A amiga chupeta

Feminina ou masculina, com nome ou incógnita, presa ou solta à roupa, grande ou pequena, de látex ou silicone… As crianças adoram e os pais descansam. Mas, há muito mais a dizer a dizer sobre a chupeta, este objeto tão importante na vida dos mais pequenos.

 

É claramente enternecedor observar um bebé a chuchar, uma imagem que transmite serenidade e faz parte do mundo “angelical” dos mais pequenos. Até na humorística série dos Simpsons encanta-nos ver a bebé da família a chuchar frenética e obsessivamente a sua chupeta.

Dentro dos parâmetros ditos habituais, e falando de crianças cognitivamente saudáveis, há sempre um tempo próprio e único para cada indivíduo dar um novo passo na sua vida. Cada criança é um caso, cada uma tem direito ao seu próprio desenvolvimento e não são expectáveis comportamentos iguais e ditos normais. Há quem comece a andar aos nove meses e outros só depois dos 18. Os que falam que nem papagaios ainda com tamanho de “ervilha” e os que emitem apenas alguns sons, já com cara de quem deveria ter um valente vocabulário. Há os que largam a fralda pouco depois dos 12 meses e os que antipatizam com o bacio já com mais de dois anos. A chucha, o seu uso, as suas vantagens e desvantagens, também são muitas e encaixam-se em cada criança de uma maneira exclusiva e especial.

Gabriel tinha quase três anos e ainda continuava agarrado à sua “Néné” (como chamava à chucha). Os pais falaram com a pediatra e com a educadora da creche e ambas insistiram para a retirada da chupeta. Rita, a mãe de Gabriel, tentou explicar ao filho porque devia largar a chucha, mas ele não entendeu e tão pouco ligou. Segundo disse na altura a pediatra do Gabriel, não se deve dar muitas explicações às crianças pois estas ainda não têm maturidade para entender as consequências do uso da chucha. Como conselho, disse apenas para promover a separação deste objeto da criança, incentivando-o como um menino corajoso, grande, e já não um bebé.

Aos poucos, os pais do Gabriel conseguiram tirar-lhe a chucha durante o dia, mas o menino já tinha quatro anos e ainda a usava à noite. A ajuda da educadora foi essencial, com a história que contou ao Gabriel (e de que ele, agora com sete anos, ainda se lembra): a história de uma coruja que apanha as chuchas dos meninos grandes – deixadas nas janelas – para levar para uma terra onde só existem bebés e, em troca, deixa uma medalha como agradecimento.

 

Este mês proponho-vos uma reflexão/debate sobre o tema

O USO DA CHUPETA,

pesquise ou identifique conselhos, dicas e truques relacionados com o uso da chucha.

Participe e desenvolva, no seu ponto de vista o tema exposto a debate. Se desejar, apresente exemplos representativos do que pretende ilustrar.

Para participar basta clicar em INSERIR COMENTÁRIO, não esquecendo de indicar o seu nome e turma para que o seu contributo seja avaliado. Os vossos comentários serão primeiro sujeitos à aprovação do professor pelo que podem não ficar imediatamente disponíveis.

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Bom trabalho e um bom Fórum para todos!

Rita Lourenço