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CEAC Fórum de Junho – COMO APRENDEMOS? Clique aqui

CEAC FÓRUM DO MÊS DE JUNHO – COMO APRENDEMOS?

CEAC Fórum:

O nosso cérebro tem uma capacidade infinita de aprendizagem. É possível e é desejável aprender coisas novas todos os dias. O nosso cérebro agradece.

O que distingue então umas pessoas das outras? O que faz uns alunos terem excelentes notas e outros não? São as estratégias de aprendizagem utilizadas.

Como aprendemos?

 

Está provado que as pessoas memorizam mais facilmente o que conhecem.

Ou seja, uma pessoa com experiência numa determinada área vai memorizar mais facilmente informação relacionada com essa área.

Atribuem um significado. É mais fácil memorizar quando atribuímos um significado à informação.

É por isso que temos que praticar!

É importante, como técnica de estudo, praticar os conhecimentos adquiridos ao longo de vários dias, quer seja lendo, fazendo apontamentos e esquemas que facilitam a aprendizagem.

Também relaxar e fazer exercício físico são importantes para a aprendizagem.

Como estratégia para aprender, devemos fazer uma pausa quando aprendemos algo novo.

É como uma parede de tijolo e cimento se não a deixarmos secar e continuarmos a construir por cima ela, se não cair, vai ficar toda torta.

O nosso cérebro também precisa cimentar os conhecimentos. Por isso, convém fazer uma pausa e não amontoar conhecimentos.

Também dormir é importante no processo de aprendizagem.

Durante o sono, o cérebro faz uma limpeza e retira o que não é importante e que está a bloquear a capacidade de aprender.

Mas atenção, é nestas alturas que pode surgir a procrastinação.

Procrastinar é adiar uma ação.

Conclusão:

Todos temos a capacidade de aprender.

Existem estratégias certas e estratégias erradas.

Tem que se praticar o que se aprende, não se aprende tudo no mesmo dia.

Quanto mais se praticar, mais sólida fica a informação no nosso cérebro.

Participe neste Fórum CEAC e desenvolva, no seu ponto de vista, o tema exposto a debate. Se desejar, apresente exemplos representativos do que pretende ilustrar. Pode ainda comentar as participações dos colegas.

O post de cada formando deve ser submetido até ao final da semana. A sua participação conta 20% para a avaliação da Unidade.

Para participar basta clicar em INSERIR COMENTÁRIO, não esquecendo de indicar o seu nome e curso para que o seu contributo seja avaliado. Os vossos comentários serão primeiro sujeitos à aprovação do professor pelo que podem não ficar imediatamente disponíveis.

Aguardo as vossas participações com expectativa, o vosso contributo é muito importante para o sucesso deste fórum! E não se esqueçam, caso queiram ver algum tema em debate e/ou gostassem de escrever um artigo para ser publicado, podem enviar por email e será publicado no mês seguinte!

 


INFORMAÇÃO CEAC: Cotação: 20% da média da Unidade em estudo.

Esta atividade de Fórum permite debater e abordar novas ideias, visa o desenvolvimento e a discussão de temas atuais, relacionados com os temas propostos nas Unidades, no âmbito da formação.

Participe e desenvolva, no seu ponto de vista, o tema exposto a debate. Se desejar, apresente exemplos representativos do que pretende ilustrar. Pode ainda comentar as participações dos colegas.

A sua participação conta 20% para a avaliação da Unidade.

Para participar basta clicar em Deixar Comentário, não esquecendo de indicar o seu NOME e CURSO para que o seu contributo seja avaliado. Os vossos comentários serão primeiro sujeitos à aprovação do professor pelo que podem não ficar imediatamente disponíveis.

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CEAC Fórum Junho: Autoestima – Clique aqui para aceder

CEAC FÓRUM DO MÊS DE JUNHO – AUTO-ESTIMA

CEAC Fórum: “Todos nós temos uma opinião sobre nós próprios. É a forma como nos vemos a nós próprios que está na base da auto-estima e que afecta a forma como nos sentimos relativamente a nós próprios e nos valorizamos.

A auto-estima não é estática nem fixa: as nossas crenças sobre nós próprios podem variar conforme a situação em que nos encontramos e ao longo da nossa vida, à medida que vivemos diferentes experiências.

Quando temos uma boa auto-estima, geralmente, conseguimos ver os nossos pontos positivos e ela pode ajudar-nos a lidar com experiências negativas, como perder o emprego ou terminar uma relação. Sentimo- nos confiantes, não nos culpamos de tudo o que acontece, aceitamos errar e aprender com os erros, confiamos nos outros, cuidamos de nós próprios e conseguimos dizer “não” quando é preciso.

É claro que ninguém está constantemente feliz e satisfeito consigo próprio e ter uma boa auto-estima não significa que somos confiantes em todas as situações. Mas uma boa saúde emocional e uma auto-estima positiva estão associadas à felicidade.

Quando temos uma baixa auto-estima as crenças sobre nós próprios costumam ser negativas. Focamo-nos naquilo que pensamos serem os nossos pontos fracos e nos erros que cometemos. Temos tendência a culpar-nos do que acontece, a desconfiar dos outros, a ter medo de correr riscos e sermos ridicularizados, a deixar os outros tomar decisões por nós. Não nos sentimos amados e podemos até achar que não merecemos que alguém goste de nós.

Ter uma baixa auto-estima pode interferir com a nossa vida do dia-a-dia, com a nossa capacidade de realizar o nosso potencial, com as nossas relações pessoais (podemos achar que não merecemos ser tratados com amor e respeito e permitir que os nossos amigos ou parceiros românticos nos maltratem), com a nossa vida social (podemos ser extremamente sensíveis a quaisquer críticas e ficar aborrecidos facilmente, evitando atividades que nos possam expor ao julgamento dos outros), com o nosso trabalho (podemos achar que não somos suficientemente competentes e evitar tarefas ou cargos no nosso local de trabalho).

A baixa auto-estima, por si só, não constitui um problema de saúde mental. Mas ter uma baixa auto- estima pode afetar a nossa saúde mental, uma vez que diminui a nossa capacidade de lidar com as coisas menos boas da vida e, dessa forma, aumenta o risco de desenvolvermos problemas de saúde mental.”

Ordem dos Psicólogos

encontre uma saída.pt

Este mês proponho-vos uma reflexão/debate sobre o tema da auto-estima, pesquise ou identifique maneiras de lidar com esta situação ou partilhe a sua opinião/experiência.

Para participar neste Fórum CEAC basta clicar em INSERIR COMENTÁRIO, não esquecendo de indicar o seu nome e turma para que o seu contributo seja avaliado. Os vossos comentários serão primeiro sujeitos à aprovação do professor pelo que podem não ficar imediatamente disponíveis.

Cotação: 20% da média da Unidade em estudo.

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Participe no Fórum CEAC enviando o seu comentário, opinião pessoal ou pesquisa. Para participar basta clicar em INSERIR COMENTÁRIOnão esquecendo de indicar o seu nome e turma para que o seu contributo seja avaliado. Os vossos comentários serão primeiro sujeitos à aprovação do professor pelo que podem não ficar imediatamente disponíveis.

INFORMAÇÃO CEAC: Cotação: 20% da média da Unidade em estudo.

CEAC Fórum de Junho – Cuidador informal: Clique aqui

CEAC FÓRUM DO MÊS DE JUNHO – CUIDADOR INFORMAL

CEAC Fórum: ESTATUTO DO/A CUIDADOR/A INFORMAL DA PESSOA COM DOENÇA DE ALZHEIMER E OUTRAS DEMÊNCIAS OU PATOLOGIAS NEURODEGENERATIVAS ASSOCIADAS AO ENVELHECIMENTO

Caros alunos e alunas,

No Fórum CEAC deste mês vamos refletir sobre o papel do cuidador informal.

Proponho que ponderem sobre este tema, leiam a seguinte petição, e deem a vossa opinião sobre o tema e, se acharem importante, assinem seguindo o link no final do texto.

“Petição pela criação do estatuto do/a Cuidador/a Informal da pessoa com doença de Alzheimer e outras demências ou patologias neurodegenerativas associadas ao envelhecimento

Para:  Excelentíssimo Senhor Presidente da Assembleia da República, Senhor Primeiro Ministro e Deputados da Assembleia da República,

Esta petição surge na sequência do I Encontro Nacional de Cuidadores de Doentes de Alzheimer e outras Demências Similares realizado em Lisboa a 18 de Junho de 2016. Propõe-se que a Assembleia da República desenvolva as ações tendentes a criar o estatuto do/a Cuidador Informal de pessoas com doença de Alzheimer ou outras demências ou patologias neurodegenerativas associadas ao envelhecimento.

O aumento da longevidade da população, uma das conquistas do século XX, traduziu-se num aumento da prevalência de doenças crónicas, sobretudo das doenças neurodegenerativas associadas ao envelhecimento como os síndromes demenciais (onde se inclui a Doença de Alzheimer) que acarretam défices de ordem cognitiva e comportamental determinando a perda progressiva da autonomia para realização das atividades da vida diárias.

O diagnóstico e as alterações decorrentes de uma doença incapacitante, como é o caso da doença de Alzheimer ou outra demência, implica repercussões na dinâmica familiar. Cuidar de uma pessoa doente dependente com deterioração cognitiva traduz-se numa sobrecarga intensa que pode comprometer a saúde e o bem-estar emocional de quem cuida.

A pessoa que presta cuidados a um doente com Doença de Alzheimer ou outra demência é, na maioria das vezes, um/a familiar próximo/a. Em cerca de 70% das situações é o marido ou a esposa quem cuida, com o auxílio dos filhos, de outros familiares ou de vizinhos. Estima-se, contudo, que cerca de 40% dos cuidadores não recebem qualquer ajuda.

Consideramos que é fundamental reconhecer medidas de apoio aos Cuidadores Informais e a criação do seu estatuto. Assim, as pessoas signatárias desta petição solicitam à Assembleia da República:

1 – A criação do estatuto do/a Cuidador/a Informal da pessoa com doença de Alzheimer ou outras demências ou patologias neurodegenerativas associadas ao envelhecimento, reconhecendo social e juridicamente a condição de cuidar, assegurando os direitos e as necessidades específicas do/a cuidador/a.

2 – Que seja disponibilizado o apoio de terceira pessoa na assistência ao cuidador da Pessoa com Doença de Alzheimer (ou outras Demências e Doenças Neurodegenerativas associadas ao envelhecimento) que estejam sinalizados e com doença crónica declarada, em ambiente domiciliário, sendo a justificação desta contribuição sujeita à verificação regular pelos profissionais das equipas envolvidas no acompanhamento.

3 – Seja produzida legislação que preveja o regime de trabalho com redução de horário laboral em 50% para os cuidadores informais, sem perda de vencimento.

4 – Reforce o apoio a instituições que promovem o apoio, informação, formação e aconselhamento para as pessoas com Demência e cuidadores, reforçando junto dos serviços de saúde e demais instituições na comunidade, a informação organizada sobre os direitos sociais e sobre o apoio clínico disponíveis para os pacientes dependentes e seus cuidadores.

5 – Estimule o desenvolvimento e diversificação de estruturas formais de acompanhamento ao doente e estruturas de descanso ao cuidador, nomeadamente através do reforço da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (RNCCI).

6- Promova e reforce o apoio a Instituições competentes na área da formação, psicoeducação e aconselhamento ao cuidador de pessoas com demência, capacitando-os no ato de cuidar.

7- Promova a criação de equipas de intervenção em reabilitação psicossocial que possam prestar suporte psicológico, emocional e cuidados nas atividades básicas e instrumentais da vida diária de apoio e suporte aos cuidadores, com a avaliação das necessidades dos familiares/cuidadores, relativas ao seu trabalho de cuidar, envolvendo-os ativamente neste processo.

8 – Estimule, nos Centros de Saúde e nas instituições da comunidade, a criação de grupos de entreajuda e psicoeducativos, e de apoio no processo de luto, bem como de grupos de voluntariado, com suporte de profissionais com formação adequada, que possam contribuir apara o apoio e prevenção da exaustão dos cuidadores.

9 – Estude um sistema fiscal equitativo que promova a aplicação de medidas de carácter fiscal que visem, nomeadamente, a criação de deduções fiscais para os cuidadores/famílias com pessoas com doença de Alzheimer outras demências ou patologias neurodegenerativas associadas ao envelhecimento.

10 – Reconheça juridicamente a pensão de sobrevivência como uma prestação mensal em dinheiro paga ao(s) Cuidador(s) Informais do doente com Alzheimer e outras demências, após a morte do doente, que se destina a compensar a perda de rendimentos do trabalho resultantes do ato de cuidar permanente ao familiar dependente.

11- Reconheça juridicamente a atribuição do subsídio por morte enquanto prestação paga aos familiares do doente com Alzheimer ou outras demências, que se destina a compensar o acréscimo de encargos decorrentes da morte deste, com o objetivo de facilitar a reorganização da vida familiar e reintegração socioprofissional.

12 – Que diligencie no sentido de contabilizar para efeitos de reforma tempo despendido como cuidador/a de pessoa com doença de Alzheimer outras demências ou patologias neurodegenerativas associadas ao envelhecimento.

13 – O doente com Doença de Alzheimer e outras Demências seja considerado de atendimento prioritário no acesso aos cuidados de Saúde

14 – Estabeleça o dia 18 de Junho como o Dia Nacional do/a Cuidador/a.”

http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT82396

Deixo-vos aqui o link para o manual  do cuidador informal:

https://biblioteca.sns.gov.pt/artigo/manual-do-cuidador-informal-de-utentes-dependentes/

Este mês proponho-vos uma reflexão/debate sobre este tema, partilhe a sua opinião/experiência.

Para participar neste Fórum CEAC basta clicar em INSERIR COMENTÁRIO, não esquecendo de indicar o seu nome e turma para que o seu contributo seja avaliado. Os vossos comentários serão primeiro sujeitos à aprovação do professor pelo que podem não ficar imediatamente disponíveis.

Cotação: 20% da média da Unidade em estudo.

Aguardo as vossas participações com expectativa, o vosso contributo é muito importante para o sucesso deste fórum! E não se esqueçam, caso queiram ver algum tema em debate e/ou gostassem de escrever um artigo para ser publicado, podem enviar por email e será publicado no mês seguinte!

 


INFORMAÇÃO CEAC: Cotação: 20% da média da Unidade em estudo.

Esta atividade de Fórum permite debater e abordar novas ideias e visa o desenvolvimento e a discussão de temas atuais.

Participe e desenvolva, no seu ponto de vista, o tema exposto a debate. Se desejar, apresente exemplos representativos do que pretende ilustrar. Pode ainda comentar as participações dos colegas.

O post de cada formando não deve exceder a pág. A4 e deve ser submetido até ao final da semana. A sua participação conta  20% para a avaliação da Unidade.

Para participar basta clicar em INSERIR COMENTÁRIO, não esquecendo de indicar o seu nome e curso para que o seu contributo seja avaliado. Os vossos comentários serão primeiro sujeitos à aprovação do professor pelo que podem não ficar imediatamente disponíveis.

Aguardo as vossas participações com expectativa, o vosso contributo é muito importante para o sucesso deste fórum! E não se esqueçam, caso queiram ver algum tema em debate e/ou gostassem de escrever um artigo para ser publicado, podem enviar por email e será publicado no mês seguinte!

CEAC Fórum de Junho – As birras: O Papel do Auxiliar de Educação

CEAC FÓRUM DO MÊS DE JUNHO – AS BIRRAS

 

CEAC Fórum: este mês vamos refletir um pouco sobre como lidar com as birras.

As crianças entre os 18 meses e os cinco anos, fazem birras de variadas intensidades e feitios e pelos mais variados motivos, atingindo o seu auge entre os dois e os três anos.

De uma maneira geral, as birras são naturais, saudáveis e inevitáveis fazendo parte do normal desenvolvimento. Longe de ser um sinal de infelicidade é uma forma da criança crescer e adquirir uma visão mais madura acerca do funcionamento do mundo.

Como se manifestam?

Algumas crianças no segundo e terceiro ano de vida têm a tendência para tentar todas as espécies de comportamentos. A birra manifesta-se através de uma descarga explosiva de tensão, manifestada por rubor facial, aumento do ritmo respiratório e cardíaco associado a uma forte agitação corporal. Frequentemente gritam a plenos pulmões e podem deitar-se para o chão. Algumas experimentam a sensação de morder, dar beliscões, arranhar, atirar objetos para o chão, entre outros comportamentos.

 

Porque acontecem?

A partir do segundo ano de vida a criança adquire várias capacidades e aptidões, começa a andar, a falar sendo um período divertido e excitante. Começa a dar os primeiros passos na exploração da sua independência. Vive num contínuo vaivém, entre os seus desejos e progressos de independência e a sua necessidade de proximidade de segurança com os seus pais. Com a insaciável necessidade de conhecer e explorar o mundo que a rodeia, experimenta em simultâneo uma grande ambivalência interna e, surgem naturalmente as primeiras birras.

As birras não são mais do que um comportamento que reflete uma luta interior “quero ou não quero? Devo ou não devo?”. Na realidade, as birras tal como os acessos de humor do adolescente são sinais da luta para se separar, da luta para definir uma identidade.

 

Nestas idades, a palavra “não” torna-se numa das favoritas. O negativismo e a teimosia constituem características frequentes e próprias desta faixa etária (mais frequente entre os 18 meses e os 3 anos sensivelmente). Sentem muitas vezes necessidade de explorar os limites de tolerância de todas as pessoas que cuidam dela. Rapidamente aprende a agir e a aproximar-se do pai ou da mãe de maneiras diferentes.

É uma altura em que a criança se torna muito mais afirmativa e, pela primeira vez, começa a não obedecer. Os pais criam regras e os filhos naturalmente testam-nas. As birras são uma forma de descobrir se de facto as regras existem. Quando as crianças nestas idades ficam perturbadas têm tendência para reagir em vez de falar, o que significa que comunicam através do seu comportamento o seu mal-estar, sendo um desafio para os adultos decifrar as suas mensagens.

As birras podem se tornar assustadoras tanto para quem as vive como também para quem as observa. Assim, os pais embaraçados, envergonhados e até assustados são por vezes tentados a fazer de tudo para evitar que as birras aconteçam, ou seja, acabam por ceder aos desejos e caprichos dos seus filhos.

 

Tipos de birras

Apesar de existirem vários tipos de birras, são reconhecidas que a maior parte delas são basicamente desencadeadas por duas situações principais:

1 – Existem birras que estão relacionadas com a própria incapacidade da criança em levar uma atividade até ao fim para o qual ainda não está preparada. Quando as crianças estão cansadas, com fome, com sono, ou quando lidam com mudanças de hábitos ou rotinas podem se sentir frustradas e por isso explodir facilmente. A criança, que por exemplo, ainda não consegue gatinhar pode exibir uma birra por não suportar a frustração de não conseguir obter o objeto que busca. Os comportamentos agressivos como morder, dar pontapés, puxar os cabelos ou atirar objetos para o chão num acesso de fúria, estão habitualmente relacionados a períodos de sobrecarga emocional sendo uma forma de reagir ao stresse perante uma situação nova ou de algum modo especial. Também é frequente este tipo de birras ocorrerem no final do dia ou quando a criança se encontra demasiado cansada ou aborrecida, sendo uma forma de descarregar e descomprimir as emoções acumuladas.

2 – A birra também poderá estar associada ao conflito interno próprio da criança e à batalha para conseguir fazer as coisas à sua maneira. Este tipo de birra acontece quando a criança tenta manipular alguém de modo a obter o que deseja fazendo grande algazarra. Quando a criança insiste e faz uma cena aos berros, para obter por exemplo um brinquedo, está a afirmar o seu desejo e vontade.

Pontos Chave

A sensação de segurança de uma criança baseia-se no amor e na autoridade demonstradas pelos pais. A indecisão dos mesmos faz com que a criança se sinta insegura e essa insegurança repercute-se naturalmente através de problemas comportamentais. Quando se apercebem da falta de firmeza e consistência dos pais depressa assumem atitudes de manipulação e transgressão das regras.

Um segredo sensível é a capacidade dos adultos que cuidam da criança se manterem firmes, fazendo que as birras não compensem. As birras podem ser aproveitadas para ensinar e ajudar a criança a encontrar formas de se controlar e tolerar a frustração.

A maior parte das crianças tenta a sua sorte utilizando a manipulação através das birras . Os pais ao saberem lidar com elas, farão com que depressa desapareçam.

Este mês proponho-vos uma reflexão/debate sobre o tema das BIRRAS das crianças, pesquise ou identifique maneiras de lidar com esta situação ou partilhe a sua opinião/experiência.

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Cotação: 20% da média da Unidade em estudo.

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CEAC Fórum de Abril – Resiliência: Clique aqui

CEAC Fórum de maio – O envelhecimento ativo

CEAC Fórum: No Fórum CEAC deste mês vamos refletir sobre o envelhecimento ativo.

Sendo o envelhecimento ativo tão importante para que haja ganhos em saúde e maior qualidade de vida, proponho que partilhem connosco iniciativas que tenham conhecimento, que sejam promotoras do envelhecimento ativo.

Como é na zona onde moram? Os idosos organizam-se para realizar atividades de lazer, voluntariado ou outras?

Se não tiverem conhecimento de nenhuma iniciativa na vossa área de residência, podem pesquisar na internet e partilhar um caso que vos seja significativo.

Assim, pretende-se que neste Fórum se divulguem e se comentem situações reais de promoção do envelhecimento ativo, bem como a sua importância.

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CEAC Fórum Maio: Diferença entre psicologia e psiquiatria – Clique aqui para aceder

CEAC Fórum Maio: Diferença entre psicologia e psiquiatria

 

CEAC Fórum: O fórum do mês de maio será especial. Este mês contamos com a participação da aluna Matilde Lopes do curso de Psicologia. A Matilde decidiu partilhar connosco a diferença entre psicologia e psiquiatria.

Como se pode ver na imagem, embora o âmbito de estudo das duas especialidades seja semelhante, constituem duas formações académicas distintas.

Um psiquiatra possui uma licenciatura em Medicina e uma especialização em Psiquiatria. Está mais vocacionado para trabalhar em instituições de saúde mental, clínicas e hospitais utilizando sobretudo o modelo médico como a prescrição de psicofármacos e o recurso a exames complementares.

Um psicólogo possui uma licenciatura em Psicologia, trabalha em clínicas, consultórios, escolas, lares, IPSS, prisões, ou gestão de recursos humanos. A sua abordagem às diferentes problemáticas e patologias é baseada em noutras ciências sociais tais como: Sociologia, Filosofia, Medicina, etc. Os psicólogos privilegiam várias técnicas como a vertente cognitivo-comportamental, psicologia sistémica, psicodrama ou psicanálise.

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CEAC Fórum de Abril – Autismo: O Papel do Auxiliar de Educação

CEAC Fórum de Maio – O Papel do Auxiliar de Educação

 

CEAC Fórum: No fórum deste mês propomos uma reflexão sobre o papel do auxiliar, elemento fundamental no dia-a-dias das creches e jardim de infância.

Cabe-lhe partilhar o ambiente criado pela Educadora, apoiando-a na sua ação, com o objetivo de contribuir para o bem-estar e desenvolvimento harmonioso da criança;

Colabora com a Educadora na rotina da sala e assume a responsabilidade da continuidade do trabalho quando esta se encontra ausente;

Recebe as crianças e todos os recados transmitidos pelos pais, dando conhecimento à Educadora;

Está atenta à segurança da criança durante todo o dia, dando especial atenção nos períodos de recreio e passeios;

Vigia e acarinha as crianças durante a sesta;

Participa nas brincadeiras do grupo de crianças, sempre que solicitada pelas mesmas;

Participa nas atividades da sala;

Apoia e dá continuidade às atividades iniciadas pela Educadora;

Apoia as crianças durante os períodos de refeição (almoço e lanche);

Apoia as crianças nos vários momentos de higiene;

Apoia a Educadora na preparação das atividades e limpeza dos materiais;

Transmite aos pais, todas as informações das quais a Educadora a tenha encarregado.

(http://ohnaooutroblog-educacaoinfancia.blogspot.pt)

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CEAC Fórum de Maio – A importância da lavagem das mãos: Clique aqui

CEAC Fórum de Maio – A importância da lavagem das mãos

CEAC Fórum: Lavar as mãos é uma das medidas mais importantes para impedir a propagação de doenças. A higienização adequada das mãos pode impedir que uma pessoa fique doente e também é capaz de interromper a transmissão de infeções virais, bacterianas e parasitárias para outras pessoas.

Grande parte das infeções comuns, tais como constipações, gripes, intoxicação alimentar, hepatite A, parasitoses intestinais e muitas outras, são transmitidos habitualmente por mãos contaminadas. Mesmo as infeções respiratórias, que podem ser transmitidas através da tosse ou do espirro, são, na verdade, transmitidas com mais frequência pelas mãos do que pelo ar.

Não é exagero, portanto, dizer que o simples hábito de lavar as mãos com frequência pode salvar vidas. Isto é especialmente importante se a pessoa for profissional de saúde, trabalhar com atendimento ao público ou tiver contacto próximo com bebes, idosos ou pessoas debilitadas.

Para que uma pessoa consiga eliminar de forma relevante os germes presentes nas suas mãos, o processo de higienização deve seguir alguns passos. Não basta lavar as mãos apenas com água, é preciso usar sabão. O sabão em barra é aceitável, mas a forma líquida é a melhor.

O processo de lavagem das mãos deverá durar pelo menos 30 a 40 segundos.

Em cima, mostramos a forma mais adequada de lavar as mãos e eliminar qualquer germe.

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CEAC Fórum de Abril – Trabalho em equipa: Clique aqui

CEAC Fórum de Abril – Trabalho em equipa

 

CEAC Fórum:

este fórum o desafio é refletir sobre o que é o trabalho em equipa e as vantagens de trabalhar desta forma.

Trabalho em equipa é um esforço coletivo para resolver um problema.

“Define-se como um grupo de pessoas que têm um objetivo comum que seja motivador e válido e que necessite da energia que todos os membros disponibilizam”.

Todas as atividades profissionais feitas com trabalho humano necessitam que sejam feitas com dedicação. O trabalho em equipa é fundamental para que qualquer tarefa seja realizada com determinação e dedicação.

O trabalho em equipa significa agrupar um conjunto de pessoas e desenvolver determinadas ações que visam um só propósito, um só objetivo.

Todos dentro da equipa são responsáveis pelas atividades exercidas. Portanto cada membro é responsável pelo sucesso de uma tarefa bem feita, ou pelo fracasso de uma tarefa mal sucedida.

Equipa é um grupo específico que…

  • Tem uma determinada orientação para uma tarefa concreta;
  • Partilha linguagem e objetivos comuns;
  • Possuiu capacidade de motivação;
  • Tem uma divisão de papéis, mas integra em cada profissional as competências de outros;
  • Assume a cooperação entre os vários elementos no sentido de operacionalizar, rentabilizar e utilizar de forma efetiva as competências individuais;
  • Possuiu uma determinada liderança;
  • Possuiu coesão entre os vários elementos.

É a partir das interações e da comunicação que cada equipa constrói que se estabelecem os limites e a entidade da mesma.

Na vida temos que enfrentar muitas adversidades, mas quando nos juntamos ao outro a coragem aumenta, o nosso potencial duplica e os nossos objetivos  são mais facilmente atingidos

Fatores de sucesso de uma equipa

  • Estabeleçam e identifiquem, de modo claro, objetivos coletivos;
  • Definam compromissos e negoceiem regras de modo a estabelecerem-se os limites da ação individual e coletiva;
  • Facilitem, a cada um dos técnicos, o ajustamento entre os papéis e as funções dos diversos técnicos;
  • Facilitem a partilha de informação, entre serviços e entre as equipas de intervenção;
  • Monitorizem a dinâmica de grupo identificando forças e fraquezas e tendo presente os resultados obtidos no desenvolvimento da tarefa;
  • Supervisionem as equipas procedendo aos necessários feed-backs individuais e coletivos;
  • Fomentem a valorização e o apoio da equipa por parte de todos os agentes da comunidade;
  • Promovam a formação dos profissionais das equipas sempre que possível conjuntamente com técnicos de outros serviços;
  • Facilitem o desenvolvimento de competências que permitam promover o trabalho em equipa e a auto-formação;
  • Facilitem e promovam a comunicação tanto na sua perspetiva lateral como vertical;

DICA = Estamos todos no mesmo barco!

Experimente acolher em vez de julgar, perdoar em vez de acusar e compreender as atitudes dos outros em vez de se vingar!

É difícil, sem dúvida! Mas é possível e extremamente gratificante.

A vida fica mais leve, o caminho fica mais fácil e a recompensa muito mais valiosa.

A EQUIPA FAZ A FORÇA!

Participe e desenvolva, no seu ponto de vista, o tema exposto a debate. Se desejar, apresente exemplos representativos do que pretende ilustrar. Pode ainda comentar as participações dos colegas.

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INFORMAÇÃO CEAC: Cotação: 20% da média da Unidade em estudo.

Esta atividade de Fórum permite debater e abordar novas ideias, visa o desenvolvimento e a discussão de temas atuais, relacionados com os temas propostos nas Unidades, no âmbito da formação.

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CEAC Fórum de Abril – Resiliência

CEAC Fórum: A palavra resiliência refere-se ao processo que se desenvolve na presença de uma situação de risco e que através dele são produzidos resultados tão positivos, ou ainda melhores do que os obtidos na ausência da situação de risco. Alguns indivíduos em determinados momentos da vida podem ser resilientes. A resiliência desenvolve-se ao longo da vida, desde a infância até à terceira idade, através de processos complexos intra-psíquicos e de fatores de proteção internos e externos

“COMO SE FOSSE UMA OMBREIRA DE ESPUMA QUE NOS AUXILIA A DIMINUIR AS DORES DO PESO DOS EVENTOS DE VIDA NOS NOSSOS OMBROS.”

A palavra resiliência refere-se ao processo que se desenvolve na presença de uma situação de risco e que através dele são produzidos resultados tão positivos, ou ainda melhores do que os obtidos na ausência da situação de risco. Alguns indivíduos em determinados momentos da vida podem ser resilientes. A resiliência desenvolve-se ao longo da vida, desde a infância até à terceira idade, através de processos complexos intra-psíquicos e de fatores de proteção internos e externos.

A resiliência diz respeito às respostas que damos aos desafios da vida, à adversidade, a algum trauma, na presença de ameaças ou riscos. É a nossa capacidade de resistir aos problemas que temos que resolver ao longo da vida. A resiliência muda ao longo da vida consoante as circunstâncias e os desafios específicos que temos que enfrentar.

Falar de resiliência significa, portanto, falar de promoção de saúde em contextos adversos.

No campo da saúde os profissionais lidam com desafios crescentes e adversidades quotidianas e há necessidade de conhecer e desenvolver habilidades para conseguir lidar com as situações com que se deparam .

No caso específico do envelhecimento

O envelhecimento, além de ser um processo demográfico, é tão um processo que mistura vários aspetos biológicos, psicológicos e sociais que muitas vezes não são tidos em consideração numa análise mais detalhada. Portanto entender este processo é compreender os aspetos individuais e sociais da vida, na multiplicidade dos aspetos biopsicossociais. Portanto o envelhecimento poderia ser considerado como um fator de risco para a perda da resiliência, no entanto, cada idoso reage de forma muito distinta às adversidades.

Ao longo do processo de envelhecimento torna-se necessário o aumento da capacidade de resiliência para manter o comportamento adaptativo. Com a idade aumenta também a probabilidade de ocorrer mais eventos inesperados relacionados com a saúde física e o bem-estar e relacionados também com a vida de ente queridos. Numa idade avançada as probabilidades de experenciar vários eventos problemáticos ao mesmo tempo aumentam.

No âmbito da gerontologia a resiliência será utilizada como uma capacidade de o idoso adaptar-se às mudanças que ocorrem na velhice, pensar, repensar e autoavaliar as atitudes, valores, conhecimentos e mudanças provenientes desta fase da vida. Esta autoavaliação é essencial durante o desenvolvimento humano, principalmente para as pessoas idosas. O papel do profissional de saúde será o de promover o desenvolvimento de competências do idoso para atravessar esta etapa da vida, a velhice, de forma ativa e com qualidade de vida.

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