Este mês iremos abordar o tema da igualdade do género no sector da manutenção e reparação Eléctrica e Electrónica.
Recorrentemente constatamos que nas áreas técnicas da manutenção e reparação, em particular no sector da electricidade praticamente não existe população do sexo feminino; é possível ver mulheres nas empresas deste sector apenas em trabalhos não especializados como recepcionistas, caixa ou na contabilidade, raramente trabalhando no terreno.
Considera esta uma situação justa? A que se deve na sua opinião, esta situação?
Considera que existem tarefas demasiado duras para serem executadas pelas mulheres que as impedem de aceder a este sector profissional, vê algum tipo de limitação na execução de tarefas pela mulher no contexto desta profissão ou considera que existem vantagens?
Veja e leia as notícias abaixo, reflicta e dê-nos a conhecer a sua opinião.
A cientista que ganhou 25 milhões de euros
http://expresso.sapo.pt/sociedade/2018-01-06-Governo-estuda-certificado-de-igualdade-de-genero-para-empresas
https://sol.sapo.pt/artigo/594879/isl-ndia-lei-obriga-empresas-a-pagar-salarios-iguais-a-homens-e-mulheres-
luís silveira electromicro e telecomunicações EL7273S
sim acho justo porque o sector feminino esta em igualdade co o sector masculino sim acho certo
nesta situação penso que também seja a falta de emprego porque a nível de emprego ou trabalho está um pouco longe de há uns anos atras mas nos dias de hoje está um pouco complicado tanto no sector feminino com o do masculino.
Boa tarde Luís Silveira.
É certo que tem havido muito desemprego, mas de dia para dia está a melhorar.
Comente agora um colega. Obrigado.
Esta situação deve se á não iniciativa das mulheres para essa vertente de emprego. Havendo vontade e dedicação acredito que existiria muitas mais mulheres a desempenhar funções no terreno.
Na minha opinião aquele lema das mulheres serem mais fracas do que os homens já não se justifica nos dias de hoje, visto que hoje em dia vemos mulheres com mais resistência e a levantar mais pesos do que certos homens em treinos físicos. Não é que a reparação eléctrica e electrónica seja um trabalho duro, mas é entendido pelo sexo feminino em geral como um trabalho para homens, e repito que havendo dedicação e vontade pela área, as mulheres seriam encarado a nível profissional com toda a naturalidade. Uma das vantagens das mulheres desempenharam trabalhos como a reparação eléctrica e electrónica é o respeito do cliente para com a profissional. Esta comprovado que o homem respeita mais uma mulher a desempenhar funções do que propriamente alguém do mesmo sexo e vice versa. Contudo acho que as mulheres deveriam de ter mais iniciativa para trabalharam no terreno e respetivas empresas cederam oportunidades de maneira que cada vez mais se encontre mulheres a desempenhar esse tipo de serviços e de certo modo haver mais igualdade dos sexos nestas áreas.
André Melo, Instalador Electricista, EL7275S
Boa tarde André Melo.
Acha que é falta de iniciativa das mulheres?
Não será que os empregadores preferem mais o homem que a mulher?
Obrigado pela sua participação.
Comente um colega.
Olá Professore!
Acho que é um pouco de ambas e digo isto porque a minha entidade empregadora nesse ponto acho que ainda é um pouco restrita quanto a género! Mas todos os anos recebemos e lidamos com estagiários e o género feminino não procura tanto este tipo de cursos nas escola porque no fundo a discriminação já se encontra la!
José Araújo,
Instalador Eletricista;
EL8027U
Boa tarde Professor Manuel
Eu acho que são as duas coisas, pois acredito que se surgissem mulheres em massa seria uma forma dos empregadores sentiram obrigação de dar mais oportunidade ao sexo feminino. Não é que esteja a defender os empregadores, mas era uma forma de os pressionar relativamente a essa realidade.
Caro professor,
Não creio que se trate de falta de iniciativa por parte das mulheres, mas antes falta de interesse em determinadas áreas.
Diogo eu julgo que a falta de interesse é devido a não ter sido vocacionada nesse sentido desde pequena!
Completamente de acordo. Mas eu, que tenho dois filhos, rapaz e rapariga, noto as diferenças de opção entre ambos. Ele é mais de fazer, ela gosta de outro tipo de coisas. Como por exemplo, na televisão, as escolhas são tão distintas que me quer parecer que existe uma certa predisposição para determinadas saídas profissionais. Claro que se tratarmos de os conduzir numa determinada direcção, os resultados seriam, naturalmente, diferentes, mas no que me toca, evito e deixo-os crescer da forma que entenderem. Se mostrarem interesse por um determinado assunto, confesso que estimulo, mas nada mais para além de lhes apresentar caminhos. Se os seguem ou não, é lá com eles.
Ola André Melo!
Não posso deixar de concordar com o que diz. É uma realidade que o fim da discriminação também depende um pouco de quem é descriminado fazer por marcar a diferença e demonstrar que é possível ultrapassar as “ditas dificuldades”. Acho que um ponto essencial é o sexo feminino começar a entrar no setor e mostrar que é capaz que não se trata de um “trabalho de homens”!
Até porque desde que comecei esta formação e tive o privilegio de participar neste fóruns com vocês reparei que temos colegas do sexo feminino, o que indica que os tempos estão a mudar e a igualdade de género tem evoluído.
E volto a frisar que a condição física no que diz respeito a força não é um argumento pois eu tenho um colega de trabalho como já falei anteriormente que é uma pessoa pequena e que garantidamente a força não é um característica favorável para ele mas contudo no enanto ele desempenha o seu trabalho!
José Araújo,
Instalador Eletricista;
EL8027U
boas andre acho que na parte de força eu sendo mulher acho que sim no geral os homens tem mais força física que as mulheres, não é ao calhas que mesmo as provas de atletismo e desportos de competição os géneros estarem separados por não ser justo., o que não quer dizer que seja desculpa para algo no trabalho. também temos descriminação em alguns trabalhos para com o sexo masculino.
em relação a algumas mulheres não se ligarem tanto nestes trabalhos, e apenas uma questão cultural ate por as mulheres que tem profissões “ligadas ao mundo masculino” tendem a ser rejeitadas aos trabalhos mais facilmente, e a primeira palavra que se ouve sempre que se fala em fazer um curso caracterizado como masculino e de rejeição, mas hoje em dia vem diminuindo.
Caro André. Em termos de capacidades intelectuais, as mulheres, no mínimo, são iguais aos homens. Em termos físicos é que não. A grande maioria dos homens é mais forte que a grande maioria das mulheres. É genética. O que eu considero mesmo é que as mulheres têm outro tipo de interesses que não, obrigatoriamente, a electricidade ou a electrónica. Há excepções? Claro que sim! Há mulheres que apostam em áreas pouco comuns com resultados estupendos. Basta ler o artigo do expresso. São as excepções que confirma a regra? Não sei. Mas o facto é que são poucas.
Se quisermos ir mais longe, porque é que em cursos de estética e beleza, por exemplo, muitas das vezes, a quase totalidade dos participantes é do sexo feminino? Não será, seguramente, por falta de capacidade do sexo masculino. Será por falta de interesse? As questões de discriminação são extremamente complicadas na sociedade de hoje. Há quem diga que existem 64 géneros. O que é que anda a ser discriminado e por quem?
Há uns anos valentes, nas discotecas, existia a “lady’s night”. Os homens não podiam entrar até uma determinada hora. Não existia nenhuma discoteca com um dia parecido para os homens. Havia discriminação? Acho que não.
A mulher pode ser o que bem entender e o que bem quiser. Capacidade não lhe falta. Por isso…
Boa noite amigo Diogo, estou de acordo com o seu ponto de vista.
Quando à vontade e querer até se move montanhas.
Boa noite, na minha opinião por vezes o trabalho não é ocupado pelas mulheres porque a remuneração no mesmo posto trabalho é diferente consoante o género. Na sociedade em que vivemos ainda existe uma mentalidade que alguns trabalhos não podem ser desempenhados pelos dois sexos, ex o trabalho mais de costura é visto como um trabalho para mulher por sua vez a construção civil é um trabalho mais para homens.
Ricardo Lopes EL8288U Instalador Eletrecista
Boa tarde Ricardo! Algo que está incorreto é mesmo a remuneração ser diferente dependendo do género o que pode também “afastar” as mulheres de trabalhos considerados para homens e “afastar” os homens de trabalhos considerados para mulheres. Se ambos têm qualificações e desempenham as mesmas tarefas porquê a desigualdade de salário?
A discriminação no local de trabalho pode acontecer sob variadíssimas forma sendo que o sexo será uma delas, mas creio que há factores muito mais relevantes para a igualdade de género do que os expostos nos artigos e nas peças vídeo. Aliás, nesta última, não creio que o problema levantado se prenda com a discriminação, mas antes com a falta de conhecimentos e antes de mais, de educação. Creio, essencialmente, que a principal razão para que existam menos mulheres nesta actividade se prende com a vontade das mulheres. Os interesses, a vida e os condicionalismos naturais são quem determina a existência de mulheres numa determinada profissão. Por exemplo, não é normal verem-se mulheres a trabalhar nas obras. É um trabalho fisicamente exigente e duro e compreendo que as mulheres não o desejem fazer. Também não tenho dúvida nenhuma que se o quiserem fazer, podem e haverá lugar para elas.
Numa altura em que a sociedade ocidental enfrenta uma série de desafios sociais e outros, não creio que o facto de existirem mais ou menos mulheres a desempenharem uma determinada função seja um factor de relevância extrema. Já a questão salarial tem outro tipo relevância. Não é, de todo admissível, que para trabalho igual exista pagamento diferenciado com base no sexo ou na raça. O que, infelizmente, acontece. Creio até que acontece mais com a raça do que com o sexo, mas o facto é que acontece.
Um exemplo interessante e que contradiz algumas das informações passadas nas diferentes notícias acontece no Jornalismo. Há mais mulheres que homens, hoje, a trabalhar nas redacções de órgãos de comunicação social. A proporção é de cerca de 2 para 1, em média. Já nos jornais desportivos, a grande maioria são homens. Em contraponto, nas secções de cultura, sociedade e política, a composição das mesmas é quase exclusivamente feminina. No Geral (secção que quase todos os meios de comunicação têm, aí voltamos a assistir a algum equilíbrio com certa vantagem para os homens. Nesta secção em particular, há que lidar com situações mais complicadas do ponto de vista jornalístico e até mais perigosas. A grande maioria das mulheres não quer estar sujeita a esse tipo de situações e as que se sujeitam, são tão boas ou melhores que os seus colegas do sexo masculino . Não creio que exista discriminação num e noutro caso. O que creio que existe são interesses e vontades divergentes. Em relação a ordenados nesta área específica, posso assegurar-vos que não existem diferenças.
Creio que este vídeo, dos anos 80, diz muito sobre a realidade actual. Convido-vos a ver: https://www.youtube.com/watch?v=c0ixnlmyGLk
Boa tarde Diogo.
Obrigado pela sua participação e pela sua disponibilização de sítios que consultou.
Comente agora um colega.
Boa noite Sr. Diogo.
De facto, para além das áreas elétricas e eletrónicas, a construção civil também tem uma fraca adesão de pessoas do sexo feminino. Outras áreas como a mineira, pedreiras, madeireiras, etc. que estão historicamente associadas a grandes esforços físicos também não têm uma grande percentagem de mulheres.
Quanto à questão salarial, e pelo que li nos artigos, penso que um dos maiores problemas a evitar será caminhar demasiado para a igualdade e descartar completamente o mérito da equação. Acho que o ordenado de cada funcionário deve ser acordado entre este e o empregador, onde um funcionário que trabalhe com maior qualidade e eficiência seja recompensado. Se a lei indicada no artigo determinar que um homem e uma mulher na mesma empresa têm de receber o mesmo, mesmo que a mulher seja mais eficiente que o homem ou vice-versa, penso que a qualidade geral do trabalho poderá ter tendência a baixar, já que se o esforço não é devidamente recompensado as pessoas terão a tendência de se esforçar menos pois o esforço extra não valerá a pena.
boas Diogo acho que garantir algo sem dados é complicado, hoje pode não existir mas já ouve sim, descriminação salarial visível, hoje em dia temos a midia a representa mulheres em filmes de época como se fosse a sociedade de hoje que podiam ter liberdade de hoje deixado uma imagem completamente errado do que era o lugar da mulher na sociedade antiga, ou mesmo raças. mas se formos ver os vídeos mais antigos gravados a mulher nem podia abrir a boca a mesa para os homens falarem, minha avo conta que recebia bem menos que o meu avo na mesma fabrica. e anos 80º era bem provável que isso fosse um facto presente, ou seja posso arranjar vídeos que me afirmem minhas ideologias só não sei se realmente sao reais. eu não concordo com sua afirmação de garantir que isso e algo que não acontece por completo.
Olá Ana. Claro que já ouve. E garantir o que quer que seja sem dados é, de facto, complicado. Mas se puder, veja o vídeo que deixei noutro comentário e verá que os dados existem. Não podemos é cair na tentação de, pelos erros dos nossos avós, sermos nós, os seus netos, a pagar. Hoje, uma mulher que se dedique à vida profissional em regime de exclusividade, tem tantas ou mais oportunidades que os homens. Dou-lhe dois exemplos concretos: A Cisco em Portugal tem uma CEO. Não há lá homens capazes de desempenhar a função? Há com toda a certeza, mas a senhora que ocupa o lugar dedicou-se à companhia como poucos; outro exemplo que conheço bem é no ramo da cosmética. A Pierre Fabre tem uma CEO em Portugal do sexo feminino e todos os departamentos na empresa são geridos por mulheres, excepto um, o comercial. Sei de outros, como sei que saberá também. Ainda lhe deixo outro exemplo: a Edifer, empresa de construção civil, durante mais de 15 anos teve à frente uma mulher, nomeada pelos Pais e tios dela em detrimento dos seus irmãos e dos seus primos.
Quero com isto dizer que o mais importante é o mérito. Em qualquer um dos casos que referi, todas as mulheres tinham mérito, o que não quer dizer que não existissem outras pessoas, de outro sexo ou raças, capazes de desempenhar as mesmas funções. O grande problema hoje é que tudo é levado para o lado da discriminação e quer impor-se à sociedade uma realidade que (repito) hoje não existe. E deixe-me que lhe diga, de todas as mulheres da minha família, não havia uma que tivesse que ficar calada à mesa na década de 80. Avós, bisavós, tias, mãe, primas e irmãs. Nenhuma mesmo. E na nossa família, quem mandava era a minha bisavó que morreu na década de 80 e que viveu 99 anos, ou seja, tinha nascido há dois séculos se fosse viva hoje.
Tudo isto é muito mais simples do que aquilo que queremos fazer querer. A vitimização e o rancor, em especial por parte daqueles que nem sequer passaram por isso, são, na minha opinião, inimigas do desenvolvimento social e o seu maior obstáculo, porque com base nisso mesmo, nessa discriminação inexistente, se descarta o mérito em benefício do social/politicamente correcto. O que lhe posso garantir é que assim não vamos a lado nenhum e qualquer dia, como já se vai vendo por aí, o descriminado é o homem em prol do fim de uma discriminação que hoje não afecta mulher nenhuma (salvo raras excepções que afectam ambos os sexos).
Desculpem a “verborreia”, mas deixo-vos mais um link interessante para ler sobre, de certa maneira, o tema em debate: http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1678-51771994000100015. Trata-se de um artigo de Arakcy Martins Rodrigues para o Instituto de Psicologia (USP) Brasileiro.
Boa tarde
Eu sou da opinião que a mulher tem o mesmo direito que o homem em relação ao trabalho. Depende é das responsabilidades de cada trabalhador e do risco que cada um tem. Trabalho pesado e em altura é complicado, mas com a evolução das máquinas. A mulher pode fazer o mesmo que um homem. Trabalho de eletrônica e eletricidade pode muito bem fazer. Já construção é muito mais complicado, mas possivel.
Cumprimentos
Boa tarde Marco.
Tenho a mesma opinião que ambos devem ter o mesmo direito e porque não na construção?
Comente um colega. Obrigado.
Boa tarde Marco Gonçalves
Estou totalmente de acordo com o sua afirmação, porque como referi no meu comentário a desculpa das mulheres serem mais frágeis do que o homem já não se justifica nos dias de hoje.
Cumprimentos
Boas Andre .
Estou totalmente de acordo com você o motivo de trabalhos duros hoje em dia ja não e desculpa agora já a meios para tudo.
Considera esta uma situação justa? A que se deve na sua opinião, esta situação?
Considera que existem tarefas demasiado duras para serem executadas pelas mulheres que as impedem de aceder a este sector profissional, vê algum tipo de limitação na execução de tarefas pela mulher no contexto desta profissão ou considera que existem vantagens?
Ola!
Não considero uma situação justa até por os tempos tem evoluído e as mulheres tem se mostrado tão ou mais capazes de desempenhar os mesmo trabalhos que os homens!
Não vejo nenhum tipo de limitação apenas descriminação, vou dar um exemplo que conheço há nove anos pelo menos. Na empresa onde trabalho temos um colaborador que em brincadeira (mas é saudável pois o próprio brinca com isso) dizemos que ele tem pé de mulher pois gasta um 37, ora por ai já vem quem é uma pessoa pequena com apenas 1.50m e de estrutura fina ora no entanto ele trabalha connosco e desempenha o papel dele e a dificuldade que ele encontra mais vezes é a força. Logo com base nisto eu digo que qualquer mulher poderia exercer a profissão de eletricista.
Quanto a descriminação penso que isto sim poderia ser um entrave a meu ver, se bem que não concordo, pois a descriminação vem de pessoas com mentalidades pequenas e mentes fechadas. Eu mesmo já tive ajuda do sexo feminino no meu local de trabalho e desempenharam na perfeição as tarefas pedidas.
Outro ponto que acho interessante e talvez ai possamos dividir a palavra discriminação, na minha opinião nas zona fabris não há tanta descriminação como na construção civil! Tenho o privilegio de dar assistência nas duas áreas e de uma forma geral é muito mais fácil trabalhar numa zona fabril do que em construção civil, não pelo tipo de tarefas a desempenhar mas sim pelos diferentes tipos de colaboradores que encontramos nestes setores.
Outro ponto, tenho um determinado numero de indevidos do sexo masculino a meu encargo e faço a distribuição de trabalho consoante a capacidade de cada um deles e de forma a tirar o máximo de rentabilidade dos mesmo, posso perfeitamente encaixar um indevido do sexo feminino aplicando o mesmo contexto.
Temos o exemplo do vídeo no inicio do tópico uma mulher com uma estatura normal que no entanto desempenha tarefas no setor da eletricidade e eletrónica.
É possível com a distribuição de tarefas atendendo a capacidade de cada um, havendo respeito pelo próximo no local de trabalho, e tendo conhecimentos para tal!
José Araújo,
Instalador Eletricista;
EL8027U
Deixo o link de um tópico que acho interessante, cinco mulheres que fizeram a diferença na engenharia!
http://engenhariae.com.br/editorial/colunas/5-mulheres-que-fizeram-diferenca-na-engenharia/
José Araújo,
Instalador Eletricista;
EL8027U
Boa tarde .
A minha opinião sobre o tema é que hoje em dia já se encontram mulheres em todo o tipo de trabalhos e que são capaz de os executar tal como os homens com excepção daqueles que requerem mais esforço e porque não na electricidade , electronica ,etc.Se isso ainda não se vê no nosso País é porque o empregador ainda se sente com o receio do ser mulher e tem muita mão de obra masculina.
Francisco sobral EL7078S Elecõestronica microelectronica e telecomunicações.
concordo plenamente com o seu comentário não existe tanta mulher no ramo devido a entidade empregadora ver isto com alguma restrição e como um obstáculo
Boa noite.
Eu penso que esta situação não se trata de uma questão de justiça ou injustiça, nem de diferenças de capacidade, mas trata-se apenas de uma questão de preferência.
Portugal é, já há vários anos, um país livre onde qualquer um pode decidir o seu percurso académico em vista do futuro emprego que deseja ter. E, como tal, temos visto que, por exemplo, a percentagem de médicas tem aumentado, já que os cursos de medicina têm hoje em dia uma maior percentagem de mulheres. Começamos até a chegar ao ponto de ter mais mulheres na profissão de médico do que homens.
No entanto, isto já não se aplica aos cursos tecnológicos associados a eletricidade, eletrónica, programação, etc. Verificando informações sobre as entradas nos cursos em 2016 (que são os dados mais recentes que encontrei) podemos ver que na 1ª fase de cursos destas áreas, a percentagem de homens é ainda muito grande. Vou começar por dar o exemplo dos cursos de Ciências da Computação (que foi o curso que tirei) e de Engenharia Informática, ambos da Universidade do Minho. Podem ver os detalhes nos links em baixo:
http://www.dges.gov.pt/guias/pdfs/statce/col16f1/ec16_10009397.pdf
http://www.dges.gov.pt/guias/pdfs/statce/col16f1/ec16_1000G005.pdf
Como podem ver, a percentagem tanto de candidatas como de colocadas do sexo feminino não ultrapassa os 20%. Mais relacionado com eletrónica, podemos ver o mesmo padrão no curso de Engenharia Eletrónica da Universidade do Minho:
http://www.dges.gov.pt/guias/pdfs/statce/col16f1/ec16_10009366.pdf
Como mostrado em cima, aqui as percentagens de mulheres são ainda mais baixas. No caso do curso de Engenharia Eletrónica, este era dado no pólo de Guimarães, que tinha a maior parte das engenharias da Universidade e era comicamente conhecido por “estar cheio de homens”.
Outro exemplo bem próximo, são os comentários aqui do fórum, onde podemos observar que temos uma grande percentagem de homens em relação a mulheres.
Considerando isto, é espectável que a percentagem de mulheres que trabalham nestas áreas seja aproximada à percentagem de mulheres que se especializam nestas áreas.
Resumindo o que foi dito em cima, a menor percentagem de mulheres a trabalhar em eletricidade ou eletrónica deve-se simplesmente ao facto de que uma menor percentagem de mulheres escolher especializar-se e trabalhar nestas áreas. Nada impede uma maior percentagem de mulheres de frequentar cursos que as permitiriam ter os conhecimentos para serem eletricistas ou engenheiras eletrónicas, tal como no caso dos cursos de medicina referidos acima. Mas ao contrário dos cursos de medicina onde uma grande percentagem de mulheres decide entrar, menos mulheres decidem seguir carreiras nas áreas ligadas a eletricidade ou eletrónica. Não se trata de as mulheres serem mais incapazes que os homens nestas áreas, tal como os artigos publicados atestam, nem se trata de qualquer tipo de preconceito ou discriminação. De facto, e talvez paradoxalmente ao que seria mais intuitivo, a percentagem de mulheres que trabalha em áreas técnicas é maior em países onde as mulheres têm menos liberdades. Podem ver mais detalhes neste documentário:
https://www.youtube.com/watch?v=cVaTc15plVs&list=PLaJtMuDnR5KLwrt4z1O8tKmHWmUm3nObV
Quanto a algumas situações apresentadas nos links sobre as pessoas acharem estranho ver mulheres nestas áreas, isto também não se trata em todos os casos de discriminação (poderá haver sempre um ou outro caso) mas simplesmente o normal impacto que algo que não se costuma ver causa nas pessoas. Tenho a certeza absoluta que se eu fosse trabalhar para uma loja de lingerie teria a mesma reação por parte das pessoas, e não seria de certeza por discriminação ou por duvidarem da qualidade do meu trabalho 😛 .
Dave Moderno; Curso de Instalador Eletricista; EL7601T
bom dia como a poucas mulheres nestas areas a poucos homens noutras, penso que foi muito enraizado na cultura e papeis que cada um “deveria” desempenhar.
Temos uma questão fisiológica no geral o homem tem uma tendência a pratica e a mulher a area mais emocional delicada etc o que nãp e regra absoluta mas que pode sempre dar mais potenciais adeptos a uma ou outra área. tirando essa facto.
Existem mulheres interessadas sim mas tem que passar por algumas questões que talvez os homens desconheçam o que não incentiva nada as que querem.
primeiro temo preconceito isso existe vem a diminuir mas no geral esta muito presente,
trabalhar num ambiente exclusivo masculino, e as abordagem do dia a dia como a senhora sabe o que esta a fazer ou comentário típico não esta ai nenhum colega para fazer o serviço?
assim que vem que aparece uma rapariga.
são alguns comentários que já ouvi nalguns serviços que já fiz dito mais para homens geralmente sempre por senhores mais velhos com um certo status ao patriarcado o que quero dizer com isso é que não e fácil
dou mais exemplo na empresa onde trabalho varias mulheres mexem em maquinas pesadas fazem transporte em camiões etc. incluindo eu com empalhadores de paletes de fruta porque foi algo que foi acontecendo na empresa com naturalidade, assim que mudamos de chefe do local. sendo que todas tinha interesse nisso só não nos foi disponibilizado ate essa mudança.
resumindo tanto o homem ou mulher podem desempenhar os mais variados papeis dependente das condições ou interesses dos mesmos. felizmente hoje em dia ha uma melhoria na descriminação mas que ainda é presente e ajuda na de cisam negativa na entrada do sector.
Ola Ana Valentim. Sem duvida um bom comentário e não poderia estar em melhor posição para o fazer, mas concordo plenamente!
Na minha área de residência também já se vê muitas mulheres a fazerem os “ditos” trabalhos para homens inclusive diria que 40% dos motoristas de autocarros são mulheres e a meu ver ate desempenham melhor trabalho!
José Araújo,
Instalador Eletricista;
EL8027U
Boa noite caríssima colega estou de acordo com a sua opinião e penso que cada vez mais iremos perder esse estigma que as mulheres não conseguem efectuar trabalhos de “Homens” tenho a certeza que em muitos trabalhos a eficácia e qualidade é igual ou até superior do que efectuado por um homem
Cumprimentos
Rui Moura
EL8019U
Boa noite, em relação ao tema da igualdade de género podemos fazer uma análise em que a mulher foi vista até a primeira e segunda guerra mundial apenas como “dona de casa” a responsável pelos cuidados da família, ou seja, normas e regras que foram impostas pela sociedade. Após as guerras mundiais a mulher acabou por ter que ocupar o lugar do homem derivado a este se encontrar na guerra, assim sendo a mulher ganhou alguma liberdade na sociedade, surgindo assim o ” femininismo” que foi criado por mulheres que pretendiam ganhar a sua emancipação e igualdade entre homens e mulheres. A partir deste momento as mulheres têm vindo a ocupar um lugar mais notável na nossa sociedade, apesar de ainda serem vistas em alguns trabalhos como impróprios derivado a força que é necessária ex: trabalho na construção civil, no setor de eletricidade ainda tem poucas mulheres no ramo derivado a ser um trabalho que requer alguma força e assim é visto como um trabalho para homens, acabando por a nossa sociedade não ver com bons olhos mulheres tanto neste como noutros ramos. Também ainda se verifica que o mesmo trabalho pode ter remunerações diferentes consoante o género. Na minha opinião não existe nenhum trabalho que seja impróprio para qualquer género, depende muito da vocação ou gosto pela profissão escolhida Ricardo lopes EL8288U instalador eletrecista.
.
Boa noite, professor e os colegas alunos hoje endia ainda há machismo tanto em casa como na vida profecional.
Na minha opinião as mulheres lutaram para chegar onde estão com todo merito, com muita pena ainda no terceiro mundo essas aportunidade das mulheres mostraram os seus valores mas não é reconhecidos.
elas merecem nosso respeito. No passado foram colocadas de lado devido o sexo masculino acreditar que a mulher servia apenas para os cuidados domésticos. Elas lutaram e conquistaram seu espaço , mostrando que são tão capacitadas quantos os homens. Sei que existi uma desvantagem das mulheres em relação aos homens, a sua força física, que em atividades duras, as mulheres arrumam para tudo. Elas conseguem realizar qualquer atividade. São organizadas, determinadas, criativas e inteligentes e com uma visão apurada.
El9901A
Daniel Ferreira Cabral Cabo Verde Ilha do Sal
Boa noite pessoal!! As mulheres no nosso pais nao procuram muitos estes trabalhos vai da nossa mentalidde…Mas os tempos tao a mudar . De acordo com o colega ricardo lopes depende da vocacao e vontade de fazer e aprender vejo com bons olhos a abertura total … sem machismos ou feminismos
Boa Tarde,
Na minha opinião acho que não existe tantas mulheres no ramo devido ao preconceito da entidade empregadora , pois na maioria pensa que as mulheres não são capazes de efetuar o trabalho , também pensam na questão da gravidez e por ai fora também que tem que ficar em casa por causa de cuidar da criança o que nos tempo que corre é uma autentica barbaridade. Por outro lado se houver força de vontade e fazer algo e determinação não há obstáculos que impeçam de isso acontecer (ou de se fazer). Pois sou a favor do direito da igualdade .
Olá João Lopes.
Acho que referiste um poto interessante que é o fato da gravidez, mas acho que nesse ponto até mesmo nos ditos trabalhos para mulheres elas sofrem esse dilema!! Dito isto vai em encontro do que muitos de vocês já disserem o empregador tem um peso muito importante nesta matéria!
José Araújo,
Instalador Eletricista;
EL8027U
A igualdade de direitos é realmente um assunto muito importante e debatido na nossa sociedade.
É claro que apesar de toda a discussão, não é fácil chegar a um consenso e ainda é estranho quando nos deparamos com algumas profissões exercidas por algumas mulheres ou homens.
Penso que todo este estigma, relativamente a profissões especificas para homens ou mulheres devido a carga e/ou tipo de trabalho, deriva principalmente da nossa educação social e cultural.
Desde o nosso nascimento, durante a nossa infância e até chegarmos a nossa idade adulta, que somos ensinados a pensar de varias maneiras e a olhar para as nossas perspectivas de futuro consoante o nosso sexo.
O pensamento foi evoluindo á medida que as oportunidades de estudo aumentaram, porem as raízes ainda cá estão, fazendo com que os trabalhos físicos ou de terreno sejam vistos como profissão masculina e outros trabalhos como administrativas, governanta, limpezas ou caixas sejam vistos como profissão feminina.
Nem todos os homens são mais fortes que mulheres, nem todas as mulheres tem jeito para trabalhos mais “miúdos”. Por isso concordo que todos nós tenhamos igualdade de oportunidades.
Mas com isto não falo só no caso das mulheres, mas também dos homens.
Se uma mulher quiser ser servente de construcção civil ou mecânica, tem de se deixar ter a sua oportunidade, pois quem diz que não irá ser melhor que muitos homens? E não podemos olhar para isto com desconfiança nem estranheza, cada um escolhe a profissão que gosta ou se identifica mais, assim como aquele que desempenha melhor.
Mas também não podemos nos esquecer a igualdade para os homens. Se um homem quiser ser assistente de limpeza ou caixa, também não pode haver desconforto ou desconfiança. Cada um é livre de escolher.
Na minha opinião, não há nenhum trabalho especifico baseado no género sexual nem limitações na sua execução por qualquer um destes, quer seja homem ou mulher.
Tudo depende da pessoa que o irá exercer, todos somos diferentes, ou seja todas as nossas aptidões são diferentes, fazendo com que qualquer tarefa a ser exercida só será bem feita se o profissional tiver as aptidões para tal, quer seja homem ou mulher.
Por isso apoio a igualdade de direito pois e acho que só trás vantagens, acabando com a discriminação sexual e admitindo os candidatos ao emprego com base apenas nas suas aptidões e não no seu género sexual.
Boa noite ao Fórum,
Na minha modesta opinião ainda estamos a alguns anos de luz para se conseguir chegar a uma igualdade de oportunidade de trabalho na sociedade.
Isto falando em Portugal, porque se virarmos a agulha para outros países, ainda se discute se a mulher pode trabalhar, ou sair de casa e triste…..mas felizmente por outro lado também temos países onde a igualdade a nível de trabalho já se pratica e onde se reconhece que a maternidade e algo que tem muito valor na sociedade, isso porque talvez tenham mulheres em cargos importantes onde há alguns anos estavam homens.
Não podemos esquecer que a grande maioria de nós crescemos a ver a nossa mãe em casa a tratar dos filhos em quanto o pai saia para trabalhar, cada um na sua obrigação…assim diziam os antigos.
Nalguns casos pode ser por falta de conhecimento, por vontade própria,por valores morais, por educação não tentam outras portas.
Nos sabemos que não e fácil uma mulher entrar num mundo de trabalho que por norma e só de homens.
No meu próprio local de trabalho que já tem 650 anos de existência só a 24 anos e que entraram as primeiras mulheres (2), neste momento já são mais.
Penso que a oportunidade de trabalho deve ser igual para ambos.
No caso da nossa área, com a evolução da industria ficou mais fácil a nível de esforço físico para todos, mas ainda falta vencer alguns dos obsta-colos as vezes visíveis outras vezes invisíveis, mas felizmente a inteligência vence o preconceito e a burrice, a nossa sociedade assim o obriga olhar para frente vencer as barreiras que nos deparamos no dia a dia, e nisso temos que tirar o chapéu as mulheres.
Espero e tenho a certeza que um dia algures num presente não muito longínqou, este preconceito em relação as mulheres termine.
Boa tarde, em Portugal esse trabalho não é muito procurado pelo sexo feminino, contudo os tempos estao a mudar, ou seja, ja temos a capacidade de investir em outros tipos de trabalho como vermos uma engenheira ou uma mecanica. Na minha opniao esse processo é otimo para melhor Portugal e com isso evoluirmos.
Boa tarde
Concordo com o Francisco Dias, que ainda estamos muito atrasados em alguns sectores da sociedade, na área da engenharia civil cada vez À mais mulheres, mais mulheres de que homens, por um lado positivo mas por outro lado negativo, o excesso de mulheres traz muita falta de ética e moralidade, o exemplo de engenharia Civil e Arquitectura esta a vista: Estou a referir a Portugal claro. Na construção até hoje nunca vi uma mulher a trabalhar na construção, só se for trabalhos interiores. Pelo que apercebo ainda temos carência de boa pratica, qualidade e conhecimentos pela parte da mulher para executar estes trabalhos.
Cumprimentos
Boa noite colega
na sua afirmação ” ainda temos carência de boa pratica, qualidade e conhecimentos pela parte da mulher para executar estes trabalhos.” acha que se as mulheres quisessem seguir essas profissões seriam inferiores aos homens? na minha opinião a maioria das mulheres são muito mais organizadas e aplicadas que a maioria dos homens, e como tal não lhes seria difícil ombrear na boa pratica e na qualidade com qualquer um de nós, também é verdade que de certeza iram encontrar muitos entraves nestas profissões devido ás barreiras culturais das pessoas que dificilmente aceitaram uma mulher a fazer “trabalho de homens”.
Boa tarde concordo com o sr Pedro Miguel se acabar-mos com os preconceitos vai ser bom para Portugal e vai ajudar a evoluir o nosso País.
Boa noite Francisco Sobral. Sem duvida de que um dos grandes problemas no nosso pais é o preconceito, mas acho isso difícil de mudar e na minha opinião acho que não tem evoluído muito nesse sentido. Digo isto infeliz!!
José Araújo,
Instalador Eletricista;
EL8027U
Boa noite
As mulheres regra geral, têm um pouco menos de força que os homens, mas não me parece que isso seja impeditivo em electricidade ou na grande maioria dos trabalhos ditos para homem. As mulheres, sempre trabalharam no campo em trabalhos bastante duros, muitas vezes de sol a sol e não era posta em causa a sua força ou resistência. Penso que é mais uma questão social e cultural, antigamente o homem ia à caça e a mulher ficava na caverna e a tomar conta das crias, mas hoje já não é necessário ir à caça, vamos ao supermercado e as crianças vão para o infantário, por isso, ambos os membros do casal têm que trabalhar. Há alguns anos estranhava-mos quando via-mos uma mulher a conduzir um camião, hoje já quase ninguém repara, é também uma questão de habito. As empresas também não têm ajudado muito, basta olhar-mos para as diferenças salariais entre homens e mulheres. Espero que as mulheres mantenham sempre as suas diferenças e nunca deixem de ser mulheres, mas que possam escolher a sua profissão, sem qualquer constrangimento e com salário igual.
Boa tarde, estou inteiramente de acordo com o António Gomes, temos de ser nós a mudar esses pontos de vista, mas também tem de haver maneiras de mudar esse pontos por parte das entidades patronais, e do nosso próprio governo, para haverem igualdades salariais, até que para quem já é casado e tem filhos, isso é uma questão económica benéfica para todos os casais.
Considera esta uma situação justa? A que se deve na sua opinião, esta situação?
Considera que existem tarefas demasiado duras para serem executadas pelas mulheres que as impedem de aceder a este sector profissional, vê algum tipo de limitação na execução de tarefas pela mulher no contexto desta profissão ou considera que existem vantagens?
A igualdade de gênero é realmente um assunto muito importante para ser debatido na nossa sociedade!
As mulheres têm os mesmos direitos que os homens em relação ao trabalho, mas há sectores que muitas das vezes não são aceite por causa da fragilidade física das mulheres em relação aos homens.
Mas há muitos trabalho que não existem mulheres (ou seja pouca) no ramo devido ao preconceito da entidade empregadora em relação ao gênero!
Do outro lado também acho que é falta de vontade ou mesmo de interesse das mulheres em algum ramo do trabalho, é com muito dessagrado que oiço por vezes pessoas a dizer que certo trabalho é para homem ou para mulher!
Na minha opinião devíamos ser todos avaliado pelas competência e não pelo gênero mas muitas das vezes não é assim!
Boa noite!
É injusto se os direitos forem diferentes e é justo que cada um decida o seu futuro profissional sem ter presente os preconceitos e isto para ambos os sexos.
É certo que os preconceitos ainda existem, eu acho que se deve a mentalidade machista ainda presente em muitas famílias e que ainda vai passando para as seguintes gerações, embora seja um processo ainda lento mas com tendências a serem a minoria.
Eu infelizmente já presenciei esse preconceito por diversas vezes e mais por colegas entre a mesma idade que propriamente pelos mais antigos.
Na minha opinião há muitas mulheres que têm interesse nas areas técnicas e hoje em dia já estão inseridas em diversas areas e em relação se são melhores ou piores não podemos generalizar.
Eu pessoalmente gosto de trabalhar com mulheres na area técnica e por experiência própria obtive mais partilha de conhecimento e troca de experiências que propriamente competitividade negativa que existe muitas vezes entre técnicos.
A presença feminina nas area chamadas só de homens também trouxe pontos positivos em muitos locais de trabalho passando estes a serem mais cuidados e organizados.
Boa noite
Estou de acordo com Sérgio Santos, a partilha de conhecimentos é importante para todos, tanto para as empresas como para as pessoas e a competitividade tem de ser saudável, sem manhas nem preconceitos. Todos nós somos diferentes e é com o conhecimento e contributo de cada um que as coisas evoluem, independentemente do sexo.
Ola bom dia a todos
Na primeira questão não considero uma situação justa porque as mulheres tem capacidades e meios para exercer esta profissão.
A situação da força física, não é de todo justificação porque como sabemos, hoje em dia temos muitos meios que nos facilitam os trabalhos, ferramentas equipamentos, etc.
Na minha opinião penso que é uma questão de cultura, não é fácil alterar o que se vai passando de gerações para gerações, porque principalmente o empregador não se dá ao trabalho de pensar e considerar a hipótese de dar oportunidade a uma mulher para fazer esse tipo de trabalho, e ao sentirem que não tem espaço investem pouco nessa área.
Boa Noite
na minha opinião o baixo numero de mulheres nas profissões acima descritas, deve-se exclusivamente ao facto das mesmas não terem muito interesse nessa áreas, sou chefe de manutenção e não existe nenhum trabalho que a minha equipa faça, que não fosse possível uma mulher fazer, se existem mulheres com menos poder físico que muitos homens, também é verdade que existem homens com menos poder físico de algumas mulheres, além do mais, num trabalho de equipa todos tem que se entreajudar, por essa razão acho que seria bastante normal ver mulheres nestes tipos de trabalhos, por experiencia própria, posso dizer que já trabalhei com equipas de mulheres bastante mais eficazes e audazes, do que com certos elementos masculinos noutras equipas mais recentes.
cumprimentos
Será que é exclusivamente falta de interesse? O que eu vejo é falta de cultura, não só da parte do candidato, como por parte dos empregadores mais conservadores que ainda fazem distinção entre trabalho masculino e feminino. Já me aconteceu candidatar-me a vagas para operário fabril em confecções, para costura, e nem obtive resposta, porque em muitos sítios, nem contratam homens para esse cargos (e olhe que eu tenho experiência em costura). Muitos dos anúncios aparecem logo escritos no feminino. Acho que é algo que está enraizado na cultura portuguesa e que leva que homens e mulheres não se candidatem a posições onde não não normal estar alguém do seu próprio género.
Um dos motivos pela qual se verifica uma predominância do género masculino em determinadas áreas, bem como do género feminino noutras, deve-se ao facto de um modo geral existir um padrão relativamente aos interesses e preferências manifestados por cada género. Ainda assim, acredito que todo o ser humano deverá ter a possibilidade de exercer qualquer função e ser igualmente remunerado e valorizado pelo trabalho efetuado. Se existem mulheres que têm interesses em áreas em que o sexo masculino é predominante, não deverão ser desprezadas nem gozadas. Elas têm o direito de escolher qualquer área profissional, podendo contribuir de igual forma que os homens para a empresa empregadora, desde que haja objetividade e vontade em o fazer.
O facto de as mulheres, normalmente, exercerem a sua profissão em cargos de menor responsabilidade, deve-se, na maior parte dos casos, à empresa empregadora não achar que as mulheres possuem as mesmas capacidades que os homens. Esta injustiça continua muito assente no nosso país e no resto do mundo. Nestas empresas, mesmo havendo leis que tentem garantir o contrário, conseguem contornar o estipulado.
Boa noite
Concordo completamente com o seu comentário vai de encontro com a minha opinião.
Cumprimentos
Miguel Sobral
Por acaso estava pensando nisso semana passada…Muito interessante mesmo!
Parei, olhei e tirei a conclusão que eu não vejo uma mulher trabalhando como eletricista.
Ainda há aquele preconceito que é trabalho pra homem, em alguns casos, sim, mas há exceção basta dar uma oportunidade e ela ter força de vontade.
Enquanto houver a divisão ;TRABALHO DE MULHER x TRABALHO DE HOMEM haverá essa desigualdade.
É claro que existe as diferenças do tipo, o homem ele é mais corajoso, o homem tem um trabalho braçal mais potente , mas, contudo, é só haver divisões de tarefas que ambos saem ganhando.Pelo menos na minha área eu vejo que é possível.
Estou totalmente de acordo com a igualdade entre a mulher e o homem temos vindo a ver o aumento de mulheres no sector de trasportes públicos e nos transportes de mercadorias e muita gente comentava á uma mulher ao volante de um autocarro ou de um camião todos tinham receio e elas tem vindo a fazer o serviço na perfeição acho que isto já e um exemplo para continuarmos com a igualdade.
Valentim Figueiredo EL8155U instalador eletricista
Acho justo que haja mulheres no oficio, não vejo quais possam ser as desvantagens em telas a trabalhar em conjunto com os homens, talvez o preconceito faça com que haja menos afluência do sexo feminino nesta área.
Por outro lado vejo que tem as suas vantagens ter mulheres no exercício de funções seja qual for o oficio, daí podemos ter mais pontos de vista diferentes.
Tem as suas vantagens ter mulheres em conjunto com os homens, têm pontos de vista diferentes e podemos debater os assuntos de outra forma
Boa Tarde, em termos de trabalhos duros, eu acho que isso está a deixar de existir, principalmente nas grandes empresas existem métodos de trabalho com equipamento apropriado que impede que o trabalhador exerça esforços para não criar possíveis lesões, proporcionando assim ao sexo feminino exercer o mesmo tipo de trabalho. Em termos de vencimentos desconheço como isso funciona, mas na empresa onde a minha esposa trabalha, tanto na produção como na administração, existem tanto homens como mulheres a fazer o mesmo tipo de trabalhos, e o seu vencimento entre géneros é igual, só na área de manutenção das máquinas da empresa é que só tem homens, mas também acho que por lá nunca apareceu mulheres com formações adequadas para esse fim. No meu ver a sociedade é que ainda está minada nesse ponto de vista, da mesma maneira que no modo de pensar dos homens, as mulheres não conseguem efectuar certos trabalhos que nós conseguimos, muitas mulheres também não o pensam em fazer, devido a sua imagem. Já viram uma mulher mecânica a trabalhar com unhas de gel? Claro que não, muitas mulheres têm a sua imagem como intocável, daí que nem sequer se imaginam a serem electricista ou mecânicas, eu já vi, e até conheço mulheres mecânicas mas têm as mãos como as nossas, já têm outro modo de pensar do que o geral. Para mim, essa mentalidade de diferenças no género ainda existe devido à educação que os nossos pais nos dão até quando deixamos de estudar, e começamos a trabalhar, ou seja, em todo lado e em todos os aspectos ainda existe uma divisão de géneros, a própria sociedade ainda tem de mudar.
Concordo que o dito trabalho duro está a deixar de exigir tanta mão de obra devido as tecnologia cada vez mais presentes em todos os setores.
Não considero esta situação justa e na minha opinião esta situação deve-se aos estereótipos criados pela sociedade. Sem querer sair do tema quantas profissões tínhamos há uns anos atrás em que essas profissões eram dominadas por mulheres ou por homens?
Hoje em dia as coisas estão a melhorar e já encontramos mais igualdade nestas profissões mas mesmo assim nas profissões “duras” encontramos só homens (ou maioritariamente homens) e por exemplo empregadas domésticas só vemos mulheres. Tanto homem como mulher têm as qualidades necessárias para o trabalho mas depois as mulheres são descartadas e vão trabalhar para a receção e isso tem que mudar.
Concordo inteiramente com o meu colega, pois o preconceito em trabalhos e em outras coisas deveria de acabar! Há que abrir a mentalidade para novos horizontes!
Eu não considero esta questão muito justa, pois as poucas mulheres que trabalham nesta área de manutenção e reparação enfrentam ainda muito preconceito, mas já começam a provar que entendem do assunto e começam a destacar-se e a conquistar cada vez mais espaço neste tipo de trabalho. Vemos realmente que ficou para traz o tempo em que cozinhar, lavar e passar que eram tarefas geralmente das mulheres, ao serem vistas como o “sexo frágil”. Mas hoje em dia, as mulheres começam a conquistar mais espaço e hoje começam a assumir funções que antes eram exercidas exclusivamente por homens, assim como nas áreas da electricidade e na electrónica, onde muitas optaram por colocar as mãos à obra. Por vezes as mulheres tem maior sensibilidade para detectar avarias assim como ruídos estranhos, são mais simpáticas e ajudam a modificar o comportamento dos colegas, além de deixar o ambiente mais leve, limpo e mais sofisticado, como me disse há algum tempo uma amiga. Acho que na electricidade e na electrónica como são mais trabalhos de precisão e não de muita força física por isso não vejo nenhuma limitação para as mulheres executarem este tipo de trabalho, mas mais uma vez varia de acordo com cada pessoa e cada cultura, mas pelo que mencionei acima vemos que com as mulheres há também muitas vantagens a serem exploradas.
Paulo Breda EL7309S Electrónica Automação e Controlo
Boa noite
Na minha opinião esta situação deve-se ao facto de tanto homens como mulheres procurarem uma profissão que gostem e se enquadre com as suas aptidões, a verdade é que quase nenhuma mulher procura este tipo de profissões.
Não me parece que as empresas procurarem um género específico por este motivo para o trabalho, senão teríamos muitas mulheres mecânicas, electricistas, pedreiras desempregadas e isso não acontece, se as existisse seriam facilmente contratadas pois seriam vistas como uma vantagem não só para o cliente como também para a empresa pois desempenhariam com certeza muito bem a sua função.
São muitas vezes os factores sociais que levam a uma decisão na profissão (ex: pescadores costumam ser filhos de pescadores).
O facto de se considerar os homens mais fortes fisicamente que as mulheres nem sempre é verdade, existem homens fracos fisicamente e também existem mulheres fortes fisicamente, o corpo tende a adaptar-se aquilo que é exigido dele.
Não me parece que mulheres que queiram desempenhar uma profissão mais física sintam mais limitações que os homens. Em situações mais exigentes tanto homens como mulheres sentem as suas limitações de igual modo.
Relativamente ao salário tarefas iguais com um desempenho igual deve ser dado um salário igual.
Cumprimentos
Miguel Sobral
Boa noite,
Penso que as mulheres ainda não olharam para esta area de trabalho, mas também tem muito a ver com a entidade empregadora, ambos os dois tem que ter a ideologia, pois não importa que seja mulher ou homem e sim o trabalho bem executado, como em outras áreas existem homens e mulheres que trabalham em conjunto e na mesma área, e porque seria diferente na área de manutenção e eletricidade, espero ver ainda mulheres nesta área de trabalho..
A evolução da humanidade não se faz com a força, mas sim com inteligência, e neste aspeto partimos todos em pé de igualdade.
Na minha opinião, penso que se houvesse mais mulheres a tirarem formações nesta área em particular, a situação poderia mudar um pouco.
Abraços.
Boa noite caros colegas,
Claro que estou de acordo com a igualdade de genero em todas as atividades laborais, e digo todas…Homens e mulheres possuem capacidades fisicas e intelectuais para desempenhar qualquer ordem de trabalho de forma igual. Com maior ou menor dificuldade como ser humano, chega a bom porto…. Mas no fundo a verdadeira questão sera..Estarao as mulheres interessadas em trabalhar neste sector…As entidades patronais estarão interessadas em contratar estas mesmas mulheres para os seus quadros…. Sinceramente não sei…. E depois a velha questão, por muito que se fale em igualdade, digo em muitas senão todas, os sectores a questão salarial e ainda um problema. O género feminino ganha em media menos que os género masculino, então porque arriscar elas uma profissão que acarreta sérios riscos por um salario menor…Ainda ha muito a fazer a nível politico /social ate se conseguir uma igualdade justa entre géneros nas profissões…
Amaro Pinto
EL7840T
Boa noite,
Em relação a este assunto penso que cada vez mais se ira notar a diferença primeiro pela mudança de mentalidades segundo porque o trabalho efectuado por mulheres cada vez tem mais influencia devido a qualidade em que é feito. Em relação aos trabalhos relacionados com construção,electricidade,etc.. embora ainda não seja comum encontrar mulheres a trabalhar neste ramo as que já presenciei não ficam nada atrás do executado pelos homens porque existe uma dedicação e empenho pela perfeição do mesmo que muitas das vezes não se vê no trabalho efectuado pelo homem isto porque ao contrario do que se pensa a mulher quando quer o faz bem como o homem assim sendo penso que este preconceito ira se extinguir num futuro muito próximo.
Rui Moura
EL8019U
Não considero esta situação justa e na minha opinião esta situação deve-se a algum tipo de rebaixamento do trabalho talizado por mulheres.
Embora as coisas estão a melhorar e já encontramos mais igualdade de genero nas profissões nas profissões “duras” ainda encontramos maioritariamente homens já por exemplo em trabalhos domésticas só vemos mulheres. Tanto o homem como a mulher têm as competências necessárias para o trabalho mas existem poucas oportunidades para as mulheres.
Boa noite caros colegas…
Claro que estou de acordo com a igualdade de género no sector laboral… Homens e mulheres possuem capacidades físicas e intelectuais para desempenhar qualquer função na sua área de trabalho… No fundo a questão será???
Estarão as mulheres interessadas em trabalhar nestes sectores de trabalho?
Estarão as entidades empregadoras interessadas em contratar estas mesmas mulheres para o seus quadros? Não sei…. o futuro o dirá….Há ainda a questão dos salários, é do conhecimento público que em média para o mesmo trabalho as mulheres ganham menos que os homens… então porque arriscar por uma profissão com mais riscos??
Ainda há muito coisa a ser mudada a nível politico-social até se conseguir uma igualdade de género a nível profissional seja ela qual for………….
Amaro Pinto
EL7840T
Boa tarde.
De um modo geral, penso que ainda existe alguma discriminação e também alguma falta de aceitação em ver trabalhar mulheres em certas profissões, pois elas são tão capazes de executar os trabalhos como os homens, igual ou melhor. Posso dizer e tenho como exemplo, a minha mãe já trabalhou na construção civil alguns anos a fazer trabalho de “trolha”, ela fazia o cimento, dava tijolos , trabalhos pesados, nunca foi chamada a atenção do que fazia estava mal feito, aliás, ate era elogiada pelo seu desempenho. Também já trabalhei com uma senhora com mais de 40 anos de idade, numa loja de reparações, em que ela na área de electrónica era uma “maquina” a detectar avarias e a repara las, eu não lhe chegava aos calcanhares…..De momento neste trabalho onde me encontro também existem mulheres e sim, desempenham as mesmas funções que os homens. Tanto a mulher como o homem tem as suas limitações, ninguém é perfeito. Contudo acho que as mulheres deveriam de ter mais iniciativa para procurarem trabalhos noutras áreas.
Jorge Oliveira
EL8021U
Boa noite. Nada como um bom relato verídico e vivido em pessoa. Concordo em pleno consigo Jorge Oliveira.
José Araújo,
Instalador Eletricista;
EL8027U
Na minha opinião, desde que competentes e fisicamente aptas, não vejo porque não poderão exercer tais profissões. A partir do momento em que existem mulheres no exército ou no desporto (não sei o que possa ser mais agressivo fisicamente do que isso), podem exercer qualquer outra profissão e devem ser tratadas com igualdade.
Em relação ao estudos sobre diferenças salariais, gostava de ver a metodologia adoptada e quais os critérios de comparação, porque gostava que nas notícias explicassem se estão a ser comparados homens e mulheres no mesmo cargo, na mesma empresa e com a mesma antiguidade, ou se estão a fazer uma comparação genérico, sem critério. Média salarial e salário efectivo não é a mesma coisa. É preciso dizer que Portugal tem uma indústria têxtil muito forte, com muitos operários fabris que não ganham mais do que o salário mínimo. Ora, a maior parte das confecções não contrata homens (ou contratam poucos) para trabalho operário (costura), o que significa que nessa fábricas, vai existir muitas mais mulheres a receber o salário mínimo do que os homens, o que desce a média salarial da mulher. Se o homem estivesse naquela posição, também ganhava o salário mínimo. As mulheres que estão em posições hierarquicamente superiores também recebem mais e duvido que, para a mesma posição, os homens recebam mais. Não digo que não exista discriminação de género em algumas empresas, mas é preciso questionar os estudos, principalmente não não há referência nenhuma à metodologia.
Boa noite caros colegas,
creio que infelizmente é uma realidade a carência de mulheres nos setores da eletrônica e elétrica e também existe sim uma descriminação de gênero. Uma vez que, as atividades lavorativas desenvolvidas nesses setores sempre estiveram relacionadas, mesmo que metaforicamente, ao risco e ao dispêndio físico para serem desenvolvidas. E praticamente, este conceito foi introjetado em nossa cultura social que afastou as mulheres desses setores e até mesmo criou receio profissional nas próprias mulheres em termos de competição lavorativa. E de fato creio que estes receios ou medos prejudicou a nossa sociedade e pode ter afastado mulheres brilhantes do mercado de trabalho nesses setores.
Halyson Tomaz da Silva
Eletrônica e Telecomunicações
EL1027EST