Blog Informática e Novas Tecnologias

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O Blog de Informática e Novas Tecnologias é um espaço de aprendizagem colaborativa com discussão de temas relevantes para promoção da reflexão e partilha de conhecimento, opiniões e experiência.

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CEAC Fórum Março – Printoo a Electrónica flexível – Clique aqui para aceder

CEAC Fórum: Printoo a Electrónica flexível – Clique aqui para aceder

CEAC Fórum: Um projecto nacional pretende mudar a forma como as pessoas encaram os circuitos electrónicos, oferecendo uma solução modular de circuitos ultra finos e flexíveis e com potencialidade virtualmente ilimitada: o Printoo.

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Printoo é um projecto da Ynvisible (uma spin-off da nossa conhecida YDreams) que tem por base um sistema compatível com Arduino e que recorre a um microcontrolador Atmel ATmega328. Mas enquanto outros projectos nos oferecem placas de circuito impresso rígidas, o Printoo expande essa ideia com módulos flexíveis e de espessura reduzida que permite ampliar o seu leque de aplicações. Não faltam sequer baterias impressas, células fotovoltaicas flexíveis, módulos bluetooth, fitas e matrizes LED, ecrãs impressos, e até motores DC.
Como exemplos são apresentados coisas como um display LED que pode ser dobrado em redor de uma lata para nos avisar sempre que há golo da nossa equipa; um pequeno robot aquático inspirado no Ziphius e que pode ser comandado através de um smartphone; e… já deve chegar para mostrar que tipo de coisas poderão fazer com o Printoo (basicamente, tudo aquilo que imaginarem).

Considerando a notícia anterior podemos concluir que esta inovação traz-nos muitas vantagens em inúmeras aplicações. Indique e descreva algumas das possíveis aplicações indicando as suas vantagens. Qual ou quais equipamentos gostaria de ver a funcionar com esta tecnologia para o ajudar na sua vida pessoal e ou profissional?
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Manuel Bernardo


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CEAC Fórum Fevereiro – Censura na Internet – Clique aqui para aceder

CEAC Fórum – Censura na Internet

CEAC Fórum: Este mês vamos abordar o tema da Censura na Internet e de que forma a mesma pode afectar as profissões.

Donald Trump e a solução “fechar a internet”

Ainda antes de ser eleito, o presidente dos Estados Unidos da América há já um ano, Donald Trump deduzia formas e fórmulas instantâneas sobre a forma mais imediata de resolver problemas mundiais, como o crescimento do radicalismo e terrorismo internacional; numa dessas soluções propôs o seguinte:

“a solução para o radicalismo islâmico é “fechar a internet” e assegura que vai falar com quem sabe: o fundador da Microsoft. Estamos a perder muitas pessoas por causa da internet. Temos de falar com Bill Gates e com muita gente que realmente percebe o que está a acontecer”,

O magnata indicou então querer falar com o líder histórico da Microsoft para arranjar alguma maneira de “fechar a internet”. O objetivo é que as crianças dos Estados Unidos não tenham acesso à internet para não se tornarem ‘pequenos rebeldes’. “As crianças estão na internet e querem ser génios”, justificou.

 Ainda em defesa da estratégia de deitar abaixo a rede que liga computadores e telemóveis em todo o mundo, o republicano argumentou:
“Há pessoas que vão dizer ‘então e a liberdade de expressão, e a liberdade de expressão’. Essas pessoas são malucas”.

Já depois de ser eleito, Donald Trump classifica a Internet de insegura e desaconselha as pessoas de a utilizarem, indicando como alternativa o tradicional correio.

Num mundo onde o conhecimento, a circulação de informação e a aproximação entre pessoas proliferam graças à liberdade de utilização da Internet, os Estados Unidos ameaçam juntar-se ao mapa dos países que mais censuram a internet.

Não deixando de ser uma contradição absoluta, este presidente acumula 47 295 720 de seguidores e conta com inúmeras publicações onde mistura declarações pessoais e presidenciais (veja aqui, em inglês todos os posts de 2017 de Donald Trump). Por outro lado e repetidamente o Presidente censura a comunicação social classificando tudo o que são comentários e/ou notícias com as quais não concorda classificando-as de “Fake News” como este artigo do Jornal  o Público o demonstra

Analisemos entretanto abaixo um mapa dos países onde a censura é maior:

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Depois de ler este artigo queremos conhecer a sua opinião, considerando uma reflexão que enquadre e procure dar resposta às seguintes questões:

  1. Iria esta medida impedir a radicalização de jovens e adultos ou o terrorismo à escala global?
  2. Que implicações na sua vida pessoal iria ter esta medida (pense aqui que informações /jornais consulta, pessoas contacta ou eventos que participa graças à internet).
  3. Na sua área e vida profissional como isto o afectaria? Como afectaria a empresa onde trabalha (ou trabalhou); iria funcionar melhor ou pior? Especifique eventuais vantagens e desvantagens da ausência de internet.
  4. Considerando a posição da China relativamente à vigilância e propriedade dos dados pessoais (https://pt.euronews.com/2017/05/29/china-implementa-nova-lei-de-protecao-de-dados) onde acha que estão os verdadeiros riscos?

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Bom trabalho e um bom Fórum para todos!

 

 

Os dez países com maior censura na internet do planeta

Qual a sua opinião do tema discutido este mês no Fórum?

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 https://www.publico.pt/2018/12/15/politica/noticia/tratamento-dados-pessoais-china-faz-chumbar-acordo-seguranca-portugal-1854774#gs.ORNBWVjn


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CEAC Fórum Janeiro – Igualdade de Género: Clique aqui para aceder

CEAC Fórum Janeiro – Igualdade de Género


CEAC Fórum: Este mês iremos abordar o tema da igualdade do género no sector da manutenção e reparação e nas áreas tecnológicas em geral.

Recorrentemente constatamos que nas áreas técnicas da manutenção e reparação, em particular no sector da electricidade e construção praticamente não existe população do sexo feminino; é possível ver mulheres nas empresas deste sector apenas em trabalhos não especializados como recepcionistas, caixa ou na contabilidade, raramente trabalhando no terreno.

Considera esta uma situação justa? A que se deve na sua opinião, esta situação?

Considera que existem tarefas demasiado duras para serem executadas pelas mulheres que as impedem de aceder a este sector profissional, vê algum tipo de limitação na execução de tarefas pela mulher no contexto desta profissão ou considera que existem vantagens?

Veja e leia as notícias abaixo, reflicta e dê-nos a conhecer a sua opinião.

A cientista que ganhou 25 milhões de euros

Mulheres electricistas

3 mulheres mecânicas

http://expresso.sapo.pt/sociedade/2018-01-06-Governo-estuda-certificado-de-igualdade-de-genero-para-empresas

https://sol.sapo.pt/artigo/594879/isl-ndia-lei-obriga-empresas-a-pagar-salarios-iguais-a-homens-e-mulheres-

 

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CEAC Fórum Dezembro: Automação na Aviação – Clique aqui

Automação na Aviação – Pilotos que não pilotam

010180131206-seguranca-vooCEAC Fórum: A capacidade dos pilotos para fazer os aviões voarem por controlo manual está num limite negativo crítico porque muitas vezes confiam demais nos sistemas automatizados de voo.

A conclusão estarrecedora é de um relatório sobre segurança aérea, encomendado pela Administração Federal de Aviação dos EUA (FAA) e que recentemente divulgado pela imprensa.

Os sistemas automatizados de voo em questão abrangem toda a gama de auxílios computorizados de voo, incluindo o piloto automático e o controle automático de velocidade e de aterragem.

Numa entrevista um Ex-piloto da Lufthansa diz que os pilotos não são devidamente treinados para os novos desafios e cita: “Há excesso de automatização na aviação moderna

Abaixo deixamos um excerto de uma entrevista (Fonte: oGlobo):

BERLIM — A tragédia com o avião da Germanwings é vista pelos especialistas como um enigma. Segundo Jörg Handwerg, especialista em segurança de voo da Associação dos Pilotos Alemães “Cockpit”, há indícios que o excesso de automatização da aviação moderna poderia ter contribuído.

Na sua opinião, o que causou a queda do avião da Germanwings?

Ainda é cedo para a definição da causa do acidente. Eu diria que para um avião cair nunca há uma causa definida mas uma série de causas que contribuem para o desastre. No caso do Airbus, avião que já pilotei e conheço bem, há uma determinada filosofia de dar o comando do voo ao computador e não ao piloto. Isso eu considero um ponto fraco. Normalmente não há problema, pois o Airbus é um dos aviões mais seguros, um dos mais usados no tráfego aéreo. Mas quando acontece um problema, o piloto tem mais dificuldade em corrigir o erro. A filosofia do Airbus parte do pressuposto de que a máquina precisa controlar o fator de risco, que seria o homem.

Como piloto da Lufthansa, já teve problema com o computador de bordo?

Eu nunca tive problema porque conheço bem a filosofia da Airbus. Muitas vezes, porém, os pilotos não são devidamente treinados para os novos desafios.

Como piloto da Lufthansa, já teve problema com o computador de bordo?

Eu nunca tive problema porque conheço bem a filosofia da Airbus. Muitas vezes, porém, os pilotos não são devidamente treinados para os novos desafios.

O senhor vê paralelo entre o desastre da Germanwings e o caso do Airbus da Lufthansa, que perdeu rapidamente altitude entre Bilbao e Munique?

A perda de altitude foi causada pelo congelamento dos sensores que transmitiram ao computador uma informação errada. O resultado foi uma redução drástica da altitude, sem que os pilotos conseguissem corrigir o erro. Mas o comandante de voo era muito experiente e conseguiu desligar o sistema, corrigir a altitude e aterrissar em Munique.

Por que os pilotos da Germanwings não tentaram um pouso de emergência no aeroporto de uma cidade próxima?

As investigações realizadas até agora indicam que os pilotos podem ter desmaiado em consequência da despressurização da cabine. Depois da pane de novembro último, a empresa Airbus distribuiu uma informação para os seus clientes do mundo inteiro, orientando como reagir em um caso semelhante. Mas não sabemos ainda o que aconteceu a bordo do Airbus da Germanwings. Pode ter sido um incêndio ou que gases venenosos impediram os pilotos de reagir.

Como vê a declaração da Germanwings, que descarta defeito técnico como causa da queda?

Não podemos descartar nenhuma causa, as investigações apenas começaram. Por isso, não descarto uma causa técnica.

Escreva um texto sobre as eventuais consequências deste excesso de confiança de alguns pilotos ao confiarem na totalidade nos equipamentos computorizados de voo. Que cenários/situações poderão prejudicar e/ou interferir sobre estes computadores?

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CEAC Fórum Dezembro – Energia Elétrica Fotovoltaica – Clique aqui para aceder

CEAC Fórum: Dezembro – Energia Elétrica Fotovoltaica – Clique aqui para aceder

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CEAC Fórum: A Energia Fotovoltaica tem registado um crescimento notável nos últimos anos. Apesar do interesse que ela desperta, apenas 1,5% da energia usada na Europa provém do sol. Várias razões explicam esta percentagem reduzida. A energia solar é descontínua, é difícil armazená-la e há, ainda, o custo elevado dos painéis solares.
No centro de Eletrónica e Microtécnica (CSEM) em Neuchatel, na Suíça, os investigadores testam novas tecnologias para melhorar a eficência da energia solar e torná-la mais atrativa para o mercado.

Quanto mais barata e eficiente for a energia solar, mais pessoas estarão dispostas a comprar painéis solares.

A longo prazo, esses fatores poderão permitir uma redução de custos devido às economias de escala.

Menor uso de metal, redução de custos e aumento do nível de absorção da luz do sol são algumas das melhorias em estudo.

“Há duas grandes diferenças entre os antigos e os novos painéis. Uma é visível, a outra é invisível. Nesta célula podemos ver três bandas de cobre que permitem a extração da corrente, estão cheios de linhas de prata. Neste caso, temos trinta linhas de cobre e menos prata, há um ganho de cinco por cento em termos de custo de produção. É a primeira diferença. A segunda diferença é invisível. Aqui acrescentámos uma camada nanométrica de uma outra forma de silício que permite um aumento da tensão de quinze por cento, ou seja, um aumento do rendimento de 15 por cento”, explica Christophe Ballif, director do Centro Fotovoltaico do CSEM.

“Outra vantagem: quando colocamos esta geração de painéis solares ao sol, verificamos que eles aquecem mas o rendimento diminiu muito menos em relação a este tipo de painéis, que são duas vezes menos rápidos. Em consequência, fazemos mais quilowatts por hora”.

Uma das etapas importantes do processo, é testar a resistência do painel solar. Para tal, são utilizadas bolas de gelo de quatro centímetros produzidas por um frigorífico especial. As bolas são lançadas contra o painel a uma velocidade de 27 metros por segundo. Trata-se de uma forma de verificar a resistência da estrutura, em particular da camada fina de silício. Para passar o teste, as capacidades elétricas devem manter-se inalteradas.

É também fundamental testar a capacidade dos painéis solares para suportar pesos.

Os tijolos de metal são colocados no painel até se atingir um peso total de mil quilos por metro quadrado. O teste do peso serve para simular ventos fortes e nevões.

Os testes são uma base para selecionar os melhores materiais para a construção dos painéis.

“Além dos testes de fiabilidade, há também testes de desempenho elétrico. São muito importantes porque vão permitir quantificar a eletricidade que é produzida pelo módulo, que é de facto a informação importante que queremos possuir. Para tal, utilizamos mesas de luz, como vemos aqui atrás que estimulam o espetro do sol e que permitem quantificar a eficácia da eletricidade. Este tipo de medida permite também saber se há defeitos na fabricação do módulo, nomeadamente ao nível das interconexões elétricas”, acrescenta o investigador.

Os painéis solares são muitas vezes criticados por razões estéticas. Por isso, os investigadores suíços criaram este painel chamado ‘terracota’ com uma cor que combina com grande parte dos telhados das casas europeias.

O projeto do Centro Suíço de Eletrónica e Microtécnica é desenvolvido com parceiros industriais.

Para os investigadores, a diminuição do custos das tecnologias e a melhoria da eficiência energética dos módulos fotovoltaicos é essencial para expandir o uso dos painéis solares.

Como é do conhecimento geral, Portugal é um dos País da Europa que mais Sol tem durante todo o ano. Neste contexto, seria de considerar que o nosso país integrasse a utilização massiva destes painéis solares que nos poderíamos tornando-nos assim progressivamente independentes na produção de energia elétrica, diminuindo assim as importações, que tanto pesam na nossa economia.

Fonte: Euronews


Como todos sabemos Portugal é um país muito soalheiro; de facto, na Europa, Lisboa é a terceira cidade com mais horas de sol, à frente de Madrid ou Atenas:

The 10 sunniest cities in Europe (hours sunshine per year)
1. Valletta, Malta – 2,957
2. Marseilles, France – 2,858
3. Lisbon, Portugal – 2,799
4. Madrid, Spain – 2,769
5. Athens, Greece – 2,771
6. Nice, France – 2,724
7. Monaco, Monaco – 2,724
8. Tirana, Albania – 2,544
9. Barcelona, Spain – 2,524
10. Podgorica, Montenegro – 2,480

fonte: Telegraph

Portugal, apesar de todo o sol que recebe, tem uma produção de Energia eléctrica a partir do sol (Fotovoltaica) continua a ser muito baixa; ocupamos a 30ª posição mundial abaixo de vizinhos nossos como a Espanha (10ª posição) ou Grécia (14º lugar):

Posição
País
1
 China
2
 Japan
3
 Germany
4
 United States
5
 Italy
6
 United Kingdom
7
 India
8
 France
9
 Australia
10
 Spain
11
 South Korea
12
 Belgium
13
 Canada
14
 Greece
15
 Thailand
16
 Czech Republic
17
 Netherlands
18
 Switzerland
19
 Chile
20
 South Africa
21
 Taiwan
22
 Romania
23
 Austria
24
 Bulgaria
25
 Pakistan*
26
 Israel
27
 Philippines
28
 Denmark
29
 Turkey
30
 Portugal
31
 Honduras*
32
 Algeria
33
 Mexico
34
 Malaysia
35
 Sweden
36
 Norway
37
 Finland

fonte: wikipedia

Considerando a exposição solar de portugal, poderíamos tornar-nos independentes na produção de energia eléctrica a partir da energia Fotovoltaica. Neste contexto levanta-se uma questão: porque razão a produção eléctrica a partir da energia solar é ainda tão baixa?

Comente a anterior pergunta incluindo ainda na sua resposta alguma pesquisa relativa aos dados seguintes:

  1. Na sua zona de residência (2 km raio) quantos edifícios/residências com energia fotovoltaica consegue identificar?
  2. Consideraria mudar para este sistema na sua residência?

Sites de pesquisa:

Simulador Autoconsumo

http://www.jornaldenegocios.pt/empresas/energia/detalhe/energia_solar_vai_crescer_20_vezes_nos_proximos_anos_em_portugal

https://pt.wikipedia.org/wiki/Energia_solar_fotovoltaica

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CEAC Fórum Novembro: Inteligência Artificial – Clique aqui para aceder

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CEAC Fórum: Já se imaginou a viver e sobretudo a trabalhar sem internet? Já imaginou um futuro em que muitas das empresas não são físicas mas apenas pessoas? Pessoas que trabalham a partir de casa ou de uma esplanada ou até mesmo de um parque enquanto acompanham as brincadeiras dos seus filhos? Onde não são necessários arquivos ou armários cheios até cima de pastas? Onde as pessoas trabalham de forma colaborativa numa mesma plataforma online, a partir de qualquer lugar e a qualquer hora? Onde as reuniões são feitas à distância?

Este cenário é a nova tendência incontornável à qual todos nós, em mais ou menos tempo nos teremos de adaptar, de forma direta ou indireta.

A influência da internet no nosso quotidiano fez emergir novas formas de relacionamento interpessoal, de reorganização de ordem social, novos mecanismos de distribuição de conteúdos e novos modelos de negócio. Paralelamente impulsionou a reflexão sobre os limites da liberdade individual, a salvaguarda dos direitos de autor e o risco da perda de produtividade laboral.

A Internet conferiu poder ao indivíduo, deu-lhe voz numa dimensão planetária. As empresas dão-lhe agora mais importância do que nunca, procuram marcar a sua presença reconhecendo que os seus públicos estão sempre ligados à web. Paradoxalmente insurge um sentimento de temor pela perda de uma imagem construída ao longo de anos que poderá desmoronar-se ao ritmo a que se desenrola a comunicação no ciberespaço.

O equilíbrio destas forças impõe-se. O espaço e o tempo comprimiram-se. Em duas décadas, o mundo definitivamente diminuiu! Nos últimos anos algumas áreas e determinados sectores de atividade têm vindo a passar por diversas mudanças, quer no seu quotidiano quer no seu modelo de negócio.

A revolução digital é um facto consumado. É impossível negá-lo ou ignorá-lo.

 Para o fórum mensal deste mês proponho-vos uma pesquisa/debate sobre a influência das novas tecnologias na vossa vida profissional e na atividade das empresas.

Como sugestão, podem refletir sobre algum dos seguintes assuntos:

  • De que modo o vosso trabalho foi afetado/melhorado por influência das novas tecnologias?
  • A relação com clientes, fornecedores, Estado e outros alterou-se?
  • Qual o impacto das novas tecnologias no trabalho de rotina?

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CEAC Fórum Outubro: Transístores THz – Clique aqui para aceder

CEAC Fórum: Transístor mais rápido do mundo vai superar barreira Terahertz

shutterstock_87023948CEAC Fórum: De um modo geral, a larga maioria dos sistemas eléctricos têm incorporados sistemas de controlo, como, por exemplo a domótica. Como é sabido, estes sistemas têm na sua base os famosos componentes electrónicos, os Transístores!

Este componente prestes a fazer 70 anos , não envelheceu, tornando-se cada vez mais rápido preparando-se para atingir a velocidades de processamento em Terahertz!

Acaba de ser demonstrado o transístor de silício mais rápido já fabricado. E o recorde anterior foi superado: o novo transístor de silício-germânio operou a 798 GHz, mais de 200 GHz mais rápido do que o recordista anterior.

Embora o recorde tenha sido batido em temperaturas extremamente baixas (supercondutividade) – o consórcio de investigadores (EUA e Alemanha) afirma que agora é uma questão de optimizações para que as velocidades-recorde sejam alcançadas a temperatura ambiente.

O transístor que testamos tem um projecto conservador, e os resultados indicam que há um potencial significativo para alcançar velocidades similares à temperatura ambiente,” disse o professor John Cressler, líder da equipa. “Mais do que isso, eu acredito que estes resultados também indicam que o objetivo de quebrar a chamada ‘barreira terahertz’, ou seja, alcançar velocidades terahertz em um transístor de silício-germânio robusto e fabricável industrialmente, está ao nosso alcance,” complementou Cressler.

Antes disso, o componente poderá ser usado em aplicações que já funcionam em temperaturas criogénicas, como em satélites artificiais e sondas espaciais ou em equipamentos de imagiologia médica.

 

Considerando a notícia anterior podemos concluir que esta é mais uma descoberta na direção de grandes avanços tecnológicos. Se recuarmos a 1979, data em que a Sinclair criou o ZX80 que funcionava a 3,25 MHz (), podemos perceber o salto de gigante que damos a cada nova descoberta. 

ZX80

No seu dia-a-dia ou na sua visão, pessoal ou profissional, quais as áreas que considera que estas velocidades dos transístores podem ser cruciais? Quais os equipamentos electrónicos que considera que “ainda funcionam demasiado devagar” onde estes novos transístores podem fazer a diferença?

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CEAC Fórum de Setembro 2018: Inteligência artificial: Inteligente?

Fórum CEAC Setembro 2018:  Inteligência artificial

Será a “Inteligência” artificial, Inteligente?

Sistema de identificação de obstáculos do Tesla Model S não distinguiu um camião branco de um céu brilhante. A colisão matou o condutor do veículo eléctrico.

Era um acidente à espera de acontecer – a indústria automóvel, a imprensa e o público apenas se questionavam sobre o ‘quando’. Foi a 7 de Maio, no estado norte-americano da Florida, que uma colisão envolvendo um carro autónomo (ou seja, que se conduz sozinho) resultou pela primeira vez numa morte. A vítima foi Joshua Brown, de 40 anos, o proprietário de um Tesla Model S que confiou ao automóvel a condução durante uma viagem. Agora, na quinta-feira, as autoridades norte-americanas anunciaram a abertura de uma investigação formal ao caso.

A notícia do acidente arrisca abalar a confiança dos consumidores na tecnologia de condução autónoma e penalizou já as acções da norte-americana Tesla, a mais entusiástica promotora deste sistema, que chegou a registar uma desvalorização de 3% no Nasdaq antes de inverter a tendência de queda. Outros gigantes tecnológicos ou da indústria automóvel, como a Google ou a General Motors, estão a investir na condução autónoma e o ano de 2020 tem sido apontado como data provável para o início da massificação da tecnologia.

A colisão que vem agora pôr em dúvida a percepção de que um computador guia de forma mais segura do que um ser humano aconteceu num cruzamento em Williston, perto de Orlando. O Tesla não activou o sistema automático de travagem e embateu num camião. De acordo com a fabricante do automóvel, o software do veículo falhou o reconhecimento do obstáculo ao não ter conseguido distinguir entre a cor branca do atrelado e um céu particularmente brilhante no momento do acidente.

Brown, que teve morte imediata, era um entusiasta da inovação no campo automóvel, tendo publicado ao longo dos últimos meses vários vídeos a elogiar o sistema de condução automática do seu veículo eléctrico. No vídeo mais recente, datado de Abril, o veterano da marinha norte-americana mostrava precisamente como o seu Tesla tinha evitado uma colisão potencialmente fatal numa auto-estrada ao identificar uma manobra perigosa de um camião.

“O Tessy (nome que Brown deu ao seu Tesla) portou-se muito bem. Tenho feito muitos testes com os sensores do carro e com as capacidades dosoftware. O carro sempre me impressionou, mas ainda não tinha testado o sistema contra colisões laterais”, escrevia o proprietário do automóvel posteriormente envolvido no acidente fatal na Florida.

Num comunicado oficial, a Tesla lamentou a morte de Brown, mas defendeu a tecnologia, sublinhando que este foi o primeiro acidente fatal em mais de 200 milhões de quilómetros feitos por carros em piloto automático, e que o valor relativo a automóveis convencionais é duas vezes mais grave.

A capacidade opcional de condução automática está disponível no Tesla Model S desde 2014, mas existe ainda um vazio legal sobre esta tecnologia naquele que é o maior mercado automóvel mundial – os Estados Unidos. A investigação da Administração Nacional para a Segurança do Tráfego em Auto-Estradas (NHTSA, na sigla inglesa) surge a poucas semanas da aguardada publicação por aquela agência de um conjunto de recomendações para o ensaio de automóveis em piloto automático em vias públicas. As conclusões do inquérito podem ainda ter um impacto importante num debate que se encontra no início no que ao campo legislativo diz respeito, mas que já se desenrola há vários anos no meio académico.


Em meados de Março que um Volvo XC90 da Uber, em condução autónoma, atropelou mortalmente um peão que levava uma bicicleta pela mão, caso que está condenado a ficar na história por ser a primeira morte provocada por um carro sem condutor. Desta vez é um veículo de testes da Waymo, a divisão especializada em condução autónoma da Google, que está na berlinda, tendo-se visto envolvido num embate quase frontal contra outro automóvel.

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O acidente está a ser investigado mas, face às condições em que ocorreu, há pouca margem para dúvidas, com a polícia de Chandler, cidade do Arizona, a ter declarado que “o condutor de um Honda teve de se desviar para não embater num outro veículo, no cruzamento da Chandler Boulevard e a Los Feliz Drive, com a manobra evasiva a provocar a perda do controlo e a galgar o separador, acabando por embater no veículo da Waymo, que seguia em direcção contrária, devagar em condução autónoma”. Veja as imagens registadas pelas câmaras de bordo:

Como a 5 de Maio, um dia depois do acidente, a Waymo divulgou as imagens captadas pelo seu veículo, nos instantes anteriores ao embate, é possível ter uma ideia bastante concreta do que aconteceu e como aconteceu, pelo que analise por si mesmo a quem cabe a responsabilidade do acidente.

Mas ao contrário do que aconteceu com o sistema de condução autónoma da Uber, que não conseguiu identificar um peão que se atravessou à sua frente, o sistema da Waymo não parece ter feito nada de incorrecto. É claro que seria interessante saber se o monovolume da Chrysler, que a divisão da Google está a utilizar para testar a sua solução autónoma detectou o veículo que se aproximava quase de frente e, caso o tenha feito, o que fez para tentar minorar os danos, se travou ou acelerou, uma vez que através das imagens é possível constatar que não tentou nenhuma manobra evasiva com a direcção.

O monovolume da FCA ficou fortemente danificado ao nível da suspensão da frente e o condutor responsável pelo carro da Waymo, que seguia a bordo no lugar do condutor, mas sem assumir o volante, ficou com ferimentos que o porta-voz da polícia descreve como ligeiros.


  1. Considerando os textos anteriores e tendo em conta que as falhas detectadas serão certamente resolvidas, gostaríamos de saber, se ainda assim, se sente ou sentiria confortável ao volante de um veículo com automatismos semelhantes?
  2. Puxando um pouco pela imaginação, como pensa que poderíamos tornar estes veículos mais seguros?
  3. Como imagina a inteligência artificial na condução de veículos dentro de 15 anos?

Cotação: 20% da média da Unidade em estudo

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Manuel Bernardo

CEAC Fórum de Agosto – Domótica por voz – Clique aqui para aceder

CEAC FÓRUM – Assistentes Inteligentes

CEAC FÓRUM – A ofensiva pelo controlo das casas vai-se intensificando, a Xiaomi lançou a sua coluna com assistente inteligente, a Mi Air Speaker, para fazer frente a propostas como o Amazon Echo, Google Home, e o HomePod da Apple.

Os utilizadores podem usar o aparelho para dar comandos de voz e controlar toda uma panóplia de dispositivos inteligentes – aqui com o factor positivo de, ao contrário dos seus concorrentes, a Xiomi também fabricar e vender todo um conjunto de módulos para casas inteligentes, como tomadas, lâmpadas, sensores, e muito mais – para além de outros produtos de parceiros que se vão juntado à sua plataforma.

Outra grande vantagem destes Mi AI Speaker é o preço que, na boa tradição da Xiaomi, arrasa a concorrência, pois na China esta “coluna inteligente” custará apenas 38 euros; com os primeiros compradores a poderem até apanhá-lo por menos de 1 euro, servindo o papel de beta testers que ajudarão a afinar o sistema de inteligência artificial.


Amazon Echo: três casos polêmicos envolvendo a Alexa

Amazon Echo e sua assistente virtual Alexa têm assustado usuários dos Estados Unidos. Concorrente do Google Home e Apple HomePod, o aparelho promete facilitar a rotina dentro de casa ao oferecer controles por voz, integração com aplicativos e ajuda com agendas e previsão do tempo. Mas, assim como outros dispositivos inteligentes, o fato de “estar sempre ouvindo” vem chamando atenção.

A seguir, relembre três casos polêmicos envolvendo a Alexa e o seu smart speaker Amazon Echo. Apesar das falhas com gravação de conversas privadas e respostas inusitadas, a assistente pode vir a ser peça-chave para resolver um caso de assassinato.

1. Risadas misteriosas

Diversos usuários da Alexa denunciaram nos últimos meses que o aparelho da Amazon estava emitindo sons de risada de repente, sem nenhuma palavra de ativação. De acordo com as pessoas que presenciaram a falha – e que até mesmo desconectaram a assistente virtual com medo do que ela pudesse estar ouvindo –, os áudios soavam como uma voz realista e “arrepiante”.

Segundo a Amazon, os sons estariam sendo causados por ruídos de resfriamento. Além disso, a fabricante prometeu alterar a forma que os usuários podem solicitar uma risada do smart speaker. Em vez de “Alexa, rir”, o comando passa para “Alexa, você pode rir?”; assim, a assistente confirma a ação antes de fazê-lo.

2. Conversa de casal

Outro caso misterioso em que a Alexa está envolvida é a gravação da conversa de um casal, nos Estados Unidos. Enquanto falavam sobre pisos de madeira, o Amazon Echo capturou o conteúdo, salvou e enviou como mensagem de voz para um funcionário do marido. Ao receber o áudio, o homem alertou o chefe sobre a possibilidade de estar sendo “vigiado” pelo Amazon Echo.

Segundo o casal, o caso foi relatado para a Amazon e um engenheiro da assistente pediu desculpas pela situação. De acordo com a empresa, que confirmou o erro, o problema não se tratou de um hack, mas de palavras interpretadas erroneamente pela Alexa, que entendeu a confirmação de “enviar mensagem” durante a conversa.

3. Caso de polícia

Echo Dot é a versão mais simples do Amazon Echo, que também recebe a assistente Alexa (Foto: Divulgação/Amazon)Echo Dot é a versão mais simples do Amazon Echo, que também recebe a assistente Alexa (Foto: Divulgação/Amazon)

Echo Dot é a versão mais simples do Amazon Echo, que também recebe a assistente Alexa (Foto: Divulgação/Amazon)

Apesar de “estar sempre ouvindo” para captar comandos e ajudar o usuário, a Alexa pode ser considerada por algumas pessoas como um pouco invasiva. Mas, durante uma investigação de assassinato nos Estados Unidos, essa função pode se tornar muito útil para resolver o caso. Acusado de matar um amigo em 2015, um homem decidiu entregar os dados de áudio do Amazon Echo que estava ligado no apartamento na noite do assassinato.

O objetivo é que as autoridades encontrem alguma prova armazenada no dispositivo. Entretanto, segundo a fabricante, os aparelhos ficam ligados no modo de escuta apenas para identificar a palavra “Alexa”. Caso nada seja dito em torno de 16 segundos depois, a assistente volta para o estado anterior, sem fazer gravações ininterruptas.


Veja ainda: http://www.techtudo.com.br/noticias/noticia/2016/10/google-home-amazon-echo-e-homekit-pros-e-contras-de-comprar-um-assistente.html

Os novos Assistentes domésticos de Inteligência artificial de controlo por voz começam a dar largos passos na utilização doméstica; respondem-nos a perguntas, esclarecem dúvidas e controlam aparelhos e electrodomésticos e, brevemente, estarão interligados e controlarão os sistemas de domótica nas casas; das janelas, às luzes e aos alarmes.

  1. Estando estes sistemas baseados na internet, como encara este desenvolvimento tecnológico
  2. Assinale as vantagens e desvantagens relativamente aos sistemas de domótica convencionais.

Cotação: 20% da média da Unidade em estudo.11

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Manuel Bernardo

Abaixo deixamos algumas das já possíveis utilizações para estes aparelhos; embora estejam em chinês, as imagens falam por si!

 

CEAC Fórum de Julho 2018 – Evolução das Baterias – Clique aqui para aceder

 

CEAC FÓRUM – Tesla vai construir a maior bateria do mundo

CEAC FÓRUM – A Tesla vai construir a maior bateria do mundo. Vai ser construída na Austrália e vai servir toda a população de um estado que tem quase um milhão de quilómetros quadrados (Portugal tem 92 mil). Esta bateria é baseada na tecnologia que a empresa de Elon Musk tem usado nas suas Powerwalls, garantindo o funcionamento normal dos aparelhos elétricos domésticos em caso de quebra de energia por parte do fornecedor.

 O estado australiano da Austrália do Sul foi alvo de uma série de tempestades o ano passado, que deixaram os quase 1,7 milhões de habitantes desta região sem eletricidade durante vários dias, em três ocasiões, nos últimos 10 meses. A mais recente foi uma onde de calor, que forçou o governo estatal a criar uma medida de preservação de energia para a população. Embora esteja concentrada em redor da capital Adelaide, muitas pessoas vivem isoladas em quintas.

A resposta foi dada pela Tesla, que ganhou o concurso público para o fornecimento de energia. A resposta é uma Powerpack gigante, que vai ser a maior bateria de iões de lítio do mundo. Vai ter uma capacidade de 100 MW e gerar um máximo de 129 MWh, suficiente para fornecer energia a 30 mil casas, a partir de fontes renováveis, em caso de emergência. A bateria vai ser construída na cidade de Jamestown, a norte de Adelaide, mais próxima das regiões rurais. A Powerpack vai ficar pronta em dezembro, de acordo com a promessa de Elon Musk.


Este mês e a propósito da notícia anterior gostaríamos de abordar o tema das baterias; desde a invenção no século 19 as baterias sofreram uma evolução significativa quer a nível de duração quer a nível de formato. Neste momento Elon Munk, o CEO da Tesla além de nos preparar as viagens comerciais para Marte (clique aqui para ver) prepara-se para construir o maior armazém energético das energias de fontes de energias renováveis.

 


Como mudaria as nossas vidas se esta invenção não fosse tão apurada? Na sua vida pessoal e profissional, quantos aparelhos utilizam uma bateria? Faça um levantamento (o mais certo possível e indique todos os aparelhos que o têm).

Cotação: 20% da média da Unidade em estudo.

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Manuel Bernardo

 

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