Blog Sustentabilidade Energética e Construção

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Este é um espaço de aprendizagem colaborativa com discussão de temas relevantes para promoção da reflexão e partilha de conhecimento, opiniões e experiência.

Clique abaixo para aceder ao último tema.

CEAC Fórum Janeiro – Igualdade de Género: Clique aqui para aceder

CEAC Fórum Janeiro – Igualdade de Género


CEAC Fórum: Este mês iremos abordar o tema da igualdade do género no sector da manutenção e reparação e nas áreas tecnológicas em geral.

Recorrentemente constatamos que nas áreas técnicas da manutenção e reparação, em particular no sector da electricidade e construção praticamente não existe população do sexo feminino; é possível ver mulheres nas empresas deste sector apenas em trabalhos não especializados como recepcionistas, caixa ou na contabilidade, raramente trabalhando no terreno.

Considera esta uma situação justa? A que se deve na sua opinião, esta situação?

Considera que existem tarefas demasiado duras para serem executadas pelas mulheres que as impedem de aceder a este sector profissional, vê algum tipo de limitação na execução de tarefas pela mulher no contexto desta profissão ou considera que existem vantagens?

Veja e leia as notícias abaixo, reflicta e dê-nos a conhecer a sua opinião.

A cientista que ganhou 25 milhões de euros

Mulheres electricistas

3 mulheres mecânicas

http://expresso.sapo.pt/sociedade/2018-01-06-Governo-estuda-certificado-de-igualdade-de-genero-para-empresas

https://sol.sapo.pt/artigo/594879/isl-ndia-lei-obriga-empresas-a-pagar-salarios-iguais-a-homens-e-mulheres-

 

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Manuel Bernardo


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CEAC Fórum Dezembro – Energia Alternativas – Clique aqui para abrir

CEAC Fórum  – Energia Alternativas

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CEAC FÓRUM: A Energia Fotovoltaica tem registado um crescimento notável nos últimos anos. Apesar do interesse que ela desperta, apenas 1,5% da energia usada na Europa provém do sol. Várias razões explicam esta percentagem reduzida. A energia solar é descontínua, é difícil armazená-la e há, ainda, o custo elevado dos painéis solares.

No centro de Eletrónica e Microtécnica (CSEM) em Neuchatel, na Suíça, os investigadores testam novas tecnologias para melhorar a eficência da energia solar e torná-la mais atrativa para o mercado.

Quanto mais barata e eficiente for a energia solar, mais pessoas estarão dispostas a comprar painéis solares.

A longo prazo, esses fatores poderão permitir uma redução de custos devido às economias de escala.

Menor uso de metal, redução de custos e aumento do nível de absorção da luz do sol são algumas das melhorias em estudo.

“Há duas grandes diferenças entre os antigos e os novos painéis. Uma é visível, a outra é invisível. Nesta célula podemos ver três bandas de cobre que permitem a extração da corrente, estão cheios de linhas de prata. Neste caso, temos trinta linhas de cobre e menos prata, há um ganho de cinco por cento em termos de custo de produção. É a primeira diferença. A segunda diferença é invisível. Aqui acrescentámos uma camada nanométrica de uma outra forma de silício que permite um aumento da tensão de quinze por cento, ou seja, um aumento do rendimento de 15 por cento”, explica Christophe Ballif, director do Centro Fotovoltaico do CSEM.

“Outra vantagem: quando colocamos esta geração de painéis solares ao sol, verificamos que eles aquecem mas o rendimento diminiu muito menos em relação a este tipo de painéis, que são duas vezes menos rápidos. Em consequência, fazemos mais quilowatts por hora”.

Uma das etapas importantes do processo, é testar a resistência do painel solar. Para tal, são utilizadas bolas de gelo de quatro centímetros produzidas por um frigorífico especial. As bolas são lançadas contra o painel a uma velocidade de 27 metros por segundo. Trata-se de uma forma de verificar a resistência da estrutura, em particular da camada fina de silício. Para passar o teste, as capacidades elétricas devem manter-se inalteradas.

É também fundamental testar a capacidade dos painéis solares para suportar pesos.

Os tijolos de metal são colocados no painel até se atingir um peso total de mil quilos por metro quadrado. O teste do peso serve para simular ventos fortes e nevões.

Os testes são uma base para selecionar os melhores materiais para a construção dos painéis.

“Além dos testes de fiabilidade, há também testes de desempenho elétrico. São muito importantes porque vão permitir quantificar a eletricidade que é produzida pelo módulo, que é de facto a informação importante que queremos possuir. Para tal, utilizamos mesas de luz, como vemos aqui atrás que estimulam o espetro do sol e que permitem quantificar a eficácia da eletricidade. Este tipo de medida permite também saber se há defeitos na fabricação do módulo, nomeadamente ao nível das interconexões elétricas”, acrescenta o investigador.

Os painéis solares são muitas vezes criticados por razões estéticas. Por isso, os investigadores suíços criaram este painel chamado ‘terracota’ com uma cor que combina com grande parte dos telhados das casas europeias.

O projeto do Centro Suíço de Eletrónica e Microtécnica é desenvolvido com parceiros industriais.

Para os investigadores, a diminuição do custos das tecnologias e a melhoria da eficiência energética dos módulos fotovoltaicos é essencial para expandir o uso dos painéis solares.

Como é do conhecimento geral, Portugal é um dos País da Europa que mais Sol tem durante todo o ano. Neste contexto, seria de considerar que o nosso país integrasse a utilização massiva destes painéis solares que nos poderíamos tornando-nos assim progressivamente independentes na produção de energia elétrica, diminuindo assim as importações, que tanto pesam na nossa economia.

Fonte: Euronews


Como todos sabemos Portugal é um país muito soalheiro; de facto, na Europa, Lisboa é a terceira cidade com mais horas de sol, à frente de Madrid ou Atenas:

The 10 sunniest cities in Europe (hours sunshine per year)
1. Valletta, Malta – 2,957
2. Marseilles, France – 2,858
3. Lisbon, Portugal – 2,799
4. Madrid, Spain – 2,769
5. Athens, Greece – 2,771
6. Nice, France – 2,724
7. Monaco, Monaco – 2,724
8. Tirana, Albania – 2,544
9. Barcelona, Spain – 2,524
10. Podgorica, Montenegro – 2,480

fonte: Telegraph

Portugal, apesar de todo o sol que recebe, tem uma produção de Energia eléctrica a partir do sol (Fotovoltaica) continua a ser muito baixa; ocupamos a 30ª posição mundial abaixo de vizinhos nossos como a Espanha (10ª posição) ou Grécia (14º lugar):

Posição
País
1
 China
2
 Japan
3
 Germany
4
 United States
5
 Italy
6
 United Kingdom
7
 India
8
 France
9
 Australia
10
 Spain
11
 South Korea
12
 Belgium
13
 Canada
14
 Greece
15
 Thailand
16
 Czech Republic
17
 Netherlands
18
 Switzerland
19
 Chile
20
 South Africa
21
 Taiwan
22
 Romania
23
 Austria
24
 Bulgaria
25
 Pakistan*
26
 Israel
27
 Philippines
28
 Denmark
29
 Turkey
30
 Portugal
31
 Honduras*
32
 Algeria
33
 Mexico
34
 Malaysia
35
 Sweden
36
 Norway
37
 Finland

fonte: wikipedia

Considerando a exposição solar de portugal, poderíamos tornar-nos independentes na produção de energia eléctrica a partir da energia Fotovoltaica. Neste contexto levanta-se uma questão: porque razão a produção eléctrica a partir da energia solar é ainda tão baixa?

Comente a anterior pergunta incluindo ainda na sua resposta alguma pesquisa relativa aos dados seguintes:

  1. Na sua zona de residência (2 km raio) quantos edifícios/residências com energia fotovoltaica consegue identificar?
  2. Consideraria mudar para este sistema na sua residência?

Sites de pesquisa:

http://www.ecoplug.pt/simulador-autoconsumo7

http://www.jornaldenegocios.pt/empresas/energia/detalhe/energia_solar_vai_crescer_20_vezes_nos_proximos_anos_em_portugal

https://pt.wikipedia.org/wiki/Energia_solar_fotovoltaica

 

 

 

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CEAC Fórum Novembro – Inteligência Artificial – Clique aqui para abrir

CEAC Fórum  Inteligência Artificial

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CEAC FÓRUM: Já se imaginou a viver e sobretudo a trabalhar sem internet? Já imaginou um futuro em que muitas das empresas não são físicas mas apenas pessoas? Pessoas que trabalham a partir de casa ou de uma esplanada ou até mesmo de um parque enquanto acompanham as brincadeiras dos seus filhos? Onde não são necessários arquivos ou armários cheios até cima de pastas? Onde as pessoas trabalham de forma colaborativa numa mesma plataforma online, a partir de qualquer lugar e a qualquer hora? Onde as reuniões são feitas à distância?

Este cenário é a nova tendência incontornável à qual todos nós, em mais ou menos tempo nos teremos de adaptar, de forma direta ou indireta.

A influência da internet no nosso quotidiano fez emergir novas formas de relacionamento interpessoal, de reorganização de ordem social, novos mecanismos de distribuição de conteúdos e novos modelos de negócio. Paralelamente impulsionou a reflexão sobre os limites da liberdade individual, a salvaguarda dos direitos de autor e o risco da perda de produtividade laboral.

A Internet conferiu poder ao indivíduo, deu-lhe voz numa dimensão planetária. As empresas dão-lhe agora mais importância do que nunca, procuram marcar a sua presença reconhecendo que os seus públicos estão sempre ligados à web. Paradoxalmente insurge um sentimento de temor pela perda de uma imagem construída ao longo de anos que poderá desmoronar-se ao ritmo a que se desenrola a comunicação no ciberespaço.

O equilíbrio destas forças impõe-se. O espaço e o tempo comprimiram-se. Em duas décadas, o mundo definitivamente diminuiu! Nos últimos anos algumas áreas e determinados sectores de atividade têm vindo a passar por diversas mudanças, quer no seu quotidiano quer no seu modelo de negócio.

A revolução digital é um facto consumado. É impossível negá-lo ou ignorá-lo.

Para o fórum mensal deste mês proponho-vos uma pesquisa/debate sobre a influência das novas tecnologias na vossa vida profissional e na atividade das empresas.

Como sugestão, podem refletir sobre algum dos seguintes assuntos:

– De que modo o vosso trabalho foi afetado/melhorado por influência das novas tecnologias?

– A relação com clientes e fornecedores alterou-se?

– Qual o impacto da inteligência artificial no seu contexto de trabalho e na sua visa pessoal?

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Manuel Bernardo
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CEAC Fórum Outubro – Regresso ao passado? – Clique aqui para abrir

CEAC Fórum Outubro – Regresso ao passado

CEAC Fórum: Betão da Roma Antiga Mais Resistente e Ecológico que o Actual

É curioso ver como, com toda a tecnologia que temos ao nosso dispor hoje em dia, ainda há coisas da antiguidade que nos intrigam e surpreendem. Por exemplo, o betão feito pelos Romanos e que depois de mais de dois mil anos continua a resistir, mesmo em situações complicadas como os portos marítimos. Um feito notável considerando que o betão actual dificilmente resiste mais de 50 anos em condições idênticas.

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Mas agora, investigadores acreditam ter descoberto o segredo do betão da Roma antiga abrindo caminho para que possa voltar a ser usado na construção. Este betão não só é mais resistente como também é mais ecológico que o actual (cuja produção é responsável por 7% de todas as emissões de CO2).

 

transferir (3)

A receita romana inclui uma mistura de cal e cinza vulcânica que lhe dá uma consistência e resistência superior às das receitas actuais – e as provas parecem estar à vista, com todas as estruturas que ainda hoje resistem à força das águas, e provavelmente o continuarão a fazer por mais alguns milhares de anos. Faz-nos pensar quantos mais segredos da antiguidade estarão perdidos, e com os quais poderíamos (re)aprender algumas coisas…

Considerando o artigo anterior comente e fundamente que outras técnicas e ou materiais que estão actualmente em desuso ou extintos mas poderão ser de qualidade e sustentabilidade energética bem superior às actuais, fundamente a sua opinião.

Sugestões de consulta

http://aminhaalegrecasinha.com/2013/06/betao-da-roma-antiga-mais-resistente-e.html

https://pt.wikipedia.org/wiki/Cal%C3%A7ada_portuguesa

Portugal: construção em taipa vem colmatar as preocupações ambientais (com FOTOS)

http://www.diarioimobiliario.pt/Actualidade/Sustentabilidade/Casas-Low-Cost-utilizando-a-terra

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CEAC Fórum de Setembro 2018 – Drones na Inspecção de Infraestruturas- Clique aqui para aceder

CEAC Fórum Setembro – Drones na Construção Civil e Inspeção de Infraestruturas

CEAC FÓRUM – O recurso a drones na construção e gestão de activos de infraestrutura para recolha de vídeos e imagens aéreas para obtenção de dados para suas decisões estratégicas é já uma realidade.

Ao contrário do que já acontece há algum tempo na Agricultura de Precisão, onde as aeronaves tripuladas e orientadas por satélite já são realidade e estão facilmente disponíveis aos produtores. Na construção  civil e nas inspeções profissionais historicamente haviam poucas opções.

Até recentemente o processo de planeamento de construção e documentação era 100% manual. Contratar helicópteros ou aviões para tirar imagens aéreas era demasiado caro ou logisticamente inviável devido às restrições de espaço aéreo. Então chegaram os pequenos drones, ou multirrotores particulares, que apareceram aos montes e quando bem operados e devidamente legalizados podem voar com segurança em altitudes mais baixas e bem mais próximos dos objetos, bem diferente de antigamente.

No mundo da inspeção os drones proporcionam um custo muito mais baixo para o serviço. A grande vantagem é que o trabalho é realizado com 100% de segurança, evitando o uso de profissionais qualificados em rapel, utilizando cordas, escadas, andaimes.

Uma inspeção tradicional (com cordas) para aceder a um parque eólico pode envolver dois ou três trabalhadores, que precisam de pelo menos metade de um dia para começar o trabalho e conseguir produzir uma série de fotos para um relatório que deve ser feita a cada 12 ou 18 meses. Já com os drones é bem diferente.

Existem muitos outros exemplos dos benefícios que os drones podem oferecer comparados às abordagens tradicionais; uma inspeção padrão de uma ponte custa leva de oito a dez horas, utiliza uma equipe de quatro pessoas e equipamentos pesados. A mesma inspeção com um drone precisa de apenas duas pessoas e é realizada em apenas duas horas a um custo significativamente mais baixo.

Considerando a notícia apresentada, gostaríamos de saber que no seu contexto pessoal ou profissional já observou um Drone em acção? Que inconvenientes ou ameaças encontra para a utilização destes equipamentos? Participe neste Fórum CEAC.

CEAC Fórum de Agosto 2018 – Domótica – Clique aqui para aceder

CEAC Fórum Agosto – Assistentes Inteligentes

CEAC FÓRUM – A ofensiva pelo controlo das casas vai-se intensificando, a Xiaomi lançou a sua coluna com assistente inteligente, a Mi Air Speaker, para fazer frente a propostas como o Amazon Echo, Google Home, e o HomePod da Apple.

Os utilizadores podem usar o aparelho para dar comandos de voz e controlar toda uma panóplia de dispositivos inteligentes – aqui com o factor positivo de, ao contrário dos seus concorrentes, a Xiomi também fabricar e vender todo um conjunto de módulos para casas inteligentes, como tomadas, lâmpadas, sensores, e muito mais – para além de outros produtos de parceiros que se vão juntado à sua plataforma.

Outra grande vantagem destes Mi AI Speaker é o preço que, na boa tradição da Xiaomi, arrasa a concorrência, pois na China esta “coluna inteligente” custará apenas 38 euros; com os primeiros compradores a poderem até apanhá-lo por menos de 1 euro, servindo o papel de beta testers que ajudarão a afinar o sistema de inteligência artificial.


Amazon Echo: três casos polêmicos envolvendo a Alexa

Amazon Echo e sua assistente virtual Alexa têm assustado usuários dos Estados Unidos. Concorrente do Google Home e Apple HomePod, o aparelho promete facilitar a rotina dentro de casa ao oferecer controles por voz, integração com aplicativos e ajuda com agendas e previsão do tempo. Mas, assim como outros dispositivos inteligentes, o fato de “estar sempre ouvindo” vem chamando atenção.

A seguir, relembre três casos polêmicos envolvendo a Alexa e o seu smart speaker Amazon Echo. Apesar das falhas com gravação de conversas privadas e respostas inusitadas, a assistente pode vir a ser peça-chave para resolver um caso de assassinato.

1. Risadas misteriosas

Diversos usuários da Alexa denunciaram nos últimos meses que o aparelho da Amazon estava emitindo sons de risada de repente, sem nenhuma palavra de ativação. De acordo com as pessoas que presenciaram a falha – e que até mesmo desconectaram a assistente virtual com medo do que ela pudesse estar ouvindo –, os áudios soavam como uma voz realista e “arrepiante”.

Segundo a Amazon, os sons estariam sendo causados por ruídos de resfriamento. Além disso, a fabricante prometeu alterar a forma que os usuários podem solicitar uma risada do smart speaker. Em vez de “Alexa, rir”, o comando passa para “Alexa, você pode rir?”; assim, a assistente confirma a ação antes de fazê-lo.

2. Conversa de casal

Outro caso misterioso em que a Alexa está envolvida é a gravação da conversa de um casal, nos Estados Unidos. Enquanto falavam sobre pisos de madeira, o Amazon Echo capturou o conteúdo, salvou e enviou como mensagem de voz para um funcionário do marido. Ao receber o áudio, o homem alertou o chefe sobre a possibilidade de estar sendo “vigiado” pelo Amazon Echo.

Segundo o casal, o caso foi relatado para a Amazon e um engenheiro da assistente pediu desculpas pela situação. De acordo com a empresa, que confirmou o erro, o problema não se tratou de um hack, mas de palavras interpretadas erroneamente pela Alexa, que entendeu a confirmação de “enviar mensagem” durante a conversa.

3. Caso de polícia

Echo Dot é a versão mais simples do Amazon Echo, que também recebe a assistente Alexa (Foto: Divulgação/Amazon)Echo Dot é a versão mais simples do Amazon Echo, que também recebe a assistente Alexa (Foto: Divulgação/Amazon)

Echo Dot é a versão mais simples do Amazon Echo, que também recebe a assistente Alexa (Foto: Divulgação/Amazon)

Apesar de “estar sempre ouvindo” para captar comandos e ajudar o usuário, a Alexa pode ser considerada por algumas pessoas como um pouco invasiva. Mas, durante uma investigação de assassinato nos Estados Unidos, essa função pode se tornar muito útil para resolver o caso. Acusado de matar um amigo em 2015, um homem decidiu entregar os dados de áudio do Amazon Echo que estava ligado no apartamento na noite do assassinato.

O objetivo é que as autoridades encontrem alguma prova armazenada no dispositivo. Entretanto, segundo a fabricante, os aparelhos ficam ligados no modo de escuta apenas para identificar a palavra “Alexa”. Caso nada seja dito em torno de 16 segundos depois, a assistente volta para o estado anterior, sem fazer gravações ininterruptas.


Veja ainda: http://www.techtudo.com.br/noticias/noticia/2016/10/google-home-amazon-echo-e-homekit-pros-e-contras-de-comprar-um-assistente.html

Os novos Assistentes domésticos de Inteligência artificial de controlo por voz começam a dar largos passos na utilização doméstica; respondem-nos a perguntas, esclarecem dúvidas e controlam aparelhos e electrodomésticos e, brevemente, estarão interligados e controlarão os sistemas de domótica nas casas; das janelas, às luzes e aos alarmes.

  1. Estando estes sistemas baseados na internet, como encara este desenvolvimento tecnológico
  2. Assinale as vantagens e desvantagens relativamente aos sistemas de domótica convencionais.

Cotação: 20% da média da Unidade em estudo.11

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Abaixo deixamos algumas das já possíveis utilizações para estes aparelhos; embora estejam em chinês, as imagens falam por si!

 

CEAC Fórum de Julho 2018 – Evolução Baterias – Clique aqui para aceder

CEAC FÓRUM – Tesla vai construir a maior bateria do mundo

CEAC FÓRUM – A Tesla vai construir a maior bateria do mundo. Vai ser construída na Austrália e vai servir toda a população de um estado que tem quase um milhão de quilómetros quadrados (Portugal tem 92 mil). Esta bateria é baseada na tecnologia que a empresa de Elon Musk tem usado nas suas Powerwalls, garantindo o funcionamento normal dos aparelhos elétricos domésticos em caso de quebra de energia por parte do fornecedor.

 O estado australiano da Austrália do Sul foi alvo de uma série de tempestades o ano passado, que deixaram os quase 1,7 milhões de habitantes desta região sem eletricidade durante vários dias, em três ocasiões, nos últimos 10 meses. A mais recente foi uma onde de calor, que forçou o governo estatal a criar uma medida de preservação de energia para a população. Embora esteja concentrada em redor da capital Adelaide, muitas pessoas vivem isoladas em quintas.

A resposta foi dada pela Tesla, que ganhou o concurso público para o fornecimento de energia. A resposta é uma Powerpack gigante, que vai ser a maior bateria de iões de lítio do mundo. Vai ter uma capacidade de 100 MW e gerar um máximo de 129 MWh, suficiente para fornecer energia a 30 mil casas, a partir de fontes renováveis, em caso de emergência. A bateria vai ser construída na cidade de Jamestown, a norte de Adelaide, mais próxima das regiões rurais. A Powerpack vai ficar pronta em dezembro, de acordo com a promessa de Elon Musk.


Este mês e a propósito da notícia anterior gostaríamos de abordar o tema das baterias; desde a invenção no século 19 as baterias sofreram uma evolução significativa quer a nível de duração quer a nível de formato. Neste momento Elon Munk, o CEO da Tesla além de nos preparar as viagens comerciais para Marte (clique aqui para ver) prepara-se para construir o maior armazém energético das energias de fontes de energias renováveis.


Como mudaria as nossas vidas se esta invenção não fosse tão apurada? Na sua vida pessoal e profissional, quantos aparelhos utilizam uma bateria? Faça um levantamento (o mais certo possível e indique todos os aparelhos que o têm).

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CEAC Fórum Junho 2018 – Maus colegas no trabalho: Clique aqui para aceder

CEAC FÓRUM – Maus colegas no trabalho

CEAC FÓRUM – Li recentemente este artigo (http://saldopositivo.cgd.pt/7-habitos-que-incomodam-os-seus-colegas-trabalho/) que me chamou a atenção porque na realidade todos nós conseguimos identificar o que mais nos incomoda na conduta das pessoas com quem trabalhamos mas, como seres únicos que somos, raramente nos apercebemos do que incomoda os outros no nosso comportamento, a menos que nos digam.

Num ambiente de trabalho os comportamentos dos colaboradores podem ter um impacto importante na produtividade e imagem da empresa.

 

Muitas vezes ao tomarmos conhecimento do que sentem as outras pessoas tornamo-nos mais atentos o que nos ajuda a alterar determinados hábitos pois percebemos que podem incomodar os nossos colegas, esta compreensão poderá transformar o nosso dia-a-dia numa experiência positiva.

Sendo assim proponho-vos uma reflexão sobre esta questão e que identifiquem aqueles hábitos que têm o poder de vos pôr os “nervos em franja”; por outro lado e, não menos importante, reflicta sobre aqueles que poderão ser os seus maus hábitos de trabalho que afectam os outros.

Pense nisto e participe no Fórum enviando o seu comentário, opinião pessoal ou pesquisa. Para participar basta clicar em INSERIR COMENTÁRIO, não esquecendo de indicar o seu nome e turma para que o seu contributo seja avaliado. Os vossos comentários serão primeiro sujeitos à aprovação do professor pelo que podem não ficar imediatamente disponíveis.

Veja também:

http://www.e-konomista.pt/artigo/maus-habitos-no-trabalho/

http://www.rhportal.com.br/artigos-rh/os-maus-hbitos-profissionais-que-voc-no-sabe-que-tem/

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Fórum Maio – Profissionais para as Alterações Climáticas – Clique aqui para aceder

técnico de gestao ambiental

Em março o ministro do Ambiente apontou várias disciplinas do conhecimento como fundamentais para conter as alterações climáticas, que ameaçam Portugal quer pelo aumento das temperaturas quer pela subida do nível médio das águas do mar.

Da parte do poder político, João Pedro Matos Fernandes afirmou que está a ser feita despesa: “70 milhões de euros para proteger o território das cheias” e “150 milhões no litoral para o tornar mais resiliente” e resistir ao avanço das águas, provocado quer pelo aumento do nível médio das águas quer pelos fenómenos meteorológicos.

Por exemplo, no setor da construção, há muito a fazer:

“Em Portugal e no mundo é o de pior eficiência material, em que são precisos mais quilos de matéria prima para produzir um euro de valor”.

Para cumprir as metas do acordo de Paris, em que se decidiu conter o aumento da temperatura global a um máximo de dois graus centígrados no fim do século, a tecnologia também terá que evoluir em áreas como o armazenamento de energia proveniente de fontes renováveis.

A engenharia dos materiais, destacou, é “nuclear para a possibilidade de remanufaturar e reparar aparelhos”, outro aspeto da economia circular para a qual Matos Fernandes considera essencial que se caminhe.

Para quê, interrogou-se, ter um berbequim em casa “que trabalha doze minutos durante uma vida inteira?”. Em vez de proprietários, podemos ser “utilizadores” desse tipo de tecnologia, sem deixar de a ter disponível quando é precisa.

“Deixar de utilizar matéria prima virgem é fundamental. Portugal tem um parque de construção que pode, todo ele, ser usado na construção e reabilitação de edifícios. Não precisamos de ir buscar mais areia aos rios ou pedra às pedreiras, ela já está cá fora”, declarou o governante.

Fonte: Observador.pt

 


No contexto da notícia e vídeos anteriormente apresentados queremos que nos dê a sua visão de, como profissional, poderá contribuir no presente e futuro para garantir um ambiente mais estável. Que tipo de materiais ou iniciativas pensa que poderão levar a infraestruturas (construções, instalações, etc) mais eficientes e amigas do ambiente? Acha que a nossa atitude enquanto profissionais pode fazer a diferença ou a responsabilidade é apenas dos organismos reguladores?


 

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Não se esqueça de comentar os seus colegas!

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O Fórum de Discussão permite debater e abordar novas ideias, visa o desenvolvimento e a discussão de temas atuais, no âmbito da formação, enriquecendo o conhecimento de todos com a experiência e visão de cada um! Fico a aguardar as vossas participações com expectativa, o vosso contributo é muito importante para o sucesso deste fórum.

Bom trabalho e um bom Fórum para todos!

Fórum Abril – Quintas Solares – Clique aqui para aceder

Se há locais na Terra onde o Sol bate com regularidade, então esses locais não estão a ser bem aproveitados para produção de energia. Mas isso vai mudar na Austrália, com um novo projeto que vai aproveitar o extenso território do país e dar origem a uma quinta solar com mais de três milhões de painéis, no que vai ser o primeiro passo para popularizar o uso de energia solar nos Antípodas.

Oficialmente, 18 por cento do território australiano é desértico, mas no total 35 por cento do território tem pouca vegetação, pelo que há um grande potencial para o uso da energia solar. O Grupo Lyon vai construir este ano a maior quinta de energia solar do mundo, no estado da Austrália do Sul, na zona de Riverland, que tem um clima mediterrânico. Esta quinta estará pronta até ao final do ano, e vai ter 1,1 milhões de baterias e 3,4 milhões de painéis solares.

A quinta vai ter uma capacidade de produção de 330 MW de energia. Uma quinta semelhante, na vizinha Roxby Downs, também está em construção, para ficar em 2018, vai produzir 120 MW, com 1,3 milhões de painéis e 1,1 milhões de baterias. O custo total das duas quintas solares é de 950 milhões de dólares australianos (674 milhões de euros).

Em Portugal prepara-se a terceira vaga da revolução das energias renováveis. As centrais solares previstas para os próximos anos implicam investimentos no valor de 500 milhões de euros.

A energia solar fotovoltaica corresponde apenas a 2,4% do total de potência instalada renovável em Portugal. Com as 15 centrais planeadas, este valor promete crescer dos 300 megawatts (MW) para os 900 megawatts, cruzando os dados da secretaria de Estado da Energia, promotores e processos de consulta pública.

O investimento mais elevado num só projecto vai ter lugar na central solar de Alcoutim, distrito de Faro. O consórcio sino-celta China Triumph International Engineering /Welink vai investir 200 milhões de euros para construir uma central com 220 megawatts de potência, que será, quando estiver concluída, a maior central solar em Portugal. Até agora, esse lugar é ocupado pela central da Amareleja com 45,8 megawatts.

Já a Hyperion, do antigo presidente da EDP João Talone, está a preparar-se para investir um total de 130 milhões de euros para construir 150 megawatts de energia solar fotovoltaica. São cinco centrais solares planeadas pela Hyperion no Alentejo, em Ferreira do Alentejo, Moura (duas), Évora e Sousel. Apenas a de Évora já tem luz verde para avançar, enquanto as restantes quatro estão actualmente em processo de consulta pública.

Outras cinco centrais solares fotovoltaicas estão a ser construídas também no Alentejo pela Expoentfokus, empresa de Santo Tirso. O investimento total deverá ficar entre os 100 e os 120 milhões de euros para construir centrais em Ourique, Évora e Nisa com uma potência total de 130 megawatts. Após construídas, estas centrais solares vão passar para as mãos de um fundo dinamarquês, revela ao Negócios Fernando Seixo, da Expoentfokus.

Sem surpresas, a maioria das centrais solares planeadas está localizada no Alentejo pois é nesta região, a par do Algarve, que se registam os maiores valores de radiação solar em Portugal Continental.

Também a portuguesa Exus Management Partners prepara-se para construir quatro centrais solares, cujos projectos já estão aprovados, com três delas localizadas em Alcácer do Sal, Castelo de Vide e Salvaterra de Magos.

Esta companhia – liderada pelo ex-vice-presidente da Iberwind, António Gellweiler, e pelo ex-administrador da EDP Renováveis, Pedro Adão Fonseca – quer investir 60 milhões de euros para construir estas quatro centrais com uma potência de 67 megawatts. A construção destes projectos deve arrancar no segundo semestre deste ano, devendo estar concluídos até 2018.

“As razões para esta aposta prendem-se com o facto de a energia solar fotovoltaica ser neste momento uma tecnologia madura e competitiva, e Portugal dispor de condições naturais muito favoráveis, permitindo reforçar o ‘mix’ energético renovável nacional, onde já tem bastante destaque a energia de origem hídrica e eólica”, segundo fonte oficial da Exus.

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Portugal parece agora acreditar em projectos de grande dimensão.

Que importância e impacto terá na empregabilidade do sector da Construção e Energias Renováveis? E para o país e o Ambiente? Será rentável ou considera que seria mais um “elefante branco” para aumentar a nossa dívida externa?

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