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Fazer ou não Fazer? Eis a Questão!

shutterstock_138807446Seja face a uma nova situação ou apenas para evitar uma situação que no futuro se avizinha negativa, frequentemente hesitamos em tomar uma decisão e , no limite, sentimo-nos presos. Como ser simultaneamente livre e exercer a nossa decisão em consciência?

«Qualquer decisão é tomada em função do que tenho agora (ou não tenho) e do que desejo alcançar. O que tenho agora é o resultado da minha vida até ao momento da tomada de decisão, logo, todas as minhas experiências positivas e negativas condicionam também as decisões que vou tomar», afirma Teresa Marta, coach.

A decisão (ou não decisão) é motivada a partir da história pessoal, das emocões e comportamentos e dos medos.

Decidir é um processo com um ponto de partida complexo, mas pode ser descomplicado:

Veja abaixo como:

Por um lado, características pessoais como uma baixa autoestima, autoconfiança, assertividade, inteligência emocional, social ou relacional; o receio de não ser entendido, o medo de perder o amor dos outros, da humilhação e de ser excluído e a auto-culpabilização. Por outro lado, também pesa o insucesso de decisões tomadas no passado. E pesa a culpabilização dos outros pelas decisões tomadas, uma família pouco flexível e pouco aberta à singularidade pessoal, ter perdido dinheiro ou pessoas devido a decisões tomadas, ter uma religião ou um credo que impõem regras rígidas no que respeita às decisões consideradas corretas e incorretas.
Sobretudo nas decisões que envolvam a nossa saúde ou a saúde de familiares próximos. Nas resoluções fundamentais sobre a vida dos nossos filhos, em situações de mudança profissional, nos casos de mudanças radicais de alimentação e em decisões relativas à mudança de país para trabalhar ou viver.
Se é que isso é possível, deveríamos decidir de forma solitária tudo o que diz respeito ao nosso propósito de vida. Os nossos sonhos, os nossos relacionamentos, a nossa espiritualidade, o nosso desenvolvimento pessoal e também a nossa vocação, que inclui a decisão sobre a nossa área de estudo.
É um tema polémico, já que a maioria dos pais e educadores consideram imprescindível que os filhos os façam para ajudar a decidir o seu futuro. No entanto, todos nascemos com a capacidade de decidir que via devemos seguir. Essa via é a que nos faz felizes. Mas os pais e os próprios alunos decidem em função de aspetos bem diferentes. Empregos com mais futuro, os mais bem pagos ou os mais considerados socialmente. Não se pode ser feliz a fazer o que não amamos. Esta é a sabedoria interior que todos temos ao nosso dispor para decidir e que tão pouco usamos.
Sim, é um excelente aliado para a tomada de decisões porque nos conecta com a nossa verdade interior e com o nosso real propósito. Liga-nos ao nosso verdadeiro desejo e ao que nos faz falta para sermos felizes
Porque fomos ensinados, desde sempre, a ouvir a razão, mais do que o coração. Fomos ensinados a seguir o que é certo em função do que a sociedade, o status, a família, os amigos, assim consideram. Este background confere a certificação das nossas decisões. Tudo o que está fora deste sistema é considerado errado ou, pelo menos, pouco prudente. Por isso, quando decidimos com a intuição, a partir do nosso interior, ativamos a culpa. Sentimos que estamos a fazer algo de errado, algo que vai contra. Esta culpa é altamente limitadora, com consequências muito negativas na forma como nos sentimos, no nosso bem-estar e na nossa felicidade. E claro que decidir fora daquilo que é o sistema instituído gera medo. Porque nos retira a segurança de estarmos a decidir com base no protocolo e coloca-nos a agir por conta própria, onde sentimos elevar o potencial de erro, com o qual convivemos tão mal.
Os principais sinais de alarme são dados pelo nosso corpo. Quando a decisão que vamos tomar gera queixas físicas, como febre, dor de estômago, dores de cabeça e perturbações gástricas e intestinais, devemos parar e ponderar. De igual forma, são sinais de alerta a angústia, a ansiedade, as insónias, a irritabilidade, os distúrbios alimentares, os ataques de choro, a tristeza e a falta de vontade para sair de casa ou ir trabalhar.
Sempre que estejamos sob influência de um estado emocional alterado ou numa circunstância limite. Também não devemos decidir na pressão do tempo breve, de algo que nos pedem para já. Temos de estar muito centrados e focados no nosso propósito quando tomamos uma decisão, não cedendo à pressão temporal ou emocional do momento. As decisões que temos de tomar no para já ou no para ontem são todas as que implicam a nossa não sobrevivência imediata. Tudo o resto pode esperar, por muito que nos incutam o contrário. Pior que não decidir é tomar uma decisão à pressa, sob pressão ou debaixo de um estado emocional negativo ou descontrolado.
As más decisões são um dos melhores pontos de cura emocional. Permitem-nos perceber quais as razões que estiveram na origem da nossa decisão e atestar a sua real validade. Por outro lado, permitem-nos ainda perceber onde nos precipitámos, que soluções alternativas tínhamos e porque optámos por não as seguir. Permitem-nos descobrir os medos e os padrões limitadores que condicionaram a forma como decidimos e se estes ainda são válidos para nós. Temos sempre algo a aprender com as decisões que consideramos não terem sido as mais corretas. No entanto, verdadeiramente, não existem más decisões. O que existem são decisões tomadas em função das circunstâncias, do conhecimento e até do desconhecimento que temos em cada momento. As perguntas que (se) deve fazer Antes de tomar uma decisão, há questões que deve analisar com ponderação: – O timing é o ideal? – Sinto-me plenamente auto-consciente do que quero? – Estou focado e a minha visão do problema é clara? – O meu estado psicológico e emocional está equilibrado? – Esta decisão contribui para o meu maior propósito? – Esta decisão foi tomada em sintonia com a minha verdade? – Vai contribuir para o meu crescimento pessoal e/ou para uma melhoria da minha vida? – Vai prejudicar a vida de alguém? As precauções a ter durante uma tomada de decisão: – Esteja aberto à possibilidade de mudar o sentido da decisão, caso as circunstâncias mudem ou se a nossa intuição nos der alertas contrários. – Esteja atento a opções alternativas e avalie-as. – Se se sentir desconfortável ou doente, questione a decisão. – Tome consciência das mudanças que a decisão está a gerar. – Esteja 100% comprometido com o processo. – Não viva na dúvida permanente sobre os resultados finais da decisão. – Se necessário, procure ajuda especializada para garantir que a decisão está a ser implementada da forma mais indicada.
– Assuma a responsabilidade pessoal pelos resultados, sem se culpar e sem culpar os outros ou as circunstâncias. – Analise e compare o nível de ansiedade sentido após a tomada de decisão com o nível de ansiedade prévio à decisão. – Reconfirme a decisão tomada. Faça o follow-up e, posteriormente, a consolidação da decisão tomada. – Agradeça à decisão o que lhe ensinou. – Esteja aberto para tomar novas decisões que ampliem o efeito da decisão inicial ou que corrijam alguns pontos onde a mesma possa ser melhorada. – Anule a possível culpa ou medo relativamente a resultados.
– Clarificam e estabelecem o resultado a alcançar. – Reúnem toda a informação necessária. – Avaliam hipóteses alternativas. – Planeiam os timings da decisão a tomar. – Reúnem os recursos que podem ajudar a decisão a ser a mais correta. – Esclarecem dúvidas. – Analisam oportunidades e ameaças da decisão a tomar. – Visualizam as mudanças que a decisão vai trazer à sua vida. – Permitem-se sentir-se como se a decisão já tivesse sido tomada. – Estão auto-conscientes de onde estão e para onde desejam ir.

Texto: Nazaré Tocha com Teresa Marta (coach para a coragem e CEO da Academia da Coragem)

http://lifestyle.sapo.pt/vida-e-carreira/comportamento/artigos/decidir-nao-tem-de-ser-dificil?pagina=4

Novo Curso de Cozinha e Restauração

Novo curso CEAC: COZINHA E RESTAURAÇÃO

shutterstock_416591686_COZINHAlpPortugal é hoje considerado um dos melhores destinos da Europa para viagens de gastronomia e vinhos; a gastronomia portuguesa é sobretudo procurada pela sua autenticidadeligada à cultura e tradição dos destinos. Outras variáveis como a simplicidade, a hospitalidade, a ligação ao mar, o sabor e gosto, que constituem a dimensão imaterial da gastronomia portuguesa, são as que os turistas mais valorizam, as que lhes provocam maior satisfação, contribuindo fortemente para o enriquecimento da sua experiência turística e sendo determinante na intenção de revisita.

Na resposta a este desafio o sector da Restauração é agora uma das áreas de actividade com maior procura por Empreendedores, Restaurantes e unidades Hoteleiras por todo o país

A CEAC orgulha-se de responder a este desafio apresentando o seu novo Curso de Cozinha e Restauração.

Saiba mais aqui, clicando aqui.

No final exerça as funções de Cozinheiro, Chefe de Cozinha, Técnico de Catering, Pasteleiro, Empregado e Chefe de Mesa e de Bar, Gestor/Diretor de estabelecimento de Restauração ou similar.

Novas Aulas Virtuais

Novas Aulas Virtuais

shutterstock_150587615Este mês o apoio dos alunos CEAC nas Aulas virtuais passa ser suportado por uma nova ferramenta mais rápida, com suporte audio e vídeo em HD  para videoconferência, mensagens,  questionáriosvídeos, PowerPoint, e quadro de perguntas e respostas.

Esta ferramenta, denominada de BigMarker, está classificada entre as 10 melhores a nível mundial pelo site toptenreviews.

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Nestas aulas apresentam-se, em tempo real, as mais variadas técnicas, práticas, novidades ou resolvem-se exercícios sobre os mais variados temas, esclarecem-se questões, confrontam-se pontos de vista e partilham-se experiências pessoais e profissionais.

Esta semana, no seu curso CEAC, receberá o habitual email e SMS com o dia e hora do agendamento da sua Aula e clique aqui para aceder. Até já!

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Conseguir um emprego sem experiência

Consiga um emprego sem Experiência.

Conseguir um emprego sem experiência anterior, será possível?

balcon_destaqueÉ uma situação cada vez mais comum; procurarem trabalhadores, recém-formados, mas com experiência.  Mas… como obter experiência sem que seja dada a oportunidade de começar? Existem algumas estratégias o poderão ajudar a conseguir um trabalho na sua área de formação, mesmo sem experiência anterior.

Efectivamente, muitos empresários receiam que pessoas, embora qualificadas e com eventual potencial e talento, necessitem de demasiado tempo e formação para se adaptarem aos contextos específicos das suas empresas. Por outro lado muitos responsáveis de Recursos Humanos consideram as pessoas sem experiência, como desinteressadas, apáticas e que não souberam otimizar o tempo na procura de experiências e conhecimentos novos. No caso de jovens ou estudantes que não apresentem experiências substanciais além da sua formação base a impressão é ainda mais negativa; estes tiveram a disponibilidade e a flexibilidade de tempo, para formações e atividades complementares e não o fizeram.

Veja abaixo algumas dicas para contornar esta situação:

É conveniente que, para além de bem redigido, inclua informação relevante: experiência extra curricular (trabalhos de verão, etc…), formação/ cursos, participação em seminários/ congressos, contemplar atividades de liderança (delegado de turma, por exemplo), algum prémio de reconhecimento alcançado, entre outros. Se a sua área for direcionada para algo mais administrativo, que tal elaborar um plano de negócios, um estudo económico, uma coleção de moda, enfim… é uma excelente forma de complementar e demonstrar os seus conhecimentos.
Caso o seu caso seja a a apresentação de um portfólio e não tenha material suficiente, nada como colocar mãos à obra e criar algo fictício. É só imaginar que foi contratado para determinado projeto, desenvolver o mesmo e quando apresentar o seu portfólio numa empresa referir que prefere manter-se atualizado e aprimorar a sua técnica. O importante é que vejam as suas capacidades e que nunca dê a desculpa que não tem material necessário para apresentar.
É certo que o mercado está inundado com muitos e sobre diversas áreas, mas que tal escrever sobre aquilo que gosta ou, preferencialmente, sobre a área pela qual quer enveredar. Pode, inclusivamente, colocar e divulgar os seus projetos.
Não escolha só aqueles ligados à sua área. Enriqueça e treine as suas competências comunicacionais na área comportamental, como liderança, por exemplo, aposte nas línguas, em workshops de técnicas artísticas ou outros.
Não deixe escapar nenhuma nem tenha problemas de ‘começar por baixo’. É sempre uma maneira de iniciar, aprender e ir subindo dentro de uma empresa. De qualquer das formas, nada o impede de ir enviando currículos.
O recurso a programas de estágios de curta (não remunerados) ou de longa duração (remunerados) são também uma oportunidade de fomentar o acesso, por parte dos empregadores, a detentores de novas formações e competências e em simultâneo, promover a melhoria das qualificações e a reconversão da estrutura produtiva.

Para os formandos sem experiência esta é a primeira oportunidade de a ganhar e potenciar a sua integração no mercado de trabalho; se por outro lado tiver a oportunidade de se empenhar e demonstrar o seu valor e potencial, serão aumentadas as possibilidades de ficar a trabalhar na respectiva empresa.

fonte: sapo.pt

Fazer ou não Fazer? Eis a Questão!

shutterstock_138807446Seja face a uma nova situação ou apenas para evitar uma situação que no futuro se avizinha negativa, frequentemente hesitamos em tomar uma decisão e , no limite, sentimo-nos presos. Como ser simultaneamente livre e exercer a nossa decisão em consciência?

«Qualquer decisão é tomada em função do que tenho agora (ou não tenho) e do que desejo alcançar. O que tenho agora é o resultado da minha vida até ao momento da tomada de decisão, logo, todas as minhas experiências positivas e negativas condicionam também as decisões que vou tomar», afirma Teresa Marta, coach.

A decisão (ou não decisão) é motivada a partir da história pessoal, das emocões e comportamentos e dos medos.

Decidir é um processo com um ponto de partida complexo, mas pode ser descomplicado:

Veja abaixo como:

Por um lado, características pessoais como uma baixa autoestima, autoconfiança, assertividade, inteligência emocional, social ou relacional; o receio de não ser entendido, o medo de perder o amor dos outros, da humilhação e de ser excluído e a auto-culpabilização. Por outro lado, também pesa o insucesso de decisões tomadas no passado. E pesa a culpabilização dos outros pelas decisões tomadas, uma família pouco flexível e pouco aberta à singularidade pessoal, ter perdido dinheiro ou pessoas devido a decisões tomadas, ter uma religião ou um credo que impõem regras rígidas no que respeita às decisões consideradas corretas e incorretas.
Sobretudo nas decisões que envolvam a nossa saúde ou a saúde de familiares próximos. Nas resoluções fundamentais sobre a vida dos nossos filhos, em situações de mudança profissional, nos casos de mudanças radicais de alimentação e em decisões relativas à mudança de país para trabalhar ou viver.
Se é que isso é possível, deveríamos decidir de forma solitária tudo o que diz respeito ao nosso propósito de vida. Os nossos sonhos, os nossos relacionamentos, a nossa espiritualidade, o nosso desenvolvimento pessoal e também a nossa vocação, que inclui a decisão sobre a nossa área de estudo.
É um tema polémico, já que a maioria dos pais e educadores consideram imprescindível que os filhos os façam para ajudar a decidir o seu futuro. No entanto, todos nascemos com a capacidade de decidir que via devemos seguir. Essa via é a que nos faz felizes. Mas os pais e os próprios alunos decidem em função de aspetos bem diferentes. Empregos com mais futuro, os mais bem pagos ou os mais considerados socialmente. Não se pode ser feliz a fazer o que não amamos. Esta é a sabedoria interior que todos temos ao nosso dispor para decidir e que tão pouco usamos.
Sim, é um excelente aliado para a tomada de decisões porque nos conecta com a nossa verdade interior e com o nosso real propósito. Liga-nos ao nosso verdadeiro desejo e ao que nos faz falta para sermos felizes
Porque fomos ensinados, desde sempre, a ouvir a razão, mais do que o coração. Fomos ensinados a seguir o que é certo em função do que a sociedade, o status, a família, os amigos, assim consideram. Este background confere a certificação das nossas decisões. Tudo o que está fora deste sistema é considerado errado ou, pelo menos, pouco prudente. Por isso, quando decidimos com a intuição, a partir do nosso interior, ativamos a culpa. Sentimos que estamos a fazer algo de errado, algo que vai contra. Esta culpa é altamente limitadora, com consequências muito negativas na forma como nos sentimos, no nosso bem-estar e na nossa felicidade. E claro que decidir fora daquilo que é o sistema instituído gera medo. Porque nos retira a segurança de estarmos a decidir com base no protocolo e coloca-nos a agir por conta própria, onde sentimos elevar o potencial de erro, com o qual convivemos tão mal.
Os principais sinais de alarme são dados pelo nosso corpo. Quando a decisão que vamos tomar gera queixas físicas, como febre, dor de estômago, dores de cabeça e perturbações gástricas e intestinais, devemos parar e ponderar. De igual forma, são sinais de alerta a angústia, a ansiedade, as insónias, a irritabilidade, os distúrbios alimentares, os ataques de choro, a tristeza e a falta de vontade para sair de casa ou ir trabalhar.
Sempre que estejamos sob influência de um estado emocional alterado ou numa circunstância limite. Também não devemos decidir na pressão do tempo breve, de algo que nos pedem para já. Temos de estar muito centrados e focados no nosso propósito quando tomamos uma decisão, não cedendo à pressão temporal ou emocional do momento. As decisões que temos de tomar no para já ou no para ontem são todas as que implicam a nossa não sobrevivência imediata. Tudo o resto pode esperar, por muito que nos incutam o contrário. Pior que não decidir é tomar uma decisão à pressa, sob pressão ou debaixo de um estado emocional negativo ou descontrolado.
As más decisões são um dos melhores pontos de cura emocional. Permitem-nos perceber quais as razões que estiveram na origem da nossa decisão e atestar a sua real validade. Por outro lado, permitem-nos ainda perceber onde nos precipitámos, que soluções alternativas tínhamos e porque optámos por não as seguir. Permitem-nos descobrir os medos e os padrões limitadores que condicionaram a forma como decidimos e se estes ainda são válidos para nós. Temos sempre algo a aprender com as decisões que consideramos não terem sido as mais corretas. No entanto, verdadeiramente, não existem más decisões. O que existem são decisões tomadas em função das circunstâncias, do conhecimento e até do desconhecimento que temos em cada momento. As perguntas que (se) deve fazer Antes de tomar uma decisão, há questões que deve analisar com ponderação: – O timing é o ideal? – Sinto-me plenamente auto-consciente do que quero? – Estou focado e a minha visão do problema é clara? – O meu estado psicológico e emocional está equilibrado? – Esta decisão contribui para o meu maior propósito? – Esta decisão foi tomada em sintonia com a minha verdade? – Vai contribuir para o meu crescimento pessoal e/ou para uma melhoria da minha vida? – Vai prejudicar a vida de alguém? As precauções a ter durante uma tomada de decisão: – Esteja aberto à possibilidade de mudar o sentido da decisão, caso as circunstâncias mudem ou se a nossa intuição nos der alertas contrários. – Esteja atento a opções alternativas e avalie-as. – Se se sentir desconfortável ou doente, questione a decisão. – Tome consciência das mudanças que a decisão está a gerar. – Esteja 100% comprometido com o processo. – Não viva na dúvida permanente sobre os resultados finais da decisão. – Se necessário, procure ajuda especializada para garantir que a decisão está a ser implementada da forma mais indicada.
– Assuma a responsabilidade pessoal pelos resultados, sem se culpar e sem culpar os outros ou as circunstâncias. – Analise e compare o nível de ansiedade sentido após a tomada de decisão com o nível de ansiedade prévio à decisão. – Reconfirme a decisão tomada. Faça o follow-up e, posteriormente, a consolidação da decisão tomada. – Agradeça à decisão o que lhe ensinou. – Esteja aberto para tomar novas decisões que ampliem o efeito da decisão inicial ou que corrijam alguns pontos onde a mesma possa ser melhorada. – Anule a possível culpa ou medo relativamente a resultados.
– Clarificam e estabelecem o resultado a alcançar. – Reúnem toda a informação necessária. – Avaliam hipóteses alternativas. – Planeiam os timings da decisão a tomar. – Reúnem os recursos que podem ajudar a decisão a ser a mais correta. – Esclarecem dúvidas. – Analisam oportunidades e ameaças da decisão a tomar. – Visualizam as mudanças que a decisão vai trazer à sua vida. – Permitem-se sentir-se como se a decisão já tivesse sido tomada. – Estão auto-conscientes de onde estão e para onde desejam ir.

Texto: Nazaré Tocha com Teresa Marta (coach para a coragem e CEO da Academia da Coragem)

http://lifestyle.sapo.pt/vida-e-carreira/comportamento/artigos/decidir-nao-tem-de-ser-dificil?pagina=4

Conseguir um emprego sem experiência

Consiga um emprego sem Experiência.

Conseguir um emprego sem experiência anterior, será possível?

balcon_destaqueÉ uma situação cada vez mais comum; procurarem trabalhadores, recém-formados, mas com experiência.  Mas… como obter experiência sem que seja dada a oportunidade de começar? Existem algumas estratégias o poderão ajudar a conseguir um trabalho na sua área de formação, mesmo sem experiência anterior.

Efectivamente, muitos empresários receiam que pessoas, embora qualificadas e com eventual potencial e talento, necessitem de demasiado tempo e formação para se adaptarem aos contextos específicos das suas empresas. Por outro lado muitos responsáveis de Recursos Humanos consideram as pessoas sem experiência, como desinteressadas, apáticas e que não souberam otimizar o tempo na procura de experiências e conhecimentos novos. No caso de jovens ou estudantes que não apresentem experiências substanciais além da sua formação base a impressão é ainda mais negativa; estes tiveram a disponibilidade e a flexibilidade de tempo, para formações e atividades complementares e não o fizeram.

Veja abaixo algumas dicas para contornar esta situação:

É conveniente que, para além de bem redigido, inclua informação relevante: experiência extra curricular (trabalhos de verão, etc…), formação/ cursos, participação em seminários/ congressos, contemplar atividades de liderança (delegado de turma, por exemplo), algum prémio de reconhecimento alcançado, entre outros. Se a sua área for direcionada para algo mais administrativo, que tal elaborar um plano de negócios, um estudo económico, uma coleção de moda, enfim… é uma excelente forma de complementar e demonstrar os seus conhecimentos.
Caso o seu caso seja a a apresentação de um portfólio e não tenha material suficiente, nada como colocar mãos à obra e criar algo fictício. É só imaginar que foi contratado para determinado projeto, desenvolver o mesmo e quando apresentar o seu portfólio numa empresa referir que prefere manter-se atualizado e aprimorar a sua técnica. O importante é que vejam as suas capacidades e que nunca dê a desculpa que não tem material necessário para apresentar.
É certo que o mercado está inundado com muitos e sobre diversas áreas, mas que tal escrever sobre aquilo que gosta ou, preferencialmente, sobre a área pela qual quer enveredar. Pode, inclusivamente, colocar e divulgar os seus projetos.
Não escolha só aqueles ligados à sua área. Enriqueça e treine as suas competências comunicacionais na área comportamental, como liderança, por exemplo, aposte nas línguas, em workshops de técnicas artísticas ou outros.
Não deixe escapar nenhuma nem tenha problemas de ‘começar por baixo’. É sempre uma maneira de iniciar, aprender e ir subindo dentro de uma empresa. De qualquer das formas, nada o impede de ir enviando currículos.
O recurso a programas de estágios de curta (não remunerados) ou de longa duração (remunerados) são também uma oportunidade de fomentar o acesso, por parte dos empregadores, a detentores de novas formações e competências e em simultâneo, promover a melhoria das qualificações e a reconversão da estrutura produtiva.

Para os formandos sem experiência esta é a primeira oportunidade de a ganhar e potenciar a sua integração no mercado de trabalho; se por outro lado tiver a oportunidade de se empenhar e demonstrar o seu valor e potencial, serão aumentadas as possibilidades de ficar a trabalhar na respectiva empresa.

fonte: sapo.pt

10 melhores práticas na gestão de projetos de investimento

shutterstock_129169499_redimensA Agência para a Competitividade e Inovação  (IAPMEI) lançou um manual para auxiliar os empresários nas candidaturas e gestão ao programa de apoio dos incentivos europeus, Portugal 2020. Neste documento, num total de seis páginas, apresentam-se um decálogo , das (dez) melhores práticas na gestão de projetos de investimento que beneficiam dos incentivos do Portugal 2020.

Entre as recomendações aponta-se a elaboração dos documentos técnicos, contabilisticos e financeiros a comprovar a realização do investimento, a demonstração de que os bens e serviços são adquiridos em condições de mercado, assegurar que os pedidos de pagamento são suportados com a documentação, certificar-se de as despesas ocorrem dentro dos tempos previstos, entre tantos outros.

Carros de condução automática deixam de ser ficção brevemente

Carros sem condutor; uma realidade cada vez mais próxima nos Estados Unidos da América

Segundo o Diário de Notícias, os Estados Unidos estão cada vez mais próximos de generalizar a comercialização e circulação de veículos de condução automática, ou seja, sem a intervenção do condutor; sob o argumento de que esta alteração poderá salvar todos os anos milhares de vidas, segundo Barack Obama, o Presidente dos Estados Unidos.

Veja a notícia integral abaixo

Os Estados Unidos revelaram na segunda-feira o enquadramento regulatório para a tecnologia que permite a circulação de carros sem condutor, dias depois de a Uber ter apresentado os seus primeiros táxis auto-conduzidos.

O secretário para os Transportes norte-americano, Anthony Foxx, informou que o Governo federal tenciona fixar os padrões de segurança para os carros do futuro, em que não há qualquer humano envolvido na condução.

Anunciando um avaliação de 15 pontos do sistema de carros sem condutor, Foxx sublinhou que o Governo quer trabalhar com fabricantes e gigantes tecnológicos como a Uber e a Alphabet (Google).

O projeto foi apoiado pelo Presidente Barack Obama, que escreveu um artigo sobre o assunto no The Pittsburgh Post-Gazette.

“Neste momento, demasiadas pessoas morrem nas nossas estradas – 35 200 só no ano passado – com 94% desses [acidentes] a resultar de erro humano ou escolha”, escreveu o chefe de Estado.

“Os veículos automáticos têm o potencial de salvar dezenas de milhares de vidas todos os anos. E neste momento, para muitos cidadãos idosos e norte-americanos com deficiências, conduzir não é uma opção. Os veículos automáticos podem mudar as suas vidas”, sublinhou.

Fonte: Diário de notícias

 

Ministério da Educação reconhece e integra a Formação a Distância

shutterstock_194905331O Ministério da Educação reconheceu a importância da Formação a distância, passando a integrar o eLearning.

A partir deste ano lectivo, num projeto piloto em Lisboa e Mangualde para o curso de Línguas e Humanidades, é já possível alunos maiores de 18 anos concluírem o ensino secundário através da Internet. A partir das suas casas, os alunos vão ter aulas virtuais em que todos estarão ligados à mesma hora com o professor; em paralelo, existirão também sessões assíncronas durante as quais os alunos desenvolverão o seu estudo autonomamente, “desenvolvendo metodologias de trabalho não simultâneas”, explica a portaria publicada em Diário da República.

Uma escola que viaja para além das paredes da escola,
vencendo as barreiras geográficas da distância.

Saiba mais aqui: http://www.dge.mec.pt/ensino-distancia-0 

Curso de Cabeleireiro e Feminino e Masculino – Novo Lançamento!

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O sector do Cabeleireiro registou um desenvolvimento exponencial nos últimos anos; a todo o momento novos materiais, produtos e tendências são divulgados através das redes sociais (Blogs, Facebook, Instagram, etc.) marcam as escolhas e o estilo e a vida de jovens e adultos, sejam do género feminino ou masculino.

Efecticamente, a aparência para os homens é agora, e cada vez mais, uma preocupação, onde a escolha do corte de cabelo e a barba ganha uma importância central; é através do corte certo que este destaca os seus pontos fortes e evidencia o seu estilo e personalidade.

Partindo da mesma base prática, os profissionais têm agora de renovar as técnicas e métodos de forma a acompanhar as mais recentes novidades, para mulheres e homens, incorporando maior criatividade na mistura de técnicas utilizadas, nas situações particulares de cada cabelo e, sobretudo, nos acabamentos, com maior preocupação com o design, arte e trabalho final.

É também essencial uma orientação e atenção ao cliente, às suas necessidades e especificidade a nível de características, rosto e tipo de cabelo, sempre no sentido da aplicabilidade dos tratamentos, na escolha das técnicas utilizadas e cuidados particulares e nas soluções de problemas específicos, com o objectivo de promover a satisfação do cliente e a fidelização ao seu salão de Cabeleireiro.

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