências a nível físico, emocional, psicológico e social, tais como:
– sedentarismo (jovens e adolescentes passam horas nos seus telemóveis a ver vídeos, a comentar, a “coscuvilhar” e igualmente a jogar, que é uma grande dependência);
– depressão (por conta destas novas tecnologias os jovens isolaram-se mais, tornaram-se mais inseguros, mais vulneráveis o que pode levar a grandes transtornos psicológicos e emocionais);
– insucesso escolar (a prioridade não é mais ser bom aluno, mas acompanhar tudo o que se passa nas redes sociais para se poderem integrar no grupo, fofucar);
-obesidade, problemas de visão, dores de cabeça (uso excessivo dos telemóveis e computadores para ir para as redes sociais e jogar provoca graves problemas a nível de saúde);
– isolamento (todas a relações de amizade passam a ser feitas na internet, deixou de existir o contacto, as conversas cara a cara);
– medo da rejeição (se no inicio a internet começou por ser boa para aqueles que tinham dificuldade em se integrarem, acabou por piorar tudo, porque agora todos estão na internet, e esses jovens continuam a ser “desprezados” por não terem o padrão beleza, por serem pobres);
– rutura das ligações familiares (quando num almoço em família todos conversam e os jovens estão sozinhos, num canto a jogar e a mexer nos seus telemóveis, quando em casa todos estão a ver um filme, a jogar as cartas, ou vão passear e o jovem quer ficar em casa para jogar no pc, há laços familiares que se estão a perder);
– insegurança (quantas jovens vão a encontros com desconhecidos, são raptadas, agredidas sexualmente, por conta das novas tecnologias? É preciso monitorizar com quem os jovens falam, sem lhes tirar a sua privacidade, alertá-los para estes perigos);
– insegurança na rua (vão na rua a mexer no telemóvel e são assaltados, atropelados porque atravessam as estradas a mexer nos telemóveis, etc.);
– difícil integração na sociedade (estes jovens vão ter dificuldade em arranjar trabalho, em criar amizades nesses trabalhos, a integrarem-se na sociedade porque se tornaram vulneráveis, não lidam com problemas reais, não interagem com pessoas com problemas reais);
– dependência e agressividade ( quando o jovem já não dorme, priva-se de comer para estar nas novas tecnologias e até se torna agressivo se não tiver acesso à internet, a dependência torna-se extremamente grave).
As novas tecnologias trouxeram facilidade e com ela muitas consequências para quem não a sabe usar corretamente ou tem demasiado tempo livre como é o caso dos jovens para as usar sem limites. É importante que se encontre um equilibro no uso do telemóvel, dos computadores, das horas que se passa a jogar. Há laços que se estão a quebrar e a deteriorar por conta dessa dependência, momentos que estão a passar ao lado. Há que alertar os jovens e adolescentes, mas principalmente os pais, para monitorizarem tudo o que os filhos vêm e fazem, o tempo quem dedicam às novas tecnologias, etc.
A melhor forma de abordar este tema, seria sensibilizações nas escolas, recados para casa, fóruns de discussão nas freguesias, nas câmaras, para ouvirem pessoas como psicólogos e médicos falarem dos inúmeros problemas que esta dependência traz e principalmente ajudar os pais e filhos a gerirem essa dependência, pondo limites nos filhos, do tempo que podem dedicar a ver vídeos, a jogar, nas redes sociais. Impondo aos filhos regras, mesmo que seja difícil no início, mas sem desistir, tirar a internet se necessário, em casos mais extremos. Propor saídas em família, que saibam que vão interessar ao jovem, fazendo jogos em família, e no tempo que estão nas redes sociais propor jogos em família, de dança, um quizz, de karaoke, para que o tempo não seja só dedicado as redes sociais e a jogos agressivos.
E principalmente, alertar para a segurança na internet, ter cuidado com quem falamos, se conhecemos, de onde é, monitorizar todos estes contactos sem tirar a privacidade ao adolescente. Consciencializar os filhos e pais para os perigos na internet, e ajudar os pais a tentar o diálogo para que os adolescentes falem com eles quando forem ameaçados na internet, quando acharem que não estão seguros, que há alguém que não conhecem a “fazer conversa”, quando sentirem que estão a ser postos de lado na escola por conta do que postam e do que têm nas redes sociais.
É preciso todo um trabalho em casa, nas escolas para a consciencialização da dependência das novas tecnologias, mas mais importante propor soluções aos pais e jovens, para que estes limitem o seu tempo, tenham segurança na internet e socializem.
Mónica Salomé Ferreira dos Reis Nunes
Curso: Educação Infantil
Código: EL8945X
Cara Salomé, obrigada pelo seu comentário! Continuação de um bom estudo.
Na minha opinião se houver controlo parental,é uma forma benéfica de ocupar e estimular a mente.
Tenho filhos e todos usam as novas tecnologias para estudar, ouvir música,jogar,comunicar com os amigos,etc…
O meu filho de 8 anos é uma criança muito activa e que precisa estar sempre ocupado,além de correr,saltar,pular(fazer exercicio físico),precisava de alguma ocupação que o deixa-se calmo, depois de tanto pensar resolvi comprar-lhe uma playstacion porque usava o meu telemóvel para jogar.
Quando chega da escola,passa algumas horas a jogar com os amigos,fica ocupado e não anda agitado pela casa sem ter o que fazer,é também uma forma de o estimular para os estudos,sabe que se não tiver bons resultados nas fichas de avaliação,fica de castigo sem jogar.
O meu pequeno de apenas 3 anos,corre,brinca com os irmãos,etc,mas adora usar o tablet para ver e ouvir o panda.
Concluindo,acho que há tempo para tudo,se houver um controle da parte de quem educa,é uma forma de ocupação de tempos livres saudável.
MARIA GUERREIRO
PUERICULTURA
Cara Maria, obrigada pelo seu comentário! Continuação de um bom estudo.
As tecnologias são inevitávelmente muito úteis hoje em dia , são muito positivas quando usadas como suporte de trabalho ou de estudo, claro que o entretenimento também é importante, mas os jovens usam demasiado as tecnologias para fins pouco saudaveis, chegando a isolarem-se do mundo, deixam de conviver, passando só a comunicar online.
Os pais neste processo tem que estar muito atentos para que isto das novas tecnologias e internet não se torne um problema pois com o stress do dia a dia, os pais descuidam-se um pouco do tempo e para que fins os jovens passam tanto tempo agarrados aos tablets, computadores, consolas e telemovtel. Muitas vezes os jovens mais inseguros ou imaturos com dificuldades a interagir com os outros ou mesmo resolver problemas,passam a viver no mundo virtual, isto é um problema grave que traz por vezes consequencias terriveis. A internet torna-se uma via muito fácil de fugir a realidade e por vezes colmatar a falta de convivência com amigos ou a falta de diálogo e partilha com a familia.
As novas tecnologias tem muitos benefícios e importante que o seu uso se mantenha controlado e que nao passe a ser uma má companhia para as nossas crianças e jovens.
EL8769X
Monica Ribeiro
Educação Infantil
Cara Monica, obrigada pelo seu comentário! Continuação de um bom estudo.
As tecnologias trouxeram muita coisa positova, em termos de contactarmos com pessoas a distância, a qual antigamemte era por carta e levavam todo o tempoa chegar ao destinatário outras vezes ate se perdiam.
A nivel de saude melhorou bastante em termos de acistencia mais rapida e melhorada.
Depois como tudo o resto tem o seu lado negativo, em que as pessoas deicharam de dar importância a presença fisica e sim a virtual.
Combinam saidas e estão todos ao telemovel sem falarem uns com os outros.
Atraves das horas a jogarem jogos de violência, vieram a ter um aumento significativo de violencia e mortes na realidade.
As pessoas perderam a paciência de dialogar e ouvir as outras. So pensam mo ego delas e nao olham para o mundo a volta.
E o futuro nao o vejo co, aspectos de grandes mudanças positivas.
EL9138Z
ERICA DIAS FILIPE
EDUCACAO INFANTIL
Cara Erica, muito obrigada pelo seu comentário. Continuação de um bom estudo.
A minha infância foi passada a brincar aos fins de semanas no campo perto de casa não havia tablet´s em casa.
Jogava as escondidas, apanhada, as bonecas e muito mais.
Na hora da refeição não havia telemóveis, nem tablet para ver os bonecos no youtube .
Agora os miúdos brincam na escola e chegam a casa fazem os trabalhos e vão para o telemóvel dos pais verem vídeos ou para o tablet jogar.
E se os pais disseram que não ainda fazem birra.
Eu tive o meu primeiro telemóvel aos 10 anos quando fui para o 5 ano e era daqueles que era para ligar , mandar mensagens e mais nada.
E os adolescentes agora tem tudo e mais alguma coisa é difícil controlar mas tem de haver horas para as coisas.
Os pais devem dizer aos filhos tens 1 hora para ver as redes sociais , email outro dia 1 hora para jogar e o resto do tempo é para estudar, ler, ver filmes , series, estar com família , ver museus, sair com amigos ou fazer outras atividades.
As pessoas a volta das crianças e dos adolescentes tem de estar mais atentas para eles não estar sempre agarrados aos telemóvel.
Cara Mónica,obrigada pelo seu comentário. Continuação de um bom estudo!
Nos dias de hoje, as crianças e os jovens estão cada vez mais dependentes das tecnologias e da internet, e usando estes meios para fins desnecessários e de maneira incontrolável, gera comportamentos menos saudáveis.
Os jovens usam a internet e as tecnologias como se fosse o ar que precisam para respirar, ou seja, há uma enorme dependência. Ao estarem ligados quase 24 horas à internet, perdem muitas oportunidades na sua vida profissional e social, como por exemplo, deixam de tirar boas notas ou até mesmo desistir da escola, deixam as amizades de lado, isolam-se da família, mudam de comportamentos e tornam- se agressivos caso perdem algum jogo ou sejam proibidos de continuar ligados à internet. Desta forma, o futuro destas crianças e jovens fica comprometido, pois o jovens deixam de viver no mundo real e afectivo, para viver num mundo virtual onde não existem emoções.
Por exemplo, em 30 de novembro de 2012, um tailandês com 24 anos de idade, possuía um vício em jogos, que levou à sua morte, isto depois de estar algumas horas a jogar. Este jovem fazia várias vezes maratonas de jogos e praticamente não comia nem dormia, ou seja, trocava horas de sono pelo jogo.
Este tema da dependência pela internet e tecnologias, é um assunto que devia ser abordado com muita importância e urgência. Na minha opinião, os jovens deveriam de por limites a si próprios, ou seja, ao ligar o computador, evitar se conectar automaticamente à internet, pois causa a tentação de ver o que há de novo para ver, não procurando algo específico.Também deviam estabelecer os dias para os jogos online (1, 2 dias) e estabelecer as horas para os respectivos jogos, não exagerando nas horas. E por último, utilizar o computador como uma ferramenta para aprimoramento educacional. Assim aos poucos vão se livrando do vício e se não conseguiram peçam ajuda, pois o meu conselho é que não se deve permitir que o computador e a internet controlem as nossas vidas e sim vamos controlar o uso de cada coisa para podermos utilizar sempre.
Ana Canadinha
Puericultura
EL8713X
Cara Ana,obrigada pelo seu comentário. Continuação de um bom estudo!