Blog Prestação Cuidados de Saúde

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Este é um espaço de aprendizagem colaborativa com discussão de temas relevantes para promoção da reflexão e partilha de conhecimento, opiniões e experiências na área dos cuidados da Saúde. Clique abaixo para aceder ao último tema.

CEAC Fórum de Novembro: a Gripe – Clique aqui

CEAC Fórum Novembro – A Gripe: Clique aqui

CEAC Fórum: Chegou o tempo frio e com ele a famosa gripe que não deixa ninguém indiferente. Este mês vamos falar sobre a gripe, sintomas, tratamento e formas de sobreviver quando chegar a nossa vez.

A gripe é uma infeção respiratória aguda de curta duração. É causada pelo vírus Influenza, que ao entrar no nosso organismo pelo nariz, multiplica-se, disseminando-se para a garganta e restantes vias respiratórias, incluindo os pulmões. Os primeiros sintomas da doença surgem entre 1 a 4 dias após a infeção pelo vírus– é o chamado período de incubação – e a sua severidade varia de acordo com a pessoa infetada.

Sintomas

Nem toda a gente infetada com o vírus da Gripe fica doente mas aqueles em que isso acontece, os sintomas mais comuns incluem:

  • febre,
  • dores de cabeça,
  • tosse seca,
  • garganta irritada,
  • congestão nasal, e dores musculares.
  • As crianças podem ter também náuseas, vómitos e diarreia, sintomas estes que são raros em adultos.

Determinadas complicações podem surgir aliadas a sintomas mais graves, como o desenvolvimento de bronquite e pneumonia.

Para determinar se uma pessoa está de facto infetada com o vírus Influenza é necessário proceder a uma análise laboratorial capaz de detetar o vírus, o que implica imensos recursos e uma logística altamente elaborada. Assim, a gripe é normalmente diagnosticada com base em sintomas. Quando a doença é detetada por um diagnóstico baseado nos sintomas falamos de síndroma gripal.

Tratamento

Para a maior parte das pessoas, a gripe dura apenas alguns dias e requer somente terapêutica sintomática – para a febre, dor e congestão nasal. O doente deverá repousar, procurar alimentar-se bem e tomar bastantes líquidos. Em poucos dias, o organismo de uma pessoa saudável consegue dominar a infeção e eliminar o vírus.

Os antibióticos, como a penicilina, não atacam os vírus apenas as bactérias. Estes não devem portanto ser administrados a não ser que surjam complicações como super-infeções bacterianas.

A vacinação anual é a principal forma de prevenção contra a gripe sazonal. É também a melhor forma de reduzir o impacto de uma epidemia. As vacinas contra a gripe estão disponíveis e já são usadas há mais de 60 anos. São vacinas seguras e eficazes, reduzindo não só a incidência como também a gravidade e a mortalidade entre os idosos e doentes crónicos.

De acordo com algumas diretivas da Organização Mundial de Saúde (OMS), devem ser vacinados, preferencialmente em Outubro:

  1. indivíduos com idade igual e superior a 65 anos;
  2. grupos de pessoas com um risco acrescido de complicações (nomeadamente, pessoas com doenças crónicas ou com o sistema imunitário enfraquecido);
  3. e, grupos de pessoas que podem transmitir o vírus a outras pessoas consideradas de risco (por exemplo, médicos e enfermeiros).

Existe, no entanto, um grupo de pessoas que não se deve vacinar porque já teve, por exemplo, uma reação alérgica à vacina. É, por isso, essencial que a vacina seja sempre aconselhada pelo seu médico.

O que fazer se tivermos sintomas de gripe:

Muito importante: ir ao médico

Se acha que tem sintomas de gripe, o melhor mesmo é dirigir-se a uma uma unidade de urgência hospital para ser feito um diagnóstico correto. Embora o serviço nacional de saúde esteja a pedir para os utentes não se dirigirem às urgências do hospital, devem, no entanto, dirigir-se ao seu médico de família e não se auto-medicarem.

Lave as mãos

A gripe, já dissemos, é contagiosa e propaga-se pelo ar, através das mãos, da tosse e dos espirros, por isso lembre-se de lavar sempre as mãos. Nem imagina até que ponto isso pode ajudar.

Verdades e mitos

Se sair com o cabelo molhado quando está frio, o mais certo é apanhar uma gripe?

Ao contrário do que provavelmente ouviu durante toda a sua vida, sair com o cabelo molhado ou sem chapéu não aumenta o risco de gripe. Esta tem origem viral e não na temperatura.

Tomar vitamina C previne a infeção?

A ingestão regular de vitamina C não reduz a frequência da gripe, nem acelera a cura. A administração de doses elevadas de vitamina C no início dos sintomas já foi testada em vários estudos, que demonstraram não haver um efeito consistente sobre duração ou gravidade do mal-estar.

O stresse aumenta a probabilidade de apanhar o vírus?

Sim. Quando estamos ansiosos ou stressados, libertamos cortisol, uma hormona que afeta o sistema imunitário, reduzindo a resposta natural do organismo a vírus e bactérias.

A canja de galinha ajuda a aliviar os sintomas?

Sim, as avós têm razão. O calor, o líquido e o sal podem ajudar a combater a infeção: inibem o movimento das células responsáveis pela inflamação (neutrófilos) e aceleram, ainda que temporariamente, o movimento do muco. Neste último caso, é possível que ajudem a aliviar a congestão e limitem o tempo em que os vírus estão em contacto com a mucosa nasal.

Quando o muco nasal é verde tenho gripe?

Nem sempre. O muco produzido no decorrer da constipação muda várias vezes de cor. No início, é claro e, depois, fica esbranquiçado ou amarelado. O verde significa que as bactérias normais do nariz estão a crescer.

As gripes são mais comuns no inverno?

Sim. No inverno, passamos mais tempo no interior, em contacto com outras pessoas. Se alguém estiver com gripe, transmite o vírus aos restantes. Esta é também a estação do ano com ar mais seco, propício ao desenvolvimento dos vírus responsáveis pela gripe.


Esta atividade de Fórum permite debater e abordar novas ideias, visa o desenvolvimento e a discussão de temas atuais, relacionados com os temas propostos nas Unidades, no âmbito da formação e na preparação para a prática profissional.

Participe no Fórum CEAC enviando o seu comentário, opinião pessoal ou pesquisa. Para participar basta clicar em INSERIR COMENTÁRIOnão esquecendo de indicar o seu nome e turma para que o seu contributo seja avaliado. Os vossos comentários serão primeiro sujeitos à aprovação do professor pelo que podem não ficar imediatamente disponíveis.

INFORMAÇÃO CEAC: Cotação: 20% da média da Unidade em estudo.

Aguardo as vossas participações com expectativa, o vosso contributo é muito importante para o sucesso deste fórum CEAC!

CEAC Fórum de Setembro – 7 formas para lidar com o stress

CEAC Fórum Outubro – 7 formas que as pessoas mentalmente fortes têm para lidar com o stress

CEAC Fórum: Enquanto que para algumas pessoas o stress é sentido como algo destrutivo e que impede o crescimento e desenvolvimento saudável da vida, para as pessoas mentalmente fortes o stress é bem tolerado e estas são capazes de prosperar apesar da tensão. Elas veem a adversidade como uma oportunidade de crescimento. Se elas, por exemplo, estão com problemas financeiros, problemas de saúde ou dificuldades no local de trabalho, estas pessoas mentalmente fortes não deixam que o stress as deite abaixo.

Aqui estão sete maneiras que as pessoas mentalmente fortes usam para lidar com o stress de forma eficaz:

  1. Elas aceitam que o stress é parte da vida.

Enquanto que algumas pessoas perdem tempo e energia a pensar em coisas como: “Eu não deveria ter que lidar com isto,” as pessoas mentalmente fortes sabem que as dificuldades e os problemas são inevitáveis. Quando surgem situações stressantes, elas esforçam-se para fazer o que podem para andar para a frente e não ficam presas ao problema. Mesmo quando não podem mudar as circunstâncias, elas sabem que podem sempre tomar decisões para melhorar as suas vidas.

  1. Veem os problemas pela perspetiva certa.

Em vez de pensar que um pneu furado tem o poder de estragar o dia inteiro, as pessoas mentalmente fortes veem os problemas numa perspetiva adequada. Elas reformulam as mensagens e não entram num monólogo pessimista, não se vitimizam nem dramatizam os eventos.

  1. Elas cuidam da sua saúde física.

Pessoas mentalmente fortes reconhecem a importância de manter a sua saúde. Elas sabem que se estiverem fisicamente debilitadas não serão capazes de combater o stress.

 

  1. Elas têm mecanismos de defesa saudáveis.

Enquanto algumas pessoas recorrem ao álcool, à comida, ou outros vícios pouco saudáveis para ajudá-los a escapar do stress, as pessoas mentalmente tendem a lidar com o stress de uma forma saudável e produtiva. Elas sentem as emoções desagradáveis como a ansiedade, o medo ou tristeza e usam atividades saudáveis, como ir dar caminhada ou através de um passatempo, para lidar com a dor emocional.

  1. Elas equilibram a vida social com a solidão.

Às vezes, numa tentativa de evitar enfrentar problemas, as pessoas preenchem os seus dias com atividades sociais. Outros lidam com o stress isolando-se de amigos e familiares. As pessoas mentalmente fortes encontram um equilíbrio: Elas mantêm uma vida social saudável, mesmo quando estão stressados, mas também reservam algum tempo para ficar a sós com os seus pensamentos.

6.Elas reconhecem as suas escolhas.

O stress pode levar as pessoas a se sentirem como vítimas das circunstâncias menos boas. As pessoas mentalmente fortes reconhecem que tudo o que fazem, desde o momento em que acordam até irem dormir, é uma escolha. Elas estão dispostas a dizer não às coisas que elas não querem fazer e aceitam a responsabilidade pelo seu comportamento.

  1. Elas olham para a parte boa dos acontecimentos.

As pessoas mentalmente pessoas fortes não veem o mundo através de óculos cor-de-rosa, eles têm uma visão realista. Elas reconhecem que coisas boas podem vir de situações stressantes. Ao invés de permitir que as dificuldades as transformem em pessoas amargas ou vítimas indefesas, elas optam por usar as circunstâncias stressantes para ficar mais forte e melhor.

Reflita sobre o assunto e se desejar recorra a exemplos de situações concretas para ilustrar a sua opinião.

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CEAC Fórum de Setembro – Psicologia do Envelhecimento

CEAC Fórum do mês de Setembro – Psicologia do Envelhecimento

CEAC FÓRUM – É comum definir a psicologia como a ciência dos comportamentos e  dos processos mentais. Por comportamento entendemos todas as  manifestações observáveis numa pessoa, susceptíveis de  desencadearem respostas por parte de outras pessoas.

Contudo, o comportamento por si só, não nos diz nada se não  tivermos em conta a intenção, ou seja, a capacidade de planificar o  nosso comportamento com o intuito de atingir um objectivo. Esta  planificação exige os processos mentais.

O envelhecimento

É um conjunto de processos que o organismo sofre após a sua fase de desenvolvimento. O envelhecimento não é sinónimo de velhice.

Fase da existência dominada por grandes transformações nos planos físico,  psíquico e social, de origem interna ou externa; naturais e esperadas umas,  súbitas e imprevistas”.

O Processo de envelhecimento possui um carácter individual, dependente do  acumular de experiências passadas, da vivência dessas mesmas experiências  e do nível de solicitações físicas e intelectuais.

Apesar de o elixir da juventude não estar ainda ao nosso alcance, são inegáveis os substanciais progressos no aumento da qualidade de vida.

A psicologia do envelhecimento atua em diferentes domínios,  nomeadamente a melhoria da qualidade de vida, a luta contra os efeitos da idade e até no acompanhamento da morte.

Fala-se de envelhecimento como sendo um estado que qualificamos  como 3ª idade ou 4ª idade. Mas, o envelhecimento não é um estado,  mas sim um processo de degradação progressiva. Ela afeta todos os  seres vivos e, o seu termo natural é a morte.

Durante milénios, a mortalidade e fecundidade estiverem quase em  equilíbrio, com um ligeiro ganho para a vida. Este equilíbrio foi  interrompido essencialmente por duas razões, que são consequências  da industrialização.

A primeira é a queda da mortalidade infantil e a segunda o aumento da longevidade.

O envelhecimento é variável de pessoa para pessoa e pode surgir  como um período de crescimento.

A definição de envelhecimento bem sucedido é difícil, mas inclui  critérios como longevidade, saúde biológica, saúde mental, eficácia  intelectual, competência social, produtividade, autonomia e bem  estar subjetivo.

Uma doença como Alzheimer pode tornar o envelhecimento patológico.

O que significa para si envelhecer?

A idade cronológica, é aquela que esta ligada ao nosso bilhete de identidade – assim somos  todos iguais perante o envelhecimento.

A idade biológica, está ligada ao envelhecimento orgânico. Cada órgão sofre modificações que  diminuem o seu funcionamento durante a vida, e a capacidade de auto-regulação torna-se  menos eficaz.

A idade social, refere-se aos estatutos e aos hábitos da pessoa relativamente aos outros  membros da sociedade. Esta idade e fortemente determinada pela cultura e pela historia de  um pais.

A idade psicológica, é relativa às competências comportamentais que a pessoa pode mobilizar  em resposta as mudanças do ambiente. Inclui as capacidades mnésicas (memoria), as  capacidades intelectuais (inteligência) e as motivações para o empreendimento.

Participe e desenvolva, no seu ponto de vista, o tema exposto a debate. Se desejar, apresente exemplos representativos do que pretende ilustrar. Pode ainda comentar as participações dos colegas.

O post de cada formando deve ser submetido até ao final da semana. A sua participação conta 20% para a avaliação da Unidade.

 

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CEAC Fórum de Agosto – A Solidão

CEAC Fórum de Agosto – A Solidão

CEAC FÓRUM – “Todos nós já sentimos solidão. Somos seres sociais e, por isso, precisamos do contacto e das relações com os outros para nos sentirmos bem. Quando esta nossa necessidade não é satisfeita, sentimo-nos sós.

Solidão não é sinónimo de estar sozinho. Podemos escolher estar sozinhos e sermos muito felizes. Mas também podemos estar rodeados de pessoas e, mesmo assim, sentirmo-nos sozinhos, sem percebermos porquê.

Podemos sentir-nos sós devido às circunstâncias pessoais (após uma separação ou divórcio, quando o nosso trabalho e compromissos não nos deixam espaço para a vida social, após a reforma ou a vivência de um acontecimento traumático). Mas às vezes o sentimento de solidão é mais profundo, constante, vem de dentro de nós e não desaparece por muitos amigos que tenhamos. Podemos sentir que não existe ninguém na nossa vida com quem possamos partilhar os nossos sentimentos e vivências.

As pessoas que experienciam solidão têm tendência para ter uma baixa auto-estima, dificuldades em dormir e sentirem-se mais stressadas. Às vezes, o sentimento de solidão é tão esmagador que nos pode levar a ter pensamentos suicidas.

Quando nos sentimos sozinhos podemos tentar passar o máximo de tempo possível com outras pessoas ou, pelo contrário, podemos tentar esconder-nos do mundo.

A solidão pode ter um grande impacto na nossa saúde psicológica: pode contribuir para o desenvolvimento de um problema de saúde psicológica (como a ansiedade, a depressão ou as adições) e as pessoas que têm um problema de saúde mental podem sentir-se sós (devido ao estigma ou à discriminação, por exemplo).” Ordem dos Psicólogos Portugueses http://encontreumasaida.pt/

 

Participe e desenvolva, no seu ponto de vista, o tema exposto a debate. Se desejar, apresente exemplos representativos do que pretende ilustrar. Pode ainda comentar as participações dos colegas.

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CEAC Fórum do mês de Julho – A importância da lavagem das mãos

CEAC Fórum do mês de julho – A importância da lavagem das mãos

CEAC FÓRUM – Lavar as mãos é uma das medidas mais importantes para impedir a propagação de doenças. A higienização adequada das mãos pode impedir que uma pessoa fique doente e também é capaz de interromper a transmissão de infeções virais, bacterianas e parasitárias para outras pessoas.

Grande parte das infeções comuns, tais como constipações, gripes, intoxicação alimentar, hepatite A, parasitoses intestinais e muitas outras, são transmitidos habitualmente por mãos contaminadas. Mesmo as infeções respiratórias, que podem ser transmitidas através da tosse ou do espirro, são, na verdade, transmitidas com mais frequência pelas mãos do que pelo ar.

Não é exagero, portanto, dizer que o simples hábito de lavar as mãos com frequência pode salvar vidas. Isto é especialmente importante se a pessoa for profissional de saúde, trabalhar com atendimento ao público ou tiver contacto próximo com bebes, idosos ou pessoas debilitadas.

Para que uma pessoa consiga eliminar de forma relevante os germes presentes nas suas mãos, o processo de higienização deve seguir alguns passos. Não basta lavar as mãos apenas com água, é preciso usar sabão. O sabão em barra é aceitável, mas a forma líquida é a melhor.

O processo de lavagem das mãos deverá durar pelo menos 30 a 40 segundos.

Em cima, mostramos a forma mais adequada de lavar as mãos e eliminar qualquer germe.

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CEAC Fórum do mês de junho: Cuidador Informal – Clique aqui para aceder

CEAC Fórum do mês de Junho – Cuidador Informal

Estatuto do/a Cuidador/a Informal da pessoa com doença de Alzheimer e outras demências ou patologias neurodegenerativas associadas ao envelhecimento

Caros alunos e alunas,

No Fórum CEAC deste mês vamos refletir sobre o papel do cuidador informal.

Proponho que ponderem sobre este tema, leiam a seguinte petição, e deem a vossa opinião sobre o tema e, se acharem importante, assinem seguindo o link no final do texto.

“Petição pela criação do estatuto do/a Cuidador/a Informal da pessoa com doença de Alzheimer e outras demências ou patologias neurodegenerativas associadas ao envelhecimento

Para:  Excelentíssimo Senhor Presidente da Assembleia da República, Senhor Primeiro Ministro e Deputados da Assembleia da República,

Esta petição surge na sequência do I Encontro Nacional de Cuidadores de Doentes de Alzheimer e outras Demências Similares realizado em Lisboa a 18 de Junho de 2016. Propõe-se que a Assembleia da República desenvolva as ações tendentes a criar o estatuto do/a Cuidador Informal de pessoas com doença de Alzheimer ou outras demências ou patologias neurodegenerativas associadas ao envelhecimento.

O aumento da longevidade da população, uma das conquistas do século XX, traduziu-se num aumento da prevalência de doenças crónicas, sobretudo das doenças neurodegenerativas associadas ao envelhecimento como os síndromes demenciais (onde se inclui a Doença de Alzheimer) que acarretam défices de ordem cognitiva e comportamental determinando a perda progressiva da autonomia para realização das atividades da vida diárias.

O diagnóstico e as alterações decorrentes de uma doença incapacitante, como é o caso da doença de Alzheimer ou outra demência, implica repercussões na dinâmica familiar. Cuidar de uma pessoa doente dependente com deterioração cognitiva traduz-se numa sobrecarga intensa que pode comprometer a saúde e o bem-estar emocional de quem cuida.

A pessoa que presta cuidados a um doente com Doença de Alzheimer ou outra demência é, na maioria das vezes, um/a familiar próximo/a. Em cerca de 70% das situações é o marido ou a esposa quem cuida, com o auxílio dos filhos, de outros familiares ou de vizinhos. Estima-se, contudo, que cerca de 40% dos cuidadores não recebem qualquer ajuda.

Consideramos que é fundamental reconhecer medidas de apoio aos Cuidadores Informais e a criação do seu estatuto. Assim, as pessoas signatárias desta petição solicitam à Assembleia da República:

1 – A criação do estatuto do/a Cuidador/a Informal da pessoa com doença de Alzheimer ou outras demências ou patologias neurodegenerativas associadas ao envelhecimento, reconhecendo social e juridicamente a condição de cuidar, assegurando os direitos e as necessidades específicas do/a cuidador/a.

2 – Que seja disponibilizado o apoio de terceira pessoa na assistência ao cuidador da Pessoa com Doença de Alzheimer (ou outras Demências e Doenças Neurodegenerativas associadas ao envelhecimento) que estejam sinalizados e com doença crónica declarada, em ambiente domiciliário, sendo a justificação desta contribuição sujeita à verificação regular pelos profissionais das equipas envolvidas no acompanhamento.

3 – Seja produzida legislação que preveja o regime de trabalho com redução de horário laboral em 50% para os cuidadores informais, sem perda de vencimento.

4 – Reforce o apoio a instituições que promovem o apoio, informação, formação e aconselhamento para as pessoas com Demência e cuidadores, reforçando junto dos serviços de saúde e demais instituições na comunidade, a informação organizada sobre os direitos sociais e sobre o apoio clínico disponíveis para os pacientes dependentes e seus cuidadores.

5 – Estimule o desenvolvimento e diversificação de estruturas formais de acompanhamento ao doente e estruturas de descanso ao cuidador, nomeadamente através do reforço da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (RNCCI).

6- Promova e reforce o apoio a Instituições competentes na área da formação, psicoeducação e aconselhamento ao cuidador de pessoas com demência, capacitando-os no ato de cuidar.

7- Promova a criação de equipas de intervenção em reabilitação psicossocial que possam prestar suporte psicológico, emocional e cuidados nas atividades básicas e instrumentais da vida diária de apoio e suporte aos cuidadores, com a avaliação das necessidades dos familiares/cuidadores, relativas ao seu trabalho de cuidar, envolvendo-os ativamente neste processo.

8 – Estimule, nos Centros de Saúde e nas instituições da comunidade, a criação de grupos de entreajuda e psicoeducativos, e de apoio no processo de luto, bem como de grupos de voluntariado, com suporte de profissionais com formação adequada, que possam contribuir apara o apoio e prevenção da exaustão dos cuidadores.

9 – Estude um sistema fiscal equitativo que promova a aplicação de medidas de carácter fiscal que visem, nomeadamente, a criação de deduções fiscais para os cuidadores/famílias com pessoas com doença de Alzheimer outras demências ou patologias neurodegenerativas associadas ao envelhecimento.

10 – Reconheça juridicamente a pensão de sobrevivência como uma prestação mensal em dinheiro paga ao(s) Cuidador(s) Informais do doente com Alzheimer e outras demências, após a morte do doente, que se destina a compensar a perda de rendimentos do trabalho resultantes do ato de cuidar permanente ao familiar dependente.

11- Reconheça juridicamente a atribuição do subsídio por morte enquanto prestação paga aos familiares do doente com Alzheimer ou outras demências, que se destina a compensar o acréscimo de encargos decorrentes da morte deste, com o objetivo de facilitar a reorganização da vida familiar e reintegração socioprofissional.

12 – Que diligencie no sentido de contabilizar para efeitos de reforma tempo despendido como cuidador/a de pessoa com doença de Alzheimer outras demências ou patologias neurodegenerativas associadas ao envelhecimento.

13 – O doente com Doença de Alzheimer e outras Demências seja considerado de atendimento prioritário no acesso aos cuidados de Saúde

14 – Estabeleça o dia 18 de Junho como o Dia Nacional do/a Cuidador/a.”

http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT82396

 

Este mês proponho-vos uma reflexão/debate sobre este tema, partilhe a sua opinião/experiência.

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CEAC Fórum de Maio – Envelhecimento Ativo – Clique aqui para aceder

CEAC Fórum mês de Maio – Envelhecimento Ativo

No Fórum CEAC deste mês vamos refletir sobre o envelhecimento ativo.

Sendo o envelhecimento ativo tão importante para que haja ganhos em saúde e maior qualidade de vida, proponho que partilhem connosco iniciativas que tenham conhecimento, que sejam promotoras do envelhecimento ativo.

Como é na zona onde moram? Os idosos organizam-se para realizar atividades de lazer, voluntariado ou outras?

Se não tiverem conhecimento de nenhuma iniciativa na vossa área de residência, podem pesquisar na internet e partilhar um caso que vos seja significativo.

Assim, pretende-se que neste Fórum se divulguem e se comentem situações reais de promoção do envelhecimento ativo, bem como a sua importância.


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Fórum Abril – Resiliência – Clique aqui para aceder

Fórum do mês de abril – Resiliência

“COMO SE FOSSE UMA OMBREIRA DE ESPUMA QUE NOS AUXILIA A DIMINUIR AS DORES DO PESO DOS EVENTOS DE VIDA NOS NOSSOS OMBROS.”

A palavra resiliência refere-se ao processo que se desenvolve na presença de uma situação de risco e que através dele são produzidos resultados tão positivos, ou ainda melhores do que os obtidos na ausência da situação de risco. Alguns indivíduos em determinados momentos da vida podem ser resilientes. A resiliência desenvolve-se ao longo da vida, desde a infância até à terceira idade, através de processos complexos intra-psíquicos e de fatores de proteção internos e externos.

A resiliência diz respeito às respostas que damos aos desafios da vida, à adversidade, a algum trauma, na presença de ameaças ou riscos. É a nossa capacidade de resistir aos problemas que temos que resolver ao longo da vida. A resiliência muda ao longo da vida consoante as circunstâncias e os desafios específicos que temos que enfrentar.

Falar de resiliência significa, portanto, falar de promoção de saúde em contextos adversos.

No campo da saúde os profissionais lidam com desafios crescentes e adversidades quotidianas e há necessidade de conhecer e desenvolver habilidades para conseguir lidar com as situações com que se deparam .

No caso específico do envelhecimento

O envelhecimento, além de ser um processo demográfico, é tão um processo que mistura vários aspetos biológicos, psicológicos e sociais que muitas vezes não são tidos em consideração numa análise mais detalhada. Portanto entender este processo é compreender os aspetos individuais e sociais da vida, na multiplicidade dos aspetos biopsicossociais. Portanto o envelhecimento poderia ser considerado como um fator de risco para a perda da resiliência, no entanto, cada idoso reage de forma muito distinta às adversidades.

Ao longo do processo de envelhecimento torna-se necessário o aumento da capacidade de resiliência para manter o comportamento adaptativo. Com a idade aumenta também a probabilidade de ocorrer mais eventos inesperados relacionados com a saúde física e o bem-estar e relacionados também com a vida de ente queridos. Numa idade avançada as probabilidades de experenciar vários eventos problemáticos ao mesmo tempo aumentam.

No âmbito da gerontologia a resiliência será utilizada como uma capacidade de o idoso adaptar-se às mudanças que ocorrem na velhice, pensar, repensar e autoavaliar as atitudes, valores, conhecimentos e mudanças provenientes desta fase da vida. Esta autoavaliação é essencial durante o desenvolvimento humano, principalmente para as pessoas idosas. O papel do profissional de saúde será o de promover o desenvolvimento de competências do idoso para atravessar esta etapa da vida, a velhice, de forma ativa e com qualidade de vida.

 

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Fórum Março – Estratégia para o idoso – Clique aqui para aceder

Fórum Março – Estratégia para o idoso

Portugal é dos países da Europa onde as pessoas idosas são mais abandonadas, com menos profissionais a elas dedicados e menos dinheiro alocado, diz um estudo da Organização Internacional do Trabalho (OIT).

Responsáveis hospitalares relatam que “há idosos que são trazidos às Urgências devido a alegadas indisposições ou falhas de saúde e que, uma vez constatado o falso alarme, não têm quem os receba de volta porque se descobre que são falsos os dados de identificação fornecidos na receção aquando da entrada”.

Recentemente o Governo aprovou a Estratégia para o Idoso, que prevê repressão de todas as formas de violência contra os mais velhos.

“Pretende-se, desta feita, introduzir normas no Código Penal que sancionem comportamentos contra os direitos fundamentais dos idosos”.

“Segundo o projeto de lei, passa a ser crime coagir uma pessoa idosa, que não esteja na posse da totalidade das suas faculdades mentais, com o objetivo de aceder e administrar os seus bens, bem como negar o acolhimento numa instituição pública ou privada como represália por a pessoa idosa ter-se recusado a entregar a administração dos bens à administração ou deixar-lhos em testamento.

Por outro lado, passa também a configurar crime abandonar um idoso no hospital ou impedir que a pessoa tenha acesso a bens ou serviços por causa da idade. “

Portugal é o quarto país da União Europeia com maior percentagem de idosos.

Noutros tempos os velhos eram tidos como símbolos de dignidade, hoje são um estorvo…


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Fórum do mês de fevereiro – Qualidades do Cuidador

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5 Qualidades do cuidador

Caros alunos e alunas,

Neste mês de fevereiro iremos falar sobre as qualidades de um cuidador.

Ser cuidador , embora traga muitas recompensas, é uma das tarefas mais difíceis e árduas no campo da saúde. Independente do tipo de cuidador, familiar ou profissional contratado, todos vivem sob uma carga emocional muito grande. Entre eles há os que têm alguma coisa especial que os move no tratamento dos pacientes e há aqueles que apenas o fazem pela remuneração. Invariavelmente todos são testados psicologicamente até ao limite.

Nem todas as pessoas são talhadas para serem um cuidador. Mas, uma vez dedicado a esta função, existem qualidades e características básicas que fazem a diferença.

Eis aqui 5 qualidades que consideramos essenciais para a excelência de cuidador.

  1. EMPATIA

A empatia talvez seja a característica intrínseca mais importante de um cuidador. E como podemos definir empatia? O que é empatia?

Empatia é a capacidade psicológica para sentir o que sentiria a outra pessoa. Naturalmente há graus diferentes de empatia. Alguns podem ser mais empáticos que outros. Algumas pessoas conseguem colocar-se totalmente no lugar do outro. Estes estão mais preparados a prover cuidados de excelência.

No exercício da empatia a dica é sempre perguntar a si próprio – como eu gostaria de ser tratado? como eu gostaria de receber os cuidados?

  1. CONFIANÇA

Lembre-se de que uma pessoa precisa dos seus cuidados porque perdeu algum grau de independência. É possível que já não seja capaz de preparar as suas refeições, ou lavar-se sozinho, ou vestir-se ou ir ao WC de modo independente. Imagine os sentimentos de tristeza e frustração de alguém que precisa de ajuda até mesmo nas mais simples atividades do dia a dia?

É muito complicado perder a independência e mas é muito pior não encontrar alguém confiável para ajudar.

Idosos dependentes em especial, precisam de cuidadores que lhes transmitam confiança. Embora dependentes, ter alguém em quem confiar pode lhes fazer mais felizes minimizando o sofrimento..

  1. PACIÊNCIA

De modo geral,os idosos precisam de apoio e ajuda, porque com o passar dos anos o seu corpo perde a mobilidade que costumava ter. Facto que pode ser agravado por problemas físicos que comprometem os movimentos, tornando-os mais difíceis, lentos e dolorosos.

Em certos casos, determinadas partes do corpo perdem a capacidade funcional devido a doenças como Parkinson, sequelas de AVC ou artrite. E no caso particular de pacientes com Alzheimer, também perdem algumas funções cognitivas, como perda de memória e de capacidade de processar informações.

Estas dificuldades motoras e cognitivas tornam os idosos mais lentos, e os cuidadores devem ter isso em consideração, dando-lhes um tempo maior nas atividades. Ou seja, paciência é a palavra chave.

É comum os cuidadores impacientes contribuírem para acelerar a perda da independência, ao executarem as tarefas pelo idoso. A sociedade moderna é apressada e gosta das coisas feitas a passos rápidos. Mas quando se trata de idosos, uma qualidade de excelência em cuidados está em aceitar o tempo deles.

A boa regra é permitir que o paciente faça as tarefas tanto quanto possível sozinho. Senão, estaremos a contribuir para acelerar a perda de capacidades físicas e consequente aumento da dependência. Além disso a pessoa idosa, pode sentir-se diminuída na sua auto estima, fator importante para a percepção da qualidade de vida.

Portanto, embora assistida por você, cuidador, dê ao paciente o tempo suficiente para realizar as suas atividades, não acelere.

Paciente com Alzheimer podem repetir a mesma pergunta ou comentário várias vezes, num pequeno lapso de tempo. Exercite a sua paciência e use a sua empatia, coloque-se no lugar dele e lembre-se de que ele acredita que é a primeira vez que faz a pergunta. Responda com naturalidade como se efetivamente fosse a primeira vez.

Uma alternativa eficaz para lidar com esta situação é mudar o foco do paciente para outro assunto de interesse, algo do qual goste de falar ou ouvir, uma cena ou evento passado que traga boas sensações, ou um álbum de fotos antigas. Pode ocorrer que o redirecionamento demore um pouco, pois o paciente pode estar com a atenção fixa no assunto anterior. Novamente conduza-o com paciência,dê-lhe tempo.

Se o paciente está chateado e não cooperativo, dê-lhe tempo e espaço, desde que não envolva algum perigo de ferir alguém ou a ele mesmo. Espere uns 15 ou 20 minutos e retome o assunto de modo calmo e gentil. Se a fonte da frustração é uma atividade que ele rejeita e pode ser adiada – faça isso. Deixe para depois. Se for uma tarefa urgente, convença-o da impossibilidade de adiar.

  1. AUTO CONTROLO

Como já foi dito, o trabalho de cuidar de pacientes com demência é muito difícil. Seja você cuidador familiar ou profissional haverá dias e momentos em que você se sentirá exausto e no limite de sua capacidade.

Você pode estar num dia mau, muito stressado ou de mau humor, no entanto o paciente pode estar num dia bom. Estas situações vão exigir de você muita força de vontade e auto controlo.

Você precisa ser forte o suficiente, mas quando sentir que está a ultrapassar os seus limites, também deve saber reconhecer que está precisando de uma folga, deve pedir ajuda para recuperar suas forças.

  1. FLEXIBILIDADE

Os Cuidadores têm que ser pessoas muito flexíveis. As coisas mudam a cada instante quando se presta cuidados, especialmente a idosos com demência.

Os Familiares podem ser chamados a casa repentinamente. A qualquer momento, pode surgir a necessidade de levar o paciente ao médico ou ao hospital, pois as condições de saúde podem se alterar sem aviso prévio e, no caso de idosos com demência, é frequente a ocorrência de alterações de humor e de comportamento.

Para ser cuidador é preciso estar preparado para se adaptar rápida e constantemente, reorganizando as atividades em função dos acontecimentos.

CONCLUSÃO

Há outras qualidades e características importantes e desejáveis para um cuidador de excelência, mas acreditamos que estas são as 5 mais importantes .

Baseado no artigo original de Angil Tarach-Ritchey postado em Alzheimer’s Reading Room

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