Blog Auxilar de Farmácia

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Este é um espaço de aprendizagem colaborativa com discussão de temas relevantes para promoção da reflexão e partilha de conhecimento, opiniões e experiências. Clique abaixo para aceder ao último tema.

CEAC Fórum de Novembro: Marketing Pessoal – Clique aqui

CEAC Fórum de Novembro – Marketing Pessoal

CEAC Fórum: O marketing pessoal pode ser considerado um conjunto de estratégias individuais para atrair e desenvolver contactos e relacionamentos interessantes do ponto de vista pessoal e profissional, para dar visibilidade a características, habilidades e competências relevantes perspetivando a aceitação e o reconhecimento por parte de outros (Jesus, S.)

Irving Rein refere que o Marketing Pessoal está relacionado com o processo de se evidenciar, explicando o motivo pelo qual algumas pessoas ganham fama, atingindo o topo do sucesso, enquanto outras permanecem obscuras mesmo tendo capacidade para realizar um excelente trabalho.

No entanto, políticos, executivos, artistas, entre outros profissionais, procuram todos visibilidade principalmente no início da sua carreira, sendo que em seguida procuram mantê-la.

De acordo com Eliane Doin, uma pessoa que possua talento e competência suficiente para exercer a sua atividade, praticando e aperfeiçoando constantemente o seu Marketing Pessoal, pode chegar ao topo dos seus objetivos profissionais, elevando o seu nível de notoriedade e imagem e obter recompensas por esse facto.

No entanto, esta é uma tarefa que exige paciência, disciplina, perseverança, uma elevada auto-estima, determinação e um conjunto de crenças e valores que orientam as atitudes e comportamentos de forma a dar um uso correto das habilidades inatas e das habilidades que podem ser construídas e aperfeiçoadas.

Quando bem praticado, o marketing pessoal é uma ferramenta extremamente eficaz para o alcance do sucesso social e profissional. E o melhor é que, além de beneficiar quem o pratica, ele também proporciona bem-estar para os que estão próximos.

É importante mudar alguns velhos paradigmas e repensar o nosso próprio marketing pessoal. Já se sentiu nesta situação?

O stress trouxe implicações na a sua vida e bem-estar?

Será importante um ambiente satisfatório e equilibrado como fomento da saúde mental, social e física dos indivíduos?


Esta atividade de Fórum permite debater e abordar novas ideias, visa o desenvolvimento e a discussão de temas atuais, relacionados com os temas propostos nas Unidades, no âmbito da formação e na preparação para a prática profissional.

Participe no Fórum CEAC enviando o seu comentário, opinião pessoal ou pesquisa. Para participar basta clicar em INSERIR COMENTÁRIOnão esquecendo de indicar o seu nome e turma para que o seu contributo seja avaliado. Os vossos comentários serão primeiro sujeitos à aprovação do professor pelo que podem não ficar imediatamente disponíveis.

INFORMAÇÃO CEAC: Cotação: 20% da média da Unidade em estudo.

Aguardo as vossas participações com expectativa, o vosso contributo é muito importante para o sucesso deste fórum CEAC!

CEAC Fórum de Setembro – 7 formas para lidar com o stress

CEAC Fórum Outubro – 7 formas que as pessoas mentalmente fortes têm para lidar com o stress

CEAC Fórum: Enquanto que para algumas pessoas o stress é sentido como algo destrutivo e que impede o crescimento e desenvolvimento saudável da vida, para as pessoas mentalmente fortes o stress é bem tolerado e estas são capazes de prosperar apesar da tensão. Elas veem a adversidade como uma oportunidade de crescimento. Se elas, por exemplo, estão com problemas financeiros, problemas de saúde ou dificuldades no local de trabalho, estas pessoas mentalmente fortes não deixam que o stress as deite abaixo.

Aqui estão sete maneiras que as pessoas mentalmente fortes usam para lidar com o stress de forma eficaz:

  1. Elas aceitam que o stress é parte da vida.

Enquanto que algumas pessoas perdem tempo e energia a pensar em coisas como: “Eu não deveria ter que lidar com isto,” as pessoas mentalmente fortes sabem que as dificuldades e os problemas são inevitáveis. Quando surgem situações stressantes, elas esforçam-se para fazer o que podem para andar para a frente e não ficam presas ao problema. Mesmo quando não podem mudar as circunstâncias, elas sabem que podem sempre tomar decisões para melhorar as suas vidas.

  1. Veem os problemas pela perspetiva certa.

Em vez de pensar que um pneu furado tem o poder de estragar o dia inteiro, as pessoas mentalmente fortes veem os problemas numa perspetiva adequada. Elas reformulam as mensagens e não entram num monólogo pessimista, não se vitimizam nem dramatizam os eventos.

  1. Elas cuidam da sua saúde física.

Pessoas mentalmente fortes reconhecem a importância de manter a sua saúde. Elas sabem que se estiverem fisicamente debilitadas não serão capazes de combater o stress.

 

  1. Elas têm mecanismos de defesa saudáveis.

Enquanto algumas pessoas recorrem ao álcool, à comida, ou outros vícios pouco saudáveis para ajudá-los a escapar do stress, as pessoas mentalmente tendem a lidar com o stress de uma forma saudável e produtiva. Elas sentem as emoções desagradáveis como a ansiedade, o medo ou tristeza e usam atividades saudáveis, como ir dar caminhada ou através de um passatempo, para lidar com a dor emocional.

  1. Elas equilibram a vida social com a solidão.

Às vezes, numa tentativa de evitar enfrentar problemas, as pessoas preenchem os seus dias com atividades sociais. Outros lidam com o stress isolando-se de amigos e familiares. As pessoas mentalmente fortes encontram um equilíbrio: Elas mantêm uma vida social saudável, mesmo quando estão stressados, mas também reservam algum tempo para ficar a sós com os seus pensamentos.

6.Elas reconhecem as suas escolhas.

O stress pode levar as pessoas a se sentirem como vítimas das circunstâncias menos boas. As pessoas mentalmente fortes reconhecem que tudo o que fazem, desde o momento em que acordam até irem dormir, é uma escolha. Elas estão dispostas a dizer não às coisas que elas não querem fazer e aceitam a responsabilidade pelo seu comportamento.

  1. Elas olham para a parte boa dos acontecimentos.

As pessoas mentalmente pessoas fortes não veem o mundo através de óculos cor-de-rosa, eles têm uma visão realista. Elas reconhecem que coisas boas podem vir de situações stressantes. Ao invés de permitir que as dificuldades as transformem em pessoas amargas ou vítimas indefesas, elas optam por usar as circunstâncias stressantes para ficar mais forte e melhor.

Reflita sobre o assunto e se desejar recorra a exemplos de situações concretas para ilustrar a sua opinião.

Esta atividade de Fórum permite debater e abordar novas ideias, visa o desenvolvimento e a discussão de temas atuais, relacionados com os temas propostos nas Unidades, no âmbito da formação e na preparação para a prática profissional.

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CEAC Fórum de Setembro – Atendimento

CEAC Fórum: Atendimento

CEAC FÓRUM – temos de compreender o atendimento como um acto de comunicação e aí reside todo o segredo de um bom relacionamento com o cliente.

A forma como abordamos o paciente pode ser decisiva para a aquisição de um serviço ou produto e para a imagem que o cliente leva da clínica que gerimos ou da equipa da qual fazemos parte. O cliente nem sempre tem razão, ao contrário da máxima que diz precisamente o contrário. No entanto, a forma como abordamos o cliente e como fazemos passar a informação, é crucial para que haja um entendimento entre o prestador e o consumidor.

A capacidade de comunicação é uma característica fundamental a ter em conta na contratação ou na formação das pessoas que formam uma equipa. Assuntos desagradáveis transmitidos de uma forma honesta, segura e principalmente educada podem ter um impacto completamente oposto ao que a sua essência poderia provocar. A comunicação é portanto outro factor a ter em conta no atendimento. Clientes bem informados, são clientes que dificilmente ficarão insatisfeitos.

Há ainda que ter em conta os tipos de clientes.

Conseguir, à partida, identificar que tipo de pessoa temos à nossa frente e que comportamento deve ser esperado, é meio caminho andado para conseguirmos uma resposta adequada em termos de atendimento.

Para qualquer cenário que possamos esperar da abordagem ao cliente, é necessário ter sempre presente que o comportamento gera comportamento, e que a nossa postura será sempre catalisadora da resposta que o cliente nos dará..

Um dos principais objectivos do atendimento é proporcionar ao cliente uma experiência positiva no serviço. É esta experiência que irá determinar se o cliente gostou ou não do serviço, se irá ou não regressar à clínica e se irá ou não recomendar esse consultório no seu círculo de influência.

O atendimento faz parte da imagem de marca de uma clínica e como tal, um atendimento  deficiente pode contribuir para degradar essa mesma imagem, daí ser tão importante a escolha e formação das pessoas que irão desempenhar essa função na empresa. Concorda?

Participe e desenvolva, no seu ponto de vista, o tema exposto a debate. Se desejar, apresente exemplos representativos do que pretende ilustrar. Pode ainda comentar as participações dos colegas.

O post de cada formando deve ser submetido até ao final da semana. A sua participação conta 20% para a avaliação da Unidade.

Para participar neste Fórum CEAC basta clicar em INSERIR COMENTÁRIO, não esquecendo de indicar o seu nome e turma para que o seu contributo seja avaliado. Os vossos comentários serão primeiro sujeitos à aprovação do professor pelo que podem não ficar imediatamente disponíveis.

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CEAC Fórum de Agosto – Ética Profissional

CEAC Fórum de agosto – Ética Profissional

 


CEAC FÓRUM – “Vigie os seus pensamentos, porque eles se tornarão palavras; vigie as suas palavras, porque elas se tornarão atos; vigie os seus atos porque eles se tornarão os seus hábitos; vigie os seus hábitos, porque eles se tornarão o seu caráter; vigie o seu caráter, porque ele será o seu destino”.

O  termo ética deriva do grego ethos (caráter, modo de ser de uma pessoa). Ética é um conjunto de valores morais e princípios que norteiam a conduta humana na sociedade. A ética serve para que haja um equilíbrio e um bom funcionamento social, possibilitando que ninguém saia prejudicado. Por outras palavras ser ético, nada mais é do que agir da forma certa, proceder bem sem prejudicar os outros.

A ética no ambiente de trabalho é de fundamental importância para o bom funcionamento das atividades da empresa/instituição e das relações de trabalho entre os colaboradores. A ética profissional é um conjunto de atitudes e valores positivos aplicados no ambiente de trabalho. As vantagens repercutem-se no maior nível de produção, no favorecimento para a criação de um ambiente de trabalho harmonioso, respeitoso e agradável, bem como no aumento do índice de confiança entre os colaboradores.

Cada profissão tem o seu próprio código de ética, que pode variar ligeiramente, graças a diferentes áreas de atuação.

No entanto, há elementos da ética profissional que são universais e por isso aplicáveis a qualquer atividade profissional, como a honestidade, responsabilidade, competência e etc.

Neste fórum, propomos-lhe uma reflexão sobre Ética. Identifique quais são os elementos que para si são mais importantes quando se fala de ética no local de trabalho. Se desejar, apresente exemplos representativos do que pretende ilustrar. Pode ainda comentar as participações dos colegas.

O post de cada formando deve ser submetido até ao final da semana. A sua participação conta 20% para a avaliação da Unidade.

Para participar neste Fórum CEAC basta clicar em INSERIR COMENTÁRIO, não esquecendo de indicar o seu nome e curso para que o seu contributo seja avaliado. Os vossos comentários serão primeiro sujeitos à aprovação do professor pelo que podem não ficar imediatamente disponíveis.

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CEAC Fórum do mês de Julho – Higiene e Segurança no Trabalho

CEAC Fórum do mês de Julho – Higiene e Segurança no Trabalho

CEAC FÓRUM – Qualquer empresa de hoje em dia conhece bem as implicações e requisitos legais quando se fala em HSST- Higiene, Segurança e Saúde no trabalho, tendo consciência de que uma falha neste âmbito dentro da empresa, pode gerar automaticamente o pagamento de uma multa por incumprimento legal.

A Higiene, Segurança e Saúde no trabalho é um conjunto de ações que nasceu das preocupações dos trabalhadores da indústria em meados do século 20, pois as condições de trabalho nunca eram levadas em conta, mesmo que tal implicasse riscos de doença ou mesmo de morte dos trabalhadores. Numa época em que a indústria era a principal atividade económica em Portugal, os trabalhadores morriam ou tinham acidentes onde ficavam impossibilitados para toda a vida, simplesmente porque a mentalidade corrente era a de que o valor da vida humana era para apenas útil para trabalhar e porque não existia qualquer legislação que protegesse o trabalhador.

O cenário demorou tempo a mudar e apenas a partir da década de 50/60, surgiram as primeiras tentativas sérias de integrar os trabalhadores em atividades devidamente adequadas às suas capacidades, e dar-lhes conhecimento dos riscos a que estariam expostos aquando do seu desempenhar de funções.

Atualmente a dimensão que encontramos neste âmbito é muito diferente, sobretudo porque a Lei-Quadro de Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho faz depender sobre as entidades empregadoras a obrigatoriedade de organizarem os serviços de Segurança e Saúde no Trabalho.

Desta forma, para além de análises minuciosas aos postos de trabalho a empresa tem que garantir também as condições de saúde dos trabalhadores (como a existência de um posto médico dentro de cada empresa), e ainda garantir que são objeto de estudo as investigações de quaisquer tipo de incidentes ocorridos, sendo sempre analisada a utilização ou não de equipamentos de proteção individual (vulgo EPI).

Em resumo, todas as atividades de HSST se constituem como as atividades cujo objetivo é o de garantir condições de trabalho em qualquer empresa “num estado de bem-estar físico, mental e social e não somente a ausência de doença e enfermidade” (de acordo com a Organização Mundial de Saúde.)

Analisando parcelarmente este tipo de atividades temos que:

  • A higiene e saúde no trabalho procura combater de um ponto de vista não médico, as doenças profissionais, identificando os fatores que podem afetar o ambiente do trabalho e o trabalhador, procurando eliminar ou reduzir os riscos profissionais.
  • A segurança do trabalho por outro lado, propõe-se combater, também dum ponto de vista não médico, os acidentes de trabalho, eliminando para isso não só as condições inseguras do ambiente, como sensibilizando também os trabalhadores a utilizarem medidas preventivas

Dadas as características específicas de algumas atividades profissionais, nomeadamente as que acarretam algum índice de perigosidade, é necessário estabelecer procedimentos de segurança, para que estas sejam desempenhadas dentro de parâmetros de segurança para o trabalhador. Nesse sentido, é necessário fazer desde logo um levantamento dos fatores que podem contribuir para ocorrências de acidentes, como sejam:

  • Acidentes devido a ações perigosas;
  • Falta de cumprimento de ordens (não usar E.P.I.)
  • Ligado à natureza do trabalho (erros na armazenagem)
  • Nos métodos de trabalho (trabalhar a ritmo anormal, manobrar empilhadores inadequadamente, distrações).

Acidentes devido a Condições perigosas:

  • Máquinas e ferramentas
  • Condições de ambiente físico, (iluminação, calor, frio, poeiras, ruído).
  • Condições de organização (Layout mal feito, armazenamento perigoso, falta de Equipamento de Proteção Individual – E.P.I.)

Após o processo de identificação deste tipo de condições é importante desenvolver uma análise de riscos, sendo para isso necessária a sua identificação e mapeamento, a fim de que posteriormente se possa estudar a possibilidade de aplicação de medidas que visam incrementar um maior nível de segurança no local de trabalho, e que concretizam na eliminação do risco de acidente, tornando-o inexistente ou neutralizando-o.

Por fim, importa ter ainda em conta que para além da matriz de identificação de riscos no trabalho é imprescindível considerar o risco ergonómico que surge da não adaptação dos postos de trabalho às características do operador, quer quanto à posição da máquina com que trabalha, quer no espaço disponível ou na posição das ferramentas e materiais que utiliza nas suas funções.

Desta feita torna-se mais do que evidente de que o sucesso de um sistema produtivo passa inevitavelmente pela qualidade das condições de trabalho que este proporciona aos seus colaboradores. Nesta perspetiva, a melhoria da produtividade e da competitividade das empresas portuguesas passa, necessariamente, por uma intervenção no sentido da melhoria das condições de trabalho, ainda que este conjunto de atividades seja visto atualmente, pela gestão das empresas, mais como um gasto, do que propriamente um incentivo à produtividade.

Ao tornar evidentes junto dos colaboradores os riscos a que estão expostos durante o seu período de trabalho, a Higiene, Segurança e Saúde no Trabalho permite relembrar todos os colaboradores de que para um trabalho feito em condições é preciso que as condições permitam que o trabalho se faça.

Texto de Daniela Ferreira / Engª. do Ambiente

 

Participe e desenvolva, no seu ponto de vista, o tema exposto a debate. Identifique os principais riscos da sua profissão. Se desejar, apresente exemplos representativos do que pretende ilustrar. Pode ainda comentar as participações dos colegas.

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CEAC Fórum do mês de Junho – Como aprendemos? – Clique aqui para aceder

CEAC Fórum do mês de Junho – Como aprendemos?

CEAC FÓRUM – O nosso cérebro tem uma capacidade infinita de aprendizagem. É possível e é desejável aprender coisas novas todos os dias. O nosso cérebro agradece.

O que distingue então umas pessoas das outras? O que faz uns alunos terem excelentes notas e outros não? São as estratégias de aprendizagem utilizadas.

Como aprendemos?

 

Está provado que as pessoas memorizam mais facilmente o que conhecem.

Ou seja, uma pessoa com experiência numa determinada área vai memorizar mais facilmente informação relacionada com essa área.

Atribuem um significado. É mais fácil memorizar quando atribuímos um significado à informação.

É por isso que temos que praticar!

É importante, como técnica de estudo, praticar os conhecimentos adquiridos ao longo de vários dias, quer seja lendo, fazendo apontamentos e esquemas que facilitam a aprendizagem.

Também relaxar e fazer exercício físico são importantes para a aprendizagem.

Como estratégia para aprender, devemos fazer uma pausa quando aprendemos algo novo.

É como uma parede de tijolo e cimento se não a deixarmos secar e continuarmos a construir por cima ela, se não cair, vai ficar toda torta.

O nosso cérebro também precisa cimentar os conhecimentos. Por isso, convém fazer uma pausa e não amontoar conhecimentos.

Também dormir é importante no processo de aprendizagem.

Durante o sono, o cérebro faz uma limpeza e retira o que não é importante e que está a bloquear a capacidade de aprender.

Mas atenção, é nestas alturas que pode surgir a procrastinação.

Procrastinar é adiar uma ação.

Conclusão:

Todos temos a capacidade de aprender.

Existem estratégias certas e estratégias erradas.

Tem que se praticar o que se aprende, não se aprende tudo no mesmo dia.

Quanto mais se praticar, mais sólida fica a informação no nosso cérebro.


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CEAC Fórum de Maio – Importância da Higienização das Mãos – Clique aqui para aceder

CEAC Fórum do mês de Maio – Higienização das mãos

CEAC FÓRUM – Lavar as mãos é uma das medidas mais importantes para impedir a propagação de doenças. A higienização adequada das mãos pode impedir que uma pessoa fique doente e também é capaz de interromper a transmissão de infeções virais, bacterianas e parasitárias para outras pessoas.

Grande parte das infeções comuns, tais como constipações, gripes, intoxicação alimentar, hepatite A, parasitoses intestinais e muitas outras, são transmitidos habitualmente por mãos contaminadas. Mesmo as infeções respiratórias, que podem ser transmitidas através da tosse ou do espirro, são, na verdade, transmitidas com mais frequência pelas mãos do que pelo ar.

Não é exagero, portanto, dizer que o simples hábito de lavar as mãos com frequência pode salvar vidas. Isto é especialmente importante se a pessoa for profissional de saúde, trabalhar com atendimento ao público ou tiver contacto próximo com bebes, idosos ou pessoas debilitadas.

Para que uma pessoa consiga eliminar de forma relevante os germes presentes nas suas mãos, o processo de higienização deve seguir alguns passos. Não basta lavar as mãos apenas com água, é preciso usar sabão. O sabão em barra é aceitável, mas a forma líquida é a melhor.

O processo de lavagem das mãos deverá durar pelo menos 30 a 40 segundos.

Em cima, mostramos a forma mais adequada de lavar as mãos e eliminar qualquer germe.


Participe neste Fórum CEAC e desenvolva, no seu ponto de vista, o tema exposto a debate. Se desejar, apresente exemplos representativos do que pretende ilustrar. Pode ainda comentar as participações dos colegas.

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Fórum Abril – Trabalho em equipa – Clique aqui para aceder

Fórum do mês de abril – Trabalho em equipa

Neste fórum o desafio é refletir sobre o que é o trabalho em equipa e as vantagens de trabalhar desta forma.

Trabalho em equipa é um esforço coletivo para resolver um problema.

“Define-se como um grupo de pessoas que têm um objetivo comum que seja motivador e válido e que necessite da energia que todos os membros disponibilizam”.

Todas as atividades profissionais feitas com trabalho humano necessitam que sejam feitas com dedicação. O trabalho em equipa é fundamental para que qualquer tarefa seja realizada com determinação e dedicação.

O trabalho em equipa significa agrupar um conjunto de pessoas e desenvolver determinadas ações que visam um só propósito, um só objetivo.

Todos dentro da equipa são responsáveis pelas atividades exercidas. Portanto cada membro é responsável pelo sucesso de uma tarefa bem feita, ou pelo fracasso de uma tarefa mal sucedida.

Equipa é um grupo específico que…

Tem uma determinada orientação para uma tarefa concreta;

Partilha linguagem e objetivos comuns;

Possuiu capacidade de motivação;

Tem uma divisão de papéis, mas integra em cada profissional as competências de outros;

Assume a cooperação entre os vários elementos no sentido de operacionalizar, rentabilizar e utilizar de forma efetiva as competências individuais;

Possuiu uma determinada liderança;

Possuiu coesão entre os vários elementos.

É a partir das interações e da comunicação que cada equipa constrói que se estabelecem os limites e a entidade da mesma.

Na vida temos que enfrentar muitas adversidades, mas quando nos juntamos ao outro a coragem aumenta, o nosso potencial duplica e os nossos objetivos  são mais facilmente atingidos

Fatores de sucesso de uma equipa

Estabeleçam e identifiquem, de modo claro, objetivos coletivos;

Definam compromissos e negoceiem regras de modo a estabelecerem-se os limites da ação individual e coletiva;

Facilitem, a cada um dos técnicos, o ajustamento entre os papéis e as funções dos diversos técnicos;

Facilitem a partilha de informação, entre serviços e entre as equipas de intervenção;

Monitorizem a dinâmica de grupo identificando forças e fraquezas e tendo presente os resultados obtidos no desenvolvimento da tarefa;

Supervisionem as equipas procedendo aos necessários feed-backs individuais e coletivos;

Fomentem a valorização e o apoio da equipa por parte de todos os agentes da comunidade;

Promovam a formação dos profissionais das equipas sempre que possível conjuntamente com técnicos de outros serviços;

Facilitem o desenvolvimento de competências que permitam promover o trabalho em equipa e a auto-formação;

Facilitem e promovam a comunicação tanto na sua perspetiva lateral como vertical;

DICA = Estamos todos no mesmo barco!

Experimente acolher em vez de julgar, perdoar em vez de acusar e compreender as atitudes dos outros em vez de se vingar!

É difícil, sem dúvida! Mas é possível e extremamente gratificante.

A vida fica mais leve, o caminho fica mais fácil e a recompensa muito mais valiosa.

A EQUIPA FAZ A FORÇA!

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Fórum Março – Consumo de Psicofármacos – Clique aqui para aceder

Consumo de Psicofármacos em Portugal

Segundo um relatório de 2011 da Ordem dos Psicólogos Portugueses (OPP), 10 a 20% das pessoas que procuram os cuidados de saúde primários em Portugal revelam queixas psicológicas. Dados recolhidos entre 2008 e 2009 apontam para uma prevalência elevada de problemas psicológicos na população portuguesa, situada em 23% e acima da média da União Europeia. No mesmo sentido, de acordo com um relatório da Comissão Europeia de 2010, Portugal está entre os países da União Europeia onde mais aumentou a procura de ajuda psicológica entre Dezembro de 2005 e Março de 2010. Estes dados sugerem que os problemas psicológicos terão crescido consideravelmente em Portugal, em particular ao longo da crise económica, criando uma maior necessidade de intervenção na saúde mental.

Fatores como o desemprego, a precariedade laboral e os cortes de rendimentos, potenciados pelas crises económicas, podem conduzir a situações de carência económicae de pobreza. Estas encontram-se associadas a um maior risco de problemas psicológicos, nomeadamente depressões e perturbações da ansiedade, podendo conduzir ao suicídio. De acordo com os resultados de um estudo recente, esta relação entre as condições de privação material e o risco de suicídio foi observada durante o período de crise em Portugal.

Nos últimos anos observou-se em Portugal um aumento da prescrição e do consumo de psicofármacos. Segundo o Plano Nacional de Saúde 2012 – 2016 da Direção Geral de Saúde (DGS), o consumo de ansiolíticos, hipnóticos, sedativos e antidepressivos registou um aumento no Serviço Nacional de Saúde (SNS) superior a 40% entre 2002 e 2009. No mesmo sentido, e de acordo com dados do Infarmed, entre 2000 e 2012 registou-se um aumento do consumo de antidepressivos e de antipsicóticos. Relativamente a estes dados, Portugal apresentou a maior taxa de consumo de ansiolíticos, sedativos e hipnóticos em comparação com países como a Itália, a Dinamarca e a Noruega. Segundo um relatório da Comissão Europeia, Portugal revelou a maior taxa de consumo de antidepressivos entre Dezembro de 2005 e Janeiro de 2010, correspondendo ao dobro da média da União Europeia. Estes dados ilustram bem o aumento substancial de problemas psicológicos na população portuguesa.

No entanto, a capacidade de encaminhamento de utentes para os serviços de saúde mental no SNS parece ficar aquém das reais necessidades, devido ao reduzido número de profissionais atualmente existente. Segundo declarações do bastonário da OPP, Francisco Miranda Rodrigues, à TSF, o SNS carece de pelo menos 500 psicólogos para conseguir dar resposta ao elevado número de casos, que nem sempre necessitam de tratamento psicofarmacológico ou de internamento. A falta de profissionais de saúde mental pode, assim, ajudar a explicar o aumento da prescrição de psicofármacos, dada a dificuldade por parte dos médicos em encaminharem utentes para as especialidades. Confrontados com as dificuldades no encaminhamento, os médicos encontram como alternativa a prescrição de psicofármacos. Sem o necessário acompanhamento psicológico, este tipo de intervenção coloca em causa a adequação da resposta do SNS face ao agravamento dos problemas de saúde mental.

Hoje em dia é questionável a opção por tratamentos exclusivamente psicofarmacológicos. A curto prazo, tanto a intervenção psicofarmacológica como a psicológica demonstram eficácia. No entanto, os efeitos positivos das terapias psicológicas são prolongados e verifica-se um menor número de posteriores ocorrências. Por seu lado, os benefícios dos psicofármacos apenas se mantêm enquanto continuam a ser consumidos, podendo, assim, conduzir a problemas de dependência crónica. Além disso, a literatura descreve um conjunto de efeitos adversos associados ao consumo de psicofármacos, nomeadamente a tendência para a somatização e o desenvolvimento de traços fóbico-obsessivos.

Outro aspeto particularmente relevante diz respeito ao potencial de reintegração socioprofissional dos tratamentos psicológicos que têm sido associados à redução do absentismo laboral, contrariamente ao que acontece nos tratamentos psicofarmacológicos. Deste modo, a opção por tratamentos psicológicos pode contribuir para a diminuição do número de atestados por doença e por invalidez decorrentes de perturbações psicológicas.

Por fim, está em causa um importante dilema ético quando ocorrem situações de médicos sem especialização em Psiquiatria a realizarem tratamentos psicofarmacológicos. A facilidade na prescrição de psicofármacos em Portugal por parte dos médicos de família pode ajudar a entender que, face ao aumento de problemas psicológicos na população, se tenha verificado um aumento no consumo destes medicamentos nos últimos anos.

Os resultados de um estudo exploratório realizado no Centro de Saúde de São João indicam que a consulta de Psicologia Clínica contribuiu de forma significativa para a diminuição do volume de trabalho dos médicos de família e o devido encaminhamento de casos. Neste sentido, a contratação de mais profissionais permitiria melhorar o acesso e a qualidade dos serviços de saúde mental. Além disso, seria necessário que o SNS regulamentasse a prescrição de psicofármacos, nomeadamente criando entraves à prescrição por parte de médicos sem especialização em Psiquiatria, de forma a evitar em muitos casos o consumo excessivo e pouco justificado. É, assim, evidente a necessidade de um maior investimento na saúde mental por parte do SNS português.

fonte: https://ambienteterritoriosociedade-ics.org


À luz do artigo anterior queremos que reflicta sobre os seguintes aspectos, dando a sua opinião ou ponto de vista pessoal e/ou profissional.

Considerando que o papel do Auxiliar de Farmácia consiste também na promoção e venda do medicamento em considera que este deve ajudar a minimizar o consumo excessivo de substâncias psicotrópicas? Se concorda explique como, se não concorda justifique porquê.


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Fórum do mês de janeiro – A Obesidade

Antes de mais, desejo-vos um feliz ano novo!

Após a época festiva e, numa altura em que se fala tanto na alteração das políticas públicas sobre alimentação, proponho a discussão sobre o tema da obesidade.

Factos
A obesidade é evitável.
Em 2014, mais de 1,9 bilião de adultos, com 18 anos ou mais velhos, estavam acima do peso ideal. Destes, mais de 600 milhões eram obesos.
39% dos adultos com 18 anos ou mais estavam acima do peso em 2014, e 13% eram obesos.
A maioria da população do mundo vive em países onde o excesso de peso e a obesidade mata mais pessoas do que o baixo peso.
42 milhões de crianças menores de 5 anos apresentavam excesso de peso ou obesidade em 2013.
O que causa a obesidade e excesso de peso?
Obesidade é definida como aumento de gordura anormal ou excessivo que pode prejudicar a saúde.
O Índice de massa corporal (IMC) é um índice simples, relação peso altura, que é comummente usado para classificar o excesso de peso e a obesidade em adultos. É definido como o peso de uma pessoa em quilogramas dividido pelo quadrado da sua altura em metros (kg / m2).
A definição da OMS é:
um IMC maior do que ou igual a 25 é excesso de peso.
um IMC maior do que ou igual a 30 é a obesidade.
A causa principal da obesidade e do excesso de peso é um desequilíbrio energético entre as calorias consumidas e as calorias gastas. Globalmente, tem havido:
um aumento da ingestão de alimentos altamente energéticos que são ricos em gordura;
um aumento na inatividade física devido à natureza cada vez mais sedentária de muitas formas de trabalho, mudando os modos de transporte, e a crescente urbanização.
As mudanças nos padrões alimentares e de atividade física são muitas vezes o resultado de mudanças ambientais e sociais associadas ao desenvolvimento e à falta de políticas de apoio em sectores como a saúde, agricultura, transportes, planeamento urbano, meio ambiente, processamento de alimentos, distribuição, marketing e educação.
Quais são as consequências de saúde comuns de excesso de peso e obesidade?
doenças cardiovasculares (principalmente doenças cardíacas e acidente vascular cerebral), que foram a principal causa de morte em 2012;
diabetes;
distúrbios músculo-esqueléticos (especialmente osteoporose – uma doença degenerativa altamente incapacitante das articulações);
alguns tipos de cancro (endométrio, da mama e cólon).

O risco para estas doenças não transmissíveis aumenta com o aumento do IMC.
A obesidade infantil está associada a uma maior probabilidade de obesidade na idade adulta, a morte prematura e incapacidade na vida adulta. Mas, além de um aumento dos riscos futuros, as crianças obesas sofrem também de dificuldades respiratórias, aumento do risco de fraturas, hipertensão, marcadores precoces de doenças cardiovasculares, resistência à insulina e efeitos psicológicos.
O excesso de peso e a obesidade, bem como as doenças não transmissíveis relacionadas, são em grande parte evitáveis. O ambiente e a comunidades onde estamos inseridos são fundamentais na formação das escolhas das pessoas.

Ao nível individual, as pessoas podem:

limitar o consumo de energia a partir de gorduras totais e açúcares;
aumentar o consumo de frutas e produtos hortícolas, bem como legumes, grãos integrais e nozes;
praticar atividade física regular (60 minutos por dia para crianças e 150 minutos por semana para adultos).

A responsabilidade individual só pode ter o seu efeito completo, onde as pessoas têm acesso a um estilo de vida saudável. Portanto, a nível da sociedade é importante:

apoiar os indivíduos no seguimento das recomendações acima descritas, através de um compromisso político sustentado e através da colaboração de diversos intervenientes públicos e privados;
promover a atividade física regular e ter mais escolhas alimentares saudáveis disponíveis e facilmente acessível a todos – especialmente os indivíduos mais pobres.

A indústria alimentar pode também desempenhar um papel significativo na promoção de dietas alimentares saudáveis :

reduzir a gordura, açúcar e teor de sal dos alimentos processados;
garantindo que as escolhas saudáveis e nutritivas estão disponíveis e acessíveis a todos os consumidores;
praticar marketing responsável, especialmente o destinado a crianças e adolescentes;
assegurar a disponibilidade de escolhas alimentares saudáveis e apoiar a prática de atividade física regular no local de trabalho.
Resumindo, o excesso de peso e a obesidade, bem como as doenças não transmissíveis relacionadas com estes fatores, são em grande parte evitáveis. Assim, a prevenção é a opção mais viável para conter a epidemia da obesidade.
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