Fórum Março – Autismo
No próximo dia 2 de abril celebra-se o Dia Mundial de Consciencialização do Autismo. O Dia Mundial do Autismo, celebrado anualmente no dia 2 de abril, foi criado pela Organização das Nações Unidas em 18 de dezembro de 2007.
O autismo é uma perturbação do desenvolvimento do cérebro em que as pessoas têm dificuldade de comunicação e nas interações sociais, podendo apresentar ainda padrões de comportamento, interesses e atividade fora do habitual.
Os médicos usam o termo Perturbações do Espetro do Autismo para definir um conjunto de perturbações neuropsiquiátricas do desenvolvimento da criança resultantes de disfunções do desenvolvimento do sistema nervoso central.
Segundo a Associação Americana de Psiquiatria, as Perturbações do Espetro do Autismo (PEA)“são um síndroma neuro-comportamental com origem em perturbações do sistema nervoso central que afeta o normal desenvolvimento da criança. Os sintomas ocorrem nos primeiros três anos de vida e incluem três grandes domínios de perturbação:social, comportamental e comunicacional”
Algumas pistas podem ajudar os pais e educadores a antecipar a descoberta do problema em bebés e aumentar o progresso do tratamento.
A doença costuma ser identificada pelos médicos entre 1 ano e meio e os 3 anos, mas os especialistas referem que os próprios pais e educadores são capazes de detetar os primeiros sinais a partir dos 8 meses e, assim, procurar ajuda especializada quanto antes.
As Perturbações do Espectro do Autismo (PEA) tornam-se mais óbvias a partir dos 18 meses de idade. Permanecem toda a vida, mas podem conhecer melhorias quando tratadas adequadamente.
Alguns sinais:
- Olhares perdidos. O olhar é extremamente importante para demonstrar o vínculo materno, a criança autista pode não fitar a figura da mãe e ter um olhar perdido.
- O choro quase ininterrupto, uma inquietação constante ou, ao contrário, uma apatia exacerbada também merecem atenção.
- Incómodo com o toque, com alguns sons e com certas texturas de alimentos.
- Ausência de fala, uma aparente surdez e movimentos pendulares estereotipados de tronco, mãos e cabeça.

Participe e desenvolva, no seu ponto de vista, o tema exposto a debate.
Se desejar, apresente exemplos representativos do que pretende ilustrar. Pode ainda comentar as participações dos colegas e deixar sugestões para um próximo tema que gostasse de ver discutido. Poderá ainda enviar o seu próprio tema para publicação.
O post de cada formando deve ser submetido até ao final da semana. A sua participação conta 20% para a avaliação da Unidade.
Para participar basta clicar em INSERIR COMENTÁRIO, não esquecendo de indicar o seu nome e curso para que o seu contributo seja avaliado.
Os vossos comentários serão primeiro sujeitos à aprovação do professor pelo que podem não ficar imediatamente disponíveis.
Aguardo as vossas participações com expectativa, o vosso contributo é muito importante para o sucesso deste fórum!

A criança que tem autismo deve ser acompanhada por uma ajuda profissional, em casa e na escola para se integrar bem e ajudarem que a criança se sinta bem e igual as outras crianças.
A escola deve ajudar nas actividades que efectuam como por exemplo:
– Pegar em brinquedos e dizer o nome deles;
– Dizer o nome dos colegas;
– O nome dos alimentos;
– O nome dos objetos;
– As cores;
– Estações do ano e muito mais.
Em casa os pais devem estabelecer dialogo, rotinas e actividades para ajudar a criança.
Todos nos devemos ajudar as crianças a nossa volta de alguma maneira.
Mónica Sousa
EL8376U
Curso: Educação Infantil
As crianças de autismo tem de ser acompanhadas pelos pais, educadores, familiares e uma ajuda profissional para ajudar a integrar-se.
Na escola devemos pegar em brinquedos e dizer o nome deles, o nome dos colegas da escola,as estações do anos e muito mais.
Em casa os pais devem fazer o mesmo, rotinas e dialogo.
Todos nos devemos ajudar as crianças a nossa volta independentemente da cor, da religião e do género todos temos os mesmos direitos.
Mónica Sousa
EL8376U
Curso: Educação Infantil
Cara Mónica, muito obrigada pela sua participação. Continuação de um bom estudo!
Autismo
São pessoas como todos os outros só com algumas particularidades. Não significa que seja um ponto negativo só os torna únicos. O que é preciso é manter rotinas saber o que desperta as “birras” e tentar solucionar o que as provoca, ter um bom ambiente familiar onde a criança se sinta segura. Tem de se educar sobre o autismo as pessoas com quem a criança convive mais, saberem como agir em certas situações e o que fazer para melhorar os momentos mais complicados. Há quem pense que são atrasados mentais o que não é verdade podem ter mais dificuldade em alguns assuntos mas são muito inteligentes quando se focam em alguma coisa que gostam muito e que lhes desperta o interesse. Há que respeitar o ritmo deles, se precisam de se afastar por um momento para organizar todas as informações que está a receber para não ficarem sobrecarregados e não levar a mal quando o fazem.
É importante fazer o diagnóstico o mais cedo possível para dar logo á criança a ajuda necessária para o seu desenvolvimento sem muitas complicações. O que se pode tornar complicado visto que nem todas as crianças apresentam os sinais clássicos.
É tão importante a ajuda de profissionais para a família como para a criança. A família é o sistema de suporte da criança por isso, quando algum familiar tem reacções inadequadas isso pode prejudicar o seu desenvolvimento e mudar a dinâmica familiar, o que não é positivo se a criança precisa de rotinas e não reage bem a mudanças. A família deve ter calma, dar carinho á criança, atenção, apoio, ter paciência pois vai haver momentos mais difíceis e é preciso saber lidar com eles e não pôr a criança ainda mais alterada.
Os pais podem preocupar-se com o futuro do seu/ sua filha no entanto por terem autismo não quer dizer que tenham de ser privados de certas coisas.
Estima-se que 0.5% a 10% dos indivíduos com autismo mostram habilidades incomuns, variando de habilidades dissonantes, como a memorização de trívias até talentos extremamente raros de autistas savants prodígios (fonte: wikipedia).
Aqui temos alguns exemplos de pessoas famosas com carreiras de sucesso e que muitas pessoas provavelmente não sabem que tem autismo:
-Bill Gates, informático;
-Daryl Hannah, actriz;
-Andy Warhol, artista;
-Isaac Newton, matemático;
-Lionel Messi, jogador de futebol.
(fonte: famosos.culturamix.com)
Débora Santos
Educação Infantil
Cara Debora, muito obrigada pela sua participação. Continuação de um bom estudo!
O Autismo é uma perturbação do desenvolvimento que se inicia nos primeiros três anos de vida. A maioria das crianças autistas assemelham-se as outras mas exibem um comportamento diferente realizando actividades estranhas e incompreensíveis. Nas formas menos graves de autismo, as crianças falam e exibe capacidades intelectuais embora apresentem perturbações sociais e comportamentais. Em Portugal estima-se que o autismo afecte 1 em cada 1000 crianças em idade escolar principalmente rapazes. Não existe uma causa especifica para o autismo, admite se que resulte de anomalias na estrutura ou função do cérebro. As alterações comportamentais típicas do autismo podem ser ou não aparentes no período dos 18 aos 24 meses, mas são visíveis entre os 2 e os 6 anos. Será importante realizar uma avaliação mais completa na presença de um destes sinais:
A criança não balbucia nem emite sons aos 12 meses
Não executa gestos como por exemplo acenar ou apontar aos 12 meses
Não pronuncia palavras aos 16 meses e não forma frases aos 24 meses
A presença de um destes sinais não significa que a criança seja autista mas, uma vez que os sintomas da doença são muito diversos é importante proceder a sua avaliação. Esta avaliação é feita por uma equipa de psicólogos, neurologistas, pediatras e terapeutas da fala. Embora não exista cura para o autismo existem tratamentos e medidas educativas para lidar melhor com a situação, reduzindo os comportamentos mais perturbadores e oferecendo uma maior autonomia.
Levar uma criança com autismo para a escola não é fácil, pois a criança terá de lidar com problemas de linguagem, fobias, submeter se a regras e estar em contacto com outras crianças. A família neste caso é fundamental para que a criança se sinta segura.
Ana Catarina
EL7302S
Educação Infantil
Levar uma criança com autismo para a escola não é fácil e ainda pior quando por vezes há alguns colegas que gozam e fazem pouco deles por não perceberem a situação e não terem comportamentos que eles achem normal. Acho que os pais devem falar com os filhos com calma e tentar explicar estas situações e ter atenção ao que se diz porque as crianças repetem o que os pais dizem e se há algum pai/ mãe que em casa faz um comentário menos agradável a criança na escola vai repetir. Há que consciencializar todas as pessoas que vão conviver com a criança com autismo para haver um bom ambiente para todos.
Débora Santos
Educação Infantil
Cara Debora, muito obrigada pela sua participação. Continuação de um bom estudo!
Cara Catarina, muito obrigada pela sua participação. Continuação de um bom estudo!
O autismo é uma perturbação no desenvolvimento do nervo central em que as pessoas com este problema tem dificuldades em comunicar e em interagir com a sociedade.
Devemos ter em conta alguns sinais:
uma criança que não fita a mãe e assim acaba por ter um olhar perdido;
o choro quase interrupto, uma inquietação constante ou ao contrário uma inquietação, uma empatia exacerbada também merecem atenção;
podem ter um incomodo com o toque, com alguns sons e com certas texturas de alimentos;
ausência de fala, uma aparente surdez e movimentos pendulares estereotipados de tronco, mãos e cabeça.
os sintomas do autismo são:
dificuldade de se relacionar com crianças e adultos;
fala pobre ou falha;
sensibilidade aos sons;
brincadeira inapropriada com brinquedos;
dificuldade de sair da rotina;
choro ou riso inapropriado;
falta da noção do perigo;
hiperactividade ou passividade extrema;
sensibilidade alterada ou contacto;
atracção estranha e objectos;
falta de contacto visual.
e também uma criança que tenha autismo deverá ser acompanhada por profissionais, que saibam como a podem ajudar e o que se deve fazer na escola e em casa neste caso de uma família ter uma criança com autismo para que ela se possa sentir bem e igual as outras crianças e se poder integrar bem.
na escola o educador deve ajudar a criança por exemplo ao pegar num brinquedo é dizer o nome dele; dizer o nome dos colegas; o nome dos alimentos; o nome dos objectos; as cores; estações do ano e muito mais.
E em casa os pais devem dialogar com a criança, ter rotinas e actividades para a ajudar, e todos nos devemos ajudar uma criança autista a nossa volta de alguma forma.
e as pessoas com autismo, são pessoas como todos os outros só tem algumas particularidades.
Cara Ana Catarina, muito obrigada pela sua participação. Continuação de um bom estudo!
Quando li o titulo do forum deste mes, nao sabia bem o que era autismo. Ja tinha ouvido falar mas nunca aprofundei o tema, nem conheci ninguem com esta “deficiencia”.
Fui pesquisar mais sobre o assunto e o que eu ou muitos podiam pensar… (que o diagnóstico de autismo condena uma criança a uma vida solitária sem qualquer realizações.) esta totalmente errado, ate porque essa teoria é falsa, muitas pessoas famosas, com autismo a fizeram grandes coisas. (exemplo: Lionel Messi, Bill Gates, Beethoven, Mozart, Michael Jackson…) Nao foi por terem autismo que deixaram de fazer o que gostam/gostavam e hoje em dia sao um grande exemplo a seguir. O autismo é uma perturbação do desenvolvimento que se inicia nos primeiros três anos de vida, alguns destes famosos foram diagnosticados como no “limite do autismo” com menos de 3 anos…
Embora não exista cura para o autismo existem tratamentos e medidas educativas, reduzindo os comportamentos mais perturbadores e oferecendo uma maior autonomia. A família, pais e os auxiliares da escola, devem ter calma e dar a criança, atençao, apoio, ter paciência pois vai haver momentos mais dificeis e é preciso saber lidar com eles e não pôr a criança ainda mais alterada.
Cara Ana Sofia, muito obrigada pela sua participação. Continuação de um bom estudo!
O Autismo ou defini-se como perturbações neuro-psiquiátricas do desenvolvimento da criança resultantes de disfunções do desenvolvimento do sistema nervoso.Que se prolonga por toda a vida e evolui com a idade.
Dos 2 aos 5 anos de idade o comportamento autista tende a tornar-se mais óbvio.
Existem diferentes tipos de autistas: três níveis Leve, Moderado e Grave,estas causas são diversas e reflectem a diversidade das pessoas com autismo.
foi identificado por pedopsiquiatria Leo Kanner austríaco.
como confirmar: é definido no DSMIV-TR ,alguma pistas podem ajudar os pais a antecipar a descoberta do problema em bebes e aumentar o progresso do tratamento.O autismo não tem cura mas a intervenção precoce e o tratamento pode melhorar a vida da criança.
Não há ligação causal entre atitudes e acções dos pais e o aparecimento das perturbações do espectro autista, as pessoas com autismo podem nascer em qualquer pais ou cultura e o autismo é independente da raça ,da classe social ou da educação parental.
Referencia: FPDA
Emília Jamba
Educação Infantil- Gen
EL8293U
Cara Emília, muito obrigada pela sua participação. Continuação de um bom estudo!
O TEA é um dos trastornos mais complexos e fascinantes na área da incapacidade cognitiva, a rotina, é um dos elementos mais importantes no processo de aprendizagem destas crianças, o acompanhamento contínuo é a base para um desenvolvimento favorável. Para conseguir um crescimento tanto emocional como psicomotriz é essencial criar confiança com o aluno/crianças, será determinante esta relação já que irá permitir impor regras e uma rotina personalizada às suas necessidades. Estas crianças são excepcionais, têm uma capacidade de aprendizagem sobrevalorizada, são espontâneas com os seus sentimentos mesmo não tendo a capacidade de expressar oralmente o que pensam, em alguns casos o vocabulário permite ter a oportunidade de entender melhor o desejado por eles.
Para conseguir uma ótima aprendizagem temos que aprender nós primeiro sobre cada um de eles, todos são diferentes á sua maneira. A família, os docentes e os outros integrantes da equipe disciplinar que acompanha esta criança têm de manter uma comunicação constante para assim lograr equilíbrio emocional e avançar no desenvolvimento das capacidades reconhecidas.
EL8326U
Cara Carlota, muito obrigada pela sua participação. Continuação de um bom estudo!
O autismo é um transtorno no desenvolvimento que compromete a comunicação e a interação social da criança, normalmente surge nos primeiros três anos de vida prolongando-se por toda vida, evoluindo assim com a idade. Embora atualmente haja um grande conhecimento e uma grande pesquisa nesta área, ainda não se sabe a verdadeira causa do autismo, embora se saiba que a genética e certos agentes externos desempenhem um papel de grande importância no respetivo transtorno.
Não se sabe ao certo quantos casos de autismo existem, mas cada vez são mais os casos que aparecem e se diagnosticam. No entanto não há prevenção nem cura para o autismo, mas existem programas de tratamento precoce e intensivo que melhora a perspetiva das crianças, onde o principal objetivo é maximizar as habilidades sociais e comunicativas da criança, reduzindo assim os sintomas e dando um maior suporte no desenvolvimento e na aprendizagem.
Há certos fatores de risco que se devem ter em consideração, por exemplo, os meninos são mais inclinados para o aparecimento do autismo do que as meninas; o histórico familiar, isto é, famílias em que hajam casos de autismo há um maior risco de haver novos casos e também em crianças que tenham alguns problemas de saúde, pois estas tendem a ter mais probabilidades de desenvolver autismo.
Os sintomas do autismo são principalmente a dificuldade na comunicação, ou seja, nos seus comportamentos e na interação social. Portanto quando começam a surgir os primeiros sintomas é importante levar a criança a um médico especialista para que se possa fazer um diagnóstico e caso se confirme, o médico deve apoiar e aconselhar os pais para que estes tenham conhecimento da melhor maneira de lidar com as situações.
Portanto, crianças autistas são crianças especiais que precisam de muita atenção e certos cuidados, não só pela parte dos pais e familiares, mas também pelos educadores e auxiliares. Além disto também é preciso que as crianças sejam bem acompanhadas e que se mantenha a calma a sua volta, pois assim evita-se alterações nos comportamentos e também para que as crianças possam ainda assim obter novas aprendizagens e se desenvolver da melhor maneira.
Andreia Siquenique
Educação Infantil
EL7696T
Cara Andreia, muito obrigada pela sua participação. Continuação de um bom estudo!
Isabel Moura Educaçao Infantil
Ola tive o prazer de ter trabalhado com 3 crianças com essa patologia e de 3 graus diferentes e cada uma delas com a suas particularidades , eram crianças que tinham sido recentemente diagnosticadas e tanto elas como os pais nao sabiam bem ao que vinham , os pais porque queriam uma ajuda desesperada quem os ajuda-se com os filhos e as crianças porque iria sair da sua rotina de casa onde estavam habituados a estar e a fazer tudo sem regras pois ate ai eram so crianças caladas e solitarias nao estavam habituadas ao barulho e nem a ver tanta gente ao dia .
A primeira vinha com o estereotipo do brinquedo se deixassemos andava com o brinquedo todo o dia na mao e nao olhava para ninguem, o segundo era o computador e os jogos do mackuin os carros so queria o computador e se nao o deixassemos era uma birra e uma violencia meu deus , o terceiro era trazer tudo de casa ate um alguidar na cabeça ele chegou a trazer as vezes era engraçado.
A parte mais dificil e conquistar a confiança deles , eles perceberem que estamos ali para ajuda-los , para os acarinhar quando estao frustados e essas crianças tem muitas faces dessas por dia e ai temos que ter o carinho , a paciencia e compreeder o porque daquela atitude porque elas as atitudes tem todas elas fundamemto.Depois tambem com a ajuda do professor de educaçao especial as coisas e as tarefas diarias vao tornando-se mais faceis o trabalho com eles tem todo como base as rotinas e quando eles vao entrando nelas e nos vamos vendo as evoluçoes que vao conquistando embora poucas para eles ja sao muitas e nos cuidadores ficamos tao contentes e os pais em casa tambem vao vendo algumas modificaçoes como de humor , um olhar diferente , fazer coisas que eles nao imaginavam que ele fazia e a correspondencia entre a escola e os pais e muito importante.
Com tudo isto agora havia muito assunto mas o que quero dizer e que trabalhar com estas crianças foi uma grande honrra nunca vou esquecer , com eles aprendemos a ver muita coisa que nao viamos , a ter paciencia , a desejar que o dia tive-se mais horas para ensinar mais , enfim que tiver esse prazer torna-se uma pessoa mais rica
Cara Isabel, muito obrigada pela sua participação e pela partilha da sua experiência pessoal. Continuação de um bom estudo!
Ainda não existe cura para o autismo doença esta que afecta muitas crianças, 1 em 1000.
Na minha opinião a sociedade infelizmente ainda não está preparada para responder as necessidades destas crianças e sobretudo ás necessidades dos pais pelas suas dúvidas, receios, angustias e sobretudo ajuda-las na estimulação.
As escolas públicas deveriam disponibilizar mais meios humanos especializados. Ainda é através de medidas educativas especializadas que se obtém bons resultados, reduzindo alguns comportamentos perturbadores, tornando-as mais autónomas.
Começar desde cedo a compreender estas crianças é um passo para torna-las um pouco mais independentes . Existem vários níveis de autismo, em alguns casos as pessoas com autismo conseguem ter uma vida aparentemente normal.
Luciana Rosa
EL8185U
Puericultura
Cara Luciana, muito obrigada pela sua participação. Continuação de um bom estudo!
Boa tarde!
Eu já tinha comentado este tema quando estava a realizar o Curso de Puericultura, mas posso comentar de novo 🙂
Óptimo resumo! O texto ajuda-nos a ter uma noção e a compreender o que é o Autismo. Eu tive a ocasião de conhecer um menino autista quando estava em fase de estágio num A.T.L de um outro Curso que fiz e, realmente observei sintomas ou características que este autista apresentou como o seu modo de vestir, que não saía da rotina (uns calções e uma t-shirt vermelha ás riscas), dificuldade em relacionar-se com os outros, pois, ele ficava no seu canto a jogar no tablet e só de vez em quando, o via a relacionar-se com o filho da Directora do estabelecimento. Também pude observar que ele tinha como que um ‘vício’ de roer as tampas das canetas e, no tempo em que lá estive, poucas foram as vezes que o vi hiperactivo. Para mim, esse menino é especial, super amoroso, pois ás vezes vinha-me abraçar e, apesar do pouco tempo em que tentei achegar-me a ele, conseguiu no bom sentido ‘marcar-me’ com o seu jeito de ser. Eu não percebo muito deste assunto, mas eu penso que todas as pessoas que tenham a ocasião de conviver com um autista, este não fica indiferente.
Na minha opinião, qualquer autista tendo o apoio necessário ou adequado (pais, especialistas no assunto) consegue ter uma vida aparentemente normal.
Vanessa Morais
Educação Infantil
EL6100P
Cara Vanessa, muito obrigada pela sua 2ª participação ;). Continuação de um bom estudo!
Autismo é um mundo diferente, ou talvez uma forma de ver o mundo diferente.
O altista vive no seu próprio mundo, tem dificuldade em sociabilizar -se, tem dificuldade em integrar-se, pouca imaginação, pouco vocabulário, mas tem capacidades extraordinárias e reveladoras noutros aspectos.
Cara Ana, muito obrigada pela sua participação. Continuação de um bom estudo!
Ana Marques
Curso puericultura
EL7440S
O autismo é um transtorno no desenvolvimento que compromete a interação e comunicação social da criança.Uma criança autista não tem de ser diferente das outras sø por ela ter outra noção das coisas ou por olhar de outro modo o mundo, não significa que tem de ser discriminada pelas pessoas,pelo contrário deve ser ajudada.
Um autista tem comportamentos diferestes dos outros, tem dificuldades em contactar com as pessoas que os rodeiam, têm olhares perdidos o que podem não fitar a figura da própria mãe, estas crianças não têm controlo no choro,não se conseguem manter quietos ou pelo contrário mostram uma apatia exacerbada que requer muita atenção; são sensiveis ao toque, a alguns sons e com certas texturas aos alimentos; têm ausência na fala, uma aporente surdez e movimentos pendulares estereotipados de tronco,mãos e cabeça; têm dificuldades em fazer amigos e dificuldades em expressar emoçõe; têm também dificuldades em iniciar ou manter uma conversa.
O autismo pode ser detetado em crianças entre 1-3 anos de idade. As perturbações do Espectro do Autismo tornam-se mais obvias a partir dos 18 meses de idade, permanecem toda a vida, mas podem ter melhorias quando tratadas adequadamente.
Todas as crianças necessitam de carinho,de amor e de muita atenção,mas estas crianças autistas requerem mais atenção e segurança por parte da familia e dos seus educadores, porque estas crianças regularmente sente-se sozinhas, o que se torna grave para o seu desenvolvimento e também os seus sintomas varim de leves, que podem até passar por despercebidos, mas podem ser moderados ou graves, que interferem no comportamento e na comunicação da criança, por isso é que têm que estar sempre a serem vigiados..Mas no fundo são crianças iguais as outras.
Margarida Ribeiro
Educação Infantil
EL8443U
Cara Margarida, muito obrigada pela sua participação. Continuação de um bom estudo!
Autismo
O autismo altera a forma como vemos e experienciamos o mundo. Uma criança autista não interpreta as coisas ou os sentimentos como uma criança normal. É difícil para um miúdo autista relacionar-se com outros miúdos ou expressar-se através de palavras. Os miúdos autistas normalmente isolam-se num mundo deles e precisam de ajuda para comunicar.
O autismo provoca reações diferentes ao que se passa à volta. Sons que para uma criança comum são normais podem incomodar um autista, ao ponto de os levar a tapar os ouvidos. Até a sensação de ser tocado, pode ser muito desconfortável para um miúdo autista.
Crianças com autismo têm mais dificuldade, ou não conseguem, associar coisas. Por exemplo, quando alguém sorri, a impressão que passa é que essa pessoa está contente ou está ser amigável. Mas um miúdo com autismo terá dificuldade em associar o sorriso a um estado emocional da pessoa.
O mesmo se passa com as palavras. Um miúdo autista tem dificuldade em ligar as palavras ao seu significado. Imaginemos o que será tentar perceber o que os nossos amigos estão a dizer se não soubermos o que as palavras significam. É muito frustrante para uma criança tentar dizer qualquer coisa e não encontrar as palavras certas. Por isso às vezes os autistas têm acessos de muito mau humor. Não é por mal… é apenas frustração.
A criança autista parecem ter comportamentos estranhos, podem estar sempre a bater palmas, a repetir as mesmas palavras sem parar, ter birras ruidosas ou brincar apenas com o mesmo brinquedo. A maioria dos autistas mão gostam de alterações na sua rotina. Se estão habituados a acordar a uma determinada hora, tomar o pequeno-almoço e depois brincar, não gostam de trocar a ordem das actividades. Por exemplo acordar, brincar e depois tomar o pequeno-almoço. Gostam de seguir rotinas, que são sempre iguais. É a maneira que eles encontraram de organizar um mundo que é diferente do nosso. E quem diz a rotina, diz também a forma como os objetos ou brinquedos devem ser arrumados da maneira deles. E ficam muito chateados se alguém mudar essa ordem.
Quando um miúdo tem autismo, o cérebro dele tem dificuldade em realizar um trabalho muito importante: que o mundo faça sentido. O teu cérebro está sempre a interpretar os cheiros, os sons, as imagens e todas as sensações que chegam através dos cinco sentidos. Se o teu cérebro não conseguir interpretar estas sensações, vais ter dificuldades em andar, falar, ir à escola, relacionares-te com outras pessoas e fazeres as coisas normais do quotidiano.
O autismo pode ser ligeiro, afetando apenas parte da vida quotidiana, ou ser mais profundo, tornando a pessoa muito mais dependente dos outros.
O autismo afeta cerca de 1 em cada 150 miúdos, mas ninguém sabe ainda qual a causa. Alguns cientistas pensam que existem crianças com maior probabilidade de ter autismo porque já existe ou existiu alguém autista na família. Esta é uma explicação genética. Mas existem crianças que são autistas sem nunca ter havido ninguém autista na família. O cérebro humano é muito complicado, por isso determinar a causa exata do autismo é muito difícil.
O cérebro tem mais de 100 biliões de células nervosas, chamadas neurónios. Cada neurónio pode ter centenas ou milhares de ligações que levam mensagens a outros neurónios ou células nervosas. As ligações e os mensageiros químicos, chamados neurotransmissores, permitem aos neurónios em várias partes do cérebro – as partes que ajudam a ver, sentir, mexer, recordar e muito mais – a trabalharem em conjunto.
Por alguma razão, algumas destes neurónios e ligações numa criança com autismo não se desenvolveram corretamente ou ficaram danificadas. Normalmente estes problemas acontecem nas partes do cérebro ligadas á comunicação, emoções e sentidos.
Perceber se uma criança é autista pode ser difícil. Normalmente, são os pais os primeiros a suspeitar que algo se passa. Talvez a criança já tenha idade para começar a falar e não o faz, talvez não demonstre interesse pelas outras pessoas ou tem comportamentos estranhos. O problema é que o autismo não é a única explicação para estes problemas. Uma criança com problemas de audição também vai ter dificuldade em aprender a falar.
A juntar a isto, os testes de laboratório normalmente também são normais em crianças autistas. No entanto, os médicos fazem estes testes para excluir outras doenças ou problemas. Estes testes incluem análises ao sangue, urina, audição, ondas cerebrais, teste de QI (quociente de inteligência, embora o resultado destes teste não seja conclusivo).
Muitas vezes, reúne-se uma equipa de especialistas de várias áreas para determinar se a criança é autista. Esta equipa pode ser formada por pediatras, neurologistas pediátricos, especialistas em desenvolvimento infantil e terapia da fala, psicólogos e psiquiatras infantis, etc. Esta equipa vai estudar como a criança brinca, aprende, comunica e se comporta. As informações dadas pelos pais também são estudadas. Depois de terem toda esta informação, os especialistas podem decidir se a criança tem autismo ou outro problema.
Infelizmente não existe cura para o autismo, mas os médicos, terapeutas, pais e professores podem ajudar as crianças com autismo a ultrapassar ou a ajustarem-se às dificuldades. Quanto mais cedo a criança começar a terapia para o autismo melhor.
As crianças são diferentes e têm necessidades diferentes, mas aprender a comunicar é um primeiro passo fundamental. Aprender a falar pode ser complicado para as crianças autistas, mas não é impossível. Muitos miúdos autistas percebem melhor as palavras quando as vêm, por isso os terapeutas ensinam os miúdos a comunicar com a ajuda de imagens ou mesmo com linguagem gestual (não confundas com a língua gestual dos surdos, aqui falamos mesmo de gestos, alguns mais simples, como o apontar, outros mais complexos). Este método ajuda os miúdos autistas a aprender outras coisas e muitos acabam mesmo por aprender a falar.
Os terapeutas também ensinam coisas que normalmente parecem simples e banais, mas que fazem toda a diferença na qualidade de vida de um autista. Por exemplo, cumprimentar uma pessoa, seguir direções, escovar os dentes, comer sozinho, etc. Existem também terapias próprias para crianças autistas que são mais ativas e têm dificuldade estar sossegadas ou controlar o mau-humor. E por vezes, têm mesmo de tomar medicamentos para controlar o temperamento e comportamento.
Crianças com autismo ligeiro podem mesmo ir à escola normalmente, mas a maioria precisa de uma escola especial, mais calma, com professores especiais.
Muitas crianças com autismo ligeiro vão crescer e ser capazes de viverem a sua vida de forma quase autónoma. Mas aqueles com autismos mais profundos vão sempre precisar de ajuda. Mas não te esqueças, todas as crianças autistas podem ter uma vida feliz se tiverem o apoio e amor dos pais, irmãos, família, médicos, professores e colegas.
Marlene Cunha
Educaçao Infantil
EL6733R
Cara Marlene, muito obrigada pela sua participação. Continuação de um bom estudo!
A criança com autismo tem de ser tratada e seguida por médicos ser bem acompanhada, os pais têm de ajudar em tudo para que a criança se sinta bem, os educadores também.
Na escola a educadora tem de lhe explicar tudo com mais cuidado, sempre que a criança esteja a brincar dizer lhe o nome dor brinquedos, dizer as cores, etc.
Lúcia Soares
Educação infantil
EL7380S
Cara Lúcia, muito obrigada pelo seu comentário. Continuação de um bom estudo!