Blog Electrónica e Electricidade

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Este Blog é um espaço de aprendizagem colaborativa com discussão de temas relevantes para promoção da reflexão e partilha de conhecimento, opiniões e experiência nas áreas profissionais da Electrónica e da Electricidade.

Clique abaixo para aceder ao último tema.

CEAC Fórum Junho 2019 – Importância dos colegas na nossa Profissão: Clique aqui para aceder

CEAC Fórum – Hábitos que Incomodam os Colegas de Trabalho

CEAC - mau colega no trabalho

CEAC – mau colega no trabalho

CEAC FÓRUM- Li recentemente este artigo (http://saldopositivo.cgd.pt/7-habitos-que-incomodam-os-seus-colegas-trabalho/) que me chamou a atenção porque na realidade todos nós conseguimos identificar o que mais nos incomoda na conduta das pessoas com quem trabalhamos mas, como seres únicos que somos, raramente nos apercebemos do que incomoda os outros no nosso comportamento, a menos que nos digam.

Num ambiente de trabalho os comportamentos dos colaboradores podem ter um impacto importante na produtividade e imagem da empresa.

CEAC - mau colega no trabalho_01

Muitas vezes ao tomarmos conhecimento do que sentem as outras pessoas tornamo-nos mais atentos o que nos ajuda a alterar determinados hábitos pois percebemos que podem incomodar os nossos colegas, esta compreensão poderá transformar o nosso dia-a-dia numa experiência positiva.

Sendo assim proponho-vos uma reflexão sobre esta questão e que identifiquem aqueles hábitos que têm o poder de vos pôr os “nervos em franja”; por outro lado e, não menos importante, reflicta sobre aqueles que poderão ser os seus maus hábitos de trabalho que afectam os outros.

CEAC - mau colega no trabalho_02

Pense nisto e participe no Fórum CEAC enviando o seu comentário, opinião pessoal ou pesquisa. Para participar basta clicar em INSERIR COMENTÁRIO, não esquecendo de indicar o seu nome e turma para que o seu contributo seja avaliado. Os vossos comentários serão primeiro sujeitos à aprovação do professor pelo que podem não ficar imediatamente disponíveis.

Veja também:

http://www.e-konomista.pt/artigo/maus-habitos-no-trabalho/

http://www.rhportal.com.br/artigos-rh/os-maus-hbitos-profissionais-que-voc-no-sabe-que-tem/

INFORMAÇÃO CEAC: Cotação: 20% da média da Unidade em estudo.

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Manuel Bernardo

CEAC - mau colega no trabalho_03

CEAC Fórum Maio 2019 – BATERIAS DE IÕES DE LÍTIO: Clique aqui para aceder

BATERIAS DE IÕES DE LÍTIO

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As baterias de iões de lítio são um tipo de baterias recarregáveis muito utilizadas desde os agora comuns equipamentos eletrónicos portáteis quer nos mais recentes automóveis eléctricos.

Quais as vantagens destas baterias em relação às de hidreto metálico de níquel (ou NiMh)?

Que cuidados se deve  ter com uma bateria de iões de lítio? O que poderá acontecer  quando expostas por muito tempo ao sol ou quando comprimidas?

Acha que as pessoas de um modo geral estão cientes dos riscos que correm com os equipamentos actuais, como os smartphones?

Veja os links abaixo e deixe os seus comentários sobre este tema.

mitos-sobre-as-baterias clique aqui para abrir

Quem produz as baterias para os carros eléctricos?

https://www.apple.com/pt/batteries/why-lithium-ion/

 

https://pt.wikipedia.org/wiki/Bateria_de_i%C3%A3o_l%C3%ADtio

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CEAC Fórum Abril 2019 – Riscos emissao elecromagnética: Clique aqui para aceder

  • AS RADIAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS SÃO ABSORVIDAS PELO CORPO

    A antena emite campos de radiofrequência eletromagnética que podem penetrar no cérebro até quatro a seis centímetros de profundidade. Segundo a OMS, «com os níveis de frequência usados pelos telemóveis, a maior parte da energia é absorvida pela pele e por outros tecidos superficiais, resultando num aumento de temperatura negligenciável no cérebro ou noutros órgãos.

  • AS RADIAÇÕES DOS TELEMÓVEIS PODEM PREJUDICAR A SAÚDE A LONGO PRAZO

    Ainda que não se tenha 100% de certeza, pois esta tecnologia ainda é recente, tudo indica que sim! Os efeitos da interação entre as radiações e o corpo humano dependem da intensidade, frequência e energia dos campos eletromagnéticos. O uso de telemóveis tem sido associado hipoteticamente a alguns problemas de saúde (ver caixa), mas a OMS sustém que, «até à data, a investigação não sugere provas consistentes de efeitos adversos na saúde da exposição
    a campos de radiofrequência em níveis inferiores aos que causam aquecimento dos tecidos».

    «Dado que o uso generalizado e intensivo de telemóveis e telefones sem fios ocorreu apenas nas últimas duas décadas, não é possível ainda ter conclusões definitivas quanto aos efeitos a longo prazo»

  • O TELEMÓVEL PODE INTERFERIR NO FUNCIONAMENTO DOS PACEMAKERS

    As radiações emitidas pelos telemóveis podem interferir com aparelhos médicos mas, segundo Moisés Piedade, Coordenador do Departamento de Eletrotécnica do Instituto Superior Técnico, «os pacemakers existentes no mercado não são vulneráveis a radiação eletromagnética externa».
    Em todo o caso, «a possibilidade de um telemóvel interferir com um estimulador cardíaco ou  desfibrilhador pode ser reduzida, mantendo uma distância de, pelo menos, 20 centímetros entre o
    telemóvel e o dispositivo», lê-se no site do projeto de monitorização da radiação eletromagnética em comunicações móveis (monIT), do Instituto de Telecomunicações/ Instituto Superior Técnico.

  • AS CRIANÇAS SÃO MAIS VULNERÁVEIS ÀS RADIAÇÕES DO QUE OS ADULTOS

    As crianças correm maior risco devido à menor espessura da calote craniana, atingindo as radiações eletromagnéticas maior profundidade dentro do cérebro, encontram-se também sujeitas a uma exposição mais longa no decurso da vida, pelo que «a posição da OMS vai no sentido de cada pessoa decidir se deve ou não limitar a exposição dos filhos, limitando a duração das chamadas ou utilizando dispositivos de alta voz e auriculares», conta o site do projeto monIT.

  • OUTROS EFEITOS DOS TELEMÓVEIS NA SAÚDE

    – Mal-estar. Alguns estudos  revelam um aumento de queixas como vertigens, dores de cabeça
    e zumbidos após uso prolongado do telemóvel.

    – Sono. Um estudo avaliou a estrutura do sono após três horas de uso diário do telemóvel e registou uma diminuição das fases de sono lento e aumento das frequências associadas à vigília, alterações que tornam o sono mais superficial.

    – Cérebro. Um estudo com voluntários saudáveis, realizado através de tomografia, detetou um aumento do metabolismo da glicose nas regiões cerebrais próximas da antena, mas não foi possível concluir se é nociva.

    – Nervo auditivo. A ocorrência de zumbidos e tumores benignos do nervo auditivo tem sido analisada por vários estudos, sem atingir valores estatisticamente significativos.

Emissao Elecromagnética dos telemóveis é Nociva para as Crianças

Nos últimos anos, tem havido vários estudos sobre os efeitos nocivos dos telemóveis na saúde das crianças. Os tecidos infantis absorvem mais energia electromagnética porque os ossos cranianos são mais delgados e o cérebro ainda está em desenvolvimento. Apesar dos perigos, muitos pais compram telemóveis ao filhos para poderem comunicar a qualquer momento.
Um estudo britânico recente concluiu que o telemóvel faz parte, cada vez mais, do quotidiano das famílias no Reino Unido.
“Até crianças de cinco anos quando estão a brincar, já olham para os telemóveis das outras para ver quem tem o melhor ou o último modelo ou a melhor interface para as aplicações. Entre as crianças, o telemóvel tornou-se um critério para saber quem é a melhor do grupo”, afirma Ernest Doku, um dos responsáveis do sítio na Internet Uswitch, responsável pelo estudo.
Os especialistas recomendam, no entanto, que o uso de telemóveis por crianças seja reduzido ao mínimo. Ao rol dos perigos conhecidos, estudos recentes indicam a possibilidade de ocorrer uma alteração do ADN celular durante a fase de crescimento da criança.

Os campos electromágneticos de frequência extremamente baixa, nos quais se inclui a radiação dos telemóveis, foram classificados como «possivelmente carcinogénicos para os humanos» pela Agência Internacional para a Pesquisa sobre o Cancro, ligada à Organização Mundial de Saúde (OMS). A medida surgiu na sequência de um estudo que analisou a exposição ao uso de telemóvel de doentes com diagnóstico de tumor cerebral, em 13 países, ao longo de 10 anos.

Na verdade, revela Belina Nunes, neurologista, «os estudos não encontram uma correlação estatística entre o uso de telemóveis e um maior número de casos de tumores cerebrais. Contudo, os resultados do estudo Interphone sugerem um possível aumento de risco de glioma (tumor do sistema nervoso central) com níveis elevados de exposição». Para esclarecer dúvidas, os cientistas preparam-se para lançar um estudo com mais de 25 mil pessoas durante 25 anos.

Outra documentação a consultar:

http://visao.sapo.pt/actualidade/sociedade/2016-05-05-Zona-Wi-Fi-Perigo-para-a-saude-

wikipedia: http://pt.wikipedia.org/wiki/Telefone_celular

Leia o texto proposto acima descrito, não esquecendo de consultar também os sites indicados, e deixe os seus comentários.

  1. Durante o seu dia, quantas horas passa ao telefone?
  2. Conhece menores (crianças e adolescentes) que são expostos diariamente a mais de 1 hora de radiação wifi/dados moveis / chamadas de telemovel? Considera este uso indispensável ?
  3. Que medidas podem ser tomadas de foram a reduzir os riscos para a saúde destes equipamentos no dia a dia das crianças e adultos?

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CEAC Fórum Março – Printoo a Electrónica flexível – Clique aqui para aceder

CEAC Fórum: Printoo a Electrónica flexível – Clique aqui para aceder

CEAC Fórum: Um projecto nacional pretende mudar a forma como as pessoas encaram os circuitos electrónicos, oferecendo uma solução modular de circuitos ultra finos e flexíveis e com potencialidade virtualmente ilimitada: o Printoo.

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Printoo é um projecto da Ynvisible (uma spin-off da nossa conhecida YDreams) que tem por base um sistema compatível com Arduino e que recorre a um microcontrolador Atmel ATmega328. Mas enquanto outros projectos nos oferecem placas de circuito impresso rígidas, o Printoo expande essa ideia com módulos flexíveis e de espessura reduzida que permite ampliar o seu leque de aplicações. Não faltam sequer baterias impressas, células fotovoltaicas flexíveis, módulos bluetooth, fitas e matrizes LED, ecrãs impressos, e até motores DC.
Como exemplos são apresentados coisas como um display LED que pode ser dobrado em redor de uma lata para nos avisar sempre que há golo da nossa equipa; um pequeno robot aquático inspirado no Ziphius e que pode ser comandado através de um smartphone; e… já deve chegar para mostrar que tipo de coisas poderão fazer com o Printoo (basicamente, tudo aquilo que imaginarem).

Considerando a notícia anterior podemos concluir que esta inovação traz-nos muitas vantagens em inúmeras aplicações. Indique e descreva algumas das possíveis aplicações indicando as suas vantagens. Qual ou quais equipamentos gostaria de ver a funcionar com esta tecnologia para o ajudar na sua vida pessoal e ou profissional?
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Manuel Bernardo


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CEAC Fórum Fevereiro – Censura na Internet – Clique aqui para aceder

CEAC Fórum – Censura na Internet

CEAC Fórum: Este mês vamos abordar o tema da Censura na Internet e de que forma a mesma pode afectar as profissões.

Donald Trump e a solução “fechar a internet”

Ainda antes de ser eleito, o presidente dos Estados Unidos da América há já um ano, Donald Trump deduzia formas e fórmulas instantâneas sobre a forma mais imediata de resolver problemas mundiais, como o crescimento do radicalismo e terrorismo internacional; numa dessas soluções propôs o seguinte:

“a solução para o radicalismo islâmico é “fechar a internet” e assegura que vai falar com quem sabe: o fundador da Microsoft. Estamos a perder muitas pessoas por causa da internet. Temos de falar com Bill Gates e com muita gente que realmente percebe o que está a acontecer”,

O magnata indicou então querer falar com o líder histórico da Microsoft para arranjar alguma maneira de “fechar a internet”. O objetivo é que as crianças dos Estados Unidos não tenham acesso à internet para não se tornarem ‘pequenos rebeldes’. “As crianças estão na internet e querem ser génios”, justificou.

 Ainda em defesa da estratégia de deitar abaixo a rede que liga computadores e telemóveis em todo o mundo, o republicano argumentou:
“Há pessoas que vão dizer ‘então e a liberdade de expressão, e a liberdade de expressão’. Essas pessoas são malucas”.

Já depois de ser eleito, Donald Trump classifica a Internet de insegura e desaconselha as pessoas de a utilizarem, indicando como alternativa o tradicional correio.

Num mundo onde o conhecimento, a circulação de informação e a aproximação entre pessoas proliferam graças à liberdade de utilização da Internet, os Estados Unidos ameaçam juntar-se ao mapa dos países que mais censuram a internet.

Não deixando de ser uma contradição absoluta, este presidente acumula 47 295 720 de seguidores e conta com inúmeras publicações onde mistura declarações pessoais e presidenciais (veja aqui, em inglês todos os posts de 2017 de Donald Trump). Por outro lado e repetidamente o Presidente censura a comunicação social classificando tudo o que são comentários e/ou notícias com as quais não concorda classificando-as de “Fake News” como este artigo do Jornal  o Público o demonstra

Analisemos entretanto abaixo um mapa dos países onde a censura é maior:

internet-censorship-world-map

Depois de ler este artigo queremos conhecer a sua opinião, considerando uma reflexão que enquadre e procure dar resposta às seguintes questões:

  1. Iria esta medida impedir a radicalização de jovens e adultos ou o terrorismo à escala global?
  2. Que implicações na sua vida pessoal iria ter esta medida (pense aqui que informações /jornais consulta, pessoas contacta ou eventos que participa graças à internet).
  3. Na sua área e vida profissional como isto o afectaria? Como afectaria a empresa onde trabalha (ou trabalhou); iria funcionar melhor ou pior? Especifique eventuais vantagens e desvantagens da ausência de internet.
  4. Considerando a posição da China relativamente à vigilância e propriedade dos dados pessoais (https://pt.euronews.com/2017/05/29/china-implementa-nova-lei-de-protecao-de-dados) onde acha que estão os verdadeiros riscos?

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As atividades no Fórum de Discussão permitem debater e abordar novas ideias, visa o desenvolvimento e a discussão de temas atuais, no âmbito da formação.

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Os dez países com maior censura na internet do planeta

Qual a sua opinião do tema discutido este mês no Fórum?

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 https://www.publico.pt/2018/12/15/politica/noticia/tratamento-dados-pessoais-china-faz-chumbar-acordo-seguranca-portugal-1854774#gs.ORNBWVjn


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CEAC Fórum Janeiro – Igualdade de Género: Clique aqui para aceder

CEAC Fórum Janeiro – Igualdade de Género


CEAC Fórum: Este mês iremos abordar o tema da igualdade do género no sector da manutenção e reparação e nas áreas tecnológicas em geral.

Recorrentemente constatamos que nas áreas técnicas da manutenção e reparação, em particular no sector da electricidade e construção praticamente não existe população do sexo feminino; é possível ver mulheres nas empresas deste sector apenas em trabalhos não especializados como recepcionistas, caixa ou na contabilidade, raramente trabalhando no terreno.

Considera esta uma situação justa? A que se deve na sua opinião, esta situação?

Considera que existem tarefas demasiado duras para serem executadas pelas mulheres que as impedem de aceder a este sector profissional, vê algum tipo de limitação na execução de tarefas pela mulher no contexto desta profissão ou considera que existem vantagens?

Veja e leia as notícias abaixo, reflicta e dê-nos a conhecer a sua opinião.

A cientista que ganhou 25 milhões de euros

Mulheres electricistas

3 mulheres mecânicas

http://expresso.sapo.pt/sociedade/2018-01-06-Governo-estuda-certificado-de-igualdade-de-genero-para-empresas

https://sol.sapo.pt/artigo/594879/isl-ndia-lei-obriga-empresas-a-pagar-salarios-iguais-a-homens-e-mulheres-

 

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CEAC Fórum Dezembro – Energia Elétrica Fotovoltaica – Clique aqui para aceder

CEAC Fórum: Dezembro – Energia Elétrica Fotovoltaica – Clique aqui para aceder

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CEAC Fórum: A Energia Fotovoltaica tem registado um crescimento notável nos últimos anos. Apesar do interesse que ela desperta, apenas 1,5% da energia usada na Europa provém do sol. Várias razões explicam esta percentagem reduzida. A energia solar é descontínua, é difícil armazená-la e há, ainda, o custo elevado dos painéis solares.
No centro de Eletrónica e Microtécnica (CSEM) em Neuchatel, na Suíça, os investigadores testam novas tecnologias para melhorar a eficência da energia solar e torná-la mais atrativa para o mercado.

Quanto mais barata e eficiente for a energia solar, mais pessoas estarão dispostas a comprar painéis solares.

A longo prazo, esses fatores poderão permitir uma redução de custos devido às economias de escala.

Menor uso de metal, redução de custos e aumento do nível de absorção da luz do sol são algumas das melhorias em estudo.

“Há duas grandes diferenças entre os antigos e os novos painéis. Uma é visível, a outra é invisível. Nesta célula podemos ver três bandas de cobre que permitem a extração da corrente, estão cheios de linhas de prata. Neste caso, temos trinta linhas de cobre e menos prata, há um ganho de cinco por cento em termos de custo de produção. É a primeira diferença. A segunda diferença é invisível. Aqui acrescentámos uma camada nanométrica de uma outra forma de silício que permite um aumento da tensão de quinze por cento, ou seja, um aumento do rendimento de 15 por cento”, explica Christophe Ballif, director do Centro Fotovoltaico do CSEM.

“Outra vantagem: quando colocamos esta geração de painéis solares ao sol, verificamos que eles aquecem mas o rendimento diminiu muito menos em relação a este tipo de painéis, que são duas vezes menos rápidos. Em consequência, fazemos mais quilowatts por hora”.

Uma das etapas importantes do processo, é testar a resistência do painel solar. Para tal, são utilizadas bolas de gelo de quatro centímetros produzidas por um frigorífico especial. As bolas são lançadas contra o painel a uma velocidade de 27 metros por segundo. Trata-se de uma forma de verificar a resistência da estrutura, em particular da camada fina de silício. Para passar o teste, as capacidades elétricas devem manter-se inalteradas.

É também fundamental testar a capacidade dos painéis solares para suportar pesos.

Os tijolos de metal são colocados no painel até se atingir um peso total de mil quilos por metro quadrado. O teste do peso serve para simular ventos fortes e nevões.

Os testes são uma base para selecionar os melhores materiais para a construção dos painéis.

“Além dos testes de fiabilidade, há também testes de desempenho elétrico. São muito importantes porque vão permitir quantificar a eletricidade que é produzida pelo módulo, que é de facto a informação importante que queremos possuir. Para tal, utilizamos mesas de luz, como vemos aqui atrás que estimulam o espetro do sol e que permitem quantificar a eficácia da eletricidade. Este tipo de medida permite também saber se há defeitos na fabricação do módulo, nomeadamente ao nível das interconexões elétricas”, acrescenta o investigador.

Os painéis solares são muitas vezes criticados por razões estéticas. Por isso, os investigadores suíços criaram este painel chamado ‘terracota’ com uma cor que combina com grande parte dos telhados das casas europeias.

O projeto do Centro Suíço de Eletrónica e Microtécnica é desenvolvido com parceiros industriais.

Para os investigadores, a diminuição do custos das tecnologias e a melhoria da eficiência energética dos módulos fotovoltaicos é essencial para expandir o uso dos painéis solares.

Como é do conhecimento geral, Portugal é um dos País da Europa que mais Sol tem durante todo o ano. Neste contexto, seria de considerar que o nosso país integrasse a utilização massiva destes painéis solares que nos poderíamos tornando-nos assim progressivamente independentes na produção de energia elétrica, diminuindo assim as importações, que tanto pesam na nossa economia.

Fonte: Euronews


Como todos sabemos Portugal é um país muito soalheiro; de facto, na Europa, Lisboa é a terceira cidade com mais horas de sol, à frente de Madrid ou Atenas:

The 10 sunniest cities in Europe (hours sunshine per year)
1. Valletta, Malta – 2,957
2. Marseilles, France – 2,858
3. Lisbon, Portugal – 2,799
4. Madrid, Spain – 2,769
5. Athens, Greece – 2,771
6. Nice, France – 2,724
7. Monaco, Monaco – 2,724
8. Tirana, Albania – 2,544
9. Barcelona, Spain – 2,524
10. Podgorica, Montenegro – 2,480

fonte: Telegraph

Portugal, apesar de todo o sol que recebe, tem uma produção de Energia eléctrica a partir do sol (Fotovoltaica) continua a ser muito baixa; ocupamos a 30ª posição mundial abaixo de vizinhos nossos como a Espanha (10ª posição) ou Grécia (14º lugar):

Posição
País
1
 China
2
 Japan
3
 Germany
4
 United States
5
 Italy
6
 United Kingdom
7
 India
8
 France
9
 Australia
10
 Spain
11
 South Korea
12
 Belgium
13
 Canada
14
 Greece
15
 Thailand
16
 Czech Republic
17
 Netherlands
18
 Switzerland
19
 Chile
20
 South Africa
21
 Taiwan
22
 Romania
23
 Austria
24
 Bulgaria
25
 Pakistan*
26
 Israel
27
 Philippines
28
 Denmark
29
 Turkey
30
 Portugal
31
 Honduras*
32
 Algeria
33
 Mexico
34
 Malaysia
35
 Sweden
36
 Norway
37
 Finland

fonte: wikipedia

Considerando a exposição solar de portugal, poderíamos tornar-nos independentes na produção de energia eléctrica a partir da energia Fotovoltaica. Neste contexto levanta-se uma questão: porque razão a produção eléctrica a partir da energia solar é ainda tão baixa?

Comente a anterior pergunta incluindo ainda na sua resposta alguma pesquisa relativa aos dados seguintes:

  1. Na sua zona de residência (2 km raio) quantos edifícios/residências com energia fotovoltaica consegue identificar?
  2. Consideraria mudar para este sistema na sua residência?

Sites de pesquisa:

Simulador Autoconsumo

http://www.jornaldenegocios.pt/empresas/energia/detalhe/energia_solar_vai_crescer_20_vezes_nos_proximos_anos_em_portugal

https://pt.wikipedia.org/wiki/Energia_solar_fotovoltaica

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CEAC Fórum Novembro: Inteligência Artificial – Clique aqui para aceder

CEAC Fórum:  Inteligência Artificial – Clique aqui para aceder

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CEAC Fórum: Já se imaginou a viver e sobretudo a trabalhar sem internet? Já imaginou um futuro em que muitas das empresas não são físicas mas apenas pessoas? Pessoas que trabalham a partir de casa ou de uma esplanada ou até mesmo de um parque enquanto acompanham as brincadeiras dos seus filhos? Onde não são necessários arquivos ou armários cheios até cima de pastas? Onde as pessoas trabalham de forma colaborativa numa mesma plataforma online, a partir de qualquer lugar e a qualquer hora? Onde as reuniões são feitas à distância?

Este cenário é a nova tendência incontornável à qual todos nós, em mais ou menos tempo nos teremos de adaptar, de forma direta ou indireta.

A influência da internet no nosso quotidiano fez emergir novas formas de relacionamento interpessoal, de reorganização de ordem social, novos mecanismos de distribuição de conteúdos e novos modelos de negócio. Paralelamente impulsionou a reflexão sobre os limites da liberdade individual, a salvaguarda dos direitos de autor e o risco da perda de produtividade laboral.

A Internet conferiu poder ao indivíduo, deu-lhe voz numa dimensão planetária. As empresas dão-lhe agora mais importância do que nunca, procuram marcar a sua presença reconhecendo que os seus públicos estão sempre ligados à web. Paradoxalmente insurge um sentimento de temor pela perda de uma imagem construída ao longo de anos que poderá desmoronar-se ao ritmo a que se desenrola a comunicação no ciberespaço.

O equilíbrio destas forças impõe-se. O espaço e o tempo comprimiram-se. Em duas décadas, o mundo definitivamente diminuiu! Nos últimos anos algumas áreas e determinados sectores de atividade têm vindo a passar por diversas mudanças, quer no seu quotidiano quer no seu modelo de negócio.

A revolução digital é um facto consumado. É impossível negá-lo ou ignorá-lo.

 Para o fórum mensal deste mês proponho-vos uma pesquisa/debate sobre a influência das novas tecnologias na vossa vida profissional e na atividade das empresas.

Como sugestão, podem refletir sobre algum dos seguintes assuntos:

  • De que modo o vosso trabalho foi afetado/melhorado por influência das novas tecnologias?
  • A relação com clientes, fornecedores, Estado e outros alterou-se?
  • Qual o impacto das novas tecnologias no trabalho de rotina?

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CEAC Fórum Outubro: Transístores THz – Clique aqui para aceder

CEAC Fórum: Transístor mais rápido do mundo vai superar barreira Terahertz

shutterstock_87023948CEAC Fórum: De um modo geral, a larga maioria dos sistemas eléctricos têm incorporados sistemas de controlo, como, por exemplo a domótica. Como é sabido, estes sistemas têm na sua base os famosos componentes electrónicos, os Transístores!

Este componente prestes a fazer 70 anos , não envelheceu, tornando-se cada vez mais rápido preparando-se para atingir a velocidades de processamento em Terahertz!

Acaba de ser demonstrado o transístor de silício mais rápido já fabricado. E o recorde anterior foi superado: o novo transístor de silício-germânio operou a 798 GHz, mais de 200 GHz mais rápido do que o recordista anterior.

Embora o recorde tenha sido batido em temperaturas extremamente baixas (supercondutividade) – o consórcio de investigadores (EUA e Alemanha) afirma que agora é uma questão de optimizações para que as velocidades-recorde sejam alcançadas a temperatura ambiente.

O transístor que testamos tem um projecto conservador, e os resultados indicam que há um potencial significativo para alcançar velocidades similares à temperatura ambiente,” disse o professor John Cressler, líder da equipa. “Mais do que isso, eu acredito que estes resultados também indicam que o objetivo de quebrar a chamada ‘barreira terahertz’, ou seja, alcançar velocidades terahertz em um transístor de silício-germânio robusto e fabricável industrialmente, está ao nosso alcance,” complementou Cressler.

Antes disso, o componente poderá ser usado em aplicações que já funcionam em temperaturas criogénicas, como em satélites artificiais e sondas espaciais ou em equipamentos de imagiologia médica.

 

Considerando a notícia anterior podemos concluir que esta é mais uma descoberta na direção de grandes avanços tecnológicos. Se recuarmos a 1979, data em que a Sinclair criou o ZX80 que funcionava a 3,25 MHz (), podemos perceber o salto de gigante que damos a cada nova descoberta. 

ZX80

No seu dia-a-dia ou na sua visão, pessoal ou profissional, quais as áreas que considera que estas velocidades dos transístores podem ser cruciais? Quais os equipamentos electrónicos que considera que “ainda funcionam demasiado devagar” onde estes novos transístores podem fazer a diferença?

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CEAC Fórum de Setembro 2018: Inteligência artificial: Inteligente?

Fórum CEAC Setembro 2018:  Inteligência artificial

Será a “Inteligência” artificial, Inteligente?

Sistema de identificação de obstáculos do Tesla Model S não distinguiu um camião branco de um céu brilhante. A colisão matou o condutor do veículo eléctrico.

Era um acidente à espera de acontecer – a indústria automóvel, a imprensa e o público apenas se questionavam sobre o ‘quando’. Foi a 7 de Maio, no estado norte-americano da Florida, que uma colisão envolvendo um carro autónomo (ou seja, que se conduz sozinho) resultou pela primeira vez numa morte. A vítima foi Joshua Brown, de 40 anos, o proprietário de um Tesla Model S que confiou ao automóvel a condução durante uma viagem. Agora, na quinta-feira, as autoridades norte-americanas anunciaram a abertura de uma investigação formal ao caso.

A notícia do acidente arrisca abalar a confiança dos consumidores na tecnologia de condução autónoma e penalizou já as acções da norte-americana Tesla, a mais entusiástica promotora deste sistema, que chegou a registar uma desvalorização de 3% no Nasdaq antes de inverter a tendência de queda. Outros gigantes tecnológicos ou da indústria automóvel, como a Google ou a General Motors, estão a investir na condução autónoma e o ano de 2020 tem sido apontado como data provável para o início da massificação da tecnologia.

A colisão que vem agora pôr em dúvida a percepção de que um computador guia de forma mais segura do que um ser humano aconteceu num cruzamento em Williston, perto de Orlando. O Tesla não activou o sistema automático de travagem e embateu num camião. De acordo com a fabricante do automóvel, o software do veículo falhou o reconhecimento do obstáculo ao não ter conseguido distinguir entre a cor branca do atrelado e um céu particularmente brilhante no momento do acidente.

Brown, que teve morte imediata, era um entusiasta da inovação no campo automóvel, tendo publicado ao longo dos últimos meses vários vídeos a elogiar o sistema de condução automática do seu veículo eléctrico. No vídeo mais recente, datado de Abril, o veterano da marinha norte-americana mostrava precisamente como o seu Tesla tinha evitado uma colisão potencialmente fatal numa auto-estrada ao identificar uma manobra perigosa de um camião.

“O Tessy (nome que Brown deu ao seu Tesla) portou-se muito bem. Tenho feito muitos testes com os sensores do carro e com as capacidades dosoftware. O carro sempre me impressionou, mas ainda não tinha testado o sistema contra colisões laterais”, escrevia o proprietário do automóvel posteriormente envolvido no acidente fatal na Florida.

Num comunicado oficial, a Tesla lamentou a morte de Brown, mas defendeu a tecnologia, sublinhando que este foi o primeiro acidente fatal em mais de 200 milhões de quilómetros feitos por carros em piloto automático, e que o valor relativo a automóveis convencionais é duas vezes mais grave.

A capacidade opcional de condução automática está disponível no Tesla Model S desde 2014, mas existe ainda um vazio legal sobre esta tecnologia naquele que é o maior mercado automóvel mundial – os Estados Unidos. A investigação da Administração Nacional para a Segurança do Tráfego em Auto-Estradas (NHTSA, na sigla inglesa) surge a poucas semanas da aguardada publicação por aquela agência de um conjunto de recomendações para o ensaio de automóveis em piloto automático em vias públicas. As conclusões do inquérito podem ainda ter um impacto importante num debate que se encontra no início no que ao campo legislativo diz respeito, mas que já se desenrola há vários anos no meio académico.


Em meados de Março que um Volvo XC90 da Uber, em condução autónoma, atropelou mortalmente um peão que levava uma bicicleta pela mão, caso que está condenado a ficar na história por ser a primeira morte provocada por um carro sem condutor. Desta vez é um veículo de testes da Waymo, a divisão especializada em condução autónoma da Google, que está na berlinda, tendo-se visto envolvido num embate quase frontal contra outro automóvel.

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O acidente está a ser investigado mas, face às condições em que ocorreu, há pouca margem para dúvidas, com a polícia de Chandler, cidade do Arizona, a ter declarado que “o condutor de um Honda teve de se desviar para não embater num outro veículo, no cruzamento da Chandler Boulevard e a Los Feliz Drive, com a manobra evasiva a provocar a perda do controlo e a galgar o separador, acabando por embater no veículo da Waymo, que seguia em direcção contrária, devagar em condução autónoma”. Veja as imagens registadas pelas câmaras de bordo:

Como a 5 de Maio, um dia depois do acidente, a Waymo divulgou as imagens captadas pelo seu veículo, nos instantes anteriores ao embate, é possível ter uma ideia bastante concreta do que aconteceu e como aconteceu, pelo que analise por si mesmo a quem cabe a responsabilidade do acidente.

Mas ao contrário do que aconteceu com o sistema de condução autónoma da Uber, que não conseguiu identificar um peão que se atravessou à sua frente, o sistema da Waymo não parece ter feito nada de incorrecto. É claro que seria interessante saber se o monovolume da Chrysler, que a divisão da Google está a utilizar para testar a sua solução autónoma detectou o veículo que se aproximava quase de frente e, caso o tenha feito, o que fez para tentar minorar os danos, se travou ou acelerou, uma vez que através das imagens é possível constatar que não tentou nenhuma manobra evasiva com a direcção.

O monovolume da FCA ficou fortemente danificado ao nível da suspensão da frente e o condutor responsável pelo carro da Waymo, que seguia a bordo no lugar do condutor, mas sem assumir o volante, ficou com ferimentos que o porta-voz da polícia descreve como ligeiros.


  1. Considerando os textos anteriores e tendo em conta que as falhas detectadas serão certamente resolvidas, gostaríamos de saber, se ainda assim, se sente ou sentiria confortável ao volante de um veículo com automatismos semelhantes?
  2. Puxando um pouco pela imaginação, como pensa que poderíamos tornar estes veículos mais seguros?
  3. Como imagina a inteligência artificial na condução de veículos dentro de 15 anos?

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Manuel Bernardo

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