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Fórum Outubro: Outono

Hallo liebe Schüler der deutschen Sprache,

diesmal möchte ich einen Beitrag zum Wetter im Herbst. Wie ist das Wetter zu dieser Jahreszeit bei Ihnen? Regent es viel oder scheint etwa stets die Sonne? Ist es kalt oder warm? Windig oder eher ruhig? Ich warte auf eure Kommentare.

Caros alunos da língua alemã,

Desta vez pretendo que participem no tema relativo ao tempo que faz no Outono. Como é que é o tempo nesta altura, no local onde vive? Chove muito ou será que está sempre a fazer sol? Faz frio ou calor? Faz muito muito vento ou pouco? Eu aguardo os vosso comentários.

Fórum Outubro: Dependência da Internet

No Fórum deste mês vamos falar dos jovens e da sua forma de utilização da Internet, e de como as tecnologias digitais, como as Redes Sociais, podem trazer consequências graves, a nível social e do indivíduo.

Proponho que ponderem sobre este tema, leiam o seguinte artigo, vejam o vídeo e dêem a vossa opinião. Podem também comentar as opiniões dos colegas.

Refira ainda, no seu entender como se poderia abordar este problema, e que soluções fariam sentido num panorama futuro, relativamente à utilização da Internet pelos jovens?

Se desejar, apresente casos práticos representativos do que pretende ilustrar.

Mais de 70% dos jovens portugueses apresenta sinais de dependência da Internet. Estudo do ISPA mostra também que 13% dos casos são graves, podendo implicar isolamento e comportamentos violentos.

Vejam este video:

https://tvi24.iol.pt/videos/tecnologia/psiquiatra-explica-os-perigos-da-dependencia-da-internet/55dcfd510cf2f02c40ad132f

“Este é o retrato de uma geração que vive quase permanentemente ligada. Através dos computadores ou dos dispositivos móveis, os jovens e adolescentes nacionais passam muito do seu tempo na Internet. Um tempo excessivo em muitos casos. Um estudo do ISPA mostra que quase três quartos da população até aos 25 anos apresenta sinais de dependência do mundo digital. Em casos mais extremos, o vício do online pode implicar isolamento, comportamentos violentos e obrigar a tratamento.

“Percebemos que a dependência da Internet é generalizada”, sintetiza a investigadora da Unidade de Intervenção em Psicologia do ISPA – Instituto Universitário, Ivone Patrão, coordenadora deste estudo. Nos últimos dois anos, este trabalho passou por três fases de aplicação de questionários junto de jovens e adolescentes dos 14 aos 25 anos, envolvendo quase 900 inquiridos. Esta é, portanto, uma imagem com grande angular do que está a acontecer em muitas casas.

Os exemplos recolhidos pelo PÚBLICO corroboram os resultados da investigação. Quase todos os casos partilham também o pedido para que seja mantida a reserva da identidade dos jovens envolvidos. As histórias repetem-se, porém, e soam familiares aos pais. Alguns adolescentes deixam para trás um percurso académico de bom nível para se fecharem no quarto a jogar computador dia e noite. Há amizades de infância que são postas de lado em detrimento do contacto online. O isolamento em relação à família, as mudanças de comportamento, os casos de violência inexplicável face ao insucesso num jogo digital ou à proibição de continuar ligado são outros comportamentos comuns.

Os investigadores do ISPA também enumeram alguns componentes-chave para identificar os casos de dependência da Internet numa espécie de retrato-tipo do jovem viciado no mundo online: grau elevado de importância conferido ao computador ou aos dispositivos móveis; sintomas de tolerância face ao uso; sintomas de abstinência face ao não uso (como irritabilidade, dores de cabeça, agitação e por vezes agressividade) e, em casos mais extremos, recaída face às tentativas sucessivas para parar.

Os números a que chegou a equipa de Ivone Patrão no ISPA dão uma outra camada de leitura desta realidade. Há quase três quartos (73,3%) dos jovens que apresentam sintomas de viciação na Internet.

Destes, 13% exibem níveis severos de dependência, que se manifestam através dos comportamentos mais extremos descritos pelos pais e referidos pelos investigadores. Os próprios jovens parecem ter noção disto, uma vez que mais de metade (52,1%) dos inquiridos se perceciona como “dependentes da Internet”.

Maioria frequenta o secundário.

Os investigadores do ISPA chegaram também a outro retrato-tipo: os jovens dependentes são sobretudo do sexo masculino, não têm relacionamento amoroso e frequentam o ensino secundário. Este foi um dos primeiros resultados a que a equipa da Unidade de Intervenção em Psicologia chegou, em 2012, quando aplicou um primeiro questionário – desenvolvido pela Nottingham Trent University, que é parceira deste trabalho, e à qual estão ligados os outros dois autores deste trabalho, Halley Pontes e Mark Griffiths – de modo a validá-lo para a realidade portuguesa. As conclusões iniciais motivaram a continuação da investigação nas duas fases seguintes, que agora são divulgadas publicamente.

Outros estudos recentes confirmam os sinais de uma geração cada vez mais dependente da tecnologia, levando mesmo a situações-limite em que “é posto em causa o bem-estar físico” dos jovens e adolescentes, conta a investigadora da Faculdade de Ciências Sociais da Universidade Nova de Lisboa Cristina Ponte, que liderou os projectos EU Kids Online e, mais recentemente, Net Children Go Mobile.

Neste último trabalho, cujos resultados nacionais serão discutidos numa conferência no final do mês, 6% dos jovens admitem ter ficado “sem comer ou sem dormir por causa da Internet”, por exemplo. “Há uma pressão para estarem sempre ligados”, avalia esta especialista. Na sua investigação recolheu exemplos que atestam esta situação, como a de um menino de 12 anos que contava, por entre risos, que no smartphone e no tabletnunca se fica offline, por causa dos sinais sonoros com os alertas para as actualizações no email ou nas redes sociais. O rapaz dava também conta da forma como os amigos ficavam zangados se ele não respondesse rapidamente a alguma mensagem, por exemplo, mesmo no horário em que devia estar a dormir.

 

“Os jovens estão a usar demasiado as tecnologias. Quase minuto a minuto”, confirma Rosário Carmona, psicóloga, que tem tratado casos de dependência da Internet no Centro de Apoio ao Desenvolvimento Infantil (Cadin), em Cascais. “Quando lhes pergunto se já foram ao email hoje, eles riem-se. Não foram ao email, porque não saíram do email”, descreve.”

Fonte: publico.pt

 

Reflita sobre o assunto e se desejar recorra a exemplos de situações concretas para ilustrar a sua opinião. Como técnico de saúde dê a sua opinião sobre o uso destes equipamentos por crianças e jovens.

Esta atividade de Fórum permite debater e abordar novas ideias, visa o desenvolvimento e a discussão de temas atuais, relacionados com os temas propostos nas Unidades, no âmbito da formação.

Participe e desenvolva, no seu ponto de vista, o tema exposto a debate. Se desejar, apresente exemplos representativos do que pretende ilustrar. Pode ainda comentar as participações dos colegas.

 

Participe no Fórum CEAC enviando o seu comentário, opinião pessoal ou pesquisa. Para participar basta clicar em INSERIR COMENTÁRIOnão esquecendo de indicar o seu nome e curso para que o seu contributo seja avaliado. Os vossos comentários serão primeiro sujeitos à aprovação do professor pelo que podem não ficar imediatamente disponíveis.

INFORMAÇÃO CEAC: COTAÇÃO: 20% DA MÉDIA DA UNIDADE EM ESTUDO.

Aguardo as vossas participações com expectativa, o vosso contributo é muito importante para o sucesso deste fórum CEAC!

Fórum Outubro – A gripe

  1. O que é a gripe?

A gripe é uma infeção altamente contagiosa que pode afetar pessoas de qualquer idade. É uma infeção causada pelo vírus do género influenza dos tipos A e B.

É uma doença sazonal, que ocorre com maior frequência durante os meses de outono e inverno.

O vírus da influenza do tipo A é o mais patogénico para o Homem, e o responsável pelas epidemias. Sendo que de acordo com a Organização Mundial da Saúde e a European Centre For Disease Prevention and Control (ECDC) a variante predominante do vírus desta época é o H3N2.

 

  1. Como se transmite a gripe?

A transmissão ocorre de pessoa para pessoa através de gotículas formadas e expelidas ao tossir ou espirrar, ou através do contacto direto, por exemplo pelas mãos quando em contacto com superfícies contaminadas.

Estas gotículas contêm o vírus que ao entrar em contacto com o nosso organismo irá dar origem à doença após o período de incubação – tempo desde o contágio até o surgimento dos primeiros sintomas.

O período de incubação pode variar entre 1 a 4 dias

O período de contágio, por sua vez, inicia 2 dias antes do começo dos sintomas e pode prolongar-se até 5 dias após, sendo que nas crianças este período pode ser superior a uma semana.

 

  1. Quais são os sintomas da gripe?
  • Mal-estar generalizado
  • Febre, com temperatura superior a 37,8ºC
  • Arrepios
  • Dor de cabeça (cefaleia)
  • Dor muscular e articular
  • Tosse seca ou tussícula
  • Dor de garganta

 

A febre é um dos sintomas mais comuns na gripe. Normalmente os doentes com gripe podem apresentar febre entre dois e cinco dias, acompanhada de dor muscular, e por vezes, sintomas de constipação, como por exemplo congestão nasal /nariz entupido, espirros, dor ou irritação da garganta. Habitualmente os doentes com gripe melhoram após cinco dias, embora em alguns casos a melhoria só aconteça após uma semana. Existem casos em que os doentes podem apresentar fadiga ou prostração durante algumas semanas após a resolução dos sintomas.

 

  1. Quais são as complicações da gripe?

A complicação mais frequente da gripe é a pneumonia, no entanto esta ocorre geralmente em grupos de risco, tais como:

  • Pessoas com idade igual ou superior a 65 anos
  • Doentes crónicos e imunodeprimidos – terapêutica de substituição renal crónica (diálise), submetidas a transplante de células precursoras hematopoiéticas ou transplante de órgãos, trissomia 21 e quimioterapia
  • Grávidas
  • Diabéticos
  • Pessoas com doenças respiratórias – fibrose quística, patologia do interstício pulmonar e doença pulmonar obstrutiva crónica.
  1. Qual o melhor tratamento para a Gripe?

O tratamento é sintomático, isto significa que o objetivo é controlar e aliviar os sintomas causados pela gripe.

Para uma rápida recuperação:

  • Não se automedique com antibióticos (a gripe é causada por vírus e os antibióticos não têm qualquer efeito)
  • Se estiver grávida: consulte ao seu médico ou ligue para a SNS 24 antes de iniciar qualquer medicação
  • Beba líquidos em quantidade suficiente
  • Fique em casa
  • Pode tomar paracetamol para aliviar sintomas como a febre e dor muscular
  • Utilize soro fisiológico para a congestão nasal
  • Mantenha o seu espaço com uma temperatura amena
  1. Em que situação devo procurar assistência Médica?
  • Se sentir dificuldades em respirar
  • Se sentir dor no tórax
  • Se tiver vómitos incontroláveis (dado que este sintoma pode provocar desidratação em especial nas crianças e nos idosos).
  • Diminuição do volume e frequência de urina

 

  1. Como posso prevenir a gripe?A vacinação contra a gripe é a principal medida de prevenção e tem como objetivo proteger as pessoas mais vulneráveis, prevenindo a doença e as suas complicações.

Cumpra com as medidas de etiqueta respiratória:

  • Tossir ou espirrar para um lenço descartável ou para o antebraço
  • Lave as mãos
  • No caso de estar com gripe é aconselhado o distanciamento social
  1. Onde, quando e como me posso vacinar?

A vacina está disponível, gratuitamente, nos centros de saúde para alguns dos grupos de risco. As pessoas não abrangidas pela vacinação gratuita podem adquirir a vacina nas farmácias, sob prescrição médica, beneficiando de comparticipação de 37%.

A vacinação é gratuita nos Centros de Saúde para:

  • Pessoas com idade superior a 65 anos
  • Residentes ou internadas em instituições
  • Grupos de maior risco clinico, independentemente da idade, sem necessidade de declaração médica:
    • Diabetes Mellitus
    • Terapêutica de substituição renal crónica (diálise)
    • Trissomia 21
    • Doentes que estejam a aguardar ou que já tenham sido submetidos a transplante de células percursoras hematopoiéticas ou de órgãos sólidos
    • Profissionais do Serviço Nacional de Saúde (SNS) e Bombeiros com atividade assistencial
  • Com necessidade de declaração médica, referindo a sua inclusão num destes grupos de risco:
    • Sob quimioterapia
    • Fibrose quística
    • Défice de alfa-1 antitrispina sob terapêutica de substituição
    • Patologia do interstício pulmonar sob terapêutica imunossupressora
    • Doença crónica com comprometimento da função respiratória, de eliminação de secreções ou com risco aumentado de aspiração de secreções

 

Fontes:

UpTodate: Patient education: Influenza symptoms and treatment (Beyond the Basics) https://www.uptodate.com/contents/influenza-symptoms-and-treatment-beyond-the-basics?source=see_link#H1

DGS: Gripe. https://www.dgs.pt/paginas-de-sistema/saude-de-a-a-z/gripe.aspx

Marta Leite Ferreira. Observador. Esta Gripe é mesmo mais forte que o normal? http://observador.pt/explicadores/esta-gripe-e-mesmo-mais-forte-que-o-normal/09-o-que-acontece-se-uma-gripe-nao-for-tratada-convenientemente/

Saúde 24: http://www.saude24.pt/PresentationLayer/modulo_01.aspx?moduloid=44

Flu News Europe. http://flunewseurope.org/

Entrada de Temas de Fórum

Caro professor,

Através deste formulário poderá inserir directamente o seu tema para o Fórum deste mês.

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Programa de Estágios – Integração Profissional

Com o objetivo de facilitar a integração no mercado de trabalho a CEAC promove, para percursos formativos específicos, estágios profissionais, estabelecidos mediante protocolos celebrados, preferencialmente, com empresas da área de residência dos formandos.

Com regime, duração e horário adequados a cada realidade, é estabelecido um programa de estágio, no qual o formando tem a oportunidade de aplicar em contexto real de trabalho, as competências mais importantes adquiridas ao longo da formação.

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Cursos com estagio
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Forum de Novembro: Diez claves para ser feliz en el trabajo

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La mayoría de las personas no está satisfecha con su rutina diaria e sobretodo con su trabajo, quejándose de muchas cosas que dependen del mismo ambiente de trabajo. Haría falta cambiar muchas cosas en eso pero también hay cosas que podemos cambiar en nosotros mismos.
Lea estas diez claves para ser más felices en el trabajo e coméntelas.

http://www.abc.es/familia-vida-sana/20150426/abci-felicidad-trabajo-201504131248.html

¿Hay algo más o está de acuerdo? ¿Le gusta su trabajo?

Participe e desenvolva, no seu ponto de vista, o tema exposto a debate. Se desejar, apresente exemplos representativos do que pretende ilustrar. Pode ainda comentar as participações dos colegas.

O post de cada formando deve ser submetido até ao final da semana. A sua participação conta 20% para a avaliação da Unidade.

Para participar basta clicar em INSERIR COMENTÁRIO, não esquecendo de indicar o seu nome e curso para que o seu contributo seja avaliado. Os vossos comentários serão primeiro sujeitos à aprovação do professor pelo que podem não ficar imediatamente disponíveis.

Aguardo as vossas participações com expectativa, o vosso contributo é muito importante para o sucesso deste fórum! E não se esqueçam, caso queiram ver algum tema em debate e/ou gostassem de escrever um artigo para ser publicado, podem enviar por email e será publicado no mês seguinte!

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