Blog Ciências Sociais e Humanas

Este é um espaço de aprendizagem colaborativa com discussão de temas relevantes para promoção da reflexão e partilha de conhecimento, opiniões e experiências. Clique abaixo para aceder ao último tema.

CEAC Fórum Novembro – Mindfulness ou Atenção Plena Clique aqui

CEAC Fórum Novembro – Mindfulness ou Atenção Plena

CEAC Fórum: A prática de Mindfulness tem vindo a acolher cada vez mais seguidores em diversos contextos. Mindfulness significa meditação de atenção plena e caracteriza-se por uma consciência centrada no presente na qual, cada pensamento, sentimento ou sensação que surge são reconhecidos e aceites tal como são, sem crítica ou julgamento.

 

Segundo a organização mundial de saúde, “qualidade de vida é o conjunto das percepções individuais de vida no contexto dos sistemas de cultura e de valores em que os indivíduos vivem e em relação às suas metas, expectativas, padrões e preocupações”. Estamos cada vez mais conscientes de que a qualidade de vida e a saúde são factores essenciais que englobam não só a dimensão física mas também a emocional. Podemos ainda afirmar que a qualidade de vida é entendida em diferentes níveis indissociáveis entre si: pessoal, profissional e familiar.

“O envelhecimento é um processo natural e multidimensional que desencadeia várias mudanças em diferentes dimensões da vida: física, neurológica, cognitiva, social, psicologica e até espiritual (no sentido mais existencial da palavra). Estas mudanças colocam várias desafios que interagem mutuamente influenciando a experiência de cada indivíduo perante as mudanças nesta fase da vida. Muitos experienciam stress, ansiedade e depressão, assim como doenças e dor crónica durante esta fase da vida. Estudos sugerem que o mindfulness pode funcionar como uma intervenção complementar para fomentar e manter o equilíbrio e bem-estar entre a população sénior.

Vários estudos disponíveis revelam que o programa MBSR -Programa de Redução de Stress e Desenvolvimento Emocional baseado em técnicas de Mindfulness, assim como outros programas adaptados para população sénior institucionalizada tem resultados extraordinários em indivíduos a partir dos 65 anos, incluindo bem-estar físico e emocional.

Num estudo desenvolvido pela Dra. Carla Martins em 2012 (livro em publicação) onde foram avaliados os efeitos do MBSR na população sénior Portuguesa (não institucionalizada) verificou-se que o programa de mindfulness foi significativamente benéfico em termos de:

Bem-estar físico com redução de sintomas físicos experienciados no dia-a-dia & melhoria na qualidade de sono e energia física.

Aumento do bem-estar psicológico com uma melhoria no humor como por exemplo, tristeza, ansiedade, depressão, irritabilidade, etc..

Aumento da qualidade de vida.

Aumento da função cognitiva: atenção, concentração e memória de trabalho.

Aumento na capacidade de estar com atenção plena (mindfulness) no dia-a-dia e de reconhecimento da experiência interna (sensações físicas, emoções e pensamentos).

Melhoria nas relações interpessoais.

Aumento do bem-estar espiritual: revelado por uma maior capacidade de identificar o significado, propósito e valores importantes na vida.

Aumento na criativadade.

Aumento da capacidade de lidar e aceitar a perda e a morte.

O mindfulness parece igualmente ter um efeito neuroprotetor já que a prática regular de mindfulness está associada à redução da perda do volume da massa cinzenta no cérebro, particularmente nas áreas associadas ao processamento da atenção. Nesta linha, é sugerido que o mindfulness pode ter efeitos benéficos no envelhecimento cerebral e consequentemente poderá reduzir as mudanças a nível cognitivo (ex. perda de memória) associadas ao processo de envelhecimento.” Centro Português de Mindfulness.

As pesquisas sobre intervenções baseadas no mindfulness dirigidas a idosos ainda são escassas. No entanto, este tipo de prática tem vindo a consolidar-se como uma abordagem que por si só ou aliada à terapia cognitivo-comportamental, por exemplo, para prevenir a recaída da depressão, os distúrbios de ansiedade e a dor física crónica.

Vivemos num mundo onde parece que corremos constantemente para o amanhã, sem realmente pararmos para experienciar cada momento presente da nossa vida – e se pensarmos bem, a vida decorre unicamente no momento presente!

Para participar basta clicar em INSERIR COMENTÁRIO, não esquecendo de indicar o seu nome e turma para que o seu contributo seja avaliado. Os vossos comentários serão primeiro sujeitos à aprovação do professor pelo que podem não ficar imediatamente disponíveis.

Aguardo as vossas participações com expectativa, o vosso contributo é muito importante para o sucesso deste fórum! E não se esqueçam, caso queiram ver algum tema em debate e/ou gostassem de escrever um artigo para ser publicado, podem enviar por email e será publicado no mês seguinte!

Participe no Fórum CEAC enviando o seu comentário, opinião pessoal ou pesquisa. Para participar basta clicar em INSERIR COMENTÁRIOnão esquecendo de indicar o seu nome e turma para que o seu contributo seja avaliado. Os vossos comentários serão primeiro sujeitos à aprovação do professor pelo que podem não ficar imediatamente disponíveis.

INFORMAÇÃO CEAC: Cotação: 20% da média da Unidade em estudo.

Aguardo as vossas participações com expectativa, o vosso contributo é muito importante para o sucesso deste fórum CEAC!

CEAC Fórum Outubro – Qual o Segredo para a Felicidade?

CEAC Fórum Outubro – Qual o Segredo para a Felicidade?

CEAC Fórum: Este mês é especial, pois o tema foi elaborado pela aluna Patrícia Sá Santos do curso de Psicologia.

Qual o Segredo para a Felicidade?

Espero fazer total jus à mente exemplar e à presença radiante da psicoterapeuta corporal María del Mar. Conforme sugerido, ficam os meus apontamentos do último workshop que assisti.

Antes de tudo e a saber: não existe uma receita geral para chegar à Felicidade. É um caminho pessoal, de descoberta e de desenvolvimento individuais, de tentativa-erro e de experiência feitos. É o mais importante objetivo humano: superar o sofrimento, encontrar a Felicidade.

Proposta 1: As seguintes são ideias para apurar e lançadas ao ar, que provavelmente serão necessárias mais à frente… deixo espaço pessoal para adicionarem mais que vos prover e com o tempo de cada qual, propõe-se que façam as perguntas certas e encontrem as vossas respostas:

O que é e para quê o Amor e como obtê-lo?

Quando utilizar o Caminho do Meio de base Budista neste Mundo Dual? Ou qual o melhor método para a Felicidade e como aplicá-lo?

Para quê e como relacionar-se consigo e com os outros?

Porquê e como mediar o indivíduo com “o divino/eu superior”, de forma a ter os seus objetivos reais alinhados com os seus valores/ideais?

Uma possível Metodologia para a Felicidade… primeiramente, existem 3 dimensões: a Corporal, a Mental e a Emocional-Comportamental. Por fim, a dimensão Espiritual-Energética, polémico tema da Parapsicologia. Foram dados alguns exemplos que se propõem eles próprios como pesquisa interna, se assim o entenderem, claro.

Proposta 2: Imagine que existe um caldeirão individual, onde o fogo tudo transmuta e revela, filtra e purifica. Vamos então fazer um jogo, com duas partes distintas, uma viagem ao nosso âmago? Este exercício deve ser pessoal e não necessita de ser exposto no blogue.

1 – Que percurso fez até aqui, começando de um ponto de vista mais subtil interno, continuando mais concretamente -ainda que interno- e por fim percebendo como se expressa externamente?

– O que @ fez sentir ao nível da mente? Que tipo de pensamentos e de sentimentos? (por exemplo, utilize a Psicologia Positiva, mentalidade de Cocriação da Realidade);

– O que @ fez sentir ao nível do corpo? Que tipo de sensações? (por exemplo, tenha em conta a pirâmide de necessidades de Maslow e em que nível está; ou ainda, a relação corporal conquanto a sensações/dores somáticas e sentimentos/emoções da psique);

– O que @ fez sentir ao nível do coração? Que tipo de emoções e comportamentos? (use a Psicologia Geral para gestão e superação de traumas e de feridas, que nos trazem máscaras inconscientes ao comportamento e que modelam padrões habituais de ação).

2 – Que percurso fará a partir daqui para alcançar a Felicidade?

– O que @ faz chegar lá? O que @ faz ficar lá? (Religião / Filosofia de Vida / Ética);

– Como alcançar? (Coaching, por exemplo, para gestão de objetivos, de necessidades e de recursos; outro exemplo, Reiki: gestão do fluxo de energias e seus bloqueios, estes últimos reconhecidos por causarem doenças em qualquer das dimensões humanas);

– O que aprendeu? (“Quanto mais sei, só sei que nada sei” Sócrates, filósofo Grego).

 

Proposta 3: Caldeirão coletivo – Tente definir numa palavra o que é para si a Felicidade? Palavra que fica como questionável e in(de)terminável mas baseada na experiência subjetiva pessoal atual de cada qual. Assim, propõe-se que fiquem com o vosso caldeirão aberto, mas bem assente; a borbulhar, bem apurado com um cheiro delicioso e aspeto apetitoso! ???? Sempre. Agora coloquem os vossos ingredientes, por favor.

 

Dica da Psicoterapeuta Corporal: utilize @ Sábi@ Interior para poder responder à pergunta

“Afinal, qual o segredo para a Felicidade?”.

 

Existem muitas respostas de quem fez o Caminho antes, cada qual terá a sua senda pessoal.

 

No fim, esqueçam as perguntas e respostas e relaxem atent@s. Paz. Amor. Alegria. Gratidão.

Bom estudo!

 

Patrícia Sá Santos EL7409S Psicol_Gen

 

Participe e desenvolva, no seu ponto de vista, o tema exposto a debate. Se desejar, apresente exemplos representativos do que pretende ilustrar. Pode ainda comentar as participações dos colegas.

O post de cada formando deve ser submetido até ao final da semana. A sua participação conta 20% para a avaliação da Unidade.

 

Para participar basta clicar em INSERIR COMENTÁRIO, não esquecendo de indicar o seu nome e turma para que o seu contributo seja avaliado. Os vossos comentários serão primeiro sujeitos à aprovação do professor pelo que podem não ficar imediatamente disponíveis.

Aguardo as vossas participações com expectativa, o vosso contributo é muito importante para o sucesso deste fórum! E não se esqueçam, caso queiram ver algum tema em debate e/ou gostassem de escrever um artigo para ser publicado, podem enviar por email e será publicado no mês seguinte!

Participe no Fórum CEAC enviando o seu comentário, opinião pessoal ou pesquisa. Para participar basta clicar em INSERIR COMENTÁRIOnão esquecendo de indicar o seu nome e turma para que o seu contributo seja avaliado. Os vossos comentários serão primeiro sujeitos à aprovação do professor pelo que podem não ficar imediatamente disponíveis.

INFORMAÇÃO CEAC: Cotação: 20% da média da Unidade em estudo.

Aguardo as vossas participações com expectativa, o vosso contributo é muito importante para o sucesso deste fórum CEAC!

CEAC Fórum de Setembro – Psicologia do Envelhecimento

CEAC Fórum Setembro – Psicologia do Envelhecimento

CEAC FÓRUM – É comum definir a psicologia como a ciência dos comportamentos e  dos processos mentais. Por comportamento entendemos todas as  manifestações observáveis numa pessoa, suscetíveis de  desencadearem respostas por parte de outras pessoas.

Contudo, o comportamento por si só, não nos diz nada se não  tivermos em conta a intenção, ou seja, a capacidade de planificar o  nosso comportamento com o intuito de atingir um objetivo. Esta  planificação exige os processos mentais.

O envelhecimento

É um conjunto de processos que o organismo sofre após a sua fase de desenvolvimento. O envelhecimento não é sinónimo de velhice.

Fase da existência dominada por grandes transformações nos planos físico,  psíquico e social, de origem interna ou externa; naturais e esperadas umas,  súbitas e imprevistas”.

O Processo de envelhecimento possui um carácter individual, dependente do  acumular de experiências passadas, da vivência dessas mesmas experiências  e do nível de solicitações físicas e intelectuais.

Apesar de o elixir da juventude não estar ainda ao nosso alcance, são inegáveis os substanciais progressos no aumento da qualidade de vida.

A psicologia do envelhecimento atua em diferentes domínios,  nomeadamente a melhoria da qualidade de vida, a luta contra os efeitos da idade e até no acompanhamento da morte.

Fala-se de envelhecimento como sendo um estado que qualificamos  como 3ª idade ou 4ª idade. Mas, o envelhecimento não é um estado,  mas sim um processo de degradação progressiva. Ela afeta todos os  seres vivos e, o seu termo natural é a morte.

Durante milénios, a mortalidade e fecundidade estiverem quase em  equilíbrio, com um ligeiro ganho para a vida. Este equilíbrio foi  interrompido essencialmente por duas razões, que são consequências  da industrialização.

A primeira é a queda da mortalidade infantil e a segunda o aumento da longevidade.

O envelhecimento é variável de pessoa para pessoa e pode surgir  como um período de crescimento.

A definição de envelhecimento bem sucedido é difícil, mas inclui  critérios como longevidade, saúde biológica, saúde mental, eficácia  intelectual, competência social, produtividade, autonomia e bem  estar subjetivo.

Uma doença como alzheimer pode tornar o envelhecimento patológico.

O que significa para si envelhecer?

A idade cronológica, é aquela que esta ligada ao nosso bilhete de identidade – assim somos  todos iguais perante o envelhecimento.

A idade biológica, está ligada ao envelhecimento orgânico. Cada órgão sofre modificações que  diminuem o seu funcionamento durante a vida, e a capacidade de auto-regulação torna-se  menos eficaz.

A idade social, refere-se aos estatutos e aos hábitos da pessoa relativamente aos outros  membros da sociedade. Esta idade e fortemente determinada pela cultura e pela historia de  um pais.

A idade psicológica, é relativa às competências comportamentais que a pessoa pode mobilizar  em resposta as mudanças do ambiente. Inclui as capacidades mnésicas (memoria), as  capacidades intelectuais (inteligência) e as motivações para o empreendimento.

Participe e desenvolva, no seu ponto de vista, o tema exposto a debate. Se desejar, apresente exemplos representativos do que pretende ilustrar. Pode ainda comentar as participações dos colegas.

O post de cada formando deve ser submetido até ao final da semana. A sua participação conta 20% para a avaliação da Unidade.

 

Para participar neste fórum CEAC basta clicar em INSERIR COMENTÁRIO, não esquecendo de indicar o seu nome e turma para que o seu contributo seja avaliado. Os vossos comentários serão primeiro sujeitos à aprovação do professor pelo que podem não ficar imediatamente disponíveis.

Aguardo as vossas participações com expectativa, o vosso contributo é muito importante para o sucesso deste fórum! E não se esqueçam, caso queiram ver algum tema em debate e/ou gostassem de escrever um artigo para ser publicado, podem enviar por email e será publicado no mês seguinte!

 

 

CEAC Fórum de Agosto – O direito a morrer com dignidade

CEAC Fórum Agosto – O direito a morrer com dignidade

CEAC FÓRUM – A pedido de alguns alunos(as) o tema deste mês é sobre a eutanásia. Aqui fica a história de Marieke Vervoort.

Marieke Vervoort é uma atleta belga de 37 anos, uma velocista que sofre de uma doença degenerativa que a mantém paralisada da cintura para baixo e que chocou o mundo ao formular um simples mas macabro desejo – morrer depois dos Jogos Paralímpicos.

Vervoort, que se sagrou campeã no Jogos de Londres 2012, deseja realizar o suicídio assistido, vulgarmente apelidado de eutanásia, por já não aguentar a vida difícil que leva: “O Rio é o meu último desejo. E espero acabar a carreira no pódio. Começo a pensar na eutanásia, sabendo que apesar da minha doença, vivi coisas que outros nem podem sonhar.”

A ligação com o desporto existe desde que era miúda. Sagrou-se bicampeão de triatlo e até participou no exigente Ironman, prova extrema de resistência. Contudo, em 2008, o seu mundo começou a ruir. Foi diagnosticada com uma doença degenerativa que a arrastou para uma cadeira de rodas e a deixou com graves problemas psicológicos. Mas não vergou…

Praticou basquetebol, golfe, esgrima, surf, triatlo e esqui, sempre na cadeira de rodas, até descobrir que tinha talento para a velocidade. Em Londres ganhou o ouro nos 100 metros e a prata nos 200 e 400 metros. Uma verdadeira estrela do universo paralímpico.

O sonho e a vontade

“Quando me sento na cadeira de rodas, tudo desaparece. Expulso os pensamentos obscuros, o medo, a tristeza e a frustração. Foi assim que ganhei tudo aquilo que ganhei.”

A eutanásia é legal na Bélgica desde 2002 e Vervoort já solicitou às autoridades responsáveis o suicídio assistido depois da grande competição.Marieke Vervoort já tem os papéis tratados para a eutanásia.Na Bélgica, esta forma de morrer é legal desde que três médicos deem o seu consentimento por escrito. E o funeral também já está planeado: “Quero que toda a gente tenha um copo de champanhe na mão e se lembre de mim”.”

“Toda a gente me vê a rir com a medalha de ouro, mas ninguém vê o lado negro. Durmo 10 minutos por noite por causa das dores, desmaio sozinha em casa e sou acordada pelo meu cão. Ninguém percebe o que passo a cada dia”, revela.

Participe e desenvolva, no seu ponto de vista, o tema exposto a debate. Se desejar, apresente exemplos representativos do que pretende ilustrar. Pode ainda comentar as participações dos colegas.

O post de cada formando deve ser submetido até ao final da semana. A sua participação conta 20% para a avaliação da Unidade.

Para participar neste Fórum CEAC basta clicar em INSERIR COMENTÁRIO, não esquecendo de indicar o seu nome e turma para que o seu contributo seja avaliado. Os vossos comentários serão primeiro sujeitos à aprovação do professor pelo que podem não ficar imediatamente disponíveis.

Aguardo as vossas participações com expectativa, o vosso contributo é muito importante para o sucesso deste fórum! E não se esqueçam, caso queiram ver algum tema em debate e/ou gostassem de escrever um artigo para ser publicado, podem enviar por email e será publicado no mês seguinte!

CEAC Fórum do mês de Julho – Resiliência

CEAC Fórum do mês de Julho – Resiliência

“COMO SE FOSSE UMA OMBREIRA DE ESPUMA QUE NOS AUXILIA A DIMINUIR AS DORES DO PESO DOS EVENTOS DE VIDA NOS NOSSOS OMBROS.”

CEAC FÓRUM – A palavra resiliência refere-se ao processo que se desenvolve na presença de uma situação de risco e que através dele são produzidos resultados tão positivos, ou ainda melhores do que os obtidos na ausência da situação de risco. Alguns indivíduos em determinados momentos da vida podem ser resilientes. A resiliência desenvolve-se ao longo da vida, desde a infância até à terceira idade, através de processos complexos intra-psíquicos e de fatores de proteção internos e externos.

A resiliência diz respeito às respostas que damos aos desafios da vida, à adversidade, a algum trauma, na presença de ameaças ou riscos. É a nossa capacidade de resistir aos problemas que temos que resolver ao longo da vida. A resiliência muda ao longo da vida consoante as circunstâncias e os desafios específicos que temos que enfrentar.

Falar de resiliência significa, portanto, falar de promoção de saúde em contextos adversos.

No campo da saúde os profissionais lidam com desafios crescentes e adversidades quotidianas e há necessidade de conhecer e desenvolver habilidades para conseguir lidar com as situações com que se deparam.

Participe e desenvolva, no seu ponto de vista, o tema exposto a debate. Se desejar, apresente exemplos representativos do que pretende ilustrar. Pode ainda comentar as participações dos colegas.

 

O post de cada formando deve ser submetido até ao final da semana. A sua participação conta 20% para a avaliação da Unidade.

 

Para participar neste Fórum CEAC basta clicar em INSERIR COMENTÁRIO, não esquecendo de indicar o seu nome e curso para que o seu contributo seja avaliado. Os vossos comentários serão primeiro sujeitos à aprovação do professor pelo que podem não ficar imediatamente disponíveis.

 

Aguardo as vossas participações com expectativa, o vosso contributo é muito importante para o sucesso deste fórum!

CEAC Fórum do mês de Junho – Auto-estima

CEAC Fórum do mês de Junho – Auto-estima

CEAC FÓRUM – “Todos nós temos uma opinião sobre nós próprios. É a forma como nos vemos a nós próprios que está na base da auto-estima e que afecta a forma como nos sentimos relativamente a nós próprios e nos valorizamos.

A auto-estima não é estática nem fixa: as nossas crenças sobre nós próprios podem variar conforme a situação em que nos encontramos e ao longo da nossa vida, à medida que vivemos diferentes experiências.

Quando temos uma boa auto-estima, geralmente, conseguimos ver os nossos pontos positivos e ela pode ajudar-nos a lidar com experiências negativas, como perder o emprego ou terminar uma relação. Sentimo- nos confiantes, não nos culpamos de tudo o que acontece, aceitamos errar e aprender com os erros, confiamos nos outros, cuidamos de nós próprios e conseguimos dizer “não” quando é preciso.

É claro que ninguém está constantemente feliz e satisfeito consigo próprio e ter uma boa auto-estima não significa que somos confiantes em todas as situações. Mas uma boa saúde emocional e uma auto-estima positiva estão associadas à felicidade.

Quando temos uma baixa auto-estima as crenças sobre nós próprios costumam ser negativas. Focamo-nos naquilo que pensamos serem os nossos pontos fracos e nos erros que cometemos. Temos tendência a culpar-nos do que acontece, a desconfiar dos outros, a ter medo de correr riscos e sermos ridicularizados, a deixar os outros tomar decisões por nós. Não nos sentimos amados e podemos até achar que não merecemos que alguém goste de nós.

Ter uma baixa auto-estima pode interferir com a nossa vida do dia-a-dia, com a nossa capacidade de realizar o nosso potencial, com as nossas relações pessoais (podemos achar que não merecemos ser tratados com amor e respeito e permitir que os nossos amigos ou parceiros românticos nos maltratem), com a nossa vida social (podemos ser extremamente sensíveis a quaisquer críticas e ficar aborrecidos facilmente, evitando actividades que nos possam expor ao julgamento dos outros), com o nosso trabalho (podemos achar que não somos suficientemente competentes e evitar tarefas ou cargos no nosso local de trabalho).

A baixa auto-estima, por si só, não constitui um problema de saúde mental. Mas ter uma baixa auto- estima pode afectar a nossa saúde mental, uma vez que diminui a nossa capacidade de lidar com as coisas menos boas da vida e, dessa forma, aumenta o risco de desenvolvermos problemas de saúde mental.”

Ordem dos Psicólogos

encontre uma saída.pt


Este mês proponho-vos uma reflexão/debate sobre o tema da auto-estima, pesquise ou identifique maneiras de lidar com esta situação ou partilhe a sua opinião/experiência.

Para participar neste Fórum CEAC basta clicar em INSERIR COMENTÁRIO, não esquecendo de indicar o seu nome e turma para que o seu contributo seja avaliado. Os vossos comentários serão primeiro sujeitos à aprovação do professor pelo que podem não ficar imediatamente disponíveis.

Cotação: 20% da média da Unidade em estudo.

Aguardo as vossas participações com expectativa, o vosso contributo é muito importante para o sucesso deste fórum! E não se esqueçam, caso queiram ver algum tema em debate e/ou gostassem de escrever um artigo para ser publicado, podem enviar por email e será publicado no mês seguinte!

CEAC Fórum de Maio #Tema Especial# Clique aqui para descobrir

CEAC Fórum de Maio #Tema Especial#

 

CEAC FÓRUM – O fórum do mês de Maio  será especial. Este mês contamos com a participação da aluna Matilde Lopes do curso de Psicologia. A Matilde decidiu partilhar connosco a diferença entre psicologia e psiquiatria.

Como se pode ver na imagem, embora o âmbito de estudo das duas especialidades seja semelhante, constituem duas formações académicas distintas.

Um psiquiatra possui uma licenciatura em Medicina e uma especialização em Psiquiatria. Está mais vocacionado para trabalhar em instituições de saúde mental, clínicas e hospitais utilizando sobretudo o modelo médico como a prescrição de psicofármacos e o recurso a exames complementares.

Um psicólogo possui uma licenciatura em Psicologia, trabalha em clínicas, consultórios, escolas, lares, IPSS, prisões, ou gestão de recursos humanos. A sua abordagem às diferentes problemáticas e patologias é baseada em noutras ciências sociais tais como: Sociologia, Filosofia, Medicina,…. Os psicólogos privilegiam várias técnicas como a vertente cognitivo-comportamental, psicologia sistémica, psicodrama ou psicanálise.

Esta atividade de Fórum permite debater e abordar novas ideias, visa o desenvolvimento e a discussão de temas atuais, relacionados com os temas propostos nas Unidades, no âmbito da formação.

Participe e desenvolva, no seu ponto de vista, o tema exposto a debate. Se desejar, apresente exemplos representativos do que pretende ilustrar. Pode ainda comentar as participações dos colegas.

O post de cada formando não deve exceder a pág. A4 e deve ser submetido até ao final da semana. A sua participação conta 20% para a avaliação da Unidade.

Para participar neste Fórum CEAC basta clicar em Deixar Comentário, não esquecendo de indicar o seu NOME e CURSO para que o seu contributo seja avaliado. Os vossos comentários serão primeiro sujeitos à aprovação do professor pelo que podem não ficar imediatamente disponíveis.

Aguardo as vossas participações com expectativa, o vosso contributo é muito importante para o sucesso deste fórum!

Não se esqueçam que também poderão contribuir enviando um tema/texto por email para ser publicado e comentado pelos colegas.

Fórum Abril – Os Sonhos – Clique aqui para aceder

Fórum do mês de Abril – Os Sonhos

Os sonhos sempre exerceram fascínio na humanidade desde a antiguidade.

Em muitas culturas os sonhos eram considerados como uma forma de comunicar-se com o sobrenatural, uma maneira de se prever o futuro das pessoas.

A teoria dos sonhos foi proposta por Sigmund Freud em 1900. Freud partiu do princípio de que todos os sonhos têm um significado, embora oculto, na realização de desejos. Os desejos reprimidos na vida acordada estão muitas vezes relacionados com os nossos desejos mais primitivos e que são vetados ao consciente fortemente pela moral. Interpretar um sonho significa conferir-lhe um sentido, isto é, enquadrá-lo na nossa vida.

Na obra Teoria dos Sonhos, Freud refere que o indivíduo precisa de dormir para descansar o corpo e, principalmente, para sonhar: “o sonho é a realização dos desejos reprimidos quando o indivíduo está consciente”. Quando o indivíduo dorme, a consciência “desliga-se” parcialmente para que o inconsciente entre em atividade, produzindo o sonho: através do inconsciente, os desejos reprimidos são realizados. Para Freud, as causas dos traumas que geram certos comportamentos tidos como anormais estão escondidas no inconsciente das pessoas, onde estão guardados os desejos reprimidos.

Os sonhos têm um conteúdo latente e um conteúdo manifesto. O termo conteúdo manifesto refere-se à experiência consciente durante o sono, correspondendo ao relato ou descrição verbal do sonho, ou seja, aquilo que a pessoa diz que se lembra. Já o conteúdo latente corresponde às ideias, impulsos, sentimentos reprimidos, pensamentos e desejos inconscientes que poderiam ameaçar a interrupção do sono se aflorassem à consciência claramente.

Os sonhos possuem uma linguagem que Freud denominou símbolos. Para entender os seus diversos conteúdos, temos que distinguir o que os símbolos representam nesse sonho. A simbologia dos sonhos não só está vinculada ao contacto que o criador do sonho teve com o objeto, mas também com a forma como ele se relaciona sentimentalmente com esse objeto. Um exemplo prático, o mar pode apresentar distintas simbologias, variando de pessoa a pessoa. Para alguns o mar pode significar destruição (o mar a destruir estruturas deixadas na praia), mas para outros, invasão (a água a avançar e a invadir o território) de acordo com Freud o que a pessoa sente quanto a esse objeto ou essa situação é fundamental para a interpretação de sonho.

Os sonhos são a principal via para chegar ao inconsciente. A sua linguagem é simbólica, logo não pode ser interpretada sem se conhecer a pessoa.

Os sonhos trazem do nosso inconsciente para a consciência os desejos mais reprimidos e “proibidos”, desejos recalcados, através dos quais inibimos os nossos objetos de desejo. É através dos sonhos que temos a capacidade de vivenciar esses objetos.

Participe e desenvolva, no seu ponto de vista, o tema exposto a debate. Se desejar, apresente exemplos representativos do que pretende ilustrar. Pode ainda comentar as participações dos colegas.

O post de cada formando deve ser submetido até ao final da semana. A sua participação conta 20% para a avaliação da Unidade.

Para participar basta clicar em INSERIR COMENTÁRIO, não esquecendo de indicar o seu nome e curso para que o seu contributo seja avaliado. Os vossos comentários serão primeiro sujeitos à aprovação do professor pelo que podem não ficar imediatamente disponíveis.

Aguardo as vossas participações com expectativa, o vosso contributo é muito importante para o sucesso deste fórum!

 

Fórum Março – Psicologia das Organizações – Clique aqui para aceder

Fórum Março – Psicologia das Organizações

A psicologia social e das organizações é a psicologia que atua nas organizações: empresas, ONGs, instituições, governo. O papel do psicólogo nas organizações é o de um profissional que desenvolve estratégias para melhorar o ambiente de trabalho, em geral.

Se atua numa empresa, por exemplo,  pode contribuir com a estruturação ou reestruturação da empresa como um todo: desde o número de funcionários até à alteração de ordenado de cada um deles.

Cabe ao psicólogo organizacional entender os fenómenos relacionados à vida do individuo e ao seu contexto. Do colaborador com a organização.

Um exemplo simples: num determinado supermercado os funcionários que trabalham na caixa ficam em pé o dia todo. Provocar uma mudança simples como comprar cadeiras adequadas ao desempenho na ocupação pode ser uma das funções do psicólogo dentro das organizações.

Outra função, já mais comum, é o recrutamento e seleção de pessoal. Imaginemos o mesmo supermercado, que está em expansão. Com a expansão cem novos empregos estarão disponíveis.

Como contratar as pessoas para cada uma das vagas disponíveis?

O psicólogo vai recrutar os candidatos. Recrutar ou fazer o recrutamento quer dizer chamar, oferecer, divulgar as vagas que estão em aberto. A divulgação pode ser em jornais, Internet, entre outros meios.

A partir do recrutamento, aparecem os candidatos que querem trabalhar. Agora temos uma outra questão: como selecionar, escolher o melhor funcionário?

O papel de seleção de pessoal foi uma das primeiras formas de atuação da psicologia, no início do século XX (1900).

Com o crescimento da indústria era necessário escolher as melhores pessoas para cada uma das vagas. Foi assim que surgiu a ideia de perfil profissional.

Algumas pessoas são “melhores” para determinadas atividades. Melhores no sentido de serem mais rápidas, atentas, comprometidas com aquela função.

No caso da caixa de supermercado: se a empresa contrata uma pessoa desatenta, dispersa e lenta, a função não será bem realizada. Enquanto na caixa ao lado, passaram 10 compras, na caixa da pessoa desatenta não passarão nem dois.

Dizendo de outra forma: cada pessoa tem um determinado talento, uma determinada personalidade que será melhor desempenhada em determinado emprego.

 

Muitos currículos que chegam às empresas não expressam detalhadamente o perfil profissional, académico e social do candidato, sendo necessário fazer a relação entre os dados apresentados no currículo e a comunicação verbal e não-verbal do entrevistado.

E para tal, existem diversas técnicas de avaliação do perfil como as dinâmicas de grupo, testes psicológicos e entrevistas individuais, que são instrumentos importantes para procurar um índice fiel na contratação do candidato em relação às expectativas e necessidades do empregador.

Então é de extrema importância o papel do psicólogo para relacionar o indivíduo com a vaga de emprego existente.


Esta atividade de Fórum permite debater e abordar novas ideias, visa o desenvolvimento e a discussão de temas atuais, relacionados com os temas propostos nas Unidades, no âmbito da formação.

Participe e desenvolva, no seu ponto de vista, o tema exposto a debate. Se desejar, apresente exemplos representativos do que pretende ilustrar. Pode ainda comentar as participações dos colegas.

A sua participação conta 20% para a avaliação da Unidade.

Para participar basta clicar em Deixar Comentário, não esquecendo de indicar o seu NOME e CURSO para que o seu contributo seja avaliado. Os vossos comentários serão primeiro sujeitos à aprovação do professor pelo que podem não ficar imediatamente disponíveis.

Aguardo as vossas participações com expectativa, o vosso contributo é muito importante para o sucesso deste fórum!

Não se esqueçam que também poderão contribuir enviando um tema/texto por email para ser publicado e comentado pelos colegas.

Fórum do mês de fevereiro – A Solidão

 

pexels-photo-397096.jpeg

“Todos nós já sentimos solidão. Somos seres sociais e, por isso, precisamos do contacto e das relações com os outros para nos sentirmos bem. Quando esta nossa necessidade não é satisfeita, sentimo-nos sós.

Solidão não é sinónimo de estar sozinho. Podemos escolher estar sozinhos e sermos muito felizes. Mas também podemos estar rodeados de pessoas e, mesmo assim, sentirmo-nos sozinhos, sem percebermos porquê.

Podemos sentir-nos sós devido às circunstâncias pessoais (após uma separação ou divórcio, quando o nosso trabalho e compromissos não nos deixam espaço para a vida social, após a reforma ou a vivência de um acontecimento traumático). Mas às vezes o sentimento de solidão é mais profundo, constante, vem de dentro de nós e não desaparece por muitos amigos que tenhamos. Podemos sentir que não existe ninguém na nossa vida com quem possamos partilhar os nossos sentimentos e vivências.

As pessoas que experienciam solidão têm tendência para ter uma baixa auto-estima, dificuldades em dormir e sentirem-se mais stressadas. Às vezes, o sentimento de solidão é tão esmagador que nos pode levar a ter pensamentos suicidas.

Quando nos sentimos sozinhos podemos tentar passar o máximo de tempo possível com outras pessoas ou, pelo contrário, podemos tentar esconder-nos do mundo.

A solidão pode ter um grande impacto na nossa saúde psicológica: pode contribuir para o desenvolvimento de um problema de saúde psicológica (como a ansiedade, a depressão ou as adições) e as pessoas que têm um problema de saúde mental podem sentir-se sós (devido ao estigma ou à discriminação, por exemplo).” Ordem dos Psicólogos Portugueses http://encontreumasaida.pt/

Reflita sobre o assunto e se desejar recorra a exemplos de situações concretas para ilustrar a sua opinião.
Esta atividade de Fórum permite debater e abordar novas ideias, visa o desenvolvimento e a discussão de temas atuais, relacionados com os temas propostos nas Unidades, no âmbito da formação.
Participe e desenvolva, no seu ponto de vista, o tema exposto a debate. Se desejar, apresente exemplos representativos do que pretende ilustrar. Pode ainda comentar as participações dos colegas.
A sua participação conta 20% para a avaliação da Unidade.

 

Peça Já Informação