Este mês atendemos aos pedidos de alguns de vós e resolvemos dar uma folga ao tema Diesel. Sim, este mês não iremos falar na decisão da Volkswagen em indemnizar APENAS E SÓ consumidores do mercado Norte americano Volkswagen: não há indemnizações para ninguém na Europa.

Desta vez queremos sim que leia a notícia abaixo e proponha um desafio para o carro Google resolver; imagine uma situação de trânsito que um condutor tenha normalmente de enfrentar no qual o carro sem condutor (sem intervenção humana) teria muita dificuldade em decidir. Adiante depois uma solução possível, considerando eventuais automatismos ou sensores que poderiam ajudar o carro da Google a decidir como tomar a decisão correcta.

Google revela mais um relatório sobre a evolução dos seus carros sem condutor

carro google 
As experiências feitas com automóveis sem condutor nas estradas públicas são agora acompanhadas por relatórios regulares sobre todos os acidentes (e incidentes) que vão surgindo, e no último ficamos a saber porque motivo o carro do Google foi mandado parar pela polícia; e também como se comporta em situações mais complicadas de estar num cruzamento com sinal vermelho mas poder seguir.

O Google continua a toda a velocidade no desenvolvimento dos seus carros sem condutor, e agora disponibiliza os relatórios sobre todos os incidentes que vai detectando. Num destes casos, o carro foi mandado parar por seguir demasiado devagar (opção tomada pelo Google como forma de reduzir o risco de acidentes); e noutro caso o carro esteve envolvido num acidente, mas sem culpa, por ter sido outro veículo a dar-lhe um ligeiro toque por trás.

gcar1
O relatório dá-nos a conhecer que o carro do Google já consegue detectar situações em que pode virar à direita mesmo estando num semáforo com sinal vermelho (prática frequente nos EUA, e que por cá também deveria ser adoptada), sendo até capaz de se “chegar à frente” para ter melhor visibilidade; e também detecta a sirene de uma ambulância em marcha de emergência, de modo a ceder passagem mesmo quando tem prioridade.

Situações curiosas e que para a a maioria dos condutores serão tão “normais” que nem sequer pensam nelas, mas que quando se trata de um automóvel que não tem um condutor humano, têm que ser detectadas e devidamente processadas pelo seu cérebro electrónico.

 

Fonte: http://abertoatedemadrugada.com/