Estudo diz que Memorando de Entendimento Antipirataria em Portugal é exemplo de referência mundial

Nos últimos anos, o bloqueio de sites que disponibilizam conteúdo ilegal (como cópias de filmes e livros publicados, gratuitamente, sem autorização do autor) tem-se tornado numa prática reconhecida em diferentes países. Em Portugal, o acordo levou a que fossem bloqueados 65 endereços online pelos fornecedores de serviços de internet (ISP, na sigla inglesa) depois de serem avaliados pela IGAC (Inspecção Geral das Actividades Culturais).

Segundo o INCOPRO, o grupo de especialistas na protecção de conteúdos online responsável pelo estudo português, este bloqueio levou a uma diminuição de 56,6% de acessos a estes sites específicos a partir de Portugal. Porém, segundo o documento o acesso a estes mesmos sites “aumentaram 3,9% globalmente”, demonstrando que o sistema de bloqueio implementado em Portugal está a funcionar.
fonte: abertoatedemadrugada e publico.pt


Este mês queremos saber qual a sua opinião relativamente ao acesso a conteúdos (sem os pagar) na internet:

  1. Em que medida considera que a decisão anterior é importante para salvaguardar o usufruto indevido de conteúdos protegidos por direitos de autor? Acha que continua a ser fácil o acesso a conteúdos que deveriam ser pagos?
  2. Considera os dowloads ilegais prejudiciais e injustos para os artistas e produtoras ou acredita que estes são uma forma de democratizar o acesso às artes e ao entretenimento?

Cotação: 20% da média da Unidade em estudo.

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Manuel Bernardo