Blog Prestação Cuidados de Saúde

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Este é um espaço de aprendizagem colaborativa com discussão de temas relevantes para promoção da reflexão e partilha de conhecimento, opiniões e experiências na área dos cuidados da Saúde. Clique abaixo para aceder ao último tema.

CEAC Fórum de Abril – Resiliência: Clique aqui

CEAC Fórum de maio – O envelhecimento ativo

CEAC Fórum: No Fórum CEAC deste mês vamos refletir sobre o envelhecimento ativo.

Sendo o envelhecimento ativo tão importante para que haja ganhos em saúde e maior qualidade de vida, proponho que partilhem connosco iniciativas que tenham conhecimento, que sejam promotoras do envelhecimento ativo.

Como é na zona onde moram? Os idosos organizam-se para realizar atividades de lazer, voluntariado ou outras?

Se não tiverem conhecimento de nenhuma iniciativa na vossa área de residência, podem pesquisar na internet e partilhar um caso que vos seja significativo.

Assim, pretende-se que neste Fórum se divulguem e se comentem situações reais de promoção do envelhecimento ativo, bem como a sua importância.

Participe e desenvolva, no seu ponto de vista, o tema exposto a debate. Se desejar, apresente exemplos representativos do que pretende ilustrar. Pode ainda comentar as participações dos colegas.

O post de cada formando deve ser submetido até ao final da semana. A sua participação conta 20% para a avaliação da Unidade.

Para participar neste Fórum CEAC basta clicar em INSERIR COMENTÁRIO, não esquecendo de indicar o seu nome e curso para que o seu contributo seja avaliado. Os vossos comentários serão primeiro sujeitos à aprovação do professor pelo que podem não ficar imediatamente disponíveis.

Aguardo as vossas participações com expectativa, o vosso contributo é muito importante para o sucesso deste fórum!


INFORMAÇÃO CEAC: Cotação: 20% da média da Unidade em estudo.

Esta atividade de Fórum permite debater e abordar novas ideias e visa o desenvolvimento e a discussão de temas atuais.

Participe e desenvolva, no seu ponto de vista, o tema exposto a debate. Se desejar, apresente exemplos representativos do que pretende ilustrar. Pode ainda comentar as participações dos colegas.

O post de cada formando não deve exceder a pág. A4 e deve ser submetido até ao final da semana. A sua participação conta  20% para a avaliação da Unidade.

Para participar basta clicar em INSERIR COMENTÁRIO, não esquecendo de indicar o seu nome e curso para que o seu contributo seja avaliado. Os vossos comentários serão primeiro sujeitos à aprovação do professor pelo que podem não ficar imediatamente disponíveis.

Aguardo as vossas participações com expectativa, o vosso contributo é muito importante para o sucesso deste fórum! E não se esqueçam, caso queiram ver algum tema em debate e/ou gostassem de escrever um artigo para ser publicado, podem enviar por email e será publicado no mês seguinte!

CEAC Fórum de Abril – Resiliência: Clique aqui

CEAC Fórum de Abril – Resiliência

CEAC Fórum: A palavra resiliência refere-se ao processo que se desenvolve na presença de uma situação de risco e que através dele são produzidos resultados tão positivos, ou ainda melhores do que os obtidos na ausência da situação de risco. Alguns indivíduos em determinados momentos da vida podem ser resilientes. A resiliência desenvolve-se ao longo da vida, desde a infância até à terceira idade, através de processos complexos intra-psíquicos e de fatores de proteção internos e externos

“COMO SE FOSSE UMA OMBREIRA DE ESPUMA QUE NOS AUXILIA A DIMINUIR AS DORES DO PESO DOS EVENTOS DE VIDA NOS NOSSOS OMBROS.”

A palavra resiliência refere-se ao processo que se desenvolve na presença de uma situação de risco e que através dele são produzidos resultados tão positivos, ou ainda melhores do que os obtidos na ausência da situação de risco. Alguns indivíduos em determinados momentos da vida podem ser resilientes. A resiliência desenvolve-se ao longo da vida, desde a infância até à terceira idade, através de processos complexos intra-psíquicos e de fatores de proteção internos e externos.

A resiliência diz respeito às respostas que damos aos desafios da vida, à adversidade, a algum trauma, na presença de ameaças ou riscos. É a nossa capacidade de resistir aos problemas que temos que resolver ao longo da vida. A resiliência muda ao longo da vida consoante as circunstâncias e os desafios específicos que temos que enfrentar.

Falar de resiliência significa, portanto, falar de promoção de saúde em contextos adversos.

No campo da saúde os profissionais lidam com desafios crescentes e adversidades quotidianas e há necessidade de conhecer e desenvolver habilidades para conseguir lidar com as situações com que se deparam .

No caso específico do envelhecimento

O envelhecimento, além de ser um processo demográfico, é tão um processo que mistura vários aspetos biológicos, psicológicos e sociais que muitas vezes não são tidos em consideração numa análise mais detalhada. Portanto entender este processo é compreender os aspetos individuais e sociais da vida, na multiplicidade dos aspetos biopsicossociais. Portanto o envelhecimento poderia ser considerado como um fator de risco para a perda da resiliência, no entanto, cada idoso reage de forma muito distinta às adversidades.

Ao longo do processo de envelhecimento torna-se necessário o aumento da capacidade de resiliência para manter o comportamento adaptativo. Com a idade aumenta também a probabilidade de ocorrer mais eventos inesperados relacionados com a saúde física e o bem-estar e relacionados também com a vida de ente queridos. Numa idade avançada as probabilidades de experenciar vários eventos problemáticos ao mesmo tempo aumentam.

No âmbito da gerontologia a resiliência será utilizada como uma capacidade de o idoso adaptar-se às mudanças que ocorrem na velhice, pensar, repensar e autoavaliar as atitudes, valores, conhecimentos e mudanças provenientes desta fase da vida. Esta autoavaliação é essencial durante o desenvolvimento humano, principalmente para as pessoas idosas. O papel do profissional de saúde será o de promover o desenvolvimento de competências do idoso para atravessar esta etapa da vida, a velhice, de forma ativa e com qualidade de vida.

Participe e desenvolva, no seu ponto de vista, o tema exposto a debate. Se desejar, apresente exemplos representativos do que pretende ilustrar. Pode ainda comentar as participações dos colegas.

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CEAC Fórum de Março – Promoção da Saúde: Clique aqui

CEAC Fórum de Março – Promoção da Saúde

CEAC Fórum: este mês propomos uma reflexão sobre a promoção da saúde. Apresentamos uma carta sobre as metas a atingir no ano 2000…e já estamos em 2019.

“A promoção da Saúde é o processo que permite capacitar as pessoas a melhorar e a aumentar o controle sobre a sua saúde (e seus determinantes – sobretudo, comportamentais, psicossociais e ambientais)” (Carta de Otawa, 1986). A Carta de Bangkok para a promoção da saúde num mundo globalizado (2005) parte dos valores, princípios e estratégias de intervenção estabelecidas na Carta de Otawa, complementando-a. Com a promoção da saúde, surge a noção da “saúde como um recurso” e de esta ser um “empreendimento colectivo”.

CARTA DE OTTAWA PARA A PROMOÇÃO DA SAÚDE 1ª Conferência Internacional sobre Promoção da Saúde Ottawa, Canadá, 17-21 Novembro de 1986

Promoção da Saúde A Promoção da Saúde é o processo que visa aumentar a capacidade dos indivíduos e das comunidades para controlarem a sua saúde, no sentido de a melhorar. Para atingir um estado de completo bem-estar fisico, mental e social, o indivíduo ou o grupo devem estar aptos a identificar e realizar as suas aspirações, a satisfazer as suas necessidades e a modificar ou adaptar-se ao meio. Assim, a saúde é entendida como um recurso para a vida e não como uma finalidade de vida;

A saúde é um conceito positivo, que acentua os recursos sociais e pessoais, bem como as capacidades físicas. Em consequência, a Promoção da Saúde não é uma responsabilidade exclusiva do sector da saúde, pois exige estilos de vida saudáveis para atingir o bem-estar.

Pré-requisitos para a Saúde As condições e recursos fundamentais para a saúde são:

Paz;

Abrigo;

Educação;

Alimentação;

Recursos económicos;

Ecossistema estável;

Recursos sustentáveis;

Justiça social e

Equidade.

A melhoria da saúde decorre da garantia destas condições básicas.

Advogar A saúde é um recurso da maior importância para o desenvolvimento social, económico e pessoal e uma dimensão importante da qualidade de vida. No seu conjunto, os factores políticos, económicos, sociais, culturais, ambientais, comportamentais e biológicos podem ser favoráveis ou nocivos à saúde. A promoção da saúde visa tornar estes factores favoráveis à saúde, por meio da advocacia da saúde.

Capacitar A promoção da saúde centra-se na procura da equidade em saúde.

A promoção da saúde pretende reduzir as desigualdades existentes nos níveis de saúde das populações e assegurar a igualdade de oportunidades e recursos, com vista a capacitá-las para a completa realização do seu potencial de saúde. Para atingir este objectivo, torna-se necessária uma sólida implantação num meio favorável, acesso à informação, estilos de vida e oportunidades que permitam opções saudáveis. As populações não podem realizar totalmente o seu potencial de saúde sem que sejam capazes de controlar os factores que a determinam. Este princípio deve aplicar-se igualmente às mulheres e aos homens.

Mediar As condições básicas e as expectativas face à saúde não podem ser asseguradas unicamente pelo Sector da Saúde. Acima de tudo, a promoção da saúde exige uma acção coordenada de todos os intervenientes: governos, sectores da saúde, social e económico, organizações não governamentais e de voluntários, autarquias, empresas, comunicação social. As populações de todos os meios devem ser envolvidas enquanto indivíduos, famílias e comunidades.

Aos grupos profissionais e sociais e aos profissionais da saúde incumbe a maior responsabilidade na mediação dos diferentes interesses da sociedade na prossecução da saúde.

As estratégias e programas de promoção da saúde deverão ser adaptados às necessidades locais e às possibilidades de cada país e região, considerados os diferentes sistemas sociais, culturais e económicos.

Intervir em Promoção da Saúde significa: Construir Políticas Saudáveis A promoção da saúde está para além da prestação de cuidados de saúde. Inscreve a saúde na agenda dos decisores políticos, em todos os sectores e a

todos os níveis, consciencializando-os das consequências para a saúde das suas decisões e levando-os a assumir as responsabilidades neste campo.

Uma política de promoção da saúde combina diversas abordagens complementares, incluindo a legislação, as medidas fiscais, os impostos e as mudanças organizacionais.

A acção coordenada que leva à saúde, ao rendimento e às políticas sociais, cria maior equidade. A acção conjunta contribui para garantir bens e serviços mais seguros e saudáveis, instituições públicas mais saudáveis, ambientes limpos e mais aprazíveis.

Uma política de promoção da saúde exige a identificação de obstáculos para a adopção de políticas públicas em sectores não estritamente de saúde, e propostas para os ultrapassar. O objectivo é que as opções saudáveis se tornem as mais fáceis para os responsáveis políticos.

Criar Ambientes Favoráveis As nossas sociedades são complexas e inter-relacionadas. Não se pode isolar a saúde de outros interesses. Os elos indissolúveis entre a população e o seu meio constituem a base para uma abordagem socio-ecológica da saúde.

O princípio orientador a nível mundial, das nações, das regiões e das comunidades é a necessidade de encorajar os cuidados mútuos – cuidar uns dos outros, das comunidades e do ambiente natural. É preciso assegurar a conservação dos recursos naturais do planeta, numa perspectiva de responsabilidade global.

 

A alteração dos padrões de vida, do trabalho e dos tempos livres tem tido um impacte significativo na saúde. O trabalho e os tempos livres deveriam ser uma fonte de saúde para as populações. A maneira como a sociedade organiza o trabalho deveria ajudar a criar uma sociedade saudável. A promoção da saúde gera condições de vida e de trabalho seguras, estimulantes, satisfatórias e agradáveis.

É essencial avaliar sistematicamente o impacte que o ambiente, em rápida evolução, tem na saúde – particularmente nas áreas da tecnologia, do trabalho, da produção de energia e da urbanização. Desta avaliação deverão decorrer acções que assegurem benefícios positivos para a saúde pública. A protecção dos ambientes naturais ou criados pelo Homem e a conservação dos recursos naturais devem ser tidos em conta em qualquer estratégia de promoção da saúde.

Reforçar a Acção Comunitária A promoção da saúde desenvolve-se através da intervenção concreta e efectiva na comunidade, estabelecendo prioridades, tomando decisões, planeando estratégias e implementando-as com vista a atingir melhor saúde.

No centro deste processo encontra-se o reforço do poder (empowerment) das comunidades, para que assumam o controlo dos seus próprios esforços e destinos.

O desenvolvimento das comunidades cria-se a partir dos seus recursos materiais e humanos, com base na auto-ajuda e no suporte social, no desenvolvimento de sistemas flexíveis que reforcem a participação pública e orientem para a resolução dos problemas de saúde. Tudo isto exige um acesso pleno e contínuo à informação, oportunidades de aprendizagem sobre saúde, para além de suporte financeiro.

Desenvolver Competências Pessoais A promoção da saúde pressupõe o desenvolvimento pessoal e social, através da melhoria da informação, educação para a saúde e reforço das competências que habilitem para uma vida saudável. Deste modo, as populações ficam mais habilitadas para controlar a sua saúde e o ambiente e fazer opções conducentes à saúde.

É fundamental capacitar as pessoas para aprenderem durante toda a vida, preparando-as para as suas diferentes etapas e para enfrentarem as doenças crónicas e as incapacidades. Estas intervenções devem ter lugar na escola, em casa, no trabalho e nas organizações comunitárias e ser realizadas por organismos educacionais, empresariais e de voluntariado, e dentro das próprias instituições.

 

Reorientar os Serviços de Saúde No que se refere ao sector da saúde, a responsabilidade da promoção da saúde deve ser partilhada com os indivíduos, grupos comunitários, profissionais e instituições de saúde e com os governos. Todos devem trabalhar em conjunto pela criação de um sistema de cuidados de saúde que contribua para a prossecução da saúde.

Para além das suas responsabilidades na prestação de cuidados clínicos e curativos, os serviços de saúde devem orientar-se cada vez mais para a promoção da saúde. Estes serviços têm de adoptar um amplo mandato que seja sensível e que respeite as especificidades culturais. Devem apoiar os indivíduos e as comunidades na satisfação das suas necessidades para uma vida saudável e abrir canais de comunicação entre o sector da saúde e os sectores social, político, económico e ambiental.

Reorientar os serviços de saúde exige também que se dedique uma atenção especial à investigação em saúde e às alterações a introduzir na educação e formação dos profissionais. Tal perspectiva deve conduzir a uma mudança de atitudes e de organização dos serviços de saúde, focalizando-os nas necessidades totais do indivíduo, enquanto pessoa, compreendido na sua globalidade.

Em direção ao Futuro A saúde é criada e vivida pelas populações em todos os contextos da vida quotidiana: nos locais onde se aprende, se trabalha, se brinca e se ama. A saúde resulta dos cuidados que cada pessoa dispensa a si própria e aos outros; do ser capaz de tomar decisões e de assumir o controlo sobre as circunstâncias da própria vida; do assegurar que a sociedade em que se vive cria condições para que todos os seus membros possam gozar de boa saúde.

Solidariedade, prestação de cuidados, holismo e ecologia são temas essenciais no desenvolvimento de estratégias para a promoção da saúde. Em consequência, quem está envolvido neste processo deve considerar como princípio orientador que as mulheres e os homens têm de ser tratados como parceiros iguais em todas as fases de planeamento, implementação e avaliação das actividades de promoção da saúde.

Compromisso para a Promoção da Saúde Os participantes nesta Conferência comprometem-se a:

 

Intervir no domínio das políticas públicas saudáveis e advogar, em todos os sectores, um claro compromisso político para a saúde e a equidade;

Contrariar as pressões a favor dos produtos nocivos e da deplecção de recursos, das más condições de vida, dos meios insalubres e da má nutrição; e centrar a atenção em temas de saúde pública, tais como a poluição, os riscos ocupacionais, as condições de habitação e os aglomerados populacionais;

Combater as desigualdades em saúde, dentro e entre diferentes grupos sociais e comunidades;

Reconhecer as pessoas e as populações como o principal recurso de saúde; apoiá-las e capacitá-las para se manterem saudáveis, através de meios financeiros ou outros, e aceitar a comunidade como a voz essencial em matéria de saúde, condições de vida e bem estar;

Reorientar os serviços de saúde e o modo como se organizam no sentido da promoção da saúde; partilhar o poder com outros sectores, outras disciplinas e, acima de tudo, com as próprias populações.

Reconhecer a saúde e a sua manutenção como o maior investimento e desafio social e considerar os diferentes modos de vida numa perspectiva ecológica global.

A Conferência apela a todos os interessados para que se aliem ao seu compromisso, com vista à criação de uma forte aliança em favor da saúde pública.

Apelo à Intervenção Internacional A Conferência apela à Organização Mundial de Saúde e às outras organizações internacionais que advoguem a promoção da saúde em todos os fóruns apropriados e apoiem os países no desenvolvimento e implementação de estratégias e programas de promoção da saúde.

Os participantes na Conferência estão firmemente convictos que, se as pessoas de todos os meios – as organizações não governamentais e de voluntariado, os governos, a Organização Mundial de Saúde e todas as outras instâncias a quem tal diz respeito — se unissem e apresentassem estratégias para a promoção da saúde, em conformidade com os valores morais e sociais que enformam a presente Carta, a Saúde Para Todos no Ano 2000 tornar-se-ia uma realidade.

Reflita sobre o assunto e se desejar recorra a exemplos de situações concretas para ilustrar a sua opinião.


INFORMAÇÃO CEAC: Cotação: 20% da média da Unidade em estudo.

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O post de cada formando não deve exceder a pág. A4 e deve ser submetido até ao final da semana. A sua participação conta  20% para a avaliação da Unidade.

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CEAC Fórum de fevereiro – 5 Qualidades do Cuidador. Clique aqui

CEAC Fórum de fevereiro – 5 Qualidades do Cuidador

CEAC Fórum: Caros alunos e alunas, Neste mês de fevereiro iremos falar sobre as qualidades de um cuidador.

Ser cuidador, embora traga muitas recompensas, é uma das tarefas mais difíceis e árduas no campo da saúde. Independente do tipo de cuidador, familiar ou profissional contratado, todos vivem sob uma carga emocional muito grande. Entre eles há os que têm alguma coisa especial que os move no tratamento dos pacientes e há aqueles que apenas o fazem pela remuneração. Invariavelmente todos são testados psicologicamente até ao limite.

Nem todas as pessoas são talhadas para serem um cuidador. Mas, uma vez dedicado a esta função, existem qualidades e características básicas que fazem a diferença.

Eis aqui 5 qualidades que consideramos essenciais para a excelência de cuidador.

 

EMPATIA

A empatia talvez seja a característica intrínseca mais importante de um cuidador. E como podemos definir empatia? O que é empatia?

Empatia é a capacidade psicológica para sentir o que sentiria a outra pessoa. Naturalmente há graus diferentes de empatia. Alguns podem ser mais empáticos que outros. Algumas pessoas conseguem colocar-se totalmente no lugar do outro. Estes estão mais preparados a prover cuidados de excelência.

No exercício da empatia a dica é sempre perguntar a si próprio – como eu gostaria de ser tratado? como eu gostaria de receber os cuidados?

 

CONFIANÇA

Lembre-se de que uma pessoa precisa dos seus cuidados porque perdeu algum grau de independência. É possível que já não seja capaz de preparar as suas refeições, ou lavar-se sozinho, ou vestir-se ou ir ao WC de modo independente. Imagine os sentimentos de tristeza e frustração de alguém que precisa de ajuda até mesmo nas mais simples atividades do dia a dia?

É muito complicado perder a independência e mas é muito pior não encontrar alguém confiável para ajudar.

Idosos dependentes em especial, precisam de cuidadores que lhes transmitam confiança. Embora dependentes, ter alguém em quem confiar pode lhes fazer mais felizes minimizando o sofrimento..

 

PACIÊNCIA

De modo geral,os idosos precisam de apoio e ajuda, porque com o passar dos anos o seu corpo perde a mobilidade que costumava ter. Facto que pode ser agravado por problemas físicos que comprometem os movimentos, tornando-os mais difíceis, lentos e dolorosos.

Em certos casos, determinadas partes do corpo perdem a capacidade funcional devido a doenças como Parkinson, sequelas de AVC ou artrite. E no caso particular de pacientes com Alzheimer, também perdem algumas funções cognitivas, como perda de memória e de capacidade de processar informações.

Estas dificuldades motoras e cognitivas tornam os idosos mais lentos, e os cuidadores devem ter isso em consideração, dando-lhes um tempo maior nas atividades. Ou seja, paciência é a palavra chave.

É comum os cuidadores impacientes contribuírem para acelerar a perda da independência, ao executarem as tarefas pelo idoso. A sociedade moderna é apressada e gosta das coisas feitas a passos rápidos. Mas quando se trata de idosos, uma qualidade de excelência em cuidados está em aceitar o tempo deles.

A boa regra é permitir que o paciente faça as tarefas tanto quanto possível sozinho. Senão, estaremos a contribuir para acelerar a perda de capacidades físicas e consequente aumento da dependência. Além disso a pessoa idosa, pode sentir-se diminuída na sua auto estima, fator importante para a perceção da qualidade de vida.

 

Portanto, embora assistida por você, cuidador, dê ao paciente o tempo suficiente para realizar as suas atividades, não acelere.

Pacientes com Alzheimer podem repetir a mesma pergunta ou comentário várias vezes, num pequeno lapso de tempo. Exercite a sua paciência e use a sua empatia, coloque-se no lugar dele e lembre-se de que ele acredita que é a primeira vez que faz a pergunta. Responda com naturalidade como se efetivamente fosse a primeira vez.

Uma alternativa eficaz para lidar com esta situação é mudar o foco do paciente para outro assunto de interesse, algo do qual goste de falar ou ouvir, uma cena ou evento passado que traga boas sensações, ou um álbum de fotos antigas. Pode ocorrer que o redirecionamento demore um pouco, pois o paciente pode estar com a atenção fixa no assunto anterior. Novamente conduza-o com paciência,dê-lhe tempo.

Se o paciente está chateado e não cooperativo, dê-lhe tempo e espaço, desde que não envolva algum perigo de ferir alguém ou a ele mesmo. Espere uns 15 ou 20 minutos e retome o assunto de modo calmo e gentil. Se a fonte da frustração é uma atividade que ele rejeita e pode ser adiada – faça isso. Deixe para depois. Se for uma tarefa urgente, convença-o da impossibilidade de adiar.

 

AUTO CONTROLO

Como já foi dito, o trabalho de cuidar de pacientes com demência é muito difícil. Seja você cuidador familiar ou profissional haverá dias e momentos em que você se sentirá exausto e no limite de sua capacidade.

Você pode estar num dia mau, muito stressado ou de mau humor, no entanto o paciente pode estar num dia bom. Estas situações vão exigir de si muita força de vontade e auto controlo.

O cuidador precisa de ser forte o suficiente, mas quando sentir que está a ultrapassar os seus limites, também deve saber reconhecer que está a precisar de uma folga, deve pedir ajuda para recuperar suas forças.

 

FLEXIBILIDADE

Os Cuidadores têm que ser pessoas muito flexíveis. As coisas mudam a cada instante quando se presta cuidados, especialmente a idosos com demência.

Os Familiares podem ser chamados a casa repentinamente. A qualquer momento, pode surgir a necessidade de levar o paciente ao médico ou ao hospital, pois as condições de saúde podem se alterar sem aviso prévio e, no caso de idosos com demência, é frequente a ocorrência de alterações de humor e de comportamento.

Para ser cuidador é preciso estar preparado para se adaptar rápida, e constantemente, reorganizando as atividades em função dos acontecimentos.

 

CONCLUSÃO

Há outras qualidades e características importantes e desejáveis para um cuidador de excelência, mas acreditamos que estas são as 5 mais importantes .

Baseado no artigo original de Angil Tarach-Ritchey, publicado em Alzheimer’s Reading Room

Reflita sobre o assunto e se desejar recorra a exemplos de situações concretas para ilustrar a sua opinião.

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CEAC Fórum de Janeiro – Resoluções de ano novo! Clique aqui

CEAC Fórum do mês de janeiro – Resoluções de Ano Novo

CEAC Fórum: As resoluções ajudam a definir prioridades na nossa vida e numa determinada fase ,  desde que flexíveis e bem definidas, podem ser úteis na nossa tomada de decisões e organização do estilo de vida.

O caminho e o modo de fixar objetivos ajuda-nos a escolher para onde queremos ir na vida. Ao sabermos exatamente o que pretendemos atingir, sabemos onde devemos concentrar os nossos esforços e rapidamente identificamos as distrações que podem facilmente levar-nos por caminhos errados.

Para tal, o melhor é ter em consideração ideias específicas, mensuráveis, alcançáveis e definidas no tempo, até porque o dito incumprimento pode gerar “frustração” e “desmotivação”. “Escolher objetivos que não constituem prioridades para nós é um mau princípio. Outro aspeto é que estes sejam estipulados a curto prazo e faseados ao longo do ano”.

“Não importa quem você é ou de onde você é, toda a gente quer a mesma coisa: ser feliz. Mas não há nenhuma pílula mágica ou uma receita infalível para a felicidade. A maioria de nós quer o caminho mais fácil para a felicidade, o atalho para se sentir bem. Ou talvez o segredo da felicidade sejam mais coisas, mais dinheiro,  mais, mais, mais. No entanto, mesmo algumas das pessoas mais ricas, muitas vezes não são felizes.”

Deixo-vos um vídeo  para reflexão sobre o caminho para a felicidade: gratidão.


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Desejo-vos um excelente ano de 2019!

CEAC Fórum de dezembro – Feliz Natal! Clique aqui

CEAC Fórum Dezembro – – Feliz Natal! Clique aqui

CEAC Fórum: C

Natal é tempo de presentes, presentes, presentes… e o Pai Natal, claro! Para as crianças, a quadra natalícia resume-se, praticamente, a estas duas coisas. Coisas importantes, sem dúvida, mas limitativas. Afinal, o Natal é muito mais do que isso e é fundamental que as crianças o percebam – só assim podem viver e recordar, ano após ano, o verdadeiro espírito da quadra.

As melhores memórias do Natal não se devem resumir à abertura dos presentes, afinal o Advento prolonga-se durante muito mais tempo e pode estar recheado de muitos momentos especiais para mais tarde recordar.

Também associamos o Natal à família, mas nem todos passam o Natal em família.

Como sabemos nem todas as pessoas têm oportunidade de passar o Natal em família, seja pela distância, seja por não terem família, porque estão institucionalizadas, ou pelas mais diversificadas razões.

Este mês proponho-vos uma reflexão/debate sobre o tema Natal e a família, pesquise ou identifique tradições, atividades a desenvolver com os utentes e dicas sobre como desfrutar ao máximo desta quadra.


Esta atividade de Fórum permite debater e abordar novas ideias, visa o desenvolvimento e a discussão de temas atuais, relacionados com os temas propostos nas Unidades, no âmbito da formação e na preparação para a prática profissional.

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CEAC Fórum de Novembro: a Gripe – Clique aqui

CEAC Fórum Novembro – A Gripe: Clique aqui

CEAC Fórum: Chegou o tempo frio e com ele a famosa gripe que não deixa ninguém indiferente. Este mês vamos falar sobre a gripe, sintomas, tratamento e formas de sobreviver quando chegar a nossa vez.

A gripe é uma infeção respiratória aguda de curta duração. É causada pelo vírus Influenza, que ao entrar no nosso organismo pelo nariz, multiplica-se, disseminando-se para a garganta e restantes vias respiratórias, incluindo os pulmões. Os primeiros sintomas da doença surgem entre 1 a 4 dias após a infeção pelo vírus– é o chamado período de incubação – e a sua severidade varia de acordo com a pessoa infetada.

Sintomas

Nem toda a gente infetada com o vírus da Gripe fica doente mas aqueles em que isso acontece, os sintomas mais comuns incluem:

  • febre,
  • dores de cabeça,
  • tosse seca,
  • garganta irritada,
  • congestão nasal, e dores musculares.
  • As crianças podem ter também náuseas, vómitos e diarreia, sintomas estes que são raros em adultos.

Determinadas complicações podem surgir aliadas a sintomas mais graves, como o desenvolvimento de bronquite e pneumonia.

Para determinar se uma pessoa está de facto infetada com o vírus Influenza é necessário proceder a uma análise laboratorial capaz de detetar o vírus, o que implica imensos recursos e uma logística altamente elaborada. Assim, a gripe é normalmente diagnosticada com base em sintomas. Quando a doença é detetada por um diagnóstico baseado nos sintomas falamos de síndroma gripal.

Tratamento

Para a maior parte das pessoas, a gripe dura apenas alguns dias e requer somente terapêutica sintomática – para a febre, dor e congestão nasal. O doente deverá repousar, procurar alimentar-se bem e tomar bastantes líquidos. Em poucos dias, o organismo de uma pessoa saudável consegue dominar a infeção e eliminar o vírus.

Os antibióticos, como a penicilina, não atacam os vírus apenas as bactérias. Estes não devem portanto ser administrados a não ser que surjam complicações como super-infeções bacterianas.

A vacinação anual é a principal forma de prevenção contra a gripe sazonal. É também a melhor forma de reduzir o impacto de uma epidemia. As vacinas contra a gripe estão disponíveis e já são usadas há mais de 60 anos. São vacinas seguras e eficazes, reduzindo não só a incidência como também a gravidade e a mortalidade entre os idosos e doentes crónicos.

De acordo com algumas diretivas da Organização Mundial de Saúde (OMS), devem ser vacinados, preferencialmente em Outubro:

  1. indivíduos com idade igual e superior a 65 anos;
  2. grupos de pessoas com um risco acrescido de complicações (nomeadamente, pessoas com doenças crónicas ou com o sistema imunitário enfraquecido);
  3. e, grupos de pessoas que podem transmitir o vírus a outras pessoas consideradas de risco (por exemplo, médicos e enfermeiros).

Existe, no entanto, um grupo de pessoas que não se deve vacinar porque já teve, por exemplo, uma reação alérgica à vacina. É, por isso, essencial que a vacina seja sempre aconselhada pelo seu médico.

O que fazer se tivermos sintomas de gripe:

Muito importante: ir ao médico

Se acha que tem sintomas de gripe, o melhor mesmo é dirigir-se a uma uma unidade de urgência hospital para ser feito um diagnóstico correto. Embora o serviço nacional de saúde esteja a pedir para os utentes não se dirigirem às urgências do hospital, devem, no entanto, dirigir-se ao seu médico de família e não se auto-medicarem.

Lave as mãos

A gripe, já dissemos, é contagiosa e propaga-se pelo ar, através das mãos, da tosse e dos espirros, por isso lembre-se de lavar sempre as mãos. Nem imagina até que ponto isso pode ajudar.

Verdades e mitos

Se sair com o cabelo molhado quando está frio, o mais certo é apanhar uma gripe?

Ao contrário do que provavelmente ouviu durante toda a sua vida, sair com o cabelo molhado ou sem chapéu não aumenta o risco de gripe. Esta tem origem viral e não na temperatura.

Tomar vitamina C previne a infeção?

A ingestão regular de vitamina C não reduz a frequência da gripe, nem acelera a cura. A administração de doses elevadas de vitamina C no início dos sintomas já foi testada em vários estudos, que demonstraram não haver um efeito consistente sobre duração ou gravidade do mal-estar.

O stresse aumenta a probabilidade de apanhar o vírus?

Sim. Quando estamos ansiosos ou stressados, libertamos cortisol, uma hormona que afeta o sistema imunitário, reduzindo a resposta natural do organismo a vírus e bactérias.

A canja de galinha ajuda a aliviar os sintomas?

Sim, as avós têm razão. O calor, o líquido e o sal podem ajudar a combater a infeção: inibem o movimento das células responsáveis pela inflamação (neutrófilos) e aceleram, ainda que temporariamente, o movimento do muco. Neste último caso, é possível que ajudem a aliviar a congestão e limitem o tempo em que os vírus estão em contacto com a mucosa nasal.

Quando o muco nasal é verde tenho gripe?

Nem sempre. O muco produzido no decorrer da constipação muda várias vezes de cor. No início, é claro e, depois, fica esbranquiçado ou amarelado. O verde significa que as bactérias normais do nariz estão a crescer.

As gripes são mais comuns no inverno?

Sim. No inverno, passamos mais tempo no interior, em contacto com outras pessoas. Se alguém estiver com gripe, transmite o vírus aos restantes. Esta é também a estação do ano com ar mais seco, propício ao desenvolvimento dos vírus responsáveis pela gripe.


Esta atividade de Fórum permite debater e abordar novas ideias, visa o desenvolvimento e a discussão de temas atuais, relacionados com os temas propostos nas Unidades, no âmbito da formação e na preparação para a prática profissional.

Participe no Fórum CEAC enviando o seu comentário, opinião pessoal ou pesquisa. Para participar basta clicar em INSERIR COMENTÁRIOnão esquecendo de indicar o seu nome e turma para que o seu contributo seja avaliado. Os vossos comentários serão primeiro sujeitos à aprovação do professor pelo que podem não ficar imediatamente disponíveis.

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Aguardo as vossas participações com expectativa, o vosso contributo é muito importante para o sucesso deste fórum CEAC!

CEAC Fórum de Setembro – 7 formas para lidar com o stress

CEAC Fórum Outubro – 7 formas que as pessoas mentalmente fortes têm para lidar com o stress

CEAC Fórum: Enquanto que para algumas pessoas o stress é sentido como algo destrutivo e que impede o crescimento e desenvolvimento saudável da vida, para as pessoas mentalmente fortes o stress é bem tolerado e estas são capazes de prosperar apesar da tensão. Elas veem a adversidade como uma oportunidade de crescimento. Se elas, por exemplo, estão com problemas financeiros, problemas de saúde ou dificuldades no local de trabalho, estas pessoas mentalmente fortes não deixam que o stress as deite abaixo.

Aqui estão sete maneiras que as pessoas mentalmente fortes usam para lidar com o stress de forma eficaz:

  1. Elas aceitam que o stress é parte da vida.

Enquanto que algumas pessoas perdem tempo e energia a pensar em coisas como: “Eu não deveria ter que lidar com isto,” as pessoas mentalmente fortes sabem que as dificuldades e os problemas são inevitáveis. Quando surgem situações stressantes, elas esforçam-se para fazer o que podem para andar para a frente e não ficam presas ao problema. Mesmo quando não podem mudar as circunstâncias, elas sabem que podem sempre tomar decisões para melhorar as suas vidas.

  1. Veem os problemas pela perspetiva certa.

Em vez de pensar que um pneu furado tem o poder de estragar o dia inteiro, as pessoas mentalmente fortes veem os problemas numa perspetiva adequada. Elas reformulam as mensagens e não entram num monólogo pessimista, não se vitimizam nem dramatizam os eventos.

  1. Elas cuidam da sua saúde física.

Pessoas mentalmente fortes reconhecem a importância de manter a sua saúde. Elas sabem que se estiverem fisicamente debilitadas não serão capazes de combater o stress.

 

  1. Elas têm mecanismos de defesa saudáveis.

Enquanto algumas pessoas recorrem ao álcool, à comida, ou outros vícios pouco saudáveis para ajudá-los a escapar do stress, as pessoas mentalmente tendem a lidar com o stress de uma forma saudável e produtiva. Elas sentem as emoções desagradáveis como a ansiedade, o medo ou tristeza e usam atividades saudáveis, como ir dar caminhada ou através de um passatempo, para lidar com a dor emocional.

  1. Elas equilibram a vida social com a solidão.

Às vezes, numa tentativa de evitar enfrentar problemas, as pessoas preenchem os seus dias com atividades sociais. Outros lidam com o stress isolando-se de amigos e familiares. As pessoas mentalmente fortes encontram um equilíbrio: Elas mantêm uma vida social saudável, mesmo quando estão stressados, mas também reservam algum tempo para ficar a sós com os seus pensamentos.

6.Elas reconhecem as suas escolhas.

O stress pode levar as pessoas a se sentirem como vítimas das circunstâncias menos boas. As pessoas mentalmente fortes reconhecem que tudo o que fazem, desde o momento em que acordam até irem dormir, é uma escolha. Elas estão dispostas a dizer não às coisas que elas não querem fazer e aceitam a responsabilidade pelo seu comportamento.

  1. Elas olham para a parte boa dos acontecimentos.

As pessoas mentalmente pessoas fortes não veem o mundo através de óculos cor-de-rosa, eles têm uma visão realista. Elas reconhecem que coisas boas podem vir de situações stressantes. Ao invés de permitir que as dificuldades as transformem em pessoas amargas ou vítimas indefesas, elas optam por usar as circunstâncias stressantes para ficar mais forte e melhor.

Reflita sobre o assunto e se desejar recorra a exemplos de situações concretas para ilustrar a sua opinião.

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CEAC Fórum de Setembro – Psicologia do Envelhecimento

CEAC Fórum do mês de Setembro – Psicologia do Envelhecimento

CEAC FÓRUM – É comum definir a psicologia como a ciência dos comportamentos e  dos processos mentais. Por comportamento entendemos todas as  manifestações observáveis numa pessoa, susceptíveis de  desencadearem respostas por parte de outras pessoas.

Contudo, o comportamento por si só, não nos diz nada se não  tivermos em conta a intenção, ou seja, a capacidade de planificar o  nosso comportamento com o intuito de atingir um objectivo. Esta  planificação exige os processos mentais.

O envelhecimento

É um conjunto de processos que o organismo sofre após a sua fase de desenvolvimento. O envelhecimento não é sinónimo de velhice.

Fase da existência dominada por grandes transformações nos planos físico,  psíquico e social, de origem interna ou externa; naturais e esperadas umas,  súbitas e imprevistas”.

O Processo de envelhecimento possui um carácter individual, dependente do  acumular de experiências passadas, da vivência dessas mesmas experiências  e do nível de solicitações físicas e intelectuais.

Apesar de o elixir da juventude não estar ainda ao nosso alcance, são inegáveis os substanciais progressos no aumento da qualidade de vida.

A psicologia do envelhecimento atua em diferentes domínios,  nomeadamente a melhoria da qualidade de vida, a luta contra os efeitos da idade e até no acompanhamento da morte.

Fala-se de envelhecimento como sendo um estado que qualificamos  como 3ª idade ou 4ª idade. Mas, o envelhecimento não é um estado,  mas sim um processo de degradação progressiva. Ela afeta todos os  seres vivos e, o seu termo natural é a morte.

Durante milénios, a mortalidade e fecundidade estiverem quase em  equilíbrio, com um ligeiro ganho para a vida. Este equilíbrio foi  interrompido essencialmente por duas razões, que são consequências  da industrialização.

A primeira é a queda da mortalidade infantil e a segunda o aumento da longevidade.

O envelhecimento é variável de pessoa para pessoa e pode surgir  como um período de crescimento.

A definição de envelhecimento bem sucedido é difícil, mas inclui  critérios como longevidade, saúde biológica, saúde mental, eficácia  intelectual, competência social, produtividade, autonomia e bem  estar subjetivo.

Uma doença como Alzheimer pode tornar o envelhecimento patológico.

O que significa para si envelhecer?

A idade cronológica, é aquela que esta ligada ao nosso bilhete de identidade – assim somos  todos iguais perante o envelhecimento.

A idade biológica, está ligada ao envelhecimento orgânico. Cada órgão sofre modificações que  diminuem o seu funcionamento durante a vida, e a capacidade de auto-regulação torna-se  menos eficaz.

A idade social, refere-se aos estatutos e aos hábitos da pessoa relativamente aos outros  membros da sociedade. Esta idade e fortemente determinada pela cultura e pela historia de  um pais.

A idade psicológica, é relativa às competências comportamentais que a pessoa pode mobilizar  em resposta as mudanças do ambiente. Inclui as capacidades mnésicas (memoria), as  capacidades intelectuais (inteligência) e as motivações para o empreendimento.

Participe e desenvolva, no seu ponto de vista, o tema exposto a debate. Se desejar, apresente exemplos representativos do que pretende ilustrar. Pode ainda comentar as participações dos colegas.

O post de cada formando deve ser submetido até ao final da semana. A sua participação conta 20% para a avaliação da Unidade.

 

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CEAC Fórum de Agosto – A Solidão

CEAC Fórum de Agosto – A Solidão

CEAC FÓRUM – “Todos nós já sentimos solidão. Somos seres sociais e, por isso, precisamos do contacto e das relações com os outros para nos sentirmos bem. Quando esta nossa necessidade não é satisfeita, sentimo-nos sós.

Solidão não é sinónimo de estar sozinho. Podemos escolher estar sozinhos e sermos muito felizes. Mas também podemos estar rodeados de pessoas e, mesmo assim, sentirmo-nos sozinhos, sem percebermos porquê.

Podemos sentir-nos sós devido às circunstâncias pessoais (após uma separação ou divórcio, quando o nosso trabalho e compromissos não nos deixam espaço para a vida social, após a reforma ou a vivência de um acontecimento traumático). Mas às vezes o sentimento de solidão é mais profundo, constante, vem de dentro de nós e não desaparece por muitos amigos que tenhamos. Podemos sentir que não existe ninguém na nossa vida com quem possamos partilhar os nossos sentimentos e vivências.

As pessoas que experienciam solidão têm tendência para ter uma baixa auto-estima, dificuldades em dormir e sentirem-se mais stressadas. Às vezes, o sentimento de solidão é tão esmagador que nos pode levar a ter pensamentos suicidas.

Quando nos sentimos sozinhos podemos tentar passar o máximo de tempo possível com outras pessoas ou, pelo contrário, podemos tentar esconder-nos do mundo.

A solidão pode ter um grande impacto na nossa saúde psicológica: pode contribuir para o desenvolvimento de um problema de saúde psicológica (como a ansiedade, a depressão ou as adições) e as pessoas que têm um problema de saúde mental podem sentir-se sós (devido ao estigma ou à discriminação, por exemplo).” Ordem dos Psicólogos Portugueses http://encontreumasaida.pt/

 

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