Blog Ciências Sociais e Humanas

Este é um espaço de aprendizagem colaborativa com discussão de temas relevantes para promoção da reflexão e partilha de conhecimento, opiniões e experiências. Clique abaixo para aceder ao último tema.

CEAC Fórum Março – A ansiedade: Clique aqui para aceder

CEAC Fórum Março – A ansiedade

CEAC Fórum: Todas as pessoas já se sentiram ansiosas. A ansiedade é um sentimento que experimentamos de vez em quando, perante situações em que nos sentimos ameaçados ou stressados. Por exemplo, perante o pensamento de ir fazer um exame, ir ao hospital ou a uma entrevista de emprego, é comum sentirmo-nos tensos, preocupados, nervosos, termos medo de fazer “figura de parvos” ou duvidarmos da nossa capacidade para sermos bem sucedidos. Estas preocupações podem afectar o nosso sono, apetite e capacidade de concentração. Mas, se tudo correr bem, a ansiedade desaparece. Este tipo de ansiedade até pode ser positiva e útil.

No entanto, se os sentimentos de ansiedade nos sobrecarregarem, se o nível de ansiedade for elevado durante longos períodos de tempo, o nosso desempenho pode ser afectado e torna-se mais difícil lidar com a nossa vida quotidiana. Podemos sentir que estamos a ficar sem controlo, que vamos morrer ou enlouquecer.

A ansiedade tem efeitos no nosso corpo e na nossa mente. Do ponto de vista físico, podemos experienciar tensão muscular, dor de cabeça, batimento cardíaco acelerado, náuseas e vómitos, vontade de ir à casa de banho, dificuldade em dormir ou sensação de “borboletas no estômago”. Do ponto de vista psicológico, a ansiedade pode tornar-nos mais receosos, alerta, nervosos, irritáveis, incapazes de relaxar e de nos concentrarmos.

A ansiedade pode afectar o nosso pensamento e as nossas relações com os outros. Se temos medo que aconteça o pior, podemos ficar muito pessimistas. Por exemplo, se um amigo se atrasa para um jantar, podemos começar a ficar preocupados se ele terá tido um acidente ou se não quer a nossa companhia, quando afinal esse amigo pode apenas ter perdido o comboio.

As pessoas respondem à ansiedade de forma diferente, por isso, quando a ansiedade invade as suas vidas, podem experienciar ataques de pânico sem razão aparente, desenvolver uma fobia de sair de casa, isolar-se da sua família e amigos e ter pensamentos obsessivos ou comportamentos compulsivos, como estar constantemente a lavar as mãos.

Enfrentar a ansiedade é o primeiro passo para quebrar o ciclo de medo e insegurança.”

Artigo retirado do site da Ordem dos Psicólogos.

Reflita sobre o assunto e se desejar recorra a exemplos de situações concretas para ilustrar a sua opinião.

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Sabia que a ansiedade em doses moderadas pode ser benéfica e até necessária?

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CEAC Fórum de fevereiro – 5 Qualidades do Cuidador. Clique aqui

CEAC Fórum de fevereiro – 5 Qualidades do Cuidador

CEAC Fórum: Caros alunos e alunas, Neste mês de fevereiro iremos falar sobre as qualidades de um cuidador.

Ser cuidador, embora traga muitas recompensas, é uma das tarefas mais difíceis e árduas no campo da saúde. Independente do tipo de cuidador, familiar ou profissional contratado, todos vivem sob uma carga emocional muito grande. Entre eles há os que têm alguma coisa especial que os move no tratamento dos pacientes e há aqueles que apenas o fazem pela remuneração. Invariavelmente todos são testados psicologicamente até ao limite.

Nem todas as pessoas são talhadas para serem um cuidador. Mas, uma vez dedicado a esta função, existem qualidades e características básicas que fazem a diferença.

Eis aqui 5 qualidades que consideramos essenciais para a excelência de cuidador.

 

EMPATIA

A empatia talvez seja a característica intrínseca mais importante de um cuidador. E como podemos definir empatia? O que é empatia?

Empatia é a capacidade psicológica para sentir o que sentiria a outra pessoa. Naturalmente há graus diferentes de empatia. Alguns podem ser mais empáticos que outros. Algumas pessoas conseguem colocar-se totalmente no lugar do outro. Estes estão mais preparados a prover cuidados de excelência.

No exercício da empatia a dica é sempre perguntar a si próprio – como eu gostaria de ser tratado? como eu gostaria de receber os cuidados?

 

CONFIANÇA

Lembre-se de que uma pessoa precisa dos seus cuidados porque perdeu algum grau de independência. É possível que já não seja capaz de preparar as suas refeições, ou lavar-se sozinho, ou vestir-se ou ir ao WC de modo independente. Imagine os sentimentos de tristeza e frustração de alguém que precisa de ajuda até mesmo nas mais simples atividades do dia a dia?

É muito complicado perder a independência e mas é muito pior não encontrar alguém confiável para ajudar.

Idosos dependentes em especial, precisam de cuidadores que lhes transmitam confiança. Embora dependentes, ter alguém em quem confiar pode lhes fazer mais felizes minimizando o sofrimento..

 

PACIÊNCIA

De modo geral,os idosos precisam de apoio e ajuda, porque com o passar dos anos o seu corpo perde a mobilidade que costumava ter. Facto que pode ser agravado por problemas físicos que comprometem os movimentos, tornando-os mais difíceis, lentos e dolorosos.

Em certos casos, determinadas partes do corpo perdem a capacidade funcional devido a doenças como Parkinson, sequelas de AVC ou artrite. E no caso particular de pacientes com Alzheimer, também perdem algumas funções cognitivas, como perda de memória e de capacidade de processar informações.

Estas dificuldades motoras e cognitivas tornam os idosos mais lentos, e os cuidadores devem ter isso em consideração, dando-lhes um tempo maior nas atividades. Ou seja, paciência é a palavra chave.

É comum os cuidadores impacientes contribuírem para acelerar a perda da independência, ao executarem as tarefas pelo idoso. A sociedade moderna é apressada e gosta das coisas feitas a passos rápidos. Mas quando se trata de idosos, uma qualidade de excelência em cuidados está em aceitar o tempo deles.

A boa regra é permitir que o paciente faça as tarefas tanto quanto possível sozinho. Senão, estaremos a contribuir para acelerar a perda de capacidades físicas e consequente aumento da dependência. Além disso a pessoa idosa, pode sentir-se diminuída na sua auto estima, fator importante para a perceção da qualidade de vida.

 

Portanto, embora assistida por você, cuidador, dê ao paciente o tempo suficiente para realizar as suas atividades, não acelere.

Pacientes com Alzheimer podem repetir a mesma pergunta ou comentário várias vezes, num pequeno lapso de tempo. Exercite a sua paciência e use a sua empatia, coloque-se no lugar dele e lembre-se de que ele acredita que é a primeira vez que faz a pergunta. Responda com naturalidade como se efetivamente fosse a primeira vez.

Uma alternativa eficaz para lidar com esta situação é mudar o foco do paciente para outro assunto de interesse, algo do qual goste de falar ou ouvir, uma cena ou evento passado que traga boas sensações, ou um álbum de fotos antigas. Pode ocorrer que o redirecionamento demore um pouco, pois o paciente pode estar com a atenção fixa no assunto anterior. Novamente conduza-o com paciência,dê-lhe tempo.

Se o paciente está chateado e não cooperativo, dê-lhe tempo e espaço, desde que não envolva algum perigo de ferir alguém ou a ele mesmo. Espere uns 15 ou 20 minutos e retome o assunto de modo calmo e gentil. Se a fonte da frustração é uma atividade que ele rejeita e pode ser adiada – faça isso. Deixe para depois. Se for uma tarefa urgente, convença-o da impossibilidade de adiar.

 

AUTO CONTROLO

Como já foi dito, o trabalho de cuidar de pacientes com demência é muito difícil. Seja você cuidador familiar ou profissional haverá dias e momentos em que você se sentirá exausto e no limite de sua capacidade.

Você pode estar num dia mau, muito stressado ou de mau humor, no entanto o paciente pode estar num dia bom. Estas situações vão exigir de si muita força de vontade e auto controlo.

O cuidador precisa de ser forte o suficiente, mas quando sentir que está a ultrapassar os seus limites, também deve saber reconhecer que está a precisar de uma folga, deve pedir ajuda para recuperar suas forças.

 

FLEXIBILIDADE

Os Cuidadores têm que ser pessoas muito flexíveis. As coisas mudam a cada instante quando se presta cuidados, especialmente a idosos com demência.

Os Familiares podem ser chamados a casa repentinamente. A qualquer momento, pode surgir a necessidade de levar o paciente ao médico ou ao hospital, pois as condições de saúde podem se alterar sem aviso prévio e, no caso de idosos com demência, é frequente a ocorrência de alterações de humor e de comportamento.

Para ser cuidador é preciso estar preparado para se adaptar rápida, e constantemente, reorganizando as atividades em função dos acontecimentos.

 

CONCLUSÃO

Há outras qualidades e características importantes e desejáveis para um cuidador de excelência, mas acreditamos que estas são as 5 mais importantes .

Baseado no artigo original de Angil Tarach-Ritchey, publicado em Alzheimer’s Reading Room

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CEAC Fórum de Janeiro – Resoluções de ano novo! Clique aqui

CEAC Fórum do mês de janeiro – Resoluções de Ano Novo

CEAC Fórum: As resoluções ajudam a definir prioridades na nossa vida e numa determinada fase ,  desde que flexíveis e bem definidas, podem ser úteis na nossa tomada de decisões e organização do estilo de vida.

O caminho e o modo de fixar objetivos ajuda-nos a escolher para onde queremos ir na vida. Ao sabermos exatamente o que pretendemos atingir, sabemos onde devemos concentrar os nossos esforços e rapidamente identificamos as distrações que podem facilmente levar-nos por caminhos errados.

Para tal, o melhor é ter em consideração ideias específicas, mensuráveis, alcançáveis e definidas no tempo, até porque o dito incumprimento pode gerar “frustração” e “desmotivação”. “Escolher objetivos que não constituem prioridades para nós é um mau princípio. Outro aspeto é que estes sejam estipulados a curto prazo e faseados ao longo do ano”.

“Não importa quem você é ou de onde você é, toda a gente quer a mesma coisa: ser feliz. Mas não há nenhuma pílula mágica ou uma receita infalível para a felicidade. A maioria de nós quer o caminho mais fácil para a felicidade, o atalho para se sentir bem. Ou talvez o segredo da felicidade sejam mais coisas, mais dinheiro,  mais, mais, mais. No entanto, mesmo algumas das pessoas mais ricas, muitas vezes não são felizes.”

Deixo-vos um vídeo  para reflexão sobre o caminho para a felicidade: gratidão.


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Desejo-vos um excelente ano de 2019!

CEAC Fórum Dezembro – Feliz Natal!

CEAC Fórum Dezembro – Feliz Natal

CEAC Fórum: Natal é tempo de presentes, presentes, presentes… e o Pai Natal, claro! Para as crianças, a quadra natalícia resume-se, praticamente, a estas duas coisas. Coisas importantes, sem dúvida, mas limitativas. Afinal, o Natal é muito mais do que isso e é fundamental que as crianças o percebam – só assim podem viver e recordar, ano após ano, o verdadeiro espírito da quadra.

As melhores memórias do Natal não se devem resumir à abertura dos presentes, afinal o Advento prolonga-se durante muito mais tempo e pode estar recheado de muitos momentos especiais para mais tarde recordar.

Para alguns é a sua época preferida do ano, onde encontra o espaço para recarregar baterias, há quem sinta imenso entusiasmo pelo que se avizinha, porém, há também quem identifique esta época como uma das mais difíceis, onde a alegria dá lugar à tristeza e onde o coração cheio de amor dá lugar a sentimentos de vazio e solidão.

Também associamos o Natal à família, mas nem todos passam o Natal em família.

Como sabemos nem todas as pessoas têm oportunidade de passar o Natal em família, seja pela distância, seja por não terem família, porque estão institucionalizadas, ou pelas mais diversificadas razões.

Este mês proponho-vos uma reflexão/debate sobre o tema Natal e a família, pesquise ou identifique tradições, atividades a desenvolver e dicas sobre como desfrutar ao máximo desta quadra.


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CEAC Fórum Novembro – Mindfulness ou Atenção Plena Clique aqui

CEAC Fórum Novembro – Mindfulness ou Atenção Plena

CEAC Fórum: A prática de Mindfulness tem vindo a acolher cada vez mais seguidores em diversos contextos. Mindfulness significa meditação de atenção plena e caracteriza-se por uma consciência centrada no presente na qual, cada pensamento, sentimento ou sensação que surge são reconhecidos e aceites tal como são, sem crítica ou julgamento.

 

Segundo a organização mundial de saúde, “qualidade de vida é o conjunto das percepções individuais de vida no contexto dos sistemas de cultura e de valores em que os indivíduos vivem e em relação às suas metas, expectativas, padrões e preocupações”. Estamos cada vez mais conscientes de que a qualidade de vida e a saúde são factores essenciais que englobam não só a dimensão física mas também a emocional. Podemos ainda afirmar que a qualidade de vida é entendida em diferentes níveis indissociáveis entre si: pessoal, profissional e familiar.

“O envelhecimento é um processo natural e multidimensional que desencadeia várias mudanças em diferentes dimensões da vida: física, neurológica, cognitiva, social, psicologica e até espiritual (no sentido mais existencial da palavra). Estas mudanças colocam várias desafios que interagem mutuamente influenciando a experiência de cada indivíduo perante as mudanças nesta fase da vida. Muitos experienciam stress, ansiedade e depressão, assim como doenças e dor crónica durante esta fase da vida. Estudos sugerem que o mindfulness pode funcionar como uma intervenção complementar para fomentar e manter o equilíbrio e bem-estar entre a população sénior.

Vários estudos disponíveis revelam que o programa MBSR -Programa de Redução de Stress e Desenvolvimento Emocional baseado em técnicas de Mindfulness, assim como outros programas adaptados para população sénior institucionalizada tem resultados extraordinários em indivíduos a partir dos 65 anos, incluindo bem-estar físico e emocional.

Num estudo desenvolvido pela Dra. Carla Martins em 2012 (livro em publicação) onde foram avaliados os efeitos do MBSR na população sénior Portuguesa (não institucionalizada) verificou-se que o programa de mindfulness foi significativamente benéfico em termos de:

Bem-estar físico com redução de sintomas físicos experienciados no dia-a-dia & melhoria na qualidade de sono e energia física.

Aumento do bem-estar psicológico com uma melhoria no humor como por exemplo, tristeza, ansiedade, depressão, irritabilidade, etc..

Aumento da qualidade de vida.

Aumento da função cognitiva: atenção, concentração e memória de trabalho.

Aumento na capacidade de estar com atenção plena (mindfulness) no dia-a-dia e de reconhecimento da experiência interna (sensações físicas, emoções e pensamentos).

Melhoria nas relações interpessoais.

Aumento do bem-estar espiritual: revelado por uma maior capacidade de identificar o significado, propósito e valores importantes na vida.

Aumento na criativadade.

Aumento da capacidade de lidar e aceitar a perda e a morte.

O mindfulness parece igualmente ter um efeito neuroprotetor já que a prática regular de mindfulness está associada à redução da perda do volume da massa cinzenta no cérebro, particularmente nas áreas associadas ao processamento da atenção. Nesta linha, é sugerido que o mindfulness pode ter efeitos benéficos no envelhecimento cerebral e consequentemente poderá reduzir as mudanças a nível cognitivo (ex. perda de memória) associadas ao processo de envelhecimento.” Centro Português de Mindfulness.

As pesquisas sobre intervenções baseadas no mindfulness dirigidas a idosos ainda são escassas. No entanto, este tipo de prática tem vindo a consolidar-se como uma abordagem que por si só ou aliada à terapia cognitivo-comportamental, por exemplo, para prevenir a recaída da depressão, os distúrbios de ansiedade e a dor física crónica.

Vivemos num mundo onde parece que corremos constantemente para o amanhã, sem realmente pararmos para experienciar cada momento presente da nossa vida – e se pensarmos bem, a vida decorre unicamente no momento presente!

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CEAC Fórum Outubro – Qual o Segredo para a Felicidade?

CEAC Fórum Outubro – Qual o Segredo para a Felicidade?

CEAC Fórum: Este mês é especial, pois o tema foi elaborado pela aluna Patrícia Sá Santos do curso de Psicologia.

Qual o Segredo para a Felicidade?

Espero fazer total jus à mente exemplar e à presença radiante da psicoterapeuta corporal María del Mar. Conforme sugerido, ficam os meus apontamentos do último workshop que assisti.

Antes de tudo e a saber: não existe uma receita geral para chegar à Felicidade. É um caminho pessoal, de descoberta e de desenvolvimento individuais, de tentativa-erro e de experiência feitos. É o mais importante objetivo humano: superar o sofrimento, encontrar a Felicidade.

Proposta 1: As seguintes são ideias para apurar e lançadas ao ar, que provavelmente serão necessárias mais à frente… deixo espaço pessoal para adicionarem mais que vos prover e com o tempo de cada qual, propõe-se que façam as perguntas certas e encontrem as vossas respostas:

O que é e para quê o Amor e como obtê-lo?

Quando utilizar o Caminho do Meio de base Budista neste Mundo Dual? Ou qual o melhor método para a Felicidade e como aplicá-lo?

Para quê e como relacionar-se consigo e com os outros?

Porquê e como mediar o indivíduo com “o divino/eu superior”, de forma a ter os seus objetivos reais alinhados com os seus valores/ideais?

Uma possível Metodologia para a Felicidade… primeiramente, existem 3 dimensões: a Corporal, a Mental e a Emocional-Comportamental. Por fim, a dimensão Espiritual-Energética, polémico tema da Parapsicologia. Foram dados alguns exemplos que se propõem eles próprios como pesquisa interna, se assim o entenderem, claro.

Proposta 2: Imagine que existe um caldeirão individual, onde o fogo tudo transmuta e revela, filtra e purifica. Vamos então fazer um jogo, com duas partes distintas, uma viagem ao nosso âmago? Este exercício deve ser pessoal e não necessita de ser exposto no blogue.

1 – Que percurso fez até aqui, começando de um ponto de vista mais subtil interno, continuando mais concretamente -ainda que interno- e por fim percebendo como se expressa externamente?

– O que @ fez sentir ao nível da mente? Que tipo de pensamentos e de sentimentos? (por exemplo, utilize a Psicologia Positiva, mentalidade de Cocriação da Realidade);

– O que @ fez sentir ao nível do corpo? Que tipo de sensações? (por exemplo, tenha em conta a pirâmide de necessidades de Maslow e em que nível está; ou ainda, a relação corporal conquanto a sensações/dores somáticas e sentimentos/emoções da psique);

– O que @ fez sentir ao nível do coração? Que tipo de emoções e comportamentos? (use a Psicologia Geral para gestão e superação de traumas e de feridas, que nos trazem máscaras inconscientes ao comportamento e que modelam padrões habituais de ação).

2 – Que percurso fará a partir daqui para alcançar a Felicidade?

– O que @ faz chegar lá? O que @ faz ficar lá? (Religião / Filosofia de Vida / Ética);

– Como alcançar? (Coaching, por exemplo, para gestão de objetivos, de necessidades e de recursos; outro exemplo, Reiki: gestão do fluxo de energias e seus bloqueios, estes últimos reconhecidos por causarem doenças em qualquer das dimensões humanas);

– O que aprendeu? (“Quanto mais sei, só sei que nada sei” Sócrates, filósofo Grego).

 

Proposta 3: Caldeirão coletivo – Tente definir numa palavra o que é para si a Felicidade? Palavra que fica como questionável e in(de)terminável mas baseada na experiência subjetiva pessoal atual de cada qual. Assim, propõe-se que fiquem com o vosso caldeirão aberto, mas bem assente; a borbulhar, bem apurado com um cheiro delicioso e aspeto apetitoso! ???? Sempre. Agora coloquem os vossos ingredientes, por favor.

 

Dica da Psicoterapeuta Corporal: utilize @ Sábi@ Interior para poder responder à pergunta

“Afinal, qual o segredo para a Felicidade?”.

 

Existem muitas respostas de quem fez o Caminho antes, cada qual terá a sua senda pessoal.

 

No fim, esqueçam as perguntas e respostas e relaxem atent@s. Paz. Amor. Alegria. Gratidão.

Bom estudo!

 

Patrícia Sá Santos EL7409S Psicol_Gen

 

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CEAC Fórum de Setembro – Psicologia do Envelhecimento

CEAC Fórum Setembro – Psicologia do Envelhecimento

CEAC FÓRUM – É comum definir a psicologia como a ciência dos comportamentos e  dos processos mentais. Por comportamento entendemos todas as  manifestações observáveis numa pessoa, suscetíveis de  desencadearem respostas por parte de outras pessoas.

Contudo, o comportamento por si só, não nos diz nada se não  tivermos em conta a intenção, ou seja, a capacidade de planificar o  nosso comportamento com o intuito de atingir um objetivo. Esta  planificação exige os processos mentais.

O envelhecimento

É um conjunto de processos que o organismo sofre após a sua fase de desenvolvimento. O envelhecimento não é sinónimo de velhice.

Fase da existência dominada por grandes transformações nos planos físico,  psíquico e social, de origem interna ou externa; naturais e esperadas umas,  súbitas e imprevistas”.

O Processo de envelhecimento possui um carácter individual, dependente do  acumular de experiências passadas, da vivência dessas mesmas experiências  e do nível de solicitações físicas e intelectuais.

Apesar de o elixir da juventude não estar ainda ao nosso alcance, são inegáveis os substanciais progressos no aumento da qualidade de vida.

A psicologia do envelhecimento atua em diferentes domínios,  nomeadamente a melhoria da qualidade de vida, a luta contra os efeitos da idade e até no acompanhamento da morte.

Fala-se de envelhecimento como sendo um estado que qualificamos  como 3ª idade ou 4ª idade. Mas, o envelhecimento não é um estado,  mas sim um processo de degradação progressiva. Ela afeta todos os  seres vivos e, o seu termo natural é a morte.

Durante milénios, a mortalidade e fecundidade estiverem quase em  equilíbrio, com um ligeiro ganho para a vida. Este equilíbrio foi  interrompido essencialmente por duas razões, que são consequências  da industrialização.

A primeira é a queda da mortalidade infantil e a segunda o aumento da longevidade.

O envelhecimento é variável de pessoa para pessoa e pode surgir  como um período de crescimento.

A definição de envelhecimento bem sucedido é difícil, mas inclui  critérios como longevidade, saúde biológica, saúde mental, eficácia  intelectual, competência social, produtividade, autonomia e bem  estar subjetivo.

Uma doença como alzheimer pode tornar o envelhecimento patológico.

O que significa para si envelhecer?

A idade cronológica, é aquela que esta ligada ao nosso bilhete de identidade – assim somos  todos iguais perante o envelhecimento.

A idade biológica, está ligada ao envelhecimento orgânico. Cada órgão sofre modificações que  diminuem o seu funcionamento durante a vida, e a capacidade de auto-regulação torna-se  menos eficaz.

A idade social, refere-se aos estatutos e aos hábitos da pessoa relativamente aos outros  membros da sociedade. Esta idade e fortemente determinada pela cultura e pela historia de  um pais.

A idade psicológica, é relativa às competências comportamentais que a pessoa pode mobilizar  em resposta as mudanças do ambiente. Inclui as capacidades mnésicas (memoria), as  capacidades intelectuais (inteligência) e as motivações para o empreendimento.

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CEAC Fórum de Agosto – O direito a morrer com dignidade

CEAC Fórum Agosto – O direito a morrer com dignidade

CEAC FÓRUM – A pedido de alguns alunos(as) o tema deste mês é sobre a eutanásia. Aqui fica a história de Marieke Vervoort.

Marieke Vervoort é uma atleta belga de 37 anos, uma velocista que sofre de uma doença degenerativa que a mantém paralisada da cintura para baixo e que chocou o mundo ao formular um simples mas macabro desejo – morrer depois dos Jogos Paralímpicos.

Vervoort, que se sagrou campeã no Jogos de Londres 2012, deseja realizar o suicídio assistido, vulgarmente apelidado de eutanásia, por já não aguentar a vida difícil que leva: “O Rio é o meu último desejo. E espero acabar a carreira no pódio. Começo a pensar na eutanásia, sabendo que apesar da minha doença, vivi coisas que outros nem podem sonhar.”

A ligação com o desporto existe desde que era miúda. Sagrou-se bicampeão de triatlo e até participou no exigente Ironman, prova extrema de resistência. Contudo, em 2008, o seu mundo começou a ruir. Foi diagnosticada com uma doença degenerativa que a arrastou para uma cadeira de rodas e a deixou com graves problemas psicológicos. Mas não vergou…

Praticou basquetebol, golfe, esgrima, surf, triatlo e esqui, sempre na cadeira de rodas, até descobrir que tinha talento para a velocidade. Em Londres ganhou o ouro nos 100 metros e a prata nos 200 e 400 metros. Uma verdadeira estrela do universo paralímpico.

O sonho e a vontade

“Quando me sento na cadeira de rodas, tudo desaparece. Expulso os pensamentos obscuros, o medo, a tristeza e a frustração. Foi assim que ganhei tudo aquilo que ganhei.”

A eutanásia é legal na Bélgica desde 2002 e Vervoort já solicitou às autoridades responsáveis o suicídio assistido depois da grande competição.Marieke Vervoort já tem os papéis tratados para a eutanásia.Na Bélgica, esta forma de morrer é legal desde que três médicos deem o seu consentimento por escrito. E o funeral também já está planeado: “Quero que toda a gente tenha um copo de champanhe na mão e se lembre de mim”.”

“Toda a gente me vê a rir com a medalha de ouro, mas ninguém vê o lado negro. Durmo 10 minutos por noite por causa das dores, desmaio sozinha em casa e sou acordada pelo meu cão. Ninguém percebe o que passo a cada dia”, revela.

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CEAC Fórum do mês de Julho – Resiliência

CEAC Fórum do mês de Julho – Resiliência

“COMO SE FOSSE UMA OMBREIRA DE ESPUMA QUE NOS AUXILIA A DIMINUIR AS DORES DO PESO DOS EVENTOS DE VIDA NOS NOSSOS OMBROS.”

CEAC FÓRUM – A palavra resiliência refere-se ao processo que se desenvolve na presença de uma situação de risco e que através dele são produzidos resultados tão positivos, ou ainda melhores do que os obtidos na ausência da situação de risco. Alguns indivíduos em determinados momentos da vida podem ser resilientes. A resiliência desenvolve-se ao longo da vida, desde a infância até à terceira idade, através de processos complexos intra-psíquicos e de fatores de proteção internos e externos.

A resiliência diz respeito às respostas que damos aos desafios da vida, à adversidade, a algum trauma, na presença de ameaças ou riscos. É a nossa capacidade de resistir aos problemas que temos que resolver ao longo da vida. A resiliência muda ao longo da vida consoante as circunstâncias e os desafios específicos que temos que enfrentar.

Falar de resiliência significa, portanto, falar de promoção de saúde em contextos adversos.

No campo da saúde os profissionais lidam com desafios crescentes e adversidades quotidianas e há necessidade de conhecer e desenvolver habilidades para conseguir lidar com as situações com que se deparam.

Participe e desenvolva, no seu ponto de vista, o tema exposto a debate. Se desejar, apresente exemplos representativos do que pretende ilustrar. Pode ainda comentar as participações dos colegas.

 

O post de cada formando deve ser submetido até ao final da semana. A sua participação conta 20% para a avaliação da Unidade.

 

Para participar neste Fórum CEAC basta clicar em INSERIR COMENTÁRIO, não esquecendo de indicar o seu nome e curso para que o seu contributo seja avaliado. Os vossos comentários serão primeiro sujeitos à aprovação do professor pelo que podem não ficar imediatamente disponíveis.

 

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CEAC Fórum do mês de Junho – Auto-estima

CEAC Fórum do mês de Junho – Auto-estima

CEAC FÓRUM – “Todos nós temos uma opinião sobre nós próprios. É a forma como nos vemos a nós próprios que está na base da auto-estima e que afecta a forma como nos sentimos relativamente a nós próprios e nos valorizamos.

A auto-estima não é estática nem fixa: as nossas crenças sobre nós próprios podem variar conforme a situação em que nos encontramos e ao longo da nossa vida, à medida que vivemos diferentes experiências.

Quando temos uma boa auto-estima, geralmente, conseguimos ver os nossos pontos positivos e ela pode ajudar-nos a lidar com experiências negativas, como perder o emprego ou terminar uma relação. Sentimo- nos confiantes, não nos culpamos de tudo o que acontece, aceitamos errar e aprender com os erros, confiamos nos outros, cuidamos de nós próprios e conseguimos dizer “não” quando é preciso.

É claro que ninguém está constantemente feliz e satisfeito consigo próprio e ter uma boa auto-estima não significa que somos confiantes em todas as situações. Mas uma boa saúde emocional e uma auto-estima positiva estão associadas à felicidade.

Quando temos uma baixa auto-estima as crenças sobre nós próprios costumam ser negativas. Focamo-nos naquilo que pensamos serem os nossos pontos fracos e nos erros que cometemos. Temos tendência a culpar-nos do que acontece, a desconfiar dos outros, a ter medo de correr riscos e sermos ridicularizados, a deixar os outros tomar decisões por nós. Não nos sentimos amados e podemos até achar que não merecemos que alguém goste de nós.

Ter uma baixa auto-estima pode interferir com a nossa vida do dia-a-dia, com a nossa capacidade de realizar o nosso potencial, com as nossas relações pessoais (podemos achar que não merecemos ser tratados com amor e respeito e permitir que os nossos amigos ou parceiros românticos nos maltratem), com a nossa vida social (podemos ser extremamente sensíveis a quaisquer críticas e ficar aborrecidos facilmente, evitando actividades que nos possam expor ao julgamento dos outros), com o nosso trabalho (podemos achar que não somos suficientemente competentes e evitar tarefas ou cargos no nosso local de trabalho).

A baixa auto-estima, por si só, não constitui um problema de saúde mental. Mas ter uma baixa auto- estima pode afectar a nossa saúde mental, uma vez que diminui a nossa capacidade de lidar com as coisas menos boas da vida e, dessa forma, aumenta o risco de desenvolvermos problemas de saúde mental.”

Ordem dos Psicólogos

encontre uma saída.pt


Este mês proponho-vos uma reflexão/debate sobre o tema da auto-estima, pesquise ou identifique maneiras de lidar com esta situação ou partilhe a sua opinião/experiência.

Para participar neste Fórum CEAC basta clicar em INSERIR COMENTÁRIO, não esquecendo de indicar o seu nome e turma para que o seu contributo seja avaliado. Os vossos comentários serão primeiro sujeitos à aprovação do professor pelo que podem não ficar imediatamente disponíveis.

Cotação: 20% da média da Unidade em estudo.

Aguardo as vossas participações com expectativa, o vosso contributo é muito importante para o sucesso deste fórum! E não se esqueçam, caso queiram ver algum tema em debate e/ou gostassem de escrever um artigo para ser publicado, podem enviar por email e será publicado no mês seguinte!

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