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CEAC Fórum de Abril – Trabalho em equipa

 

CEAC Fórum:

este fórum o desafio é refletir sobre o que é o trabalho em equipa e as vantagens de trabalhar desta forma.

Trabalho em equipa é um esforço coletivo para resolver um problema.

“Define-se como um grupo de pessoas que têm um objetivo comum que seja motivador e válido e que necessite da energia que todos os membros disponibilizam”.

Todas as atividades profissionais feitas com trabalho humano necessitam que sejam feitas com dedicação. O trabalho em equipa é fundamental para que qualquer tarefa seja realizada com determinação e dedicação.

O trabalho em equipa significa agrupar um conjunto de pessoas e desenvolver determinadas ações que visam um só propósito, um só objetivo.

Todos dentro da equipa são responsáveis pelas atividades exercidas. Portanto cada membro é responsável pelo sucesso de uma tarefa bem feita, ou pelo fracasso de uma tarefa mal sucedida.

Equipa é um grupo específico que…

  • Tem uma determinada orientação para uma tarefa concreta;
  • Partilha linguagem e objetivos comuns;
  • Possuiu capacidade de motivação;
  • Tem uma divisão de papéis, mas integra em cada profissional as competências de outros;
  • Assume a cooperação entre os vários elementos no sentido de operacionalizar, rentabilizar e utilizar de forma efetiva as competências individuais;
  • Possuiu uma determinada liderança;
  • Possuiu coesão entre os vários elementos.

É a partir das interações e da comunicação que cada equipa constrói que se estabelecem os limites e a entidade da mesma.

Na vida temos que enfrentar muitas adversidades, mas quando nos juntamos ao outro a coragem aumenta, o nosso potencial duplica e os nossos objetivos  são mais facilmente atingidos

Fatores de sucesso de uma equipa

  • Estabeleçam e identifiquem, de modo claro, objetivos coletivos;
  • Definam compromissos e negoceiem regras de modo a estabelecerem-se os limites da ação individual e coletiva;
  • Facilitem, a cada um dos técnicos, o ajustamento entre os papéis e as funções dos diversos técnicos;
  • Facilitem a partilha de informação, entre serviços e entre as equipas de intervenção;
  • Monitorizem a dinâmica de grupo identificando forças e fraquezas e tendo presente os resultados obtidos no desenvolvimento da tarefa;
  • Supervisionem as equipas procedendo aos necessários feed-backs individuais e coletivos;
  • Fomentem a valorização e o apoio da equipa por parte de todos os agentes da comunidade;
  • Promovam a formação dos profissionais das equipas sempre que possível conjuntamente com técnicos de outros serviços;
  • Facilitem o desenvolvimento de competências que permitam promover o trabalho em equipa e a auto-formação;
  • Facilitem e promovam a comunicação tanto na sua perspetiva lateral como vertical;

DICA = Estamos todos no mesmo barco!

Experimente acolher em vez de julgar, perdoar em vez de acusar e compreender as atitudes dos outros em vez de se vingar!

É difícil, sem dúvida! Mas é possível e extremamente gratificante.

A vida fica mais leve, o caminho fica mais fácil e a recompensa muito mais valiosa.

A EQUIPA FAZ A FORÇA!

Participe e desenvolva, no seu ponto de vista, o tema exposto a debate. Se desejar, apresente exemplos representativos do que pretende ilustrar. Pode ainda comentar as participações dos colegas.

 O post de cada formando deve ser submetido até ao final da semana. A sua participação conta 20% para a avaliação da Unidade.

Para participar basta clicar em INSERIR COMENTÁRIO, não esquecendo de indicar o seu nome e curso para que o seu contributo seja avaliado. Os vossos comentários serão primeiro sujeitos à aprovação do professor pelo que podem não ficar imediatamente disponíveis.

Aguardo as vossas participações com expectativa, o vosso contributo é muito importante para o sucesso deste fórum!


INFORMAÇÃO CEAC: Cotação: 20% da média da Unidade em estudo.

Esta atividade de Fórum permite debater e abordar novas ideias, visa o desenvolvimento e a discussão de temas atuais, relacionados com os temas propostos nas Unidades, no âmbito da formação.

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CEAC Fórum de Abril – Resiliência: Clique aqui

CEAC Fórum de Abril – Resiliência

CEAC Fórum: A palavra resiliência refere-se ao processo que se desenvolve na presença de uma situação de risco e que através dele são produzidos resultados tão positivos, ou ainda melhores do que os obtidos na ausência da situação de risco. Alguns indivíduos em determinados momentos da vida podem ser resilientes. A resiliência desenvolve-se ao longo da vida, desde a infância até à terceira idade, através de processos complexos intra-psíquicos e de fatores de proteção internos e externos

“COMO SE FOSSE UMA OMBREIRA DE ESPUMA QUE NOS AUXILIA A DIMINUIR AS DORES DO PESO DOS EVENTOS DE VIDA NOS NOSSOS OMBROS.”

A palavra resiliência refere-se ao processo que se desenvolve na presença de uma situação de risco e que através dele são produzidos resultados tão positivos, ou ainda melhores do que os obtidos na ausência da situação de risco. Alguns indivíduos em determinados momentos da vida podem ser resilientes. A resiliência desenvolve-se ao longo da vida, desde a infância até à terceira idade, através de processos complexos intra-psíquicos e de fatores de proteção internos e externos.

A resiliência diz respeito às respostas que damos aos desafios da vida, à adversidade, a algum trauma, na presença de ameaças ou riscos. É a nossa capacidade de resistir aos problemas que temos que resolver ao longo da vida. A resiliência muda ao longo da vida consoante as circunstâncias e os desafios específicos que temos que enfrentar.

Falar de resiliência significa, portanto, falar de promoção de saúde em contextos adversos.

No campo da saúde os profissionais lidam com desafios crescentes e adversidades quotidianas e há necessidade de conhecer e desenvolver habilidades para conseguir lidar com as situações com que se deparam .

No caso específico do envelhecimento

O envelhecimento, além de ser um processo demográfico, é tão um processo que mistura vários aspetos biológicos, psicológicos e sociais que muitas vezes não são tidos em consideração numa análise mais detalhada. Portanto entender este processo é compreender os aspetos individuais e sociais da vida, na multiplicidade dos aspetos biopsicossociais. Portanto o envelhecimento poderia ser considerado como um fator de risco para a perda da resiliência, no entanto, cada idoso reage de forma muito distinta às adversidades.

Ao longo do processo de envelhecimento torna-se necessário o aumento da capacidade de resiliência para manter o comportamento adaptativo. Com a idade aumenta também a probabilidade de ocorrer mais eventos inesperados relacionados com a saúde física e o bem-estar e relacionados também com a vida de ente queridos. Numa idade avançada as probabilidades de experenciar vários eventos problemáticos ao mesmo tempo aumentam.

No âmbito da gerontologia a resiliência será utilizada como uma capacidade de o idoso adaptar-se às mudanças que ocorrem na velhice, pensar, repensar e autoavaliar as atitudes, valores, conhecimentos e mudanças provenientes desta fase da vida. Esta autoavaliação é essencial durante o desenvolvimento humano, principalmente para as pessoas idosas. O papel do profissional de saúde será o de promover o desenvolvimento de competências do idoso para atravessar esta etapa da vida, a velhice, de forma ativa e com qualidade de vida.

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CEAC Fórum Abril – Os Sonhos: Clique aqui para aceder

CEAC Fórum Abril – Os Sonhos

CEAC Fórum: Os sonhos sempre exerceram fascínio na humanidade desde a antiguidade.

Em muitas culturas os sonhos eram considerados como uma forma de comunicar-se com o sobrenatural, uma maneira de se prever o futuro das pessoas.

A teoria dos sonhos foi proposta por Sigmund Freud em 1900. Freud partiu do princípio de que todos os sonhos têm um significado, embora oculto, na realização de desejos. Os desejos reprimidos na vida acordada estão muitas vezes relacionados com os nossos desejos mais primitivos e que são vetados ao consciente fortemente pela moral. Interpretar um sonho significa conferir-lhe um sentido, isto é, enquadrá-lo na nossa vida.

Na obra Teoria dos Sonhos, Freud refere que o indivíduo precisa de dormir para descansar o corpo e, principalmente, para sonhar: “o sonho é a realização dos desejos reprimidos quando o indivíduo está consciente”. Quando o indivíduo dorme, a consciência “desliga-se” parcialmente para que o inconsciente entre em atividade, produzindo o sonho: através do inconsciente, os desejos reprimidos são realizados. Para Freud, as causas dos traumas que geram certos comportamentos tidos como anormais estão escondidas no inconsciente das pessoas, onde estão guardados os desejos reprimidos.

Os sonhos têm um conteúdo latente e um conteúdo manifesto. O termo conteúdo manifesto refere-se à experiência consciente durante o sono, correspondendo ao relato ou descrição verbal do sonho, ou seja, aquilo que a pessoa diz que se lembra. Já o conteúdo latente corresponde às ideias, impulsos, sentimentos reprimidos, pensamentos e desejos inconscientes que poderiam ameaçar a interrupção do sono se aflorassem à consciência claramente.

Os sonhos possuem uma linguagem que Freud denominou símbolos. Para entender os seus diversos conteúdos, temos que distinguir o que os símbolos representam nesse sonho. A simbologia dos sonhos não só está vinculada ao contacto que o criador do sonho teve com o objeto, mas também com a forma como ele se relaciona sentimentalmente com esse objeto. Um exemplo prático, o mar pode apresentar distintas simbologias, variando de pessoa a pessoa. Para alguns o mar pode significar destruição (o mar a destruir estruturas deixadas na praia), mas para outros, invasão (a água a avançar e a invadir o território) de acordo com Freud o que a pessoa sente quanto a esse objeto ou essa situação é fundamental para a interpretação de sonho.

Os sonhos são a principal via para chegar ao inconsciente. A sua linguagem é simbólica, logo não pode ser interpretada sem se conhecer a pessoa.

Os sonhos trazem do nosso inconsciente para a consciência os desejos mais reprimidos e “proibidos”, desejos recalcados, através dos quais inibimos os nossos objetos de desejo. É através dos sonhos que temos a capacidade de vivenciar esses objetos.

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CEAC Fórum de Abril – Autismo: Clique aqui para aceder

CEAC Fórum de Março – Autismo

CEAC Fórum: No próximo dia 2 de abril celebrou-se o Dia Mundial de Consciencialização do Autismo. O Dia Mundial do Autismo, celebrado anualmente no dia 2 de abril, foi criado pela Organização das Nações Unidas em 18 de dezembro de 2007.

O autismo é uma perturbação do desenvolvimento do cérebro em que as pessoas têm dificuldade de comunicação e nas interações sociais, podendo apresentar ainda padrões de comportamento, interesses e atividade fora do habitual.

Os médicos usam o termo Perturbações do Espetro do Autismo para definir um conjunto de perturbações neuropsiquiátricas do desenvolvimento da criança resultantes de disfunções do desenvolvimento do sistema nervoso central.

Segundo a Associação Americana de Psiquiatria, as Perturbações do Espetro do Autismo (PEA)“são um síndroma neuro-comportamental com origem em perturbações do sistema nervoso central que afeta o normal desenvolvimento da criança. Os sintomas ocorrem nos primeiros três anos de vida e incluem três grandes domínios de perturbação:social, comportamental e comunicacional”

Algumas pistas podem ajudar os pais e educadores a antecipar a descoberta do problema em bebés e aumentar o progresso do tratamento.

A doença costuma ser identificada pelos médicos entre 1 ano e meio e os 3 anos, mas os especialistas referem que os próprios pais e educadores são capazes de detetar os primeiros sinais a partir dos 8 meses e, assim, procurar ajuda especializada quanto antes.

As Perturbações do Espectro do Autismo (PEA) tornam-se mais óbvias a partir dos 18 meses de idade. Permanecem toda a vida, mas podem conhecer melhorias quando tratadas adequadamente.

Alguns sinais:

Olhares perdidos. O olhar é extremamente importante para demonstrar o vínculo materno, a criança autista pode não fitar a figura da mãe e ter um olhar perdido.

O choro quase ininterrupto, uma inquietação constante ou, ao contrário, uma apatia exacerbada também merecem atenção.

Incómodo com o toque, com alguns sons e com certas texturas de alimentos.

Ausência de fala, uma aparente surdez e  movimentos pendulares estereotipados de tronco, mãos e cabeça.

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CEAC Fórum de Março – Auto-Estima: Clique aqui para aceder

CEAC Fórum de Março – Auto-Estima

 

CEAC Fórum: “Todos nós temos uma opinião sobre nós próprios. É a forma como nos vemos a nós próprios que está na base da auto-estima e que afecta a forma como nos sentimos relativamente a nós próprios e nos valorizamos.

A auto-estima não é estática nem fixa: as nossas crenças sobre nós próprios podem variar conforme a situação em que nos encontramos e ao longo da nossa vida, à medida que vivemos diferentes experiências.

Quando temos uma boa auto-estima, geralmente, conseguimos ver os nossos pontos positivos e ela pode ajudar-nos a lidar com experiências negativas, como perder o emprego ou terminar uma relação. Sentimo- nos confiantes, não nos culpamos de tudo o que acontece, aceitamos errar e aprender com os erros, confiamos nos outros, cuidamos de nós próprios e conseguimos dizer “não” quando é preciso.

É claro que ninguém está constantemente feliz e satisfeito consigo próprio e ter uma boa auto-estima não significa que somos confiantes em todas as situações. Mas uma boa saúde emocional e uma auto-estima positiva estão associadas à felicidade.

Quando temos uma baixa auto-estima as crenças sobre nós próprios costumam ser negativas. Focamo-nos naquilo que pensamos serem os nossos pontos fracos e nos erros que cometemos. Temos tendência a culpar-nos do que acontece, a desconfiar dos outros, a ter medo de correr riscos e sermos ridicularizados, a deixar os outros tomar decisões por nós. Não nos sentimos amados e podemos até achar que não merecemos que alguém goste de nós.

Ter uma baixa auto-estima pode interferir com a nossa vida do dia-a-dia, com a nossa capacidade de realizar o nosso potencial, com as nossas relações pessoais (podemos achar que não merecemos ser tratados com amor e respeito e permitir que os nossos amigos ou parceiros românticos nos maltratem), com a nossa vida social (podemos ser extremamente sensíveis a quaisquer críticas e ficar aborrecidos facilmente, evitando actividades que nos possam expor ao julgamento dos outros), com o nosso trabalho (podemos achar que não somos suficientemente competentes e evitar tarefas ou cargos no nosso local de trabalho).

A baixa auto-estima, por si só, não constitui um problema de saúde mental. Mas ter uma baixa auto- estima pode afectar a nossa saúde mental, uma vez que diminui a nossa capacidade de lidar com as coisas menos boas da vida e, dessa forma, aumenta o risco de desenvolvermos problemas de saúde mental.”

Ordem dos Psicólogos

No caso das crianças, os educadores têm um papel muito importante na construção da auto-estima da criança.

Este mês proponho-vos uma reflexão/debate sobre o tema da auto-estima, pesquise ou identifique maneiras de lidar com esta situação ou partilhe a sua opinião/experiência.

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CEAC Fórum Março – A ansiedade: Clique aqui para aceder

CEAC Fórum Março – A ansiedade

CEAC Fórum: Todas as pessoas já se sentiram ansiosas. A ansiedade é um sentimento que experimentamos de vez em quando, perante situações em que nos sentimos ameaçados ou stressados. Por exemplo, perante o pensamento de ir fazer um exame, ir ao hospital ou a uma entrevista de emprego, é comum sentirmo-nos tensos, preocupados, nervosos, termos medo de fazer “figura de parvos” ou duvidarmos da nossa capacidade para sermos bem sucedidos. Estas preocupações podem afectar o nosso sono, apetite e capacidade de concentração. Mas, se tudo correr bem, a ansiedade desaparece. Este tipo de ansiedade até pode ser positiva e útil.

No entanto, se os sentimentos de ansiedade nos sobrecarregarem, se o nível de ansiedade for elevado durante longos períodos de tempo, o nosso desempenho pode ser afectado e torna-se mais difícil lidar com a nossa vida quotidiana. Podemos sentir que estamos a ficar sem controlo, que vamos morrer ou enlouquecer.

A ansiedade tem efeitos no nosso corpo e na nossa mente. Do ponto de vista físico, podemos experienciar tensão muscular, dor de cabeça, batimento cardíaco acelerado, náuseas e vómitos, vontade de ir à casa de banho, dificuldade em dormir ou sensação de “borboletas no estômago”. Do ponto de vista psicológico, a ansiedade pode tornar-nos mais receosos, alerta, nervosos, irritáveis, incapazes de relaxar e de nos concentrarmos.

A ansiedade pode afectar o nosso pensamento e as nossas relações com os outros. Se temos medo que aconteça o pior, podemos ficar muito pessimistas. Por exemplo, se um amigo se atrasa para um jantar, podemos começar a ficar preocupados se ele terá tido um acidente ou se não quer a nossa companhia, quando afinal esse amigo pode apenas ter perdido o comboio.

As pessoas respondem à ansiedade de forma diferente, por isso, quando a ansiedade invade as suas vidas, podem experienciar ataques de pânico sem razão aparente, desenvolver uma fobia de sair de casa, isolar-se da sua família e amigos e ter pensamentos obsessivos ou comportamentos compulsivos, como estar constantemente a lavar as mãos.

Enfrentar a ansiedade é o primeiro passo para quebrar o ciclo de medo e insegurança.”

Artigo retirado do site da Ordem dos Psicólogos.

Reflita sobre o assunto e se desejar recorra a exemplos de situações concretas para ilustrar a sua opinião.

Esta atividade de Fórum permite debater e abordar novas ideias, visa o desenvolvimento e a discussão de temas atuais, relacionados com os temas propostos nas Unidades, no âmbito da formação.

Sabia que a ansiedade em doses moderadas pode ser benéfica e até necessária?

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Bom Fórum para todos!


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CEAC Fórum de Março – Promoção da Saúde: Clique aqui

CEAC Fórum de Março – Promoção da Saúde

CEAC Fórum: este mês propomos uma reflexão sobre a promoção da saúde. Apresentamos uma carta sobre as metas a atingir no ano 2000…e já estamos em 2019.

“A promoção da Saúde é o processo que permite capacitar as pessoas a melhorar e a aumentar o controle sobre a sua saúde (e seus determinantes – sobretudo, comportamentais, psicossociais e ambientais)” (Carta de Otawa, 1986). A Carta de Bangkok para a promoção da saúde num mundo globalizado (2005) parte dos valores, princípios e estratégias de intervenção estabelecidas na Carta de Otawa, complementando-a. Com a promoção da saúde, surge a noção da “saúde como um recurso” e de esta ser um “empreendimento colectivo”.

CARTA DE OTTAWA PARA A PROMOÇÃO DA SAÚDE 1ª Conferência Internacional sobre Promoção da Saúde Ottawa, Canadá, 17-21 Novembro de 1986

Promoção da Saúde A Promoção da Saúde é o processo que visa aumentar a capacidade dos indivíduos e das comunidades para controlarem a sua saúde, no sentido de a melhorar. Para atingir um estado de completo bem-estar fisico, mental e social, o indivíduo ou o grupo devem estar aptos a identificar e realizar as suas aspirações, a satisfazer as suas necessidades e a modificar ou adaptar-se ao meio. Assim, a saúde é entendida como um recurso para a vida e não como uma finalidade de vida;

A saúde é um conceito positivo, que acentua os recursos sociais e pessoais, bem como as capacidades físicas. Em consequência, a Promoção da Saúde não é uma responsabilidade exclusiva do sector da saúde, pois exige estilos de vida saudáveis para atingir o bem-estar.

Pré-requisitos para a Saúde As condições e recursos fundamentais para a saúde são:

Paz;

Abrigo;

Educação;

Alimentação;

Recursos económicos;

Ecossistema estável;

Recursos sustentáveis;

Justiça social e

Equidade.

A melhoria da saúde decorre da garantia destas condições básicas.

Advogar A saúde é um recurso da maior importância para o desenvolvimento social, económico e pessoal e uma dimensão importante da qualidade de vida. No seu conjunto, os factores políticos, económicos, sociais, culturais, ambientais, comportamentais e biológicos podem ser favoráveis ou nocivos à saúde. A promoção da saúde visa tornar estes factores favoráveis à saúde, por meio da advocacia da saúde.

Capacitar A promoção da saúde centra-se na procura da equidade em saúde.

A promoção da saúde pretende reduzir as desigualdades existentes nos níveis de saúde das populações e assegurar a igualdade de oportunidades e recursos, com vista a capacitá-las para a completa realização do seu potencial de saúde. Para atingir este objectivo, torna-se necessária uma sólida implantação num meio favorável, acesso à informação, estilos de vida e oportunidades que permitam opções saudáveis. As populações não podem realizar totalmente o seu potencial de saúde sem que sejam capazes de controlar os factores que a determinam. Este princípio deve aplicar-se igualmente às mulheres e aos homens.

Mediar As condições básicas e as expectativas face à saúde não podem ser asseguradas unicamente pelo Sector da Saúde. Acima de tudo, a promoção da saúde exige uma acção coordenada de todos os intervenientes: governos, sectores da saúde, social e económico, organizações não governamentais e de voluntários, autarquias, empresas, comunicação social. As populações de todos os meios devem ser envolvidas enquanto indivíduos, famílias e comunidades.

Aos grupos profissionais e sociais e aos profissionais da saúde incumbe a maior responsabilidade na mediação dos diferentes interesses da sociedade na prossecução da saúde.

As estratégias e programas de promoção da saúde deverão ser adaptados às necessidades locais e às possibilidades de cada país e região, considerados os diferentes sistemas sociais, culturais e económicos.

Intervir em Promoção da Saúde significa: Construir Políticas Saudáveis A promoção da saúde está para além da prestação de cuidados de saúde. Inscreve a saúde na agenda dos decisores políticos, em todos os sectores e a

todos os níveis, consciencializando-os das consequências para a saúde das suas decisões e levando-os a assumir as responsabilidades neste campo.

Uma política de promoção da saúde combina diversas abordagens complementares, incluindo a legislação, as medidas fiscais, os impostos e as mudanças organizacionais.

A acção coordenada que leva à saúde, ao rendimento e às políticas sociais, cria maior equidade. A acção conjunta contribui para garantir bens e serviços mais seguros e saudáveis, instituições públicas mais saudáveis, ambientes limpos e mais aprazíveis.

Uma política de promoção da saúde exige a identificação de obstáculos para a adopção de políticas públicas em sectores não estritamente de saúde, e propostas para os ultrapassar. O objectivo é que as opções saudáveis se tornem as mais fáceis para os responsáveis políticos.

Criar Ambientes Favoráveis As nossas sociedades são complexas e inter-relacionadas. Não se pode isolar a saúde de outros interesses. Os elos indissolúveis entre a população e o seu meio constituem a base para uma abordagem socio-ecológica da saúde.

O princípio orientador a nível mundial, das nações, das regiões e das comunidades é a necessidade de encorajar os cuidados mútuos – cuidar uns dos outros, das comunidades e do ambiente natural. É preciso assegurar a conservação dos recursos naturais do planeta, numa perspectiva de responsabilidade global.

 

A alteração dos padrões de vida, do trabalho e dos tempos livres tem tido um impacte significativo na saúde. O trabalho e os tempos livres deveriam ser uma fonte de saúde para as populações. A maneira como a sociedade organiza o trabalho deveria ajudar a criar uma sociedade saudável. A promoção da saúde gera condições de vida e de trabalho seguras, estimulantes, satisfatórias e agradáveis.

É essencial avaliar sistematicamente o impacte que o ambiente, em rápida evolução, tem na saúde – particularmente nas áreas da tecnologia, do trabalho, da produção de energia e da urbanização. Desta avaliação deverão decorrer acções que assegurem benefícios positivos para a saúde pública. A protecção dos ambientes naturais ou criados pelo Homem e a conservação dos recursos naturais devem ser tidos em conta em qualquer estratégia de promoção da saúde.

Reforçar a Acção Comunitária A promoção da saúde desenvolve-se através da intervenção concreta e efectiva na comunidade, estabelecendo prioridades, tomando decisões, planeando estratégias e implementando-as com vista a atingir melhor saúde.

No centro deste processo encontra-se o reforço do poder (empowerment) das comunidades, para que assumam o controlo dos seus próprios esforços e destinos.

O desenvolvimento das comunidades cria-se a partir dos seus recursos materiais e humanos, com base na auto-ajuda e no suporte social, no desenvolvimento de sistemas flexíveis que reforcem a participação pública e orientem para a resolução dos problemas de saúde. Tudo isto exige um acesso pleno e contínuo à informação, oportunidades de aprendizagem sobre saúde, para além de suporte financeiro.

Desenvolver Competências Pessoais A promoção da saúde pressupõe o desenvolvimento pessoal e social, através da melhoria da informação, educação para a saúde e reforço das competências que habilitem para uma vida saudável. Deste modo, as populações ficam mais habilitadas para controlar a sua saúde e o ambiente e fazer opções conducentes à saúde.

É fundamental capacitar as pessoas para aprenderem durante toda a vida, preparando-as para as suas diferentes etapas e para enfrentarem as doenças crónicas e as incapacidades. Estas intervenções devem ter lugar na escola, em casa, no trabalho e nas organizações comunitárias e ser realizadas por organismos educacionais, empresariais e de voluntariado, e dentro das próprias instituições.

 

Reorientar os Serviços de Saúde No que se refere ao sector da saúde, a responsabilidade da promoção da saúde deve ser partilhada com os indivíduos, grupos comunitários, profissionais e instituições de saúde e com os governos. Todos devem trabalhar em conjunto pela criação de um sistema de cuidados de saúde que contribua para a prossecução da saúde.

Para além das suas responsabilidades na prestação de cuidados clínicos e curativos, os serviços de saúde devem orientar-se cada vez mais para a promoção da saúde. Estes serviços têm de adoptar um amplo mandato que seja sensível e que respeite as especificidades culturais. Devem apoiar os indivíduos e as comunidades na satisfação das suas necessidades para uma vida saudável e abrir canais de comunicação entre o sector da saúde e os sectores social, político, económico e ambiental.

Reorientar os serviços de saúde exige também que se dedique uma atenção especial à investigação em saúde e às alterações a introduzir na educação e formação dos profissionais. Tal perspectiva deve conduzir a uma mudança de atitudes e de organização dos serviços de saúde, focalizando-os nas necessidades totais do indivíduo, enquanto pessoa, compreendido na sua globalidade.

Em direção ao Futuro A saúde é criada e vivida pelas populações em todos os contextos da vida quotidiana: nos locais onde se aprende, se trabalha, se brinca e se ama. A saúde resulta dos cuidados que cada pessoa dispensa a si própria e aos outros; do ser capaz de tomar decisões e de assumir o controlo sobre as circunstâncias da própria vida; do assegurar que a sociedade em que se vive cria condições para que todos os seus membros possam gozar de boa saúde.

Solidariedade, prestação de cuidados, holismo e ecologia são temas essenciais no desenvolvimento de estratégias para a promoção da saúde. Em consequência, quem está envolvido neste processo deve considerar como princípio orientador que as mulheres e os homens têm de ser tratados como parceiros iguais em todas as fases de planeamento, implementação e avaliação das actividades de promoção da saúde.

Compromisso para a Promoção da Saúde Os participantes nesta Conferência comprometem-se a:

 

Intervir no domínio das políticas públicas saudáveis e advogar, em todos os sectores, um claro compromisso político para a saúde e a equidade;

Contrariar as pressões a favor dos produtos nocivos e da deplecção de recursos, das más condições de vida, dos meios insalubres e da má nutrição; e centrar a atenção em temas de saúde pública, tais como a poluição, os riscos ocupacionais, as condições de habitação e os aglomerados populacionais;

Combater as desigualdades em saúde, dentro e entre diferentes grupos sociais e comunidades;

Reconhecer as pessoas e as populações como o principal recurso de saúde; apoiá-las e capacitá-las para se manterem saudáveis, através de meios financeiros ou outros, e aceitar a comunidade como a voz essencial em matéria de saúde, condições de vida e bem estar;

Reorientar os serviços de saúde e o modo como se organizam no sentido da promoção da saúde; partilhar o poder com outros sectores, outras disciplinas e, acima de tudo, com as próprias populações.

Reconhecer a saúde e a sua manutenção como o maior investimento e desafio social e considerar os diferentes modos de vida numa perspectiva ecológica global.

A Conferência apela a todos os interessados para que se aliem ao seu compromisso, com vista à criação de uma forte aliança em favor da saúde pública.

Apelo à Intervenção Internacional A Conferência apela à Organização Mundial de Saúde e às outras organizações internacionais que advoguem a promoção da saúde em todos os fóruns apropriados e apoiem os países no desenvolvimento e implementação de estratégias e programas de promoção da saúde.

Os participantes na Conferência estão firmemente convictos que, se as pessoas de todos os meios – as organizações não governamentais e de voluntariado, os governos, a Organização Mundial de Saúde e todas as outras instâncias a quem tal diz respeito — se unissem e apresentassem estratégias para a promoção da saúde, em conformidade com os valores morais e sociais que enformam a presente Carta, a Saúde Para Todos no Ano 2000 tornar-se-ia uma realidade.

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CEAC Fórum de Março – Empatia: Clique aqui

CEAC Fórum de Março – Empatia

 

CEAC Fórum:Existem algumas características necessárias para que um profissional possa desempenhar um bom trabalho. Este mês iremos dedicar-nos a uma fundamental, a Empatia.

Empatia é a capacidade psicológica para sentir o que sentiria uma outra pessoa caso estivesse na mesma situação vivenciada por ela.

A empatia leva as pessoas a ajudarem-se umas às outras. Está intimamente ligada ao altruísmo – amor e interesse pelo próximo – e à capacidade de ajudar. Quando um indivíduo consegue sentir a dor ou o sofrimento do outro ao se colocar no seu lugar, desperta a vontade de ajudar e de agir seguindo princípios morais.

A capacidade de se colocar no lugar do outro, que se desenvolve através da empatia, ajuda a compreender melhor o comportamento em determinadas circunstâncias e a forma como o outro toma as decisões.
A empatia tem muitos aspetos positivos: facilita a comunicação, o consolo, a resolução de problemas, etc.
A empatia é diferente da simpatia, porque a simpatia é maioritariamente uma resposta intelectual, enquanto a empatia é uma fusão emotiva. Enquanto a simpatia indica uma vontade de estar na presença de outra pessoa e de agradá-la, a empatia cria uma vontade de compreender e conhecer outra pessoa.

“1. Competência inata ou adquirida?

Como a maior parte das características pessoais, a empatia tem tanto de natural como de aprendizagem. Na realidade, nem todos possuímos inatamente esta característica e, mesmo entre quem a tem, poucos a sabem utilizar a seu favor. No entanto, qualquer um a pode desenvolver. E para uma empatia de qualidade, que conduz a resultados concretos e ao sucesso, requer-se sempre treino.

 

Assim, com alguma prática e persistência, poderemos desenvolver esta capacidade de modo a que depois possa funcionar de forma automática.

Empatia e comunicação

A empatia é uma ferramenta poderosa que permite com que duas ou mais pessoas interajam de forma proveitosa. No fundo, é através da empatia que se criam as pontes de comunicação entre duas pessoas.

Nem sempre a forma que escolhemos para transmitir uma ideia é suficiente para que ela seja perfeitamente entendida pelo nosso destinatário. Assim, a empatia tem tudo a ver com as palavras que escolhemos e a forma como as organizamos para comunicar as nossas ideias. Se temos algo a dizer, é essencial sabermos escolher a forma de, não só transmitir a ideia, mas fazê-la ser bem compreendida por quem nos ouve.

Saber escutar

Tão importante como a forma como se comunica é a forma como se escuta. A base de toda a empatia está em demonstrar que só quer dar o que o outro precisa. A isto se chama empatia. O que temos não é mais nem menos que a resposta, na medida certa, às necessidades dos outros.

Para tudo isto, torna-se essencial compreender as necessidades do seu interlocutor, ouvi-lo e entendê-lo.

Os limites da palavra

O segredo da boa empatia passa igualmente por manter limites na forma como se expressa. Não seja excessivo, nem ostentoso. O excesso de ênfase nas suas palavras podem criar o efeito inverso e suscitar a dúvida sobre as suas reais capacidades e a veracidade das suas afirmações. Por outras palavras, a intenção funciona melhor quando não é claramente intencional. Ou seja, mais do que ostentar o objetivo, é preciso saber fazer acreditar que temos a resposta. Caso contrário, o que irá transparecer não é sua qualidade profissional, mas o esforço que está a fazer para parecer convincente. “ in sapo emprego

 


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CEAC Fórum de Fevereiro – A Higiene Do Sono Em Crianças

 

CEAC Fórum:

 

“Não se pode viver sem dormir, assim como não se pode viver sem respirar. A alternância entre a vigília e o sono constitui um ritmo fundamental da espécie humana assumindo particular importância durante a infância.

Contrariamente ao que se pode julgar, o sono, ao qual consagramos um terço da nossa existência, não se limita a uma simples ausência de vigília. O sono é um estado muito complexo que serve para reorganizar todas as nossas funções e garantir a nossa recuperação física e psíquica. Durante o sono há renovação celular, produção de hormonas e anticorpos assim como síntese de proteínas e regulação metabólica. Nas crianças o sono contribui de forma  importante para o seu crescimento corporal.

Ao nascer, os ciclos de sono não são influenciados pela alternância entre o dia e a noite. O bebé dorme em média 17 horas e é a fome que o desperta. Gradualmente, após o 1º mês de vida, o sono vai-se consolidando em torno do período noturno. Por volta dos 6 meses o lactente faz 2 a 3 sestas durante o dia. A partir de 1 ano de idade, a duração do sono diminui em média para 14 a 11 horas e a criança faz três períodos de sono, um de noite e dois de dia: de manhã e à tarde. Entre os 15 e os 30 meses de idade suspende espontaneamente a sesta da manhã, mantendo a sesta da tarde que só abandonará entre os 3 e os 5 anos, ou mais tarde, em algumas crianças.

Em relação ao número total de horas diárias de sono, as recomendações são as seguintes:

1) Lactentes dos 4† aos 12 meses: 12 a 16 horas por 24 horas (incluindo sestas)

2) Crianças de 1 a 2 anos: 11 a 14 horas por 24 horas (incluindo sestas)

3) Crianças de 3 a 5 anos: 10 a 13 horas por 24 horas (incluindo sestas)

4) Crianças de 6 a 12 anos: 9 a 12 horas sono noturno por 24 horas

 

5) Adolescentes de 13 a 18 anos: 8 a 10 horas sono noturno por 24 horas

† – Não foram contempladas nestas recomendações idades inferiores a 4 meses devido a uma ampla variação dos normais padrões e duração de sono nesta faixa etária, bem como à insuficiente evidência científica de associação com consequências na saúde.

Poderemos estimar que as crianças de 1 a 2 anos de idade necessitam de 10 -11 h de sono noturno e 2-4 h de sesta e as crianças de 3 a 5 anos 10 -11 h noturnas e 1-3 h de sesta.

O sono saudável exige duração/tempo adequado, boa qualidade, regularidade e ausência de distúrbios ou perturbação do sono.

É da responsabilidade das famílias cumprir as regras essenciais para a higiene do sono, por:

1) promover um horário regular de deitar a criança todos os dias mantendo essa regularidade aos fins-de-semana, com uma diferença máxima de 30 minutos;

2) ter uma rotina de deitar estabelecida com um ritual que precede a ida para a cama sempre idêntico (vestir o pijama-lavar os dentes-contar história, a título de exemplo);

3) deitar a criança ainda acordada permitindo o uso de objeto de transição como uma fralda, chucha ou boneco;

4) evitar adormecer em local que não a própria cama;

5) evitar atividade estimulante antes de adormecer como exercício físico e

6) não permitir a utilização de ecrãs (televisão, telemóvel, tablet ou consola de jogos) antes de adormecer.

Se cabe às famílias promover o sono noturno de qualidade e em quantidade, é da responsabilidade das creches e dos estabelecimentos pré-escolares, para as crianças que os frequentem, garantirem o mesmo para o sono diurno, isto é, a sesta.

 

Tendo em especial consideração que a sesta na criança em idade pré-escolar não está garantida para a maioria das nossas crianças, consideramos que existe uma elevada percentagem de crianças em privação crónica de sono.

As crianças em idade pré-escolar (3 a 5/6 anos de idade) devem idealmente realizar 10 a 13 horas de sono/dia, entre 10 -11 horas de sono noturno e 1 a 3 horas de sesta.

A criança que inicia o seu dia no estabelecimento pré-escolar entre as 08h e as 09h necessita de cerca de 1h30 para que acorde, seja higienizada, ingira um pequeno-almoço adequado e seja para lá transportada. Assim, terá que ser acordada entre as 07h e as 07h30. Devido à realidade e limitações/impedimentos à qualidade de vida quotidiana familiar, principalmente para as famílias inseridas num contexto urbano, é de salientar que uma elevada percentagem só consegue que as suas crianças em idade pré-escolar (3 aos 5/6 anos) adormeçam entre as 21h e as 22h. Por conseguinte, a média de sono noturno será, na melhor das probabilidades, de apenas 9 a 10 horas. Atendendo ao anteriormente exposto, se para a criança entre os 3 e os 5 anos de idade, a duração total do sono em 24 horas deverá ser de 10 a 13 horas há de imediato uma falta de 2 a 4 horas de sono.

Num elevado número de crianças esta privação motiva a ocorrência de sestas tardias ou no trajeto até casa, com interferência no sono noturno e a alterações de comportamento que se repercutem sobre o bem-estar da criança e da família.

Desta forma, se a criança não fizer uma sesta ao início da tarde com uma duração mínima de 1 a 2 horas está em óbvia privação de sono.

A realização deste simples exercício prático permite-nos concluir que se a sesta não for promovida e incentivada nos estabelecimentos pré-escolares (públicos ou privados) as crianças ficam sujeitas a uma privação de sono crónica com consequências para a sua saúde orgânica e mental.

Vantagem da Sesta

Existe clara evidência científica de que dormir com qualidade e no número de horas recomendado, numa base regular, está associado a melhores resultados na saúde, nomeadamente a nível da atenção, comportamento, aprendizagem, memória, regulação emocional, qualidade de vida e saúde mental e física. Tem aparecido, no entanto, uma ou outra referência sugerindo a possibilidade da sesta poder perturbar o sono noturno.

A sesta parece promover uma alteração qualitativa na memória que envolve a abstração. A abstração, particularmente importante para os lactentes em desenvolvimento, é essencial no desenvolvimento cognitivo e da linguagem, permitindo grande plasticidade na aprendizagem. Na idade pré-escolar, a sesta tem sido referida como recurso valioso para a consolidação da memória.

Num estudo efetuado por Kurdziel L et al verificou-se que as sestas, nas crianças em idade pré-escolar, favorecem a aprendizagem na medida em que facilitam a memorização adquirida precocemente durante o dia quando comparadas com intervalos equivalentes em vigília. Este benefício da sesta é maior nas crianças que fazem a sesta de uma forma habitual apesar da idade. A diminuição do desempenho quando privadas da sesta não é recuperada durante a noite de sono subsequente. Consideraram assim que as sestas nas crianças favorecem o cumprimento dos objetivos académicos da educação precoce e que, por isso, deve ser preservada a respetiva oportunidade. Estes autores consideraram mesmo a indicação da sesta para apoio de crianças com dificuldades de aprendizagem.

Até quando se deve realizar a sesta.

Como entre os adultos, existem “grandes” e “pequenos” dormidores. Algumas crianças aos 4 anos de idade despertam em plena forma depois de dormirem apenas 10 horas e não conseguem fazer a sesta, enquanto outras têm dificuldade em acordar após 11 horas de sono noturno e necessitam de uma sesta de 1 a 2 horas no início da tarde.

Podem ser indicadores que a criança está já pronta para um único ciclo diário de sono à noite quando:

1) há resistência prolongada na hora de adormecer à noite porque não está cansada;

2) apresenta despertares noturnos ou acorda muito mais cedo de manhã em comparação com a rotina prévia;

3) incapacidade em adormecer durante o período inicial de 30 a 40 minutos de sesta e

 

4) tem a capacidade de passar todo o dia acordada com preservação da atenção, humor e atividade sem necessidade de ter uma sesta.

Embora o sono insuficiente esteja ligado a uma variedade de problemas comportamentais, de atenção e cognitivos, nem todas as crianças têm as mesmas alterações em resultado da perda de sono ou em associação a um sono mais curto.

A variabilidade individual na necessidade do sono é influenciada por fatores genéticos, comportamentais, médicos e ambientais. Uma compreensão mais clara dos mecanismos biológicos subjacentes à necessidade do sono requer ainda investigação científica.

Como anteriormente destacado, durante o período pré-escolar a maior parte das crianças precisa de cumprir biologicamente um ciclo de sono bifásico (sono noturno + sesta). A partir dos 4/5 anos de idade algumas crianças começam a transição para o ciclo de sono monofásico (só sono noturno) embora a franca maioria continue a necessitar de realizar a sesta até aos 5/6 anos de idade para permitir o pleno desenvolvimento da sua saúde e bemestar.

Efetivamente não existem recomendações claras que estabeleçam quando é que uma criança deixa de precisar da sesta ou de quanto tempo esta deve durar. Na ausência de evidência científica, mas perante um balanço dos possíveis benefícios e deletérias consequências que a privação da sesta pode ter numa criança, a possibilidade de a fazer deve ser implementada até à idade escolar, devendo as necessidades de sono ser tidas em conta, individualmente.

REPERCUSSÕES A CURTO E A LONGO PRAZO

À luz dos conhecimentos científicos atuais, a privação da sesta em idade pré-escolar pode condicionar um vasto leque de perturbações orgânicas, físicas, psíquicas e emocionais, por vezes, com consequências a curto e longo prazo, que podem mesmo ser irreversíveis.

As famílias preocupadas com a qualidade ou quantidade de sono da sua criança, quer seja por estar a dormir muito pouco ou muito além das horas recomendadas anteriormente referidas, deverão consultar o pediatra ou o médico de família da criança para a avaliação de uma possível patologia do sono.

 

Sabe-se que a perda de sono e a sua fragmentação afetam de modo direto o humor e a sua regulação, com irritabilidade e distúrbios na modulação dos afetos. As manifestações da privação de sono infantil são variadas, desde os vulgares sinais de sonolência, como esfregar os olhos ou deitar a cabeça sobre a mesa de trabalho, a comportamentos externalizantes, como aumento da impulsividade, agitação motora e agressividade, bem como distração e incapacidade para concluir tarefas.

Nas crianças, a privação de sono está, ao contrário dos adultos, mais frequentemente relacionada com sintomas de impulsividade e pouca atenção que podem ser confundidos com a perturbação de défice de atenção e hiperatividade.

A privação de sono afeta também as funções neuro-cognitivas com diminuição da flexibilidade do pensamento, do raciocínio abstrato, da destreza motora e da memória, com subsequente comprometimento da aprendizagem.

Há ainda uma relação clara estabelecida com o aumento de lesões acidentais e quedas frequentes, tendencialmente ao fim da tarde.

Além das consequências sobre o neurodesenvolvimento e o comportamento, os distúrbios do sono na infância têm sido associados à ocorrência de patologia orgânica do foro cardiovascular, imunológico, do metabolismo da glicose e da função endócrina, nomeadamente com risco aumentado de excesso ponderal/obesidade e de hipertensão arterial.

A disrupção do sono infantil e juvenil tem efeitos deletérios nos pais, aumentando nomeadamente o risco de depressão materna e de disfunção familiar.”

Retirado do documento  “RECOMENDAÇÕES SPS-SPP: PRÁTICA DA SESTA DA CRIANÇA NAS CRECHES E INFANTÁRIOS, PÚBLICOS OU PRIVADOS.”

Folheto da Associação Portuguesa de Sono

 

 

 

 

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CEAC Fórum de fevereiro – 5 Qualidades do Cuidador. Clique aqui

CEAC Fórum de fevereiro – 5 Qualidades do Cuidador

CEAC Fórum: Caros alunos e alunas, Neste mês de fevereiro iremos falar sobre as qualidades de um cuidador.

Ser cuidador, embora traga muitas recompensas, é uma das tarefas mais difíceis e árduas no campo da saúde. Independente do tipo de cuidador, familiar ou profissional contratado, todos vivem sob uma carga emocional muito grande. Entre eles há os que têm alguma coisa especial que os move no tratamento dos pacientes e há aqueles que apenas o fazem pela remuneração. Invariavelmente todos são testados psicologicamente até ao limite.

Nem todas as pessoas são talhadas para serem um cuidador. Mas, uma vez dedicado a esta função, existem qualidades e características básicas que fazem a diferença.

Eis aqui 5 qualidades que consideramos essenciais para a excelência de cuidador.

 

EMPATIA

A empatia talvez seja a característica intrínseca mais importante de um cuidador. E como podemos definir empatia? O que é empatia?

Empatia é a capacidade psicológica para sentir o que sentiria a outra pessoa. Naturalmente há graus diferentes de empatia. Alguns podem ser mais empáticos que outros. Algumas pessoas conseguem colocar-se totalmente no lugar do outro. Estes estão mais preparados a prover cuidados de excelência.

No exercício da empatia a dica é sempre perguntar a si próprio – como eu gostaria de ser tratado? como eu gostaria de receber os cuidados?

 

CONFIANÇA

Lembre-se de que uma pessoa precisa dos seus cuidados porque perdeu algum grau de independência. É possível que já não seja capaz de preparar as suas refeições, ou lavar-se sozinho, ou vestir-se ou ir ao WC de modo independente. Imagine os sentimentos de tristeza e frustração de alguém que precisa de ajuda até mesmo nas mais simples atividades do dia a dia?

É muito complicado perder a independência e mas é muito pior não encontrar alguém confiável para ajudar.

Idosos dependentes em especial, precisam de cuidadores que lhes transmitam confiança. Embora dependentes, ter alguém em quem confiar pode lhes fazer mais felizes minimizando o sofrimento..

 

PACIÊNCIA

De modo geral,os idosos precisam de apoio e ajuda, porque com o passar dos anos o seu corpo perde a mobilidade que costumava ter. Facto que pode ser agravado por problemas físicos que comprometem os movimentos, tornando-os mais difíceis, lentos e dolorosos.

Em certos casos, determinadas partes do corpo perdem a capacidade funcional devido a doenças como Parkinson, sequelas de AVC ou artrite. E no caso particular de pacientes com Alzheimer, também perdem algumas funções cognitivas, como perda de memória e de capacidade de processar informações.

Estas dificuldades motoras e cognitivas tornam os idosos mais lentos, e os cuidadores devem ter isso em consideração, dando-lhes um tempo maior nas atividades. Ou seja, paciência é a palavra chave.

É comum os cuidadores impacientes contribuírem para acelerar a perda da independência, ao executarem as tarefas pelo idoso. A sociedade moderna é apressada e gosta das coisas feitas a passos rápidos. Mas quando se trata de idosos, uma qualidade de excelência em cuidados está em aceitar o tempo deles.

A boa regra é permitir que o paciente faça as tarefas tanto quanto possível sozinho. Senão, estaremos a contribuir para acelerar a perda de capacidades físicas e consequente aumento da dependência. Além disso a pessoa idosa, pode sentir-se diminuída na sua auto estima, fator importante para a perceção da qualidade de vida.

 

Portanto, embora assistida por você, cuidador, dê ao paciente o tempo suficiente para realizar as suas atividades, não acelere.

Pacientes com Alzheimer podem repetir a mesma pergunta ou comentário várias vezes, num pequeno lapso de tempo. Exercite a sua paciência e use a sua empatia, coloque-se no lugar dele e lembre-se de que ele acredita que é a primeira vez que faz a pergunta. Responda com naturalidade como se efetivamente fosse a primeira vez.

Uma alternativa eficaz para lidar com esta situação é mudar o foco do paciente para outro assunto de interesse, algo do qual goste de falar ou ouvir, uma cena ou evento passado que traga boas sensações, ou um álbum de fotos antigas. Pode ocorrer que o redirecionamento demore um pouco, pois o paciente pode estar com a atenção fixa no assunto anterior. Novamente conduza-o com paciência,dê-lhe tempo.

Se o paciente está chateado e não cooperativo, dê-lhe tempo e espaço, desde que não envolva algum perigo de ferir alguém ou a ele mesmo. Espere uns 15 ou 20 minutos e retome o assunto de modo calmo e gentil. Se a fonte da frustração é uma atividade que ele rejeita e pode ser adiada – faça isso. Deixe para depois. Se for uma tarefa urgente, convença-o da impossibilidade de adiar.

 

AUTO CONTROLO

Como já foi dito, o trabalho de cuidar de pacientes com demência é muito difícil. Seja você cuidador familiar ou profissional haverá dias e momentos em que você se sentirá exausto e no limite de sua capacidade.

Você pode estar num dia mau, muito stressado ou de mau humor, no entanto o paciente pode estar num dia bom. Estas situações vão exigir de si muita força de vontade e auto controlo.

O cuidador precisa de ser forte o suficiente, mas quando sentir que está a ultrapassar os seus limites, também deve saber reconhecer que está a precisar de uma folga, deve pedir ajuda para recuperar suas forças.

 

FLEXIBILIDADE

Os Cuidadores têm que ser pessoas muito flexíveis. As coisas mudam a cada instante quando se presta cuidados, especialmente a idosos com demência.

Os Familiares podem ser chamados a casa repentinamente. A qualquer momento, pode surgir a necessidade de levar o paciente ao médico ou ao hospital, pois as condições de saúde podem se alterar sem aviso prévio e, no caso de idosos com demência, é frequente a ocorrência de alterações de humor e de comportamento.

Para ser cuidador é preciso estar preparado para se adaptar rápida, e constantemente, reorganizando as atividades em função dos acontecimentos.

 

CONCLUSÃO

Há outras qualidades e características importantes e desejáveis para um cuidador de excelência, mas acreditamos que estas são as 5 mais importantes .

Baseado no artigo original de Angil Tarach-Ritchey, publicado em Alzheimer’s Reading Room

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