A maior quinta de energia solar do mundo
Se há locais na Terra onde o Sol bate com regularidade, então esses locais não estão a ser bem aproveitados para produção de energia. Mas isso vai mudar na Austrália, com um novo projeto que vai aproveitar o extenso território do país e dar origem a uma quinta solar com mais de três milhões de painéis, no que vai ser o primeiro passo para popularizar o uso de energia solar nos Antípodas.
Oficialmente, 18 por cento do território australiano é desértico, mas no total 35 por cento do território tem pouca vegetação, pelo que há um grande potencial para o uso da energia solar. O Grupo Lyon vai construir este ano a maior quinta de energia solar do mundo, no estado da Austrália do Sul, na zona de Riverland, que tem um clima mediterrânico. Esta quinta estará pronta até ao final do ano, e vai ter 1,1 milhões de baterias e 3,4 milhões de painéis solares.
A quinta vai ter uma capacidade de produção de 330 MW de energia. Uma quinta semelhante, na vizinha Roxby Downs, também está em construção, para ficar em 2018, vai produzir 120 MW, com 1,3 milhões de painéis e 1,1 milhões de baterias. O custo total das duas quintas solares é de 950 milhões de dólares australianos (674 milhões de euros).
Considera que em Portugal, poderíamos ter um projecto de grande dimensão? Que importância e impacto teria na empregabilidade do sector da Construção e Energias Renováveis? E para o país, seria rentável ou considera que seria mais um “elefante branco” para aumentar a nossa dívida externa?
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Eu acho que Portugal não tem grandes espaços desérticos para instalação de uma quinta gigantesca mas tem bom clima mediterrânico. Também penso que há um desenvolvimento grande de Elon Musk como uma telha cerâmica fotovoltaica.
Boa tarde Anatoly.
É um facto Portugal não é um país que tenha grandes espaços desérticos.
Contudo acho que poderias ter um maior aproveitamento da energia solar.
Obrigado pela sua participação. Quando possível comente um dos seus colegas. Obrigado.
Penso que na China duas grandes empresas juntaram-se para criar painéis solares que captam energia também durante a noite.
Boa tarde
Na minha maneira de ver Portugal tem necessidade desse tipo de investimento, não numa quinta dessa dimensão, mas sim como em Espanha que desde de 2005 obriga a que todos os edifícios construidos sejam obrigados a colocar paineis solares para melhor aproveitamento de energia solar para produção de luz e aquecimento de agua.
Boa noite Joel Vidal.
Gostei dos seus comentários.
Sem dúvida tem que haver um maior investimento para que haja um maior aproveitamento solar.
Comente um colega, obrigado.
Boa noite Joel
E um facto que uma grande quinta é um investimento muito avultado e que nos dias que correm poderá não ser a solução que o pais mais precisa embora eu pense o contrario.grandes investimentos são sempre bem vindos.Quanto a sua questão sobre o facto de ser obrigatório nas novas construções a implementação de painéis solares penso que muitos concelhos, via camarária, já têm esta medida adoptada embora ainda seja um custo que nem todos os bolsos podem suportar.
Boa noite joel
era sem duvida 1 investimento melhor do que os dos telefones que só as caixas ited e a sua própria instalação fica tão cara como a de uma instalação electrica
Mas acho que as energias alternativas ainda estão a ser muito pouco utilizadas derivado também ao seu custo inicial
Sim concordo com o colega Joel,Portugal deveria sim fazer investimento maior nas energias solar , e criar mecanismo para com as empresas
de construção estimulando assim o crescimento do sector .
Boa noite
Em relação ao tema proposto, devo mencionar que é de louvar quem aposte nas novas formas de energia, as denominadas energias renováveis, nas quais se inclui a energia solar, devido ao simples facto de serem quase sempre investimentos de grande dimensão em que ainda não existe muita confiança e vários entraves associados, nomeadamente, pouco território disponível para o efeito (zonas desérticas), uma vez que existem propriedades não exploradas mas as quais são propriedade de particulares e não estatais, sendo que os mesmos as deixam ao abandono, não investem na sua exploração ou exigem valores avultados pela utilização de terceiros, dificultando a quem pretende investir.
Não obstante, acredito que estamos em fase de progressão na área das energias renováveis, sendo que estas farão parte do futuro, enquanto uma aposta forte de desenvolvimento, não descurando que quanto mais aumentar a sua utilização, os custos associados diminuirão, o que levará a novos investimentos.
Boa noite caros colegas – EL7611T – Energias Renovaveis
Portugal é 1 País excelente para as energias renováveis temos 1 sol maravilhoso o que é bom para sistemas de AQS- aguas quentes sanitárias de verão na zona do Alentejo nem precisamos de apoio (seja ele electrico ou por caldeira a gas ou gasóleo ou esquentador) e vento também temos o suficiente para produzir energia eólica. Acho que ainda vou ter que pôr 1 sistema de persianas nos meus painéis 🙂
Só acho que o governo devia dar mais apoios e incentivos para a instalação dos mesmo. São coisas que se pagam a elas próprias mas os investimentos no principio também são algo elevados.
Cumprimentos
Rui Fidalgo
Estou concordo com o colega, os investimentos são elevados, tal como em nível nacional tal para única família. Precisamos uma apoia para começar mas depois podemos beneficiar as vantagens.
Não precisaria de ser um projeto desse tamanho mas sim começar a investir aos poucos em painéis solares pelo país.
Se, em Portugal, houvesse um projeto com a tamanha dimensão deste, a empregabilidade no setor de Construção e Energias Renováveis aumentaria, o que faria com que a nossa dívida externa diminuísse, pois, ao haver mais pessoas a trabalhar, há mais pessoas a descontar.
Sem dúvida Portugal é um dos países da Europa onde o sol é rei. Tinha capacidade para para um projecto desta envergadura. Com isso crescia o emprego na construção e na energias renováveis. Não só éramos autónomos nesta área como podíamos exportar energia. Não estou de acordo que aumentaríamos a divida externa Portugal ou tem condições financeiras para esta tipo de projecto ou não tem, mas deixo isso para os economistas.
Gostei dos comentários do Joel e do Rui no qual identifico perfeitamente.
Romeu Pereira
curso energias renováveis
EL7003S
Caro colega tanto temos capacidades que vai ser construída a maior central solar fotovoltaica da europa em Alcoutim para a produção de 200MW sem ser subsidiada. O elefante branco para nós consumidores é a Edp e todas as outras que todos os meses vão à nossa carteira. 1 boa pascoa a todos os colegas e professor
Sim! acredito que Portugal pode ter, não só um projecto desta dimensão , pois nosso país está em uma posição geográfica que nos
favorece com muito sol. já é uma realidade, as famílias estão cada vês mais optando por painéis solares em suas residência.
teria um impacto positivo gerando emprego e renda para os colaboradores ,bem como para aqueles que invista nas energias renováveis,(painéis solar).
sim! acredito que seria rentável para o país,pois uma vez feito o investimento , não teria despesas significativas com manutenção do mesmo.
podendo usar assim estas energias por exemplo, nas iluminação publica, etc.
Boa tarde Leonardo.
Obrigado pela sua participação e o comentário ao seu colega.
Estou de acordo, Portugal está numa posição geográfica privilegiada e pode fazer um maior aproveitamento da energia solar.
Yuriy Basharov Energias renováveis EL 7004S
Estou concordo com maioria dos comentários. Acho que Portugal não tem bastante espaço para criar os projectos tão grandes como a quinta solar australiana. Sim, o nosso clima favorece usar energia de sol e de vento. O desenvolvimento desta área é um processo natural, cada país europeu tenta acabar a sua dependência de gás.Na minha opinião o governo tem de fazer um grande esforço para aliviar o processo de implementação deste sector, energias renováveis, no nosso dia-a-dia. Se cada família tiver um desconto quando usa os paneis de sol, ou uma empresa que faz instalação e manutenção desse equipamento tiver um benefício fiscal, seria melhor.
Bom dia Yuriy Basharov.
Concordo em parte com os seus comentários. Os nossos espaços não podem se comparados com os da Austrália,
mas temos grandes espaços desérticos que poderiam ser aproveitados a uma escala menor.
Obrigado pela sua participação e por partilhar a sua opinião.
Formação: Energias Renováveis
Utilizador nº EL6617R
Fernando Jesus
Tema
“Quintas Solares”
(Fórum, Abril 2017)
Sou adepto das energias renováveis pois considero que são a alternativa natural, contudo fazer apostas em grandes parques ou quintas solares fotovoltaicas convém contextualizar e projetar à nossa escala, podem causar fortes impactos ao nível ambiental mas e também, estou a recordar as rendas bem pagas aos produtores que fazem inflacionar os preços das nossas faturas.
Daí considero que as energias renováveis só serão alternativa se foram mais eficientes e competitivas, ao ponto de serem uma mais-valia para o consumidor final e nunca uma “causa/efeito” para inflacionarem os preços da energia atual ou no futuro.
Reafirmo sim, apostar nas renováveis mas que esta produção que eu tanto considero admiro e respeito traga vantagens, e nunca uma armadilha sem retorno.
Se houver garantias que salvaguardem este ponto, então que se faça, que se invista, pôr este sector mais dinâmico só pode ser positivo, quanto maior for a produção gerada sem o recurso aos combustíveis fósseis, menor será a nossa dependência deles.
Boa dia Fernando Jesus.
Obrigado pela sua participação.
Sem dúvida as energias renováveis são uma mais valia para o nosso Portugal.
Comente agora um colega.
Elias de Carvalho Júnior
Curso de Encarregado de Construção Civil
Utilizador nº: EL7203S
É importante salientar alguns pontos relevantes quando se fala em energias renováveis. O primeiro é a dimensão do projecto. Vi em alguns comentários que em Portugal não caberia um projecto desta dimensão, porém se formos ver os metros quadrados que ocupada é uma dimensão aceitável para qualquer país, por exemplo, temos no Alentejo vastas áreas desértica anteriormente utilizadas para cultivo que serviriam bem para a produção de energia solar. Na minha opinião o investimento na produção de energia solar é um ponto de mudança, porque o investimento é enorme, exige manutenção constante e as baterias utilizadas são de vida curta, sem falar nos danos para a natureza que a exploração do lítio provoca. Quando as grandes empresas colocam na balança os custos x benefícios a curto prazo preferem investir em outras energias. Penso que em Portugal existem condições para explorar melhor a utilização do sol porém não resolve todos os problemas do sector energético.
Bom dia Elias.
Obrigado pela sua participação e por partilhar a sua opinião.
Concordo com os seus comentários.
Temos espaços grandes em Portugal que poderiam ser aproveitado!
Continuação de bom fórum.
Concordo com o colega quando ele diz que o Alentejo poderia ser uma optima zona para implementar o sistema solar, pois tem montes com grande dimensões.
Não concordo lá muito com o colega Elias de Carvalho Júnior no que diz respeito às condições do nosso País para o aproveitamento dos recursos solares, citando que mesmo sendo bem exploradas não resolvem o problema do sector energético. Contudo quero relembrar o colega que quanto mais for o potencial energético disponível pelas renováveis, menor será a nossa dependência dos recursos fósseis!
Caro colega no que diz respeito à dependência dos recursos fósseis, deixe-me alertá-lo para algo em que todos devemos pensar…
Por enquanto, como são produzidos os painéis fotovoltaicos? não é com recursos fósseis?
Muito boa tarde a todos(as).
Caros colegas e professor, no que toca a respeito de energias renováveis, julgo que, a necessidade de adaptar a nossa realidade ás energias renováveis, não é uma questão de opção, mas sim de bom senso, evolução, necessidade e respeito para com as gerações futuras.
Evoluímos de forma a criar o melhor mundo possível, para que, amanhã as crianças de hoje, não nos vejam com maus olhos.
O que se passa hoje em dia na minha opinião é que, as energias renováveis, evoluem conforme a economia permita ou não o seu investimento.
Se der dinheiro para este modelo de sociedade, está tudo ótimo, caso contrário, as coisas desandam.
Ontem, após ler alguns comentários, achei bastante interessante o do colega Rui Fidalgo, sobre o tema dos painéis solares que produzem energia há noite.
Fiquei a pensar e pensar, até me lembrar de um equipamento que vi uma vez, numa daquelas comunidades autossustentáveis, usando um motor Stirling com recurso a uma serpentina e óleo aquecido pelo sol através de um painel adaptado.
Nas noites frias, se preservarmos uma quantidade considerável de óleo aquecido durante o dia, num tanque revestido termicamente, e fizermos o mesmo óleo passar numa serpentina, onde a mesma alimente a zona do embolo de um motor stirling, o mesmo vai girar e se estiver conectado a um gerador de imanes de neodímio, ou algo equivalente, vai produzir eletricidade.
Isso é um facto!
Agora, se me perguntarem se Portugal, tem condições para criar toda uma série de infra-estruturas para se aproveitar a produção de energia….depende apenas de uma única coisa que é, a boa vontade de o fazer.
Temos condições para muita coisa.
No entanto, por vezes, restritos aos limites que a sociedade impõe apenas para preservar o dinheiro.
No meu ver, já há muito tempo que deveríamos usufruir dos ditos painéis. Portugal deveria de estar “minado” de equipamentos de produção de energia renovável, não só painéis mas outros tipos de obtenção de energia.
Temos várias capacidades para produzir energia livre. Dizer que a técnica dos painéis fotovoltaicos é um mito ou não, é falso, porque, bastante pior ficamos agarrados aos combustíveis fosseis e não renováveis. Mesmo o nome diz tudo.
Por exemplo, eu em casa, construi 2 painéis com cerca de 32 V dc cada (comprei as células, soldei, fiz o desenho em solidworks da frame e do vidro, apliquei silgard que é o dito silicone para conservas as células e proteger da deterioração), com uma potência de até 260W. Não tenho e nunca tive baterias derivado ao facto de serem caras, mas com um Grid Tie Inverter, durante o dia, consumo o que o sol me fornece e durante a noite, consumo da rede.
Quando vi um dos vídeos disponível nas aulas, lembrei-me logo dos meus 2 que tenho ali em cima do telhado a produzir sem baterias.
Enfim…grande abraço a todos e uma ótima continuação. Bom feriado e uma boa páscoa.
PS: Junto, deixo um link sobre TAMERA aqui próximo à minha região.
Quem tiver oportunidade de visitar, que vá ver e aprender um pouco sobre como aquelas pessoas vivem de uma forma mais descontraída, em harmonia com a natureza e com uma pegada ecológica ZERO. ( http://www.tamera.org)
Considerando a escassez de energias não renováveis, como o petróleo, gáz, etc, e também considerando as nossas potencialidades em relação às energias renováveis, pois temos Sol pleno na maior parte do ano, temos reunido tudo a nosso favor para sair da dependência do petróleo, apostando fortemente nas energias renováveis. Estas bem geridas e bem orientadas, e implantadas em sítios diversificados, pois temos muitos terrenos não produtivos, dariam empregabilidade a muita gente com boa sustentabilidade, e resolveria substancialmente a nossa dependência energética, bem haja vontade do Governo em incentivar este processo.
A cada dia que passa, existe maior necessidade de aplicar grandes quantidades de energia na obtenção de não renováveis para ter um retorno positivo, provocando um impacto ambiental e produzindo uma fonte de energia que poderia ser gerada de outras fontes mais limpas e de maior rentabilidade/sustentabilidade.
A energia fotovoltaica, faz parte de um leque de várias fontes renováveis, pela qual, vale a pena apostar.
Poderemos adicionar o fator da empregabilidade como uma mais valia para a população e o aumento de trabalho, assim como também o fator da sustentabilidade e produção de energia limpa.
É importante nos dias que correm, apostarmos urgentemente em projetos como os referidos no titulo do post, assim como outros dentro da área das energias renováveis.
Nos próximos 30 anos, prevê-se um aumento do crescimento das energias renováveis, pelo que, alguns dos principais sectores, como a indústria automóvel e fornecimento de energia, já preparam uma migração nos respetivos sectores.
Se temos as condições para avançar com projetos desta dimensão em Portugal, porque razão ainda se encontramos num ponto distante de outros países, em cuja realidade energética é outra?
Na minha opinião, deve-se apostar sim e garantir ao máximo a avaliação/investigação e evolução das técnicas de produção de energias renováveis.
Pensar em garantir condições de vida dignas para as pessoas, torna-se o factor mais crucial, porque, se criarmos condições que permitam ás pessoas ter uma vida digna, não nos teremos que preocupar com violência, guerras e migrações em massa.
As crises são geradas apenas para obter duas coisas, controlo e lucro (dai a Banca monopolizar algumas das energias livres e mantê-las em segredo pelo que tenho aprendido ao longo da história).
Estes tempos que se avizinham, são tempos de mudança de consciência e atitude, em que, teremos que repensar algumas maneiras e formas de viver.
Hoje em dia, se formos calcular, mais de 7 pessoas (incluindo crianças), terão que fazer trabalho escravo, para permitir que tenhamos o nosso estilo de vida com IPhones, Tablet’s, Casa, Carro, Samsung, uma boa conta bancária, um bom emprego, etc.
Não digo que seja injusto ou desnecessário, apenas as coisas são como são, por isso, alguns lhe chamam a evolução.
O que apenas posso fazer é imaginar um ponto distante do agora, onde poderemos mesmo olhar para trás e dizer, conseguimos fazer isto!
Falta apenas saber se e até quando vamos a tempo de evitar uma catástrofe de proporções gigantes, se é que não se iniciou já!
Se pensarmos, mantendo o mesmo nível de vida e qualidade, é lógico que existem opções mais “verdes” por assim dizer.
Claro que, com uma ajudinha da parte governamental, as coisas ainda poderiam andar melhor, mas…as coisas são como são.
Deixo-vos um vídeo de um senhor que, transformou toda a sua habitação para ser 100% sustentável.
produção de hidrogénio e energia solar fotovoltaica.
https://www.youtube.com/watch?v=Vel9LH57RII
O recurso a energias renováveis é o futuro do desenvolvimento do planeta terra. Pois o Homem utilizou e desenvolveu recursos nos quais fundamenais para a sustentabilidade do planeta.
Na minha opinião a ideia de construir uma quinta solar deveria ser implementada em todos os países. É claro que existe países condições mais vantajosas, sendo que poderá ser estudado a partilha de recursos entre países.
Em Portugal o desenvolvimento de um tipo de quinta solar teria de ser efetuada por investimentos exteriores apoiados com investimentos públicos. Isto porque a nossa economia não permite um investimento tão avultado, até porque a sociedade ainda não está totalmente direcionada para a reutilização e reciclagem.
Claro que a nível de empregabilidade haveria necessidade de contratação de pessoas para a gestão, construção, planeamento e posteriormente para manutenção. Causando assim o crescimento da economia a nível da empregabilidade e ainda em poupança de energia.
Boa noite professor e colegas
comentando o tema acima referenciado devo dizer que para mim era de grande importançia para portugal aderir e apostar mais nas novas formas de energias solares
e sim concordo que quando se construa um edificio, este fosse obrigado a implantar paineis solares para produzir a sua propria luz e ao mesmo tempo aquecimento
de aguas através das caldeiras.
tambem tenho o conhecimento de que somos um pais que não temos grandes espaços desérticos,mas temos espaços suficientes para o aproveitamento de muita energia
solar.
Aqui em castelo de paiva tal como em espanha quando se faz o pedido de liçenciamento de uma construçao este ja obriga á colocação de caldeira para o aquecimento das aguas.
Espero que dentro de pouco este mesmo metodo também obrigue a colocação de painel solar benefeciando assim portugal.
No meu ponto de vista,e analisando os comentários dos colegas,vejo que Portugal não tem condições de absorver esse projéto de grande dimensão,Mas se houvesse interesse dos governantes,seria mais fácil inserir esse projeto . O clima e acessivel a captação solar mas como os preços para esse sistema e muito caro temos que reavaliar os processos e procurar formas de ser acessíveis a todos . Assim todos ganham concordam?
concordo com o colega Romeu Pereira quando afirma que portugal é
um pais em que o sol é rei e que temos capacidade para um projeto
de grande envergadura para energias solares
Realmente podemos ter grandes projectos e que e estão previstos para Portugal que mostra bem as vantagens competitivas do nosso país em relação à exploração do sol como recurso. O cenário eléctrico nacional tem sofrido fortes alterações nos últimos anos. Esta dinâmica foi impulsionada tanto pela ênfase dada aos problemas energéticos e às energias renováveis em toda a União Europeia como pelas excelentes condições que o país apresenta para a exploração das novas fontes de origem endógena, mas também pela muito deficiente situação energética que se vive em Portugal.
O impacto no setor da construção gera a criação de novas fileiras industriais, com elevado valor acrescentado, a geração de emprego, o reforço da imagem de responsabilidade social e de capacidade tecnológica de qualquer instituição são alguns dos benefícios socio-económicos.
A opção por um sistema solar fotovoltaico insere-se numa politica estratégica de desenvolvimento sustentável, tendo como principais objectivos a adopção de uma solução viável do ponto de vista económico, bem como também uma solução do ponto de vista social de impacto bastante positivo uma vez que consciencializa as pessoas para a necessidade de optar cada vez mais pelas energias renováveis.
Ela passará a ser rentável desde que estudos mais aprofundados permitam confirmar e definir um plano de acção sério, focado no futuro, com o objectivo de trazer valor acrescentado ao país, modernizando-o e levando-o para a vanguarda tecnológica mundial, numa das áreas mais importantes do mundo actual.
Carlos Coutinho – Energias Renováveis – EL6892R
Caro colega Fausto Faisca….Concordo com sua posição que Portugal é um país possuem vantagens solares na maior parte do ano e que para o desenvolvimento desse protejo de energia renováveis tem que ter o interesse primeiro de uma política económica de Portugal.
Carlos Coutinho – Energia Renováveis – EL6892R
Depois de se ler este artigo e realizar uma pesquisa sobre a Lyon Group, facilmente se conclui que essa energia vai render bom dinheiro, para algumas entidades, incluindo a mentora Lyon Group. Sequencialmente conclui-se também que um empreendimento com uma ocupação espacial tão grande irá ocupar o habitat de muitos seres vivos que pertencem a um ecossistema onde aos olhos dos humanos despercebidos ou apenas preocupados com a economia, parece resumir-se a areia e pedras…
A minha abordagem pode ser negativa à primeira vista mas há que ter um um ponto de vista equilibrado sobre a utilização da energia solar ou qualquer outra fonte de energia renovável ou não.
Deixem que me explique com informações concretas.
Começarei por fazer uma abordagem económica. Numa tese de Mestrado em Economia apresentada na Faculdade de Economia da Universidade do Porto no ano 2014 entitulada “O IMPACTO DA PRODUÇÃO DE ENERGIA SOLAR FOTOVOLTAICA NO CRESCIMENTO ECONÓMICO” foram tecidas algumas informações como as seguintes:
“Portugal, tal como Espanha, apresenta um potencial solar fotovoltaico muito interessante, no entanto, apesar das condições favoráveis ao investimento, o mercado solar PV está longe de ser um mercado maduro (Carvalho, D. et al., 2011).”
Para confirmar esta afirmação…
“Os resultados obtidos mostram que um aumento de 1% na capacidade fotovoltaica instalada tem um impacto positivo de 0.059% no PIB. Por outro lado, um aumento de 1% na produção de energia solar fotovoltaica tem um impacto negativo sobre o PIB medido em cerca de -0.048%.
Concluímos que, apesar de investimento em capacidade instalada se revelar benéfico para os níveis de crescimento económico, a utilização dessa capacidade, ou seja, a produção de energia fotovoltaica, já não apresenta o mesmo efeito, tendo um impacto negativo no crescimento. A explicação destes resultados pode estar relacionada com os fatores externos envolvidos nos investimento em energia solar fotovoltaica. Na verdade, a instalação deste tipo de sistemas requer níveis consideráveis de mão-de-obra e, consequentemente, maiores níveis de emprego e de atividade económica, favoráveis ao crescimento económico.”
Portanto antes de Portugal apostar em algo tão grande, será necessária uma boa preparação económica e laboral. Tendo em conta o que todos conhecemos sobre economia em Portugal, metodologias de trabalho, justiça e honestidade na aplicação das receitas…
Entretanto chamo a atenção para a possibilidade de um empreendimento tão grande pode interferir negativamente com a natureza envolvente, os habitats naturais das espécies, os processos de biodiversidade e o funcionamento dos ecossistemas… talvez a primeira localização viável que nos venha a mente seja a região alentejana… mas o Alentejo para além da fauna é também bastante rico em flora ao contrário do que se pensa. Seria correcto desequilibrar um ecossistema tão único e que proporciona ao nosso país tanta matéria prima e alimentos?
Concordo sim, com a utilização de energia solar suficiente e controlada como por exemplo em edifícios cuja utilização seja rentável e não interfira com o ambiente.
Lembro um exemplo recente. Um dos projetos certificados e premiados pela Green Building Initiative, falo de uma série de edifícios pertencentes à organização das Testemunhas de Jeová em Wallkill e Warwick ambos no estado de New York.
https://www.jw.org/pt/noticias/noticias/por-regiao/estados-unidos/testemunhas-recebem-premio-projetos-construcoes-verdes/
https://www.jw.org/pt/noticias/noticias/por-regiao/estados-unidos/premio-gbi-quatro-globos-verdes-projeto-sustentavel/
Construir desta forma é económico a longo prazo e é acima de tudo amiga do ambiente.
Creio que Portugal também pode desenvolver este tipo de projecto uma vez que as fontes de energia renovável são sempre consideradas melhores do que as não renováveis. A principal questão a considerar são:
1. A quantidade de luz solar disponível em Portugal
2. O espaço
3. Custo
4. Quantidade de energia actualmente gerada e o deficit
Para abordar estas questões, em primeiro lugar, portugal tem grande quantidade de luz solar devido ao clima mediterrâneo que tem. Sobre o espaço, o uso do espaço pode ser maximizado pela promulgação de uma lei que irá mandato e incentivar todas as casas para ter painel solar instalado. Por este também custo de distribuição de energia solar será muito reduzida uma vez que os painéis solares não são instalados longe das casas onde eles são necessários.
Ele não tem que ser tão grande como na Austrália por causa do custo envolvido. No entanto, a vantagem comparativa em relação a outras fontes de energia e os respectivos custos associados à prevenção da poluição devem ser determinadas antes de se embarcarem num projecto tão vasto.
Em seguida, o défice da necessidade total de energia deve primeiro ser fornecido e uma abordagem sistemática deve ser planeada para a substituição das fontes de energia não verdes.
Por isso, é muito importante para portugal olhar nessa direcção, pois também irá fornecer fonte de oportunidades de emprego para as pessoas.