G20

 

 

 

 

 

 

Sommet du G20 n’a pas réussi à surmonter leurs divisions sur le conflit Syrien et un plan d’action.

(Cimeria do G20 não conseguiu superar as suas divisões sobre conflito Sírio e plano de ação. )

 

Conflit Syrien

Depuis le sommet du G20, François Hollande a annoncé, vendredi 6 septembre, que la France attendrait la présentation du rapport des inspecteurs de l’ONU sur l’utilisation d’armes chimiques en Syrie avant de déclencher une éventuelle opération militaire contre le régime de Bachar Al-Assad. Ce rapport est attendu pour la mi-septembre.
M. Hollande a cependant rappelé que ce document serait de toutes façons “limité”, car il ne porterait que sur l’utilisation de ces armes et n’identifierait pas ceux qui les ont utilisées. Paris et Washington affirment avoir des preuves de la culpabilité du régime de Bachar Al-Assad, ce que Moscou de reconnaît pas.
ONZE PAYS SIGNENT UN APPEL À UNE “RÉPONSE INTERNATIONALE FORTE”
M. Hollande a assuré que la position de la France était “comprise” par les autres pays européens, actuellement réunis à Vilnius, et que la France n’était pas “isolée”, brandissant le communiqué signé par 11 pays présents au G20, qui appellent à une “réponse internationale forte”. Les signataires, qui incluent l’Australie, le Canada, l’Italie, le Japon, la Corée du sud, l’Arabie saoudite, l’Espagne et la Turquie, assurent que des indices montraient “clairement” la responsabilité du régime. L’Allemagne, qui ne figure pas parmi les signataires parce qu’elle veut “avant toute chose trouver une position européenne commune”, a pressé l’ONU d’accélérer la publication du rapport de ses experts.
Quelle est votre opinion? Est-ce que la communauté internationale ont l’obligation d’intervenir pour sauver le peuple syrien?

Traduction
Conflito na Síria

Desde a Cimeira do G20, Hollande anunciou sexta – feira, 6 de Setembro de que a França aguardaria a apresentação do relatório dos inspetores da ONU sobre o uso de armas químicas na Síria antes de iniciar qualquer operação militar contra o regime Bashar Al-Assad. Este relatório está previsto para meados de Setembro.

Mr. Holland lembrou, no entanto, que este documento apresentar-se-ía “limitado”, pois refere-se apenas ao uso dessas armas e não identifica aqueles que as tenham utilizado. Paris e Washington dizem ter evidências da culpa do regime de Bashar al-Assad, que Moscovo não reconhece.

ONZE PAÍSES CHAMADOS PARA ASSINAR “UMA RESPOSTA INTERNACIONAL FORTE”

Mr. Holland garantiu que a posição da França foi “entendida” por outros países europeus, atualmente reunidos em Vilnius, e que a França não estava “isolada”, mostrando a declaração assinada por 11 países presentes no G20 que pediam uma “forte resposta internacional”. Os signatários, que incluem Austrália, Canadá, Itália, Japão, Coreia do Sul, Arábia Saudita, Espanha e Turquia, asseguram que os indícios demonstram “claramente” a responsabilidade do regime de Bachar Al-Assad. A Alemanha, que não está entre os signatários, porque quer “acima de tudo encontrar uma posição comum europeia”, apressou a ONU a acelerar a publicação dos seus especialistas.
Qual é a sua opinião? Será que a comunidade internacional tem a obrigação de intervir para salvar o povo sírio?