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Fórum do mês de fevereiro – Qualidades do Cuidador

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5 Qualidades do cuidador

Caros alunos e alunas,

Neste mês de fevereiro iremos falar sobre as qualidades de um cuidador.

Ser cuidador , embora traga muitas recompensas, é uma das tarefas mais difíceis e árduas no campo da saúde. Independente do tipo de cuidador, familiar ou profissional contratado, todos vivem sob uma carga emocional muito grande. Entre eles há os que têm alguma coisa especial que os move no tratamento dos pacientes e há aqueles que apenas o fazem pela remuneração. Invariavelmente todos são testados psicologicamente até ao limite.

Nem todas as pessoas são talhadas para serem um cuidador. Mas, uma vez dedicado a esta função, existem qualidades e características básicas que fazem a diferença.

Eis aqui 5 qualidades que consideramos essenciais para a excelência de cuidador.

  1. EMPATIA

A empatia talvez seja a característica intrínseca mais importante de um cuidador. E como podemos definir empatia? O que é empatia?

Empatia é a capacidade psicológica para sentir o que sentiria a outra pessoa. Naturalmente há graus diferentes de empatia. Alguns podem ser mais empáticos que outros. Algumas pessoas conseguem colocar-se totalmente no lugar do outro. Estes estão mais preparados a prover cuidados de excelência.

No exercício da empatia a dica é sempre perguntar a si próprio – como eu gostaria de ser tratado? como eu gostaria de receber os cuidados?

  1. CONFIANÇA

Lembre-se de que uma pessoa precisa dos seus cuidados porque perdeu algum grau de independência. É possível que já não seja capaz de preparar as suas refeições, ou lavar-se sozinho, ou vestir-se ou ir ao WC de modo independente. Imagine os sentimentos de tristeza e frustração de alguém que precisa de ajuda até mesmo nas mais simples atividades do dia a dia?

É muito complicado perder a independência e mas é muito pior não encontrar alguém confiável para ajudar.

Idosos dependentes em especial, precisam de cuidadores que lhes transmitam confiança. Embora dependentes, ter alguém em quem confiar pode lhes fazer mais felizes minimizando o sofrimento..

  1. PACIÊNCIA

De modo geral,os idosos precisam de apoio e ajuda, porque com o passar dos anos o seu corpo perde a mobilidade que costumava ter. Facto que pode ser agravado por problemas físicos que comprometem os movimentos, tornando-os mais difíceis, lentos e dolorosos.

Em certos casos, determinadas partes do corpo perdem a capacidade funcional devido a doenças como Parkinson, sequelas de AVC ou artrite. E no caso particular de pacientes com Alzheimer, também perdem algumas funções cognitivas, como perda de memória e de capacidade de processar informações.

Estas dificuldades motoras e cognitivas tornam os idosos mais lentos, e os cuidadores devem ter isso em consideração, dando-lhes um tempo maior nas atividades. Ou seja, paciência é a palavra chave.

É comum os cuidadores impacientes contribuírem para acelerar a perda da independência, ao executarem as tarefas pelo idoso. A sociedade moderna é apressada e gosta das coisas feitas a passos rápidos. Mas quando se trata de idosos, uma qualidade de excelência em cuidados está em aceitar o tempo deles.

A boa regra é permitir que o paciente faça as tarefas tanto quanto possível sozinho. Senão, estaremos a contribuir para acelerar a perda de capacidades físicas e consequente aumento da dependência. Além disso a pessoa idosa, pode sentir-se diminuída na sua auto estima, fator importante para a percepção da qualidade de vida.

Portanto, embora assistida por você, cuidador, dê ao paciente o tempo suficiente para realizar as suas atividades, não acelere.

Paciente com Alzheimer podem repetir a mesma pergunta ou comentário várias vezes, num pequeno lapso de tempo. Exercite a sua paciência e use a sua empatia, coloque-se no lugar dele e lembre-se de que ele acredita que é a primeira vez que faz a pergunta. Responda com naturalidade como se efetivamente fosse a primeira vez.

Uma alternativa eficaz para lidar com esta situação é mudar o foco do paciente para outro assunto de interesse, algo do qual goste de falar ou ouvir, uma cena ou evento passado que traga boas sensações, ou um álbum de fotos antigas. Pode ocorrer que o redirecionamento demore um pouco, pois o paciente pode estar com a atenção fixa no assunto anterior. Novamente conduza-o com paciência,dê-lhe tempo.

Se o paciente está chateado e não cooperativo, dê-lhe tempo e espaço, desde que não envolva algum perigo de ferir alguém ou a ele mesmo. Espere uns 15 ou 20 minutos e retome o assunto de modo calmo e gentil. Se a fonte da frustração é uma atividade que ele rejeita e pode ser adiada – faça isso. Deixe para depois. Se for uma tarefa urgente, convença-o da impossibilidade de adiar.

  1. AUTO CONTROLO

Como já foi dito, o trabalho de cuidar de pacientes com demência é muito difícil. Seja você cuidador familiar ou profissional haverá dias e momentos em que você se sentirá exausto e no limite de sua capacidade.

Você pode estar num dia mau, muito stressado ou de mau humor, no entanto o paciente pode estar num dia bom. Estas situações vão exigir de você muita força de vontade e auto controlo.

Você precisa ser forte o suficiente, mas quando sentir que está a ultrapassar os seus limites, também deve saber reconhecer que está precisando de uma folga, deve pedir ajuda para recuperar suas forças.

  1. FLEXIBILIDADE

Os Cuidadores têm que ser pessoas muito flexíveis. As coisas mudam a cada instante quando se presta cuidados, especialmente a idosos com demência.

Os Familiares podem ser chamados a casa repentinamente. A qualquer momento, pode surgir a necessidade de levar o paciente ao médico ou ao hospital, pois as condições de saúde podem se alterar sem aviso prévio e, no caso de idosos com demência, é frequente a ocorrência de alterações de humor e de comportamento.

Para ser cuidador é preciso estar preparado para se adaptar rápida e constantemente, reorganizando as atividades em função dos acontecimentos.

CONCLUSÃO

Há outras qualidades e características importantes e desejáveis para um cuidador de excelência, mas acreditamos que estas são as 5 mais importantes .

Baseado no artigo original de Angil Tarach-Ritchey postado em Alzheimer’s Reading Room

Reflita sobre o assunto e se desejar recorra a exemplos de situações concretas para ilustrar a sua opinião.
Esta atividade de Fórum permite debater e abordar novas ideias, visa o desenvolvimento e a discussão de temas atuais, relacionados com os temas propostos nas Unidades, no âmbito da formação.
Participe e desenvolva, no seu ponto de vista, o tema exposto a debate. Se desejar, apresente exemplos representativos do que pretende ilustrar. Pode ainda comentar as participações dos colegas.
A sua participação conta 20% para a avaliação da Unidade.

Fórum do mês de janeiro – A Obesidade

Antes de mais, desejo-vos um feliz ano novo!

Após a época festiva e, numa altura em que se fala tanto na alteração das políticas públicas sobre alimentação, proponho a discussão sobre o tema da obesidade.

Factos
A obesidade é evitável.
Em 2014, mais de 1,9 bilião de adultos, com 18 anos ou mais velhos, estavam acima do peso ideal. Destes, mais de 600 milhões eram obesos.
39% dos adultos com 18 anos ou mais estavam acima do peso em 2014, e 13% eram obesos.
A maioria da população do mundo vive em países onde o excesso de peso e a obesidade mata mais pessoas do que o baixo peso.
42 milhões de crianças menores de 5 anos apresentavam excesso de peso ou obesidade em 2013.
O que causa a obesidade e excesso de peso?
Obesidade é definida como aumento de gordura anormal ou excessivo que pode prejudicar a saúde.
O Índice de massa corporal (IMC) é um índice simples, relação peso altura, que é comummente usado para classificar o excesso de peso e a obesidade em adultos. É definido como o peso de uma pessoa em quilogramas dividido pelo quadrado da sua altura em metros (kg / m2).
A definição da OMS é:
um IMC maior do que ou igual a 25 é excesso de peso.
um IMC maior do que ou igual a 30 é a obesidade.
A causa principal da obesidade e do excesso de peso é um desequilíbrio energético entre as calorias consumidas e as calorias gastas. Globalmente, tem havido:
um aumento da ingestão de alimentos altamente energéticos que são ricos em gordura;
um aumento na inatividade física devido à natureza cada vez mais sedentária de muitas formas de trabalho, mudando os modos de transporte, e a crescente urbanização.
As mudanças nos padrões alimentares e de atividade física são muitas vezes o resultado de mudanças ambientais e sociais associadas ao desenvolvimento e à falta de políticas de apoio em sectores como a saúde, agricultura, transportes, planeamento urbano, meio ambiente, processamento de alimentos, distribuição, marketing e educação.
Quais são as consequências de saúde comuns de excesso de peso e obesidade?
doenças cardiovasculares (principalmente doenças cardíacas e acidente vascular cerebral), que foram a principal causa de morte em 2012;
diabetes;
distúrbios músculo-esqueléticos (especialmente osteoporose – uma doença degenerativa altamente incapacitante das articulações);
alguns tipos de cancro (endométrio, da mama e cólon).

O risco para estas doenças não transmissíveis aumenta com o aumento do IMC.
A obesidade infantil está associada a uma maior probabilidade de obesidade na idade adulta, a morte prematura e incapacidade na vida adulta. Mas, além de um aumento dos riscos futuros, as crianças obesas sofrem também de dificuldades respiratórias, aumento do risco de fraturas, hipertensão, marcadores precoces de doenças cardiovasculares, resistência à insulina e efeitos psicológicos.
O excesso de peso e a obesidade, bem como as doenças não transmissíveis relacionadas, são em grande parte evitáveis. O ambiente e a comunidades onde estamos inseridos são fundamentais na formação das escolhas das pessoas.

Ao nível individual, as pessoas podem:

limitar o consumo de energia a partir de gorduras totais e açúcares;
aumentar o consumo de frutas e produtos hortícolas, bem como legumes, grãos integrais e nozes;
praticar atividade física regular (60 minutos por dia para crianças e 150 minutos por semana para adultos).

A responsabilidade individual só pode ter o seu efeito completo, onde as pessoas têm acesso a um estilo de vida saudável. Portanto, a nível da sociedade é importante:

apoiar os indivíduos no seguimento das recomendações acima descritas, através de um compromisso político sustentado e através da colaboração de diversos intervenientes públicos e privados;
promover a atividade física regular e ter mais escolhas alimentares saudáveis disponíveis e facilmente acessível a todos – especialmente os indivíduos mais pobres.

A indústria alimentar pode também desempenhar um papel significativo na promoção de dietas alimentares saudáveis :

reduzir a gordura, açúcar e teor de sal dos alimentos processados;
garantindo que as escolhas saudáveis e nutritivas estão disponíveis e acessíveis a todos os consumidores;
praticar marketing responsável, especialmente o destinado a crianças e adolescentes;
assegurar a disponibilidade de escolhas alimentares saudáveis e apoiar a prática de atividade física regular no local de trabalho.
Resumindo, o excesso de peso e a obesidade, bem como as doenças não transmissíveis relacionadas com estes fatores, são em grande parte evitáveis. Assim, a prevenção é a opção mais viável para conter a epidemia da obesidade.
Reflita sobre o assunto e se desejar recorra a exemplos de situações concretas para ilustrar a sua opinião.
Esta atividade de Fórum permite debater e abordar novas ideias, visa o desenvolvimento e a discussão de temas atuais, relacionados com os temas propostos nas Unidades, no âmbito da formação.
Participe e desenvolva, no seu ponto de vista, o tema exposto a debate. Se desejar, apresente exemplos representativos do que pretende ilustrar. Pode ainda comentar as participações dos colegas.
A sua participação conta 20% para a avaliação da Unidade.

Fórum do mês de dezembro – Feliz Natal!

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Natal é tempo de presentes, presentes, presentes… e o Pai Natal, claro! Para as crianças, a quadra natalícia resume-se, praticamente, a estas duas coisas. Coisas importantes, sem dúvida, mas limitativas. Afinal, o Natal é muito mais do que isso e é fundamental que as crianças o percebam – só assim podem viver e recordar, ano após ano, o verdadeiro espírito da quadra.

As melhores memórias do Natal não se devem resumir à abertura dos presentes, afinal o Advento prolonga-se durante muito mais tempo e pode estar recheado de muitos momentos especiais para mais tarde recordar.

Também associamos o Natal à família, mas nem todos passam o Natal em família.

Como sabemos nem todas as pessoas têm oportunidade de passar o Natal em família, seja pela distância, seja por não terem família, porque estão institucionalizadas, ou pelas mais diversificadas razões.

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Este mês proponho-vos uma reflexão/debate sobre o tema Natal e a família, pesquise ou identifique tradições, atividades a desenvolver com os utentes e dicas sobre como desfrutar ao máximo desta quadra.

Esta atividade de Fórum permite debater e abordar novas ideias, visa o desenvolvimento e a discussão de temas atuais, relacionados com os temas propostos nas Unidades, no âmbito da formação.

Participe e desenvolva, no seu ponto de vista, o tema exposto a debate. Se desejar, apresente exemplos representativos do que pretende ilustrar. Pode ainda comentar as participações dos colegas.

O post de cada formando não deve exceder a pág. A4 e deve ser submetido até ao final da semana. A sua participação conta 20% para a avaliação da Unidade.

Para participar basta clicar em INSERIR COMENTÁRIO, não esquecendo de indicar o seu NOME e CURSO para que o seu contributo seja avaliado.

Os vossos comentários serão primeiro sujeitos à aprovação do professor pelo que podem não ficar imediatamente disponíveis.

Aguardo as vossas participações com expectativa, o vosso contributo é muito importante para o sucesso deste fórum!

Não se esqueçam que podem também participar, enviando por email um texto/tema para ser publicado no blog e debatido pelos colegas.

Desejo-vos um FELIZ NATAL e um 2018 cheio de sonhos e concretizações pessoais e profissionais!

Fórum do mês de novembro – A Gripe

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Chegou o tempo frio e com ele a famosa gripe que não deixa ninguém indiferente. Este mês vamos falar sobre a gripe, sintomas, tratamento e formas de sobreviver quando chegar a nossa vez.

A gripe é uma infeção respiratória aguda de curta duração. É causada pelo vírus Influenza, que ao entrar no nosso organismo pelo nariz, multiplica-se, disseminando-se para a garganta e restantes vias respiratórias, incluindo os pulmões. Os primeiros sintomas da doença surgem entre 1 a 4 dias após a infeção pelo vírus– é o chamado período de incubação – e a sua severidade varia de acordo com a pessoa infetada.

Sintomas

Nem toda a gente infetada com o vírus da Gripe fica doente mas aqueles em que isso acontece, os sintomas mais comuns incluem:

febre,

dores de cabeça,

tosse seca,

gaganta irritada,

congestão nasal, e

dores musculares.

As crianças podem ter também náuseas, vómitos e diarreia, sintomas estes que são raros em adultos.

Determinadas complicações podem surgir aliadas a sintomas mais graves, como o desenvolvimento de bronquite e pneumonia.

Para determinar se uma pessoa está de facto infetada com o vírus Influenza é necessário proceder a uma análise laboratorial capaz de detetar o vírus, o que implica imensos recursos e uma logística altamente elaborada. Assim, a gripe é normalmente diagnosticada com base em sintomas. Quando a doença é detetada por um diagnóstico baseado nos sintomas falamos de síndroma gripal.

Tratamento

Para a maior parte das pessoas, a gripe dura apenas alguns dias e requer somente terapêutica sintomática – para a febre, dor e congestão nasal. O doente deverá repousar, procurar alimentar-se bem e tomar bastantes líquidos. Em poucos dias, o organismo de uma pessoa saudável consegue dominar a infeção e eliminar o vírus.

Os antibióticos, como a penicilina, não atacam os vírus apenas as bactérias. Estes não devem portanto ser administrados a não ser que surjam complicações como super-infeções bacterianas.

A vacinação anual é a principal forma de prevenção contra a gripe sazonal. É também a melhor forma de reduzir o impacto de uma epidemia. As vacinas contra a gripe estão disponíveis e já são usadas há mais de 60 anos. São vacinas seguras e eficazes, reduzindo não só a incidência como também a gravidade e a mortalidade entre os idosos e doentes crónicos.

De acordo com algumas diretivas da Organização Mundial de Saúde (OMS), devem ser vacinados, preferencialmente em Outubro:

indivíduos com idade igual e superior a 65 anos;

grupos de pessoas com um risco acrescido de complicações (nomeadamente, pessoas com doenças crónicas ou com o sistema imunitário enfraquecido);

e, grupos de pessoas que podem transmitir o vírus a outras pessoas consideradas de risco (por exemplo, médicos e enfermeiros).

Existe, no entanto, um grupo de pessoas que não se deve vacinar porque já teve, por exemplo, uma reação alérgica à vacina. É, por isso, essencial que a vacina seja sempre aconselhada pelo seu médico.

O que fazer se tivermos sintomas de gripe:

Muito importante: ir ao médico

Se acha que tem sintomas de gripe, o melhor mesmo é dirigir-se a uma uma unidade de urgência hospital para ser feito um diagnóstico correto. Embora o serviço nacional de saúde esteja a pedir para os utentes não se dirigirem às urgências do hospital, devem, no entanto, dirigir-se ao seu médico de família e não se auto-medicarem.

Lave as mãos

A gripe, já dissemos, é contagiosa e propaga-se pelo ar, através das mãos, da tosse e dos espirros, por isso lembre-se de lavar sempre as mãos. Nem imagina até que ponto isso pode ajudar.

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Verdades e mitos

Se sair com o cabelo molhado quando está frio, o mais certo é apanhar uma gripe?

Ao contrário do que provavelmente ouviu durante toda a sua vida, sair com o cabelo molhado ou sem chapéu não aumenta o risco de gripe. Esta tem origem viral e não na temperatura.

Tomar vitamina C previne a infeção?

A ingestão regular de vitamina C não reduz a frequência da gripe, nem acelera a cura. A administração de doses elevadas de vitamina C no início dos sintomas já foi testada em vários estudos, que demonstraram não haver um efeito consistente sobre duração ou gravidade do mal-estar.

O stresse aumenta a probabilidade de apanhar o vírus?

Sim. Quando estamos ansiosos ou stressados, libertamos cortisol, uma hormona que afeta o sistema imunitário, reduzindo a resposta natural do organismo a vírus e bactérias.

A canja de galinha ajuda a aliviar os sintomas?

Sim, as avós têm razão. O calor, o líquido e o sal podem ajudar a combater a infeção: inibem o movimento das células responsáveis pela inflamação (neutrófilos) e aceleram, ainda que temporariamente, o movimento do muco. Neste último caso, é possível que ajudem a aliviar a congestão e limitem o tempo em que os vírus estão em contacto com a mucosa nasal.

Quando o muco nasal é verde tenho gripe?

Nem sempre. O muco produzido no decorrer da constipação muda várias vezes de cor. No início, é claro e, depois, fica esbranquiçado ou amarelado. O verde significa que as bactérias normais do nariz estão a crescer.

As gripes são mais comuns no inverno?

Sim. No inverno, passamos mais tempo no interior, em contacto com outras pessoas. Se alguém estiver com gripe, transmite o vírus aos restantes. Esta é também a estação do ano com ar mais seco, propício ao desenvolvimento dos vírus responsáveis pela gripe.

Esta atividade de Fórum permite debater e abordar novas ideias, visa o desenvolvimento e a discussão de temas atuais, relacionados com os temas propostos nas Unidades, no âmbito da formação. O conhecimento e a adoção de medidas preventivas é muito importante quando falamos de pessoas com o estado de saúde fragelizado e em situação de risco.

Participe e desenvolva, no seu ponto de vista, o tema exposto a debate. Se desejar, apresente exemplos representativos do que pretende ilustrar. Pode ainda comentar as participações dos colegas.

A sua participação conta 20% para a avaliação da Unidade.

Para participar basta clicar em INSERIR COMENTÁRIO, não esquecendo de indicar o seu nome e o curso que está a frequentar para que o seu contributo seja avaliado. Os vossos comentários serão primeiro sujeitos à aprovação do professor pelo que podem não ficar imediatamente disponíveis.

Aguardo as vossas participações com expectativa, o vosso contributo é muito importante para o sucesso deste fórum!

Fórum do mês de outubro- Provérbios Populares

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Caros alunos e alunas,

Neste mês de Outubro apresentamos o tema “Os provérbios populares aplicados à saúde”.

Os provérbios e expressões populares fazem parte do património cultural e podem inclusive ser usados no âmbito da educação e da promoção da saúde, nomeadamente aqueles que estão relacionados com factores de risco e factores protectores da saúde.

Cada aluno/a deve escolher um provérbio/expressão popular dos que estão apresentados abaixo e comentá-lo.

De alguma forma, relacione o provérbio que escolheu com os temas da saúde, por exemplo, questões relacionadas com a importância da alimentação, exercícios físico e da promoção da saúde de uma forma geral.

Dê exemplos de situações ocorridas num ambiente social, ou baseado em experiências pessoais e vivências do dia-a-dia.

Aqui estão apresentados alguns provérbios, sintam-se à vontade para acrescentar novos.

“Quem tem Saúde e Liberdade é rico e não sabe”

“Tenhamos saúde e paz e teremos assaz”

“Saúde e paz, todo o resto vem atrás”

“Saúde e paz, dinheiro traz”

“A saúde não tem preço”

“Água fervida é meia vida”

“Velhos são os trapos”

“O corpo na cama se não dorme descansa”

“Para longa vida, regra e medida no beber e na comida”

“A gota é mal de rico, cura-se fechando o bico”

“Das grandes ceias estão as sepulturas cheias”

”Se bebes demais tropeças e cais”

“De que servem os bens se saúde não tens”

“A saúde vale mais do que o dinheiro”

“ A saúde é maior riqueza”

“A saúde é um bem precioso”

“Mais vale a saúde que o dinheiro”

“Do prato à boca perde-se a sopa”

“Haja saúde e dinheiro para vinho”

“Deitar cedo e cedo erguer, dá saúde e faz crescer”

“Para ter saúde, pouca cama, pouco prato e muito sapato”

“Quem come salgado, bebe dobrado”

Participe no Fórum enviando o seu comentário.

Para participar basta clicar em INSERIR COMENTÁRIO, não esquecendo de indicar o seu nome e curso para que o seu contributo seja avaliado. Os vossos comentários serão primeiro sujeitos à aprovação do professor pelo que podem não ficar imediatamente disponíveis.

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Fórum do mês de setembro – promoção da saúde

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Caros alunos, este mês propomos uma reflexão sobre a promoção da saúde. Apresentamos uma carta sobre as metas a atingir no ano 2000…e já estamos em 2017.

“A promoção da Saúde é o processo que permite capacitar as pessoas a melhorar e a aumentar o controle sobre a sua saúde (e seus determinantes – sobretudo, comportamentais, psicossociais e ambientais)” (Carta de Otawa, 1986). A Carta de Bangkok para a promoção da saúde num mundo globalizado (2005) parte dos valores, princípios e estratégias de intervenção estabelecidas na Carta de Otawa, complementando-a. Com a promoção da saúde, surge a noção da “saúde como um recurso” e de esta ser um “empreendimento colectivo”.

 CARTA DE OTTAWA PARA A PROMOÇÃO DA SAÚDE 1ª Conferência Internacional sobre Promoção da Saúde Ottawa, Canadá, 17-21 Novembro de 1986

Promoção da Saúde A Promoção da Saúde é o processo que visa aumentar a capacidade dos indivíduos e das comunidades para controlarem a sua saúde, no sentido de a melhorar. Para atingir um estado de completo bem-estar fisico, mental e social, o indivíduo ou o grupo devem estar aptos a identificar e realizar as suas aspirações, a satisfazer as suas necessidades e a modificar ou adaptar-se ao meio. Assim, a saúde é entendida como um recurso para a vida e não como uma finalidade de vida;

A saúde é um conceito positivo, que acentua os recursos sociais e pessoais, bem como as capacidades físicas. Em consequência, a Promoção da Saúde não é uma responsabilidade exclusiva do sector da saúde, pois exige estilos de vida saudáveis para atingir o bem-estar.

Pré-requisitos para a Saúde As condições e recursos fundamentais para a saúde são:

???? paz,

???? abrigo,

???? educação,

???? alimentação,

???? recursos económicos,

???? ecossistema estável,

???? recursos sustentáveis,

???? justiça social e

???? equidade.

A melhoria da saúde decorre da garantia destas condições básicas.

Advogar A saúde é um recurso da maior importância para o desenvolvimento social, económico e pessoal e uma dimensão importante da qualidade de vida. No seu conjunto, os factores políticos, económicos, sociais, culturais, ambientais, comportamentais e biológicos podem ser favoráveis ou nocivos à saúde. A promoção da saúde visa tornar estes factores favoráveis à saúde, por meio da advocacia da saúde.

Capacitar A promoção da saúde centra-se na procura da equidade em saúde.

A promoção da saúde pretende reduzir as desigualdades existentes nos níveis de saúde das populações e assegurar a igualdade de oportunidades e recursos, com vista a capacitá-las para a completa realização do seu potencial de saúde. Para atingir este objectivo, torna-se necessária uma sólida implantação num meio favorável, acesso à informação, estilos de vida e oportunidades que permitam opções saudáveis. As populações não podem realizar totalmente o seu potencial de saúde sem que sejam capazes de controlar os factores que a determinam. Este princípio deve aplicar-se igualmente às mulheres e aos homens.

Mediar As condições básicas e as expectativas face à saúde não podem ser asseguradas unicamente pelo Sector da Saúde. Acima de tudo, a promoção da saúde exige uma acção coordenada de todos os intervenientes: governos, sectores da saúde, social e económico, organizações não governamentais e de voluntários, autarquias, empresas, comunicação social. As populações de todos os meios devem ser envolvidas enquanto indivíduos, famílias e comunidades.

Aos grupos profissionais e sociais e aos profissionais da saúde incumbe a maior responsabilidade na mediação dos diferentes interesses da sociedade na prossecução da saúde.

As estratégias e programas de promoção da saúde deverão ser adaptados às necessidades locais e às possibilidades de cada país e região, considerados os diferentes sistemas sociais, culturais e económicos.

Intervir em Promoção da Saúde significa: Construir Políticas Saudáveis A promoção da saúde está para além da prestação de cuidados de saúde. Inscreve a saúde na agenda dos decisores políticos, em todos os sectores e a

todos os níveis, consciencializando-os das consequências para a saúde das suas decisões e levando-os a assumir as responsabilidades neste campo.

Uma política de promoção da saúde combina diversas abordagens complementares, incluindo a legislação, as medidas fiscais, os impostos e as mudanças organizacionais.

A acção coordenada que leva à saúde, ao rendimento e às políticas sociais, cria maior equidade. A acção conjunta contribui para garantir bens e serviços mais seguros e saudáveis, instituições públicas mais saudáveis, ambientes limpos e mais aprazíveis.

Uma política de promoção da saúde exige a identificação de obstáculos para a adopção de políticas públicas em sectores não estritamente de saúde, e propostas para os ultrapassar. O objectivo é que as opções saudáveis se tornem as mais fáceis para os responsáveis políticos.

Criar Ambientes Favoráveis As nossas sociedades são complexas e inter-relacionadas. Não se pode isolar a saúde de outros interesses. Os elos indissolúveis entre a população e o seu meio constituem a base para uma abordagem socio-ecológica da saúde.

O princípio orientador a nível mundial, das nações, das regiões e das comunidades é a necessidade de encorajar os cuidados mútuos – cuidar uns dos outros, das comunidades e do ambiente natural. É preciso assegurar a conservação dos recursos naturais do planeta, numa perspectiva de responsabilidade global.

A alteração dos padrões de vida, do trabalho e dos tempos livres tem tido um impacte significativo na saúde. O trabalho e os tempos livres deveriam ser uma fonte de saúde para as populações. A maneira como a sociedade organiza o trabalho deveria ajudar a criar uma sociedade saudável. A promoção da saúde gera condições de vida e de trabalho seguras, estimulantes, satisfatórias e agradáveis.

É essencial avaliar sistematicamente o impacte que o ambiente, em rápida evolução, tem na saúde – particularmente nas áreas da tecnologia, do trabalho, da produção de energia e da urbanização. Desta avaliação deverão decorrer acções que assegurem benefícios positivos para a saúde pública. A protecção dos ambientes naturais ou criados pelo Homem e a conservação dos recursos naturais devem ser tidos em conta em qualquer estratégia de promoção da saúde.

Reforçar a Acção Comunitária A promoção da saúde desenvolve-se através da intervenção concreta e efectiva na comunidade, estabelecendo prioridades, tomando decisões, planeando estratégias e implementando-as com vista a atingir melhor saúde.

No centro deste processo encontra-se o reforço do poder (empowerment) das comunidades, para que assumam o controlo dos seus próprios esforços e destinos.

O desenvolvimento das comunidades cria-se a partir dos seus recursos materiais e humanos, com base na auto-ajuda e no suporte social, no desenvolvimento de sistemas flexíveis que reforcem a participação pública e orientem para a resolução dos problemas de saúde. Tudo isto exige um acesso pleno e contínuo à informação, oportunidades de aprendizagem sobre saúde, para além de suporte financeiro.

Desenvolver Competências Pessoais A promoção da saúde pressupõe o desenvolvimento pessoal e social, através da melhoria da informação, educação para a saúde e reforço das competências que habilitem para uma vida saudável. Deste modo, as populações ficam mais habilitadas para controlar a sua saúde e o ambiente e fazer opções conducentes à saúde.

É fundamental capacitar as pessoas para aprenderem durante toda a vida, preparando-as para as suas diferentes etapas e para enfrentarem as doenças crónicas e as incapacidades. Estas intervenções devem ter lugar na escola, em casa, no trabalho e nas organizações comunitárias e ser realizadas por organismos educacionais, empresariais e de voluntariado, e dentro das próprias instituições.

Reorientar os Serviços de Saúde No que se refere ao sector da saúde, a responsabilidade da promoção da saúde deve ser partilhada com os indivíduos, grupos comunitários, profissionais e instituições de saúde e com os governos. Todos devem trabalhar em conjunto pela criação de um sistema de cuidados de saúde que contribua para a prossecução da saúde.

Para além das suas responsabilidades na prestação de cuidados clínicos e curativos, os serviços de saúde devem orientar-se cada vez mais para a promoção da saúde. Estes serviços têm de adoptar um amplo mandato que seja sensível e que respeite as especificidades culturais. Devem apoiar os indivíduos e as comunidades na satisfação das suas necessidades para uma vida saudável e abrir canais de comunicação entre o sector da saúde e os sectores social, político, económico e ambiental.

Reorientar os serviços de saúde exige também que se dedique uma atenção especial à investigação em saúde e às alterações a introduzir na educação e formação dos profissionais. Tal perspectiva deve conduzir a uma mudança de atitudes e de organização dos serviços de saúde, focalizando-os nas necessidades totais do indivíduo, enquanto pessoa, compreendido na sua globalidade.

Em direção ao Futuro A saúde é criada e vivida pelas populações em todos os contextos da vida quotidiana: nos locais onde se aprende, se trabalha, se brinca e se ama. A saúde resulta dos cuidados que cada pessoa dispensa a si própria e aos outros; do ser capaz de tomar decisões e de assumir o controlo sobre as circunstâncias da própria vida; do assegurar que a sociedade em que se vive cria condições para que todos os seus membros possam gozar de boa saúde.

Solidariedade, prestação de cuidados, holismo e ecologia são temas essenciais no desenvolvimento de estratégias para a promoção da saúde. Em consequência, quem está envolvido neste processo deve considerar como princípio orientador que as mulheres e os homens têm de ser tratados como parceiros iguais em todas as fases de planeamento, implementação e avaliação das actividades de promoção da saúde.

Compromisso para a Promoção da Saúde Os participantes nesta Conferência comprometem-se a:

???? Intervir no domínio das políticas públicas saudáveis e advogar, em todos os sectores, um claro compromisso político para a saúde e a equidade;

???? Contrariar as pressões a favor dos produtos nocivos e da deplecção de recursos, das más condições de vida, dos meios insalubres e da má nutrição; e centrar a atenção em temas de saúde pública, tais como a poluição, os riscos ocupacionais, as condições de habitação e os aglomerados populacionais;

???? Combater as desigualdades em saúde, dentro e entre diferentes grupos sociais e comunidades;

???? Reconhecer as pessoas e as populações como o principal recurso de saúde; apoiá-las e capacitá-las para se manterem saudáveis, através de meios financeiros ou outros, e aceitar a comunidade como a voz essencial em matéria de saúde, condições de vida e bem estar;

???? Reorientar os serviços de saúde e o modo como se organizam no sentido da promoção da saúde; partilhar o poder com outros sectores, outras disciplinas e, acima de tudo, com as próprias populações.

???? Reconhecer a saúde e a sua manutenção como o maior investimento e desafio social e considerar os diferentes modos de vida numa perspectiva ecológica global.

A Conferência apela a todos os interessados para que se aliem ao seu compromisso, com vista à criação de uma forte aliança em favor da saúde pública.

Apelo à Intervenção Internacional A Conferência apela à Organização Mundial de Saúde e às outras organizações internacionais que advoguem a promoção da saúde em todos os fóruns apropriados e apoiem os países no desenvolvimento e implementação de estratégias e programas de promoção da saúde.

Os participantes na Conferência estão firmemente convictos que, se as pessoas de todos os meios – as organizações não governamentais e de voluntariado, os governos, a Organização Mundial de Saúde e todas as outras instâncias a quem tal diz respeito — se unissem e apresentassem estratégias para a promoção da saúde, em conformidade com os valores morais e sociais que enformam a presente Carta, a Saúde Para Todos no Ano 2000 tornar-se-ia uma realidade.

 

Reflita sobre o assunto e se desejar recorra a exemplos de situações concretas para ilustrar a sua opinião.

Esta atividade de Fórum permite debater e abordar novas ideias e visa o desenvolvimento e a discussão de temas atuais.

Participe e desenvolva, no seu ponto de vista, o tema exposto a debate. Se desejar, apresente exemplos representativos do que pretende ilustrar. Pode ainda comentar as participações dos colegas.

O post de cada formando não deve exceder a pág. A4 e deve ser submetido até ao final da semana. A sua participação conta  20% para a avaliação da Unidade.

Para participar basta clicar em INSERIR COMENTÁRIO, não esquecendo de indicar o seu nome e curso para que o seu contributo seja avaliado. Os vossos comentários serão primeiro sujeitos à aprovação do professor pelo que podem não ficar imediatamente disponíveis.

Aguardo as vossas participações com expectativa, o vosso contributo é muito importante para o sucesso deste fórum!

Fórum do mês de agosto – Os 5 maiores arrependimentos no fim da vida

 

Resultado de imagem para fim do caminhoCaros alunos e alunas,

Neste mês de agosto iremos falar sobre a vida e o final desta.

Os 5 maiores arrependimentos no fim da vida, por Ana Claudia Quintana, médica geriatra

Ana Claudia Quintana Arantes é uma médica especializada em ajudar pacientes terminais a “aprender” a morrer. Nesta entrevista, ela fala sobre o desafio de se lidar com algo tão natural, porém, perturbador, como a própria morte.

A especialista relembra os cinco maiores arrependimentos das pessoas antes de morrer. A lista faz parte do livro ‘Antes de partir: uma vida transformada pelo convívio com pessoas diante da morte’, da enfermeira australiana Brownie Ware. “Um deles é não ter demonstrado afeto.

Passamos a vida construindo muros ao redor do coração da gente pra ninguém perceber o que a gente está sentindo”, diz Ana. “A outra coisa é (se arrepender) de ter trabalhado tanto. O último que é colocado é: ‘Eu devia ter me feito mais feliz’, que pra mim resume todos os outros”.

Os outros arrependimentos citados pela enfermeira australiana são ter vivido a vida que se desejava e ter estado mais perto dos amigos.

A pedido do Hospital Albert Einstein, a médica Ana Cláudia Arantes, geriatra e também especialista em cuidados paliativos, analisou a publicação e falou sobre cada um dos arrependimentos levantados pela enfermeira australiana.

  1. Eu gostaria de ter tido a coragem de viver a vida que eu queria, não a vida que os outros esperavam que eu vivesse.

“Esse foi o arrependimento mais comum. Quando as pessoas percebem que a vida delas está quase no fim e olham para trás, é fácil ver quantos sonhos não foram realizados. A maioria das pessoas não realizou nem metade dos seus sonhos, e muita gente tem de morrer sabendo que isso aconteceu por causa de decisões que tomou, ou não tomou. A saúde traz uma liberdade que poucos conseguem perceber, até que eles não a têm mais.”

  1. Eu gostaria de não ter trabalhado tanto.

“Eu ouvi isso de todos os pacientes homens com quem trabalhei. Eles sentiam falta de ter aproveitado mais a juventude dos filhos e a companhia de suas parceiras. As mulheres também falaram desse arrependimento, mas como a maioria era de uma geração mais antiga, muitas não tiveram uma carreira. Todos os homens com quem eu conversei se arrependeram de passar tanto tempo de suas vidas no ambiente de trabalho.”

  1. Eu queria ter tido a coragem de expressar meus sentimentos.

“Muitas pessoas suprimiram seus sentimentos para ficar em paz com os outros. Como resultado, acomodaram-se em uma existência medíocre e nunca se tornaram quem realmente eram capazes de ser. Muitas desenvolveram doenças relacionadas à amargura e ao ressentimento que carregavam.”

  1. Eu gostaria de ter ficado em contato com os meus amigos.

“Frequentemente, os pacientes não percebiam as vantagens de ter velhos amigos até chegarem em suas últimas semanas de vida, e nem sempre era possível rastrear essas pessoas. Muitos ficaram tão envolvidos em suas próprias vidas que deixaram amizades de ouro se perderem ao longo dos anos e tiveram muitos arrependimentos profundos por não ter dedicado tempo e esforço às amizades. Todo mundo sente falta dos amigos quando está morrendo.”

  1. Eu gostaria de ter me permitido ser mais feliz.

“Esse é um arrependimento surpreendentemente comum. Muitos só percebem isso no fim da vida – que a felicidade é uma escolha. As pessoas ficam presas em antigos hábitos e padrões. O famoso ‘conforto’ das coisas familiares e o medo da mudança fizeram com que eles fingissem para os outros e para si mesmos que estavam contentes quando, no fundo, ansiavam por rir de verdade e aproveitar as coisas bobas em suas vidas de novo.”

In bemmaismulher.com

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Fórum do mês de julho – Álcool e prevenção rodoviária

É do conhecimento geral as alterações que o consumo excessivo de álcool provoca no comportamento humano e da consequente legislação vigente que visa a proibição do seu consumo pelos automobilistas.

Apesar de a situação em Portugal ter melhorado significativamente desde os anos 80 (altura em que começaram a surgir as primeiras campanhas na televisão sobre prevenção rodoviária) ainda continuamos a assistir a um número significativo de condutores alcoolizados que por incúria insistem em assumir o comando do seu automóvel. A sinistralidade nos jovens continua a ser significativa, sobretudo nas noites de sexta e sábado onde se associa a diversão noturna e o abuso de álcool.

Nos adultos de meia-idade e nos idosos ainda prevalece  a cultura da tolerância para com o vinho fruto de um contexto histórico de forte tradição do sector vinícola em Portugal. É frequente assistir-se ao hábito de beber vinho às refeições e tal facto não ser inibitório para alguns de conduzir o seu automóvel.

De seguida disponibiliza-se um vídeo onde constam as primeiras campanhas transmitidas na televisão portuguesa nos anos 80. As campanhas mais recentes têm-se mostrado mais “agressivas” de modo a alertar consciências e a sensibilizar o maior número de pessoas para esta problemática, nomeadamente recorrendo a testemunhos reais de pessoas sinistradas.

Neste Fórum propomos que se partilhem opiniões sobre esta realidade: se não é falta de informação uma vez que todos estão elucidados sobre a proibição, porque continuam a persistir situações de risco que juntam a condução ao álcool?

Nota:

Salvaguardamos que o consumo moderado de álcool não é uma conduta condenada não só pela forte tradição que o vinho tem na nossa cultura mas porque alguns clínicos defendem que um copo de vinho tinto à refeição pode ter benefícios em termos de saúde. Apenas se defende o seu consumo responsável.

É neste sentido que para finalizar em jeito de brincadeira, propomos um brinde à cultura portuguesa unindo o fado e o vinho na voz única de Mariza em “Oiça lá Ó Senhor Vinho”… Desfrute deste momento!

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Fórum do mês de junho – Mindfulness ou Atenção Plena

 

A prática de Mindfulness tem vindo a acolher cada vez mais seguidores em diversos contextos. Mindfulness significa meditação de atenção plena e caracteriza-se por uma consciência centrada no presente na qual, cada pensamento, sentimento ou sensação que surge são reconhecidos e aceites tal como são, sem crítica ou julgamento.

 

 

 

A prática de mindfulness desenvolve recursos internos de auto-observação e auto-regulação que permitem desactivar o modo de funcionamento em piloto automático da mente. A prática do Mindfulness permite também à pessoa sentir com maior plenitude e de uma forma mais agradável a sua vida presente. Várias investigações já desenvolvidas provam que a prática do Mindfulness desenvolve nas pessoas qualidades como a paciência (assumindo que as coisas acontecem ao seu próprio ritmo), a confiança (segurança nas capacidades pessoais para contactar a experiência íntima), a não reactividade (serenidade), a sabedoria (auto-conhecimento) e a compaixão (empatia por si mesmo e pelos outros).

Segundo a organização mundial de saúde, “qualidade de vida é o conjunto das percepções individuais de vida no contexto dos sistemas de cultura e de valores em que os indivíduos vivem e em relação às suas metas, expectativas, padrões e preocupações”. Estamos cada vez mais conscientes de que a qualidade de vida e a saúde são factores essenciais que englobam não só a dimensão física mas também a emocional. Podemos ainda afirmar que a qualidade de vida é entendida em diferentes níveis indissociáveis entre si: pessoal, profissional e familiar.

“O envelhecimento é um processo natural e multidimensional que desencadeia várias mudanças em diferentes dimensões da vida: física, neurológica, cognitiva, social, psicologica e até espiritual (no sentido mais existencial da palavra). Estas mudanças colocam várias desafios que interagem mutuamente influenciando a experiência de cada indivíduo perante as mudanças nesta fase da vida. Muitos experienciam stress, ansiedade e depressão, assim como doenças e dor crónica durante esta fase da vida. Estudos sugerem que o mindfulness pode funcionar como uma intervenção complementar para fomentar e manter o equilíbrio e bem-estar entre a população sénior.

 Vários estudos disponíveis revelam que o programa MBSR -Programa de Redução de Stress e Desenvolvimento Emocional baseado em técnicas de Mindfulness, assim como outros programas adaptados para população sénior institucionalizada tem resultados extraordinários em indivíduos a partir dos 65 anos, incluindo bem-estar físico e emocional.

 Num estudo desenvolvido pela Dra. Carla Martins em 2012 (livro em publicação) onde foram avaliados os efeitos do MBSR na população sénior Portuguesa (não institucionalizada) verificou-se que o programa de mindfulness foi significativamente benéfico em termos de:

Bem-estar físico com redução de sintomas físicos experienciados no dia-a-dia & melhoria na qualidade de sono e energia física

Aumento do bem-estar psicológico com uma melhoria no humor como por exemplo, tristeza, ansiedade, depressão, irritabilidade, etc.

Aumento da qualidade de vida

Aumento da função cognitiva: atenção, concentração e memória de trabalho

Aumento na capacidade de estar com atenção plena (mindfulness) no dia-a-dia e de reconhecimento da experiência interna (sensações físicas, emoções e pensamentos)

Melhoria nas relações interpessoais

Aumento do bem-estar espiritual: revelado por uma maior capacidade de identificar o significado, propósito e valores importantes na vida

Aumento na criativadade

Aumento da capacidade de lidar e aceitar a perda e a morte

 O mindfulness parece igualmente ter um efeito neuroprotetor já que a prática regular de mindfulness está associada à redução da perda do volume da massa cinzenta no cérebro, particularmente nas áreas associadas ao processamento da atenção. Nesta linha, é sugerido que o mindfulness pode ter efeitos benéficos no envelhecimento cerebral e consequentemente poderá reduzir as mudanças a nível cognitivo (ex. perda de memória) associadas ao processo de envelhecimento.” Centro Português de Mindfulness

As pesquisas sobre intervenções baseadas no mindfulness dirigidas a idosos ainda são escassas. No entanto, este tipo de prática tem vindo a consolidar-se como uma abordagem que por si só ou aliada à terapia cognitivo-comportamental, por exemplo, para prevenir a recaída da depressão, os distúrbios de ansiedade e a dor física crónica.

Vivemos num mundo onde parece que corremos constantemente para o amanhã, sem realmente pararmos para experienciar cada momento presente da nossa vida – e se pensarmos bem, a vida decorre unicamente no momento presente!

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Fórum do mês de maio – Resiliência

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“Como se fosse uma ombreira de espuma que nos auxilia a diminuir as dores do peso dos eventos de vida nos nossos ombros.”

A palavra resiliência refere-se ao processo que se desenvolve na presença de uma situação de risco e que através dele são produzidos resultados tão positivos, ou ainda melhores do que os obtidos na ausência da situação de risco. Alguns indivíduos em determinados momentos da vida podem ser resilientes. A resiliência desenvolve-se ao longo da vida, desde a infância até à terceira idade, através de processos complexos intra-psíquicos e de fatores de proteção internos e externos.

A resiliência diz respeito às respostas que damos aos desafios da vida, à adversidade, a algum trauma, na presença de ameaças ou riscos. É a nossa capacidade de resistir aos problemas que temos que resolver ao longo da vida. A resiliência muda ao longo da vida consoante as circunstâncias e os desafios específicos que temos que enfrentar.

O envelhecimento, além de ser um processo demográfico, é tão um processo que mistura vários aspetos biológicos, psicológicos e sociais que muitas vezes não são tidos em consideração numa análise mais detalhada. Portanto entender este processo é compreender os aspetos individuais e sociais da vida, na multiplicidade dos aspetos biopsicossociais. Portanto o envelhecimento poderia ser considerado como um fator de risco para a perda da resiliência, no entanto, cada idoso reage de forma muito distinta às adversidades.

Ao longo do processo de envelhecimento torna-se necessário o aumento da capacidade de resiliência para manter o comportamento adaptativo. Com a idade aumenta também a probabilidade de ocorrer mais eventos inesperados relacionados com a saúde física e o bem-estar e relacionados também com a vida de ente queridos. Numa idade avançada as probabilidades de experenciar vários eventos problemáticos ao mesmo tempo aumentam.

No âmbito da gerontologia a resiliência será utilizada como uma capacidade de o idoso adaptar-se às mudanças que ocorrem na velhice, pensar, repensar e autoavaliar as atitudes, valores, conhecimentos e mudanças provenientes desta fase da vida. Esta autoavaliação é essencial durante o desenvolvimento humano, principalmente para as pessoas idosas. O papel do profissional de saúde será o de promover o desenvolvimento de competências do idoso para atravessar esta etapa da vida, a velhice, de forma ativa e com qualidade de vida.

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