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CEAC Fórum de Fevereiro – A Higiene Do Sono Em Crianças Clique aqui

CEAC Fórum de Fevereiro – A Higiene Do Sono Em Crianças

 

CEAC Fórum:

 

“Não se pode viver sem dormir, assim como não se pode viver sem respirar. A alternância entre a vigília e o sono constitui um ritmo fundamental da espécie humana assumindo particular importância durante a infância.

Contrariamente ao que se pode julgar, o sono, ao qual consagramos um terço da nossa existência, não se limita a uma simples ausência de vigília. O sono é um estado muito complexo que serve para reorganizar todas as nossas funções e garantir a nossa recuperação física e psíquica. Durante o sono há renovação celular, produção de hormonas e anticorpos assim como síntese de proteínas e regulação metabólica. Nas crianças o sono contribui de forma  importante para o seu crescimento corporal.

Ao nascer, os ciclos de sono não são influenciados pela alternância entre o dia e a noite. O bebé dorme em média 17 horas e é a fome que o desperta. Gradualmente, após o 1º mês de vida, o sono vai-se consolidando em torno do período noturno. Por volta dos 6 meses o lactente faz 2 a 3 sestas durante o dia. A partir de 1 ano de idade, a duração do sono diminui em média para 14 a 11 horas e a criança faz três períodos de sono, um de noite e dois de dia: de manhã e à tarde. Entre os 15 e os 30 meses de idade suspende espontaneamente a sesta da manhã, mantendo a sesta da tarde que só abandonará entre os 3 e os 5 anos, ou mais tarde, em algumas crianças.

Em relação ao número total de horas diárias de sono, as recomendações são as seguintes:

1) Lactentes dos 4† aos 12 meses: 12 a 16 horas por 24 horas (incluindo sestas)

2) Crianças de 1 a 2 anos: 11 a 14 horas por 24 horas (incluindo sestas)

3) Crianças de 3 a 5 anos: 10 a 13 horas por 24 horas (incluindo sestas)

4) Crianças de 6 a 12 anos: 9 a 12 horas sono noturno por 24 horas

 

5) Adolescentes de 13 a 18 anos: 8 a 10 horas sono noturno por 24 horas

† – Não foram contempladas nestas recomendações idades inferiores a 4 meses devido a uma ampla variação dos normais padrões e duração de sono nesta faixa etária, bem como à insuficiente evidência científica de associação com consequências na saúde.

Poderemos estimar que as crianças de 1 a 2 anos de idade necessitam de 10 -11 h de sono noturno e 2-4 h de sesta e as crianças de 3 a 5 anos 10 -11 h noturnas e 1-3 h de sesta.

O sono saudável exige duração/tempo adequado, boa qualidade, regularidade e ausência de distúrbios ou perturbação do sono.

É da responsabilidade das famílias cumprir as regras essenciais para a higiene do sono, por:

1) promover um horário regular de deitar a criança todos os dias mantendo essa regularidade aos fins-de-semana, com uma diferença máxima de 30 minutos;

2) ter uma rotina de deitar estabelecida com um ritual que precede a ida para a cama sempre idêntico (vestir o pijama-lavar os dentes-contar história, a título de exemplo);

3) deitar a criança ainda acordada permitindo o uso de objeto de transição como uma fralda, chucha ou boneco;

4) evitar adormecer em local que não a própria cama;

5) evitar atividade estimulante antes de adormecer como exercício físico e

6) não permitir a utilização de ecrãs (televisão, telemóvel, tablet ou consola de jogos) antes de adormecer.

Se cabe às famílias promover o sono noturno de qualidade e em quantidade, é da responsabilidade das creches e dos estabelecimentos pré-escolares, para as crianças que os frequentem, garantirem o mesmo para o sono diurno, isto é, a sesta.

 

Tendo em especial consideração que a sesta na criança em idade pré-escolar não está garantida para a maioria das nossas crianças, consideramos que existe uma elevada percentagem de crianças em privação crónica de sono.

As crianças em idade pré-escolar (3 a 5/6 anos de idade) devem idealmente realizar 10 a 13 horas de sono/dia, entre 10 -11 horas de sono noturno e 1 a 3 horas de sesta.

A criança que inicia o seu dia no estabelecimento pré-escolar entre as 08h e as 09h necessita de cerca de 1h30 para que acorde, seja higienizada, ingira um pequeno-almoço adequado e seja para lá transportada. Assim, terá que ser acordada entre as 07h e as 07h30. Devido à realidade e limitações/impedimentos à qualidade de vida quotidiana familiar, principalmente para as famílias inseridas num contexto urbano, é de salientar que uma elevada percentagem só consegue que as suas crianças em idade pré-escolar (3 aos 5/6 anos) adormeçam entre as 21h e as 22h. Por conseguinte, a média de sono noturno será, na melhor das probabilidades, de apenas 9 a 10 horas. Atendendo ao anteriormente exposto, se para a criança entre os 3 e os 5 anos de idade, a duração total do sono em 24 horas deverá ser de 10 a 13 horas há de imediato uma falta de 2 a 4 horas de sono.

Num elevado número de crianças esta privação motiva a ocorrência de sestas tardias ou no trajeto até casa, com interferência no sono noturno e a alterações de comportamento que se repercutem sobre o bem-estar da criança e da família.

Desta forma, se a criança não fizer uma sesta ao início da tarde com uma duração mínima de 1 a 2 horas está em óbvia privação de sono.

A realização deste simples exercício prático permite-nos concluir que se a sesta não for promovida e incentivada nos estabelecimentos pré-escolares (públicos ou privados) as crianças ficam sujeitas a uma privação de sono crónica com consequências para a sua saúde orgânica e mental.

Vantagem da Sesta

Existe clara evidência científica de que dormir com qualidade e no número de horas recomendado, numa base regular, está associado a melhores resultados na saúde, nomeadamente a nível da atenção, comportamento, aprendizagem, memória, regulação emocional, qualidade de vida e saúde mental e física. Tem aparecido, no entanto, uma ou outra referência sugerindo a possibilidade da sesta poder perturbar o sono noturno.

A sesta parece promover uma alteração qualitativa na memória que envolve a abstração. A abstração, particularmente importante para os lactentes em desenvolvimento, é essencial no desenvolvimento cognitivo e da linguagem, permitindo grande plasticidade na aprendizagem. Na idade pré-escolar, a sesta tem sido referida como recurso valioso para a consolidação da memória.

Num estudo efetuado por Kurdziel L et al verificou-se que as sestas, nas crianças em idade pré-escolar, favorecem a aprendizagem na medida em que facilitam a memorização adquirida precocemente durante o dia quando comparadas com intervalos equivalentes em vigília. Este benefício da sesta é maior nas crianças que fazem a sesta de uma forma habitual apesar da idade. A diminuição do desempenho quando privadas da sesta não é recuperada durante a noite de sono subsequente. Consideraram assim que as sestas nas crianças favorecem o cumprimento dos objetivos académicos da educação precoce e que, por isso, deve ser preservada a respetiva oportunidade. Estes autores consideraram mesmo a indicação da sesta para apoio de crianças com dificuldades de aprendizagem.

Até quando se deve realizar a sesta.

Como entre os adultos, existem “grandes” e “pequenos” dormidores. Algumas crianças aos 4 anos de idade despertam em plena forma depois de dormirem apenas 10 horas e não conseguem fazer a sesta, enquanto outras têm dificuldade em acordar após 11 horas de sono noturno e necessitam de uma sesta de 1 a 2 horas no início da tarde.

Podem ser indicadores que a criança está já pronta para um único ciclo diário de sono à noite quando:

1) há resistência prolongada na hora de adormecer à noite porque não está cansada;

2) apresenta despertares noturnos ou acorda muito mais cedo de manhã em comparação com a rotina prévia;

3) incapacidade em adormecer durante o período inicial de 30 a 40 minutos de sesta e

 

4) tem a capacidade de passar todo o dia acordada com preservação da atenção, humor e atividade sem necessidade de ter uma sesta.

Embora o sono insuficiente esteja ligado a uma variedade de problemas comportamentais, de atenção e cognitivos, nem todas as crianças têm as mesmas alterações em resultado da perda de sono ou em associação a um sono mais curto.

A variabilidade individual na necessidade do sono é influenciada por fatores genéticos, comportamentais, médicos e ambientais. Uma compreensão mais clara dos mecanismos biológicos subjacentes à necessidade do sono requer ainda investigação científica.

Como anteriormente destacado, durante o período pré-escolar a maior parte das crianças precisa de cumprir biologicamente um ciclo de sono bifásico (sono noturno + sesta). A partir dos 4/5 anos de idade algumas crianças começam a transição para o ciclo de sono monofásico (só sono noturno) embora a franca maioria continue a necessitar de realizar a sesta até aos 5/6 anos de idade para permitir o pleno desenvolvimento da sua saúde e bemestar.

Efetivamente não existem recomendações claras que estabeleçam quando é que uma criança deixa de precisar da sesta ou de quanto tempo esta deve durar. Na ausência de evidência científica, mas perante um balanço dos possíveis benefícios e deletérias consequências que a privação da sesta pode ter numa criança, a possibilidade de a fazer deve ser implementada até à idade escolar, devendo as necessidades de sono ser tidas em conta, individualmente.

REPERCUSSÕES A CURTO E A LONGO PRAZO

À luz dos conhecimentos científicos atuais, a privação da sesta em idade pré-escolar pode condicionar um vasto leque de perturbações orgânicas, físicas, psíquicas e emocionais, por vezes, com consequências a curto e longo prazo, que podem mesmo ser irreversíveis.

As famílias preocupadas com a qualidade ou quantidade de sono da sua criança, quer seja por estar a dormir muito pouco ou muito além das horas recomendadas anteriormente referidas, deverão consultar o pediatra ou o médico de família da criança para a avaliação de uma possível patologia do sono.

 

Sabe-se que a perda de sono e a sua fragmentação afetam de modo direto o humor e a sua regulação, com irritabilidade e distúrbios na modulação dos afetos. As manifestações da privação de sono infantil são variadas, desde os vulgares sinais de sonolência, como esfregar os olhos ou deitar a cabeça sobre a mesa de trabalho, a comportamentos externalizantes, como aumento da impulsividade, agitação motora e agressividade, bem como distração e incapacidade para concluir tarefas.

Nas crianças, a privação de sono está, ao contrário dos adultos, mais frequentemente relacionada com sintomas de impulsividade e pouca atenção que podem ser confundidos com a perturbação de défice de atenção e hiperatividade.

A privação de sono afeta também as funções neuro-cognitivas com diminuição da flexibilidade do pensamento, do raciocínio abstrato, da destreza motora e da memória, com subsequente comprometimento da aprendizagem.

Há ainda uma relação clara estabelecida com o aumento de lesões acidentais e quedas frequentes, tendencialmente ao fim da tarde.

Além das consequências sobre o neurodesenvolvimento e o comportamento, os distúrbios do sono na infância têm sido associados à ocorrência de patologia orgânica do foro cardiovascular, imunológico, do metabolismo da glicose e da função endócrina, nomeadamente com risco aumentado de excesso ponderal/obesidade e de hipertensão arterial.

A disrupção do sono infantil e juvenil tem efeitos deletérios nos pais, aumentando nomeadamente o risco de depressão materna e de disfunção familiar.”

Retirado do documento  “RECOMENDAÇÕES SPS-SPP: PRÁTICA DA SESTA DA CRIANÇA NAS CRECHES E INFANTÁRIOS, PÚBLICOS OU PRIVADOS.”

Folheto da Associação Portuguesa de Sono

 

 

 

 

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CEAC Fórum de fevereiro – 5 Qualidades do Cuidador. Clique aqui

CEAC Fórum de fevereiro – 5 Qualidades do Cuidador

CEAC Fórum: Caros alunos e alunas, Neste mês de fevereiro iremos falar sobre as qualidades de um cuidador.

Ser cuidador, embora traga muitas recompensas, é uma das tarefas mais difíceis e árduas no campo da saúde. Independente do tipo de cuidador, familiar ou profissional contratado, todos vivem sob uma carga emocional muito grande. Entre eles há os que têm alguma coisa especial que os move no tratamento dos pacientes e há aqueles que apenas o fazem pela remuneração. Invariavelmente todos são testados psicologicamente até ao limite.

Nem todas as pessoas são talhadas para serem um cuidador. Mas, uma vez dedicado a esta função, existem qualidades e características básicas que fazem a diferença.

Eis aqui 5 qualidades que consideramos essenciais para a excelência de cuidador.

 

EMPATIA

A empatia talvez seja a característica intrínseca mais importante de um cuidador. E como podemos definir empatia? O que é empatia?

Empatia é a capacidade psicológica para sentir o que sentiria a outra pessoa. Naturalmente há graus diferentes de empatia. Alguns podem ser mais empáticos que outros. Algumas pessoas conseguem colocar-se totalmente no lugar do outro. Estes estão mais preparados a prover cuidados de excelência.

No exercício da empatia a dica é sempre perguntar a si próprio – como eu gostaria de ser tratado? como eu gostaria de receber os cuidados?

 

CONFIANÇA

Lembre-se de que uma pessoa precisa dos seus cuidados porque perdeu algum grau de independência. É possível que já não seja capaz de preparar as suas refeições, ou lavar-se sozinho, ou vestir-se ou ir ao WC de modo independente. Imagine os sentimentos de tristeza e frustração de alguém que precisa de ajuda até mesmo nas mais simples atividades do dia a dia?

É muito complicado perder a independência e mas é muito pior não encontrar alguém confiável para ajudar.

Idosos dependentes em especial, precisam de cuidadores que lhes transmitam confiança. Embora dependentes, ter alguém em quem confiar pode lhes fazer mais felizes minimizando o sofrimento..

 

PACIÊNCIA

De modo geral,os idosos precisam de apoio e ajuda, porque com o passar dos anos o seu corpo perde a mobilidade que costumava ter. Facto que pode ser agravado por problemas físicos que comprometem os movimentos, tornando-os mais difíceis, lentos e dolorosos.

Em certos casos, determinadas partes do corpo perdem a capacidade funcional devido a doenças como Parkinson, sequelas de AVC ou artrite. E no caso particular de pacientes com Alzheimer, também perdem algumas funções cognitivas, como perda de memória e de capacidade de processar informações.

Estas dificuldades motoras e cognitivas tornam os idosos mais lentos, e os cuidadores devem ter isso em consideração, dando-lhes um tempo maior nas atividades. Ou seja, paciência é a palavra chave.

É comum os cuidadores impacientes contribuírem para acelerar a perda da independência, ao executarem as tarefas pelo idoso. A sociedade moderna é apressada e gosta das coisas feitas a passos rápidos. Mas quando se trata de idosos, uma qualidade de excelência em cuidados está em aceitar o tempo deles.

A boa regra é permitir que o paciente faça as tarefas tanto quanto possível sozinho. Senão, estaremos a contribuir para acelerar a perda de capacidades físicas e consequente aumento da dependência. Além disso a pessoa idosa, pode sentir-se diminuída na sua auto estima, fator importante para a perceção da qualidade de vida.

 

Portanto, embora assistida por você, cuidador, dê ao paciente o tempo suficiente para realizar as suas atividades, não acelere.

Pacientes com Alzheimer podem repetir a mesma pergunta ou comentário várias vezes, num pequeno lapso de tempo. Exercite a sua paciência e use a sua empatia, coloque-se no lugar dele e lembre-se de que ele acredita que é a primeira vez que faz a pergunta. Responda com naturalidade como se efetivamente fosse a primeira vez.

Uma alternativa eficaz para lidar com esta situação é mudar o foco do paciente para outro assunto de interesse, algo do qual goste de falar ou ouvir, uma cena ou evento passado que traga boas sensações, ou um álbum de fotos antigas. Pode ocorrer que o redirecionamento demore um pouco, pois o paciente pode estar com a atenção fixa no assunto anterior. Novamente conduza-o com paciência,dê-lhe tempo.

Se o paciente está chateado e não cooperativo, dê-lhe tempo e espaço, desde que não envolva algum perigo de ferir alguém ou a ele mesmo. Espere uns 15 ou 20 minutos e retome o assunto de modo calmo e gentil. Se a fonte da frustração é uma atividade que ele rejeita e pode ser adiada – faça isso. Deixe para depois. Se for uma tarefa urgente, convença-o da impossibilidade de adiar.

 

AUTO CONTROLO

Como já foi dito, o trabalho de cuidar de pacientes com demência é muito difícil. Seja você cuidador familiar ou profissional haverá dias e momentos em que você se sentirá exausto e no limite de sua capacidade.

Você pode estar num dia mau, muito stressado ou de mau humor, no entanto o paciente pode estar num dia bom. Estas situações vão exigir de si muita força de vontade e auto controlo.

O cuidador precisa de ser forte o suficiente, mas quando sentir que está a ultrapassar os seus limites, também deve saber reconhecer que está a precisar de uma folga, deve pedir ajuda para recuperar suas forças.

 

FLEXIBILIDADE

Os Cuidadores têm que ser pessoas muito flexíveis. As coisas mudam a cada instante quando se presta cuidados, especialmente a idosos com demência.

Os Familiares podem ser chamados a casa repentinamente. A qualquer momento, pode surgir a necessidade de levar o paciente ao médico ou ao hospital, pois as condições de saúde podem se alterar sem aviso prévio e, no caso de idosos com demência, é frequente a ocorrência de alterações de humor e de comportamento.

Para ser cuidador é preciso estar preparado para se adaptar rápida, e constantemente, reorganizando as atividades em função dos acontecimentos.

 

CONCLUSÃO

Há outras qualidades e características importantes e desejáveis para um cuidador de excelência, mas acreditamos que estas são as 5 mais importantes .

Baseado no artigo original de Angil Tarach-Ritchey, publicado em Alzheimer’s Reading Room

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CEAC Fórum de Fevereiro – Gestão de Reclamações! Clique aqui

CEAC Fórum de Fevereiro – Gestão de Reclamações

CEAC Fórum: O tratamento de Gestão de Reclamações é uma ferramenta importante ao nível da imagem corporativa das organizações e fidelização de clientes.

Por vezes, a abordagem passiva é mesmo a melhor. Afinal, quando estamos a responder em nome de uma empresa, e não em nome próprio, pode ser necessário morder a língua para não dar ao cliente a resposta que achamos que ele na realidade mereceria. A abordagem agressiva deve ser sempre evitada, até porque geralmente resulta numa situação negativa para o empregado e não para o cliente. Deverá seguir sempre a velha máxima “o cliente tem sempre razão”.

A abordagem mais correta, e que as empresas cada vez mais procuram implementar, é a assertiva. É provavelmente a forma menos intuitiva, e que por isso necessita ser aprendida. Nos primeiros minutos, deixe o cliente falar e expor os seus argumentos. Ouça o que ele tem a dizer, sem interrupções nem comentários. Não encare a reclamação de forma pessoal. Esta reclamação dirige-se à empresa e não à sua pessoa. Mesmo que a reclamação se dirija ao seu desempenho profissional, deve saber distinguir estas críticas de ataques pessoais.

Procure separar o comportamento do cliente, do problema. Apesar do comportamento do cliente estar a ser inaceitável, o problema apresentado poderá ser pertinente. Nunca diga que o cliente não tem razão, por maior que seja a sua vontade de fazê-lo. Mostre compreensão. É importante que o cliente perceba que está disponível para o ajudar. Poderá usar o nome do cliente, personalizando o contacto, mas evite fazê-lo de forma repetitiva, para não se tornar irritante.

Se apesar de estar a lidar com a situação “como mandam os manuais”, o cliente continuar furioso, crie um limite, explique que o seu comportamento está a ser inaceitável e que, enquanto ele estiver aos berros ou a interrompê-lo, não poderá ajudá- lo. Não perca a sua calma, e mantenha sempre a educação e um tom de voz apaziguador. Não se esqueça de ir pedindo desculpa pelo incómodo causado e lamentar toda a situação. Nunca culpe a sua empresa. Deverá dar razão ao cliente sem, no entanto, pôr em causa o bom nome da empresa.

Depois de ouvir atentamente, procure tomar o controlo da situação. Faça um pequeno resumo, para que o cliente entenda que ouviu atentamente e percebeu corretamente a reclamação. Se não estiver totalmente esclarecido, coloque as questões que achar necessárias. Se estiver na presença do cliente, não cruze os braços enquanto fala com ele, e procure manter o contacto visual. Durante uma conversa telefónica, vá demonstrando que continua atento e não recorra a silêncios muito prolongados como se estivesse sem atenção.

Se tiver recebido a “reclamação furiosa” por email, analise a situação exposta com cuidado. Certifique-se de que dispõe da informação necessária para resolver o problema. Faça um rascunho com a sua mensagem e verifique se tem erros. Se a situação o exigir, e se tiver o contacto, poderá optar por telefonar para o cliente. Depois de devidamente analisado, indique as soluções possíveis para a resolução da situação, fazendo tudo o que estiver ao seu alcance que tudo fique devidamente encaminhado.

Antes de apresentar uma solução, pergunte qual seria, para o cliente, a solução ideal para esta situação. Veja o que é possível fazer a partir evitando, no entanto, fazer promessas que não vai poder cumprir. Após enfrentar uma situação deste género faça uma pequena pausa. É normal que a pessoa que está a receber a reclamação nestes termos, acabe por passar por uma situação de stress.

Se o problema reportado acontece com muita frequência, procure tomar medidas para resolver a sua origem, e não apenas para resolver aquele caso concreto. Se possível, faça um follow-up para averiguar se a forma como a situação foi resolvida foi do agrado do cliente.

Vantagens da assertividade

O comportamento assertivo acarreta vantagens, tais como, o aumento da autoestima- e confiança em si próprio, reconhecimento das suas capacidades e das suas limitações, assim como as dos outros, maior sentido de responsabilidade pelas suas opiniões e desejos, maior sentido.

Princípios da assertividade

Existem vários princípios básicos para quem comunica assertivamente, tais como, a reflexão de como vai agir antes de o fazer, o respeito, a sinceridade, expressar o seu direito de dizer não quando necessário sem se sentir culpabilizado, assumir as suas responsabilidades, e as suas falhas pedindo desculpa por ter errado. E principalmente este é quando um indivíduo controla as suas emoções com constante inteligência.”


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CEAC Fórum de Janeiro – Resoluções de ano novo! Clique aqui

CEAC Fórum do mês de janeiro – Resoluções de Ano Novo

CEAC Fórum: As resoluções ajudam a definir prioridades na nossa vida e numa determinada fase ,  desde que flexíveis e bem definidas, podem ser úteis na nossa tomada de decisões e organização do estilo de vida.

O caminho e o modo de fixar objetivos ajuda-nos a escolher para onde queremos ir na vida. Ao sabermos exatamente o que pretendemos atingir, sabemos onde devemos concentrar os nossos esforços e rapidamente identificamos as distrações que podem facilmente levar-nos por caminhos errados.

Para tal, o melhor é ter em consideração ideias específicas, mensuráveis, alcançáveis e definidas no tempo, até porque o dito incumprimento pode gerar “frustração” e “desmotivação”. “Escolher objetivos que não constituem prioridades para nós é um mau princípio. Outro aspeto é que estes sejam estipulados a curto prazo e faseados ao longo do ano”.

“Não importa quem você é ou de onde você é, toda a gente quer a mesma coisa: ser feliz. Mas não há nenhuma pílula mágica ou uma receita infalível para a felicidade. A maioria de nós quer o caminho mais fácil para a felicidade, o atalho para se sentir bem. Ou talvez o segredo da felicidade sejam mais coisas, mais dinheiro,  mais, mais, mais. No entanto, mesmo algumas das pessoas mais ricas, muitas vezes não são felizes.”

Deixo-vos um vídeo  para reflexão sobre o caminho para a felicidade: gratidão.


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CEAC Fórum de dezembro – Feliz Natal! Clique aqui

CEAC Fórum Dezembro – – Feliz Natal! Clique aqui

CEAC Fórum: C

Natal é tempo de presentes, presentes, presentes… e o Pai Natal, claro! Para as crianças, a quadra natalícia resume-se, praticamente, a estas duas coisas. Coisas importantes, sem dúvida, mas limitativas. Afinal, o Natal é muito mais do que isso e é fundamental que as crianças o percebam – só assim podem viver e recordar, ano após ano, o verdadeiro espírito da quadra.

As melhores memórias do Natal não se devem resumir à abertura dos presentes, afinal o Advento prolonga-se durante muito mais tempo e pode estar recheado de muitos momentos especiais para mais tarde recordar.

Também associamos o Natal à família, mas nem todos passam o Natal em família.

Como sabemos nem todas as pessoas têm oportunidade de passar o Natal em família, seja pela distância, seja por não terem família, porque estão institucionalizadas, ou pelas mais diversificadas razões.

Este mês proponho-vos uma reflexão/debate sobre o tema Natal e a família, pesquise ou identifique tradições, atividades a desenvolver com os utentes e dicas sobre como desfrutar ao máximo desta quadra.


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CEAC Fórum Dezembro – Feliz Natal!

CEAC Fórum Dezembro – Feliz Natal

CEAC Fórum: Natal é tempo de presentes, presentes, presentes… e o Pai Natal, claro! Para as crianças, a quadra natalícia resume-se, praticamente, a estas duas coisas. Coisas importantes, sem dúvida, mas limitativas. Afinal, o Natal é muito mais do que isso e é fundamental que as crianças o percebam – só assim podem viver e recordar, ano após ano, o verdadeiro espírito da quadra.

As melhores memórias do Natal não se devem resumir à abertura dos presentes, afinal o Advento prolonga-se durante muito mais tempo e pode estar recheado de muitos momentos especiais para mais tarde recordar.

Para alguns é a sua época preferida do ano, onde encontra o espaço para recarregar baterias, há quem sinta imenso entusiasmo pelo que se avizinha, porém, há também quem identifique esta época como uma das mais difíceis, onde a alegria dá lugar à tristeza e onde o coração cheio de amor dá lugar a sentimentos de vazio e solidão.

Também associamos o Natal à família, mas nem todos passam o Natal em família.

Como sabemos nem todas as pessoas têm oportunidade de passar o Natal em família, seja pela distância, seja por não terem família, porque estão institucionalizadas, ou pelas mais diversificadas razões.

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CEAC Fórum: Natal é tempo de presentes, presentes, presentes… e o Pai Natal, claro! Para as crianças, a quadra natalícia resume-se, praticamente, a estas duas coisas. Coisas importantes, sem dúvida, mas limitativas. Afinal, o Natal é muito mais do que isso e é fundamental que as crianças o percebam – só assim podem viver e recordar, ano após ano, o verdadeiro espírito da quadra

As melhores memórias do Natal não se devem resumir à abertura dos presentes, afinal o Advento prolonga-se durante muito mais tempo e pode estar recheado de muitos momentos especiais para mais tarde recordar.

Para alguns é a sua época preferida do ano, onde encontra o espaço para recarregar baterias, há quem sinta imenso entusiasmo pelo que se avizinha, porém, há também quem identifique esta época como uma das mais difíceis, onde a alegria dá lugar à tristeza e onde o coração cheio de amor dá lugar a sentimentos de vazio e solidão.

Também associamos o Natal à família, mas nem todos passam o Natal em família.

Como sabemos nem todas as pessoas têm oportunidade de passar o Natal em família, seja pela distância, seja por não terem família, porque estão institucionalizadas, ou pelas mais diversificadas razões.

Este mês proponho-vos uma reflexão/debate sobre o tema Natal e a família, pesquise ou identifique tradições, atividades a desenvolver e dicas sobre como desfrutar ao máximo desta quadra.

Desejo-vos um FELIZ NATAL e um ano de 2019 cheio de sonhos e concretizações pessoais e profissionais!


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Participe no Fórum CEAC enviando o seu comentário, opinião pessoal ou pesquisa. Para participar basta clicar em INSERIR COMENTÁRIOnão esquecendo de indicar o seu nome e turma para que o seu contributo seja avaliado. Os vossos comentários serão primeiro sujeitos à aprovação do professor pelo que podem não ficar imediatamente disponíveis.

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CEAC Fórum Dezembro – Feliz Natal! Clique aqui

CEAC Fórum Dezembro – Feliz Natal

 

CEAC Fórum: Natal é tempo de presentes, presentes, presentes… e o Pai Natal, claro! Para as crianças, a quadra natalícia resume-se, praticamente, a estas duas coisas. Coisas importantes, sem dúvida, mas limitativas. Afinal, o Natal é muito mais do que isso e é fundamental que as crianças o percebam – só assim podem viver e recordar, ano após ano, o verdadeiro espírito da quadra.

As melhores memórias do Natal não se devem resumir à abertura dos presentes, afinal o Advento prolonga-se durante muito mais tempo e pode estar recheado de muitos momentos especiais para mais tarde recordar. Envolver as crianças nas preparações natalícias é uma excelente maneira de lhes incutir todo o espírito mágico desta quadra.

Este mês proponho-vos uma reflexão/debate sobre o tema Natal e as crianças, pesquise ou identifique tradições, atividades a desenvolver e dicas sobre os presentes para desfrutar ao máximo desta quadra em família.

Esta atividade de Fórum permite debater e abordar novas ideias, visa o desenvolvimento e a discussão de temas atuais, relacionados com os temas propostos nas Unidades, no âmbito da formação.

Participe e desenvolva, no seu ponto de vista, o tema exposto a debate. Se desejar, apresente exemplos representativos do que pretende ilustrar. Pode ainda comentar as participações dos colegas.

Desejo-vos um FELIZ NATAL e um 2019 cheio de sonhos e concretizações pessoais e profissionais!

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CEAC Fórum Outubro – Novembro – A Prevenção e Tratamento da Gripe em Crianças: Clique aqui

CEAC Fórum Novembro – A Prevenção e Tratamento da Gripe em Crianças

 

CEAC Fórum: Chegou o tempo frio e com ele a famosa gripe que não deixa ninguém indiferente. Este mês vamos falar sobre a gripe nas crianças, sintomas e tratamento .

A gripe é uma infeção respiratória aguda de curta duração. É causada pelo vírus Influenza, que ao entrar no nosso organismo pelo nariz, multiplica-se, disseminando-se para a garganta e restantes vias respiratórias, incluindo os pulmões. Os primeiros sintomas da doença surgem entre 1 a 4 dias após a infeção pelo vírus– é o chamado período de incubação – e a sua severidade varia de acordo com a pessoa infetada.

Sintomas

Nas crianças, os sintomas dependem da idade. Nos bebés, a febre e prostração são as manifestações mais comuns. Os sintomas gastrintestinais (náuseas, vómitos, diarreias) e respiratórios (laringite, bronquiolite) são frequentes. A otite média pode ser uma complicação no grupo etário até aos 3 anos. Na criança maior os sintomas são semelhantes aos dos adultos.

Determinadas complicações podem surgir aliadas a sintomas mais graves, como o desenvolvimento de bronquite e pneumonia.

Tratamento da gripe em crianças e bebés

Para a febre, não é necessário o uso de antibióticos. Os antibióticos só serão receitados pelo médico no caso em que a febre se prolongue por mais de 3 dias.

O tratamento da gripe consiste na redução dos sintomas com o uso de nebulizadores para a desobstrução das vias respiratórias altas (quando o médico achar  necessário), o repouso do paciente, e a contínua ingestão de líquidos.

Aqui fica um video útil  sobre as medidas a tomar.


Reflita sobre o assunto e se desejar recorra a exemplos de situações concretas para ilustrar a sua opinião. Como técnico de saúde dê a sua opinião sobre o uso destes equipamentos por crianças e jovens.

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Participe e desenvolva, no seu ponto de vista, o tema exposto a debate. Se desejar, apresente exemplos representativos do que pretende ilustrar. Pode ainda comentar as participações dos colegas.

 

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CEAC Fórum de Novembro: a Gripe – Clique aqui

CEAC Fórum Novembro – A Gripe: Clique aqui

CEAC Fórum: Chegou o tempo frio e com ele a famosa gripe que não deixa ninguém indiferente. Este mês vamos falar sobre a gripe, sintomas, tratamento e formas de sobreviver quando chegar a nossa vez.

A gripe é uma infeção respiratória aguda de curta duração. É causada pelo vírus Influenza, que ao entrar no nosso organismo pelo nariz, multiplica-se, disseminando-se para a garganta e restantes vias respiratórias, incluindo os pulmões. Os primeiros sintomas da doença surgem entre 1 a 4 dias após a infeção pelo vírus– é o chamado período de incubação – e a sua severidade varia de acordo com a pessoa infetada.

Sintomas

Nem toda a gente infetada com o vírus da Gripe fica doente mas aqueles em que isso acontece, os sintomas mais comuns incluem:

  • febre,
  • dores de cabeça,
  • tosse seca,
  • garganta irritada,
  • congestão nasal, e dores musculares.
  • As crianças podem ter também náuseas, vómitos e diarreia, sintomas estes que são raros em adultos.

Determinadas complicações podem surgir aliadas a sintomas mais graves, como o desenvolvimento de bronquite e pneumonia.

Para determinar se uma pessoa está de facto infetada com o vírus Influenza é necessário proceder a uma análise laboratorial capaz de detetar o vírus, o que implica imensos recursos e uma logística altamente elaborada. Assim, a gripe é normalmente diagnosticada com base em sintomas. Quando a doença é detetada por um diagnóstico baseado nos sintomas falamos de síndroma gripal.

Tratamento

Para a maior parte das pessoas, a gripe dura apenas alguns dias e requer somente terapêutica sintomática – para a febre, dor e congestão nasal. O doente deverá repousar, procurar alimentar-se bem e tomar bastantes líquidos. Em poucos dias, o organismo de uma pessoa saudável consegue dominar a infeção e eliminar o vírus.

Os antibióticos, como a penicilina, não atacam os vírus apenas as bactérias. Estes não devem portanto ser administrados a não ser que surjam complicações como super-infeções bacterianas.

A vacinação anual é a principal forma de prevenção contra a gripe sazonal. É também a melhor forma de reduzir o impacto de uma epidemia. As vacinas contra a gripe estão disponíveis e já são usadas há mais de 60 anos. São vacinas seguras e eficazes, reduzindo não só a incidência como também a gravidade e a mortalidade entre os idosos e doentes crónicos.

De acordo com algumas diretivas da Organização Mundial de Saúde (OMS), devem ser vacinados, preferencialmente em Outubro:

  1. indivíduos com idade igual e superior a 65 anos;
  2. grupos de pessoas com um risco acrescido de complicações (nomeadamente, pessoas com doenças crónicas ou com o sistema imunitário enfraquecido);
  3. e, grupos de pessoas que podem transmitir o vírus a outras pessoas consideradas de risco (por exemplo, médicos e enfermeiros).

Existe, no entanto, um grupo de pessoas que não se deve vacinar porque já teve, por exemplo, uma reação alérgica à vacina. É, por isso, essencial que a vacina seja sempre aconselhada pelo seu médico.

O que fazer se tivermos sintomas de gripe:

Muito importante: ir ao médico

Se acha que tem sintomas de gripe, o melhor mesmo é dirigir-se a uma uma unidade de urgência hospital para ser feito um diagnóstico correto. Embora o serviço nacional de saúde esteja a pedir para os utentes não se dirigirem às urgências do hospital, devem, no entanto, dirigir-se ao seu médico de família e não se auto-medicarem.

Lave as mãos

A gripe, já dissemos, é contagiosa e propaga-se pelo ar, através das mãos, da tosse e dos espirros, por isso lembre-se de lavar sempre as mãos. Nem imagina até que ponto isso pode ajudar.

Verdades e mitos

Se sair com o cabelo molhado quando está frio, o mais certo é apanhar uma gripe?

Ao contrário do que provavelmente ouviu durante toda a sua vida, sair com o cabelo molhado ou sem chapéu não aumenta o risco de gripe. Esta tem origem viral e não na temperatura.

Tomar vitamina C previne a infeção?

A ingestão regular de vitamina C não reduz a frequência da gripe, nem acelera a cura. A administração de doses elevadas de vitamina C no início dos sintomas já foi testada em vários estudos, que demonstraram não haver um efeito consistente sobre duração ou gravidade do mal-estar.

O stresse aumenta a probabilidade de apanhar o vírus?

Sim. Quando estamos ansiosos ou stressados, libertamos cortisol, uma hormona que afeta o sistema imunitário, reduzindo a resposta natural do organismo a vírus e bactérias.

A canja de galinha ajuda a aliviar os sintomas?

Sim, as avós têm razão. O calor, o líquido e o sal podem ajudar a combater a infeção: inibem o movimento das células responsáveis pela inflamação (neutrófilos) e aceleram, ainda que temporariamente, o movimento do muco. Neste último caso, é possível que ajudem a aliviar a congestão e limitem o tempo em que os vírus estão em contacto com a mucosa nasal.

Quando o muco nasal é verde tenho gripe?

Nem sempre. O muco produzido no decorrer da constipação muda várias vezes de cor. No início, é claro e, depois, fica esbranquiçado ou amarelado. O verde significa que as bactérias normais do nariz estão a crescer.

As gripes são mais comuns no inverno?

Sim. No inverno, passamos mais tempo no interior, em contacto com outras pessoas. Se alguém estiver com gripe, transmite o vírus aos restantes. Esta é também a estação do ano com ar mais seco, propício ao desenvolvimento dos vírus responsáveis pela gripe.


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